Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 12 de abril de 2026

Luxemburgo - Arquivos Nacionais do Luxemburgo estão a ser modernizados com tecnologia portuguesa

Os Arquivos Nacionais do Luxemburgo contam agora com uma nova plataforma digital desenvolvida pela portuguesa Keep Solutions, uma tecnológica com origem na Universidade do Minho


O novo portal vê modernizado o acesso ao património documental do grão-ducado, permitindo a consulta online de 311 fundos e coleções que totalizam cerca de 30 mil documentos digitalizados, de acordo com nota enviada pela empresa ao Bom Dia.

O novo sistema, assegura a tecnológica, substitui a antiga ferramenta de pesquisa, designada “Query”, e utiliza o “software” Archeevo, uma solução criada em Braga.

A plataforma foi concebida para servir investigadores e público em geral, facilitando a localização de registos paroquiais e civis para fins de genealogia, contratos notariais, mapas, fotografias e espólios audiovisuais.

Entre os documentos disponíveis encontram-se também registos históricos relativos aos períodos de ocupação durante as Guerras Mundiais.

Este projeto, que teve início em 2022, reforça o percurso de internacionalização da Keep Solutions na área da gestão e preservação de património digital. Fundada em 2008 por docentes e antigos alunos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, a empresa tem expandido a sua atividade para diversas instituições europeias, colaborando com os arquivos nacionais da Estónia e da Dinamarca, com a Polícia da Suécia e com a Comissão Europeia.

Em Portugal, a tecnológica foi responsável pelo desenvolvimento de plataformas estruturantes, como o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) e o Portal Português de Arquivos. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


sexta-feira, 27 de março de 2026

Portugal - Plataforma digital “Camões Lab” disponível a partir de Junho

A Universidade de Coimbra (UC) terá disponível a partir de Junho uma primeira versão da plataforma digital “Camões Lab”, um projecto que pretende democratizar conhecimentos relativos a obra do poeta de forma dinâmica e actualizada


O portal tem como objectivo agregar materiais “validados e escolhidos criteriosamente” e disponibilizá-los, de forma dinâmica, ao público em geral, afirmou o director da Biblioteca Geral da UC, Manuel Portela.

As obras de Camões serão republicadas “com uma extensa anotação e marcação, que permite depois apresentar o texto sob diversas facetas”, podendo ser consultado por especialistas, leitores em geral e estudantes, “respondendo aos interesses de pesquisa e leitura de cada um”. “Há muito boas edições críticas de obras, de autores clássicos, há muitos bons sítios ‘web’ onde nós encontramos ensaios críticos, mas a maior parte só são legíveis por especialistas ou por estudantes de um nível muito avançado. O nosso objetivo com este projeto é ter vários níveis, vários destinatários”, salientou.

O responsável falou na apresentação da plataforma digital, na UC, quando explicou que a base de conhecimento será mantida atualizada, destacando também que o projeto tem em vista a incorporação de abordagens pedagógicas inovadoras e que promovam uma aproximação entre o autor de “Os Lusíadas” e os alunos.

A proposta da ferramenta passa ainda por ser “um portal de referência mundial”, para todos que leem e estudam Camões, em qualquer parte do mundo.

Também presente na sessão, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, defendeu que “ao desenvolver uma plataforma digital e dinâmica da obra de Camões, ao integrar múltiplas camadas de anotação e permitir novas formas de visualização e análise textual, o projecto cria condições únicas para o estudo da obra do poeta”.

Assim, permite que “aquilo que durante muito tempo esteve reservado a círculos restritos de investigação, passe agora a poder ser explorado por um número muito mais alargado” de pessoas.

A iniciativa “integra conteúdos provenientes de diferentes países”, “dá visibilidade às múltiplas leituras e apropriações de Camões no espaço da língua portuguesa” e mostra a presença da obra do poeta “noutras línguas e noutras culturas”, acrescentou.

Já o comissário-geral para as comemorações dos 500 Anos do Nascimento de Camões, José Augusto Bernardes, ressaltou que, além de promover o acesso “a uma biblioteca enorme” a partir do ‘ecrã’, o projeto não termina com o fim das comemorações dos cinco séculos do poeta, em junho, apresentando “sementes de futuro e um potencial de transformação muito grande”.

À margem da cerimónia, o vice-reitor da UC para a Cultura, Comunicação e Ciência Aberta, Delfim Leão, disse que o portal procura “agregar produção anterior e, sobre ela, construir novas camadas de conhecimento e prepará-la para o futuro”.   “A dimensão laboratorial [da plataforma] permite que não fique fechada no tempo”, apontou.

O público poderá utilizar a ferramenta em português, inglês ou mandarim, estando a ser desenvolvido um mecanismo de inteligência artificial para que possam ser feitas perguntas e recebidas as respetivas respostas na língua de preferência do usuário.

Uma primeira versão da Camões Lab deve estar disponível em Junho de 2026, sendo esperado que, a partir do fim de 2027, “a plataforma entre em velocidade de cruzeiro e se transforme num laboratório que continuamente vá aperfeiçoando o que está a ser feito”.

Na sua intervenção, durante a sessão, o reitor da UC, Amílcar Falcão, destacou o objectivo de fazer a investigação mais recente chegar a públicos alargados, ultrapassando as fronteiras da academia.

O projecto “Camões Lab” é uma parceria da UC com a Estrutura de Missão para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões, a Universidade de Macau, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação “la Caixa”. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”



sexta-feira, 3 de março de 2023

Portugal - Universidade de Coimbra lança plataforma digital ligada às Ciências Planetárias

Os departamentos de Física, Matemática e Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) acabam de lançar uma nova plataforma digital ligada à área das Ciências Planetárias. A geoplanet.space reúne informação sobre os requisitos, os conteúdos e as saídas profissionais (carreiras de investigação, na indústria e na academia) dos mestrados em Astrofísica e Ciências Planetárias nas universidades de Coimbra, Porto, Nantes (instituição coordenadora), Gabriele d’Annunzio em Chieti/Pescara e Pádua, parceiras do projeto estratégico Erasmus+ GeoPlaNet-SP (KA203).


Esta plataforma, um dos produtos intelectuais do projeto, promove os cursos de mestrado da FCTUC com ligação ao tema das Ciências Planetárias, junto de estudantes do 1º ciclo do ensino superior, mas também estudantes do ensino secundário. Um desses cursos, o Mestrado Conjunto Erasmus Mundus em Geociências Planetárias, criado no âmbito da colaboração entre as universidades acima referidas, tem início marcado para setembro de 2023. O primeiro semestre irá decorrer na Universidade de Coimbra com a colaboração da Universidade do Porto, o segundo em Chieti/Pescara, já o terceiro semestre será em Nantes e o estágio de mestrado numa das instituições do consórcio GeoPlaNet.

O projeto estratégico GeoPlanet-SP teve como principais objetivos estruturar e enriquecer a oferta formativa em Geociências Planetárias na Europa, através do reforço da cooperação entre parceiros, e de colaborações com empresas na área da indústria espacial.

Pretende-se, desta forma, criar condições favoráveis para o intercâmbio de boas práticas de ensino e divulgação das Ciências Planetárias, no seio de uma rede de excelência, e desenvolver atividades conjuntas e resultados intelectuais de interesse para os potenciais candidatos a mestrados nessa área. Por último, o projeto trouxe aos participantes a oportunidade de uma experiência europeia multicultural, que se considera valiosa para carreiras num setor intrinsecamente internacional.

Saiba mais sobre o projeto GeoPlaNet-SP aqui e sobre o Mestrado Erasmus Mundus GeoPlaNet-EMJM aqui. Universidade de Coimbra - Portugal


segunda-feira, 6 de junho de 2022

Macau - Plataforma digital desvenda história de quatro canhões antigos

O Instituto Cultural lançou uma plataforma digital sobre os quatro canhões antigos descobertos nos últimos anos, para divulgar as respectivas informações históricas


Os quatro canhões descobertos em 2020 e 2021 em estaleiros de construção na Península e no COTAI já podem ser vistos online aqui, numa exposição promovida pelo Instituto Cultural (IC). Os canhões estão sob a protecção e gestão do Museu de Macau, e continuam a ser alvo de trabalhos de análise e restauro encomendados ao Instituto de Investigação Social e Cultural e ao Laboratório de Conservação do Património da Faculdade de Humanidades e Artes da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (UCTM).

Na plataforma digital são exibidos modelos 3D dos canhões e divulgados os resultados de análise e o progresso do trabalho de restauro. Devido ao avançado grau de deterioração dos canhões, uma vez que estiveram enterrados durante muito tempo, os trabalhos de restauro deverão demorar vários anos, pelo que, a curto prazo, não poderão ser fisicamente expostos, explicou o IC.

Com a ajuda do modelo 3D e de informações textuais e gráficas, a exposição online divulga de “forma minuciosa” os materiais, a forma, as características e os anos de proveniência dos canhões. O IC pretende assim promover o reforço do conhecimento do público sobre as descobertas arqueológicas de Macau e a sua respectiva história e proporcionar referências aos investigadores.

O organismo considera que estas descobertas vieram “enriquecer” a variedade de canhões antigos em Macau, pois os locais onde foram encontrados contribuem para ter “uma noção mais completa” sobre a disposição dessas peças de artilharia no território. No fundo, sublinha, servem de “provas vivas que validam o papel da área marítima da Taipa e Coloane” como “importante ponto da rota comercial entre a China e o Ocidente e um local de atracagem e reparação das embarcações vindas do estrangeiro”.

“Além disso, a nova descoberta revela ter igualmente um valor fundamental, enquanto referência histórica, para investigações sobre o passado militar, da defesa costeira e comercial de Macau”, destacou ainda o IC.

O público terá ainda a oportunidade de conhecer melhor os canhões antigos durante visitas guiadas à Fortaleza do Monte, nos próximos dias 11 (14:00 e 16:00) e 12 (11:00 e 15:00), no âmbito do “Carnaval do Dia do Património Cultural e Natural da China”. As visitas serão conduzidas por um guia profissional do Museu de Macau, que apresentará a história de canhões no território desde 1622 e as semelhanças e diferenças entre os que foram desenterrados e os existentes na Fortaleza do Monte. Os interessados podem usar o “Sistema de Inscrição em Actividades” (www.icm.gov.mo/eform/event), sendo o número de vagas limitado à disponibilidade. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Macau - Fundação Jorge Álvares quer mais portugueses a estudar na China

A Fundação Jorge Álvares está a preparar o lançamento de uma plataforma digital para encorajar mais portugueses a estudar em universidades chinesas, assim como chineses a estudar em Portugal

Fernanda Ilhéu, do Conselho de Administração da Fundação Jorge Álvares (FJA), disse que cada universidade e instituto politécnico de Portugal, da China continental e de Macau terá direito a gerir um espaço próprio no portal, onde poderá colocar a sua oferta educativa. O objectivo é facilitar aos alunos a consulta de informação sobre cursos, programas, perfil dos professores, condições de inscrição e pagamento de propinas.

A FJA vai ainda disponibilizar informação sobre “o meio envolvente”, por exemplo sobre as cidades onde se localizam os ‘campus’ das instituições e as residências universitárias disponíveis.

A plataforma terá ainda informações úteis, nomeadamente sobre a obtenção de vistos, abertura de contas bancárias, realização de seguros e acesso a serviços de saúde para estudantes estrangeiros.

Embora a China e Macau não permitam actualmente a entrada de estudantes estrangeiros, Fernanda Ilhéu disse acreditar que o portal poderá ter um efeito positivo num futuro pós-covid-19. “Esperamos que a pandemia seja controlada em breve e as situações de quarentena sejam levantadas”, salientou a investigadora.

A plataforma da FJA pretende também promover a cooperação entre instituições de ensino superior chinesas e portuguesas na área da investigação científica. O portal vai ter uma área específica para ajudar investigadores a identificar potencial parceiros de pesquisa, partilhar trabalhos e publicações e organizar eventos conjuntos.

A fase de conceção de modelagem da plataforma deverá estar concluída no final de abril, seguindo-se a divulgação junto de instituições do ensino superior e investigação científica em Portugal, Macau e China.

A FJA é uma estrutura criada em dezembro de 1999, no quadro da transferência da administração portuguesa de Macau para a China, e tem como objectivo promover o diálogo intercultural entre Lisboa e a região administrativa especial chinesa. Desde 2016 que o presidente da Fundação Jorge Álvares (nome do português e primeiro europeu a chegar à China, por via marítima, no século XVI) é o general Garcia Leandro, governador de Macau entre 1974 e 1979.

Em Janeiro, Zhao Zilin, aluna da Universidade de Estudos Internacionais de Xangai, venceu a primeira edição dos Prémios Fundação Jorge Álvares, para trabalhos sobre as relações entre Portugal e a China.

A China continua a sentir uma forte procura por profissionais que falem português, disseram à Lusa Catarina Gaspar e Madalena Teixeira, duas das coautoras de uma obra académica sobre os estudantes chineses da língua portuguesa apresentada a 14 de Janeiro. Cerca de 50 instituições chinesas de ensino superior têm cursos de língua portuguesa, disse, em Novembro de 2020, o coordenador do Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico de Macau, Gaspar Zhang Yunfeng. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”


quarta-feira, 20 de maio de 2020

Cabo Verde - Associação Lamparinami aposta na valorização de jovens talentos


Lamparinami é uma associação sem fins lucrativos que visa promover a valorização de jovens talentos cabo-verdianos através de uma plataforma de divulgação de trabalhos artísticos e culturais

A recém-criada associação Lamparina (LAMPARINAMI) estreou-se nesta quarta-feira, 20, com o primeiro lançamento de livros on-line.

LAMPARINAMI é uma associação sem fins lucrativos que visa promover a valorização de jovens talentos cabo-verdianos através de uma plataforma de divulgação de trabalhos artísticos e culturais, de networking entre profissionais e instituições, coaching e agenciamento de acordo com as respetivas áreas de interesse.

O primeiro livro a ser lançado pela associação será “O Despertar da Essência” da autora Carla Martz, agendado para as 18h30, desta quarta-feira, através de uma sessão live na sua página do facebook @lamparinami.

O Despertar da Essência” trata-se de uma obra poética que fala sobre a luta diária do cabo-verdiano em busca da concretização dos seus sonhos.

Após o lançamento on-line, os interessados podem também adquirir o livro da mesma forma em formato digital na mesma página.

O principal objetivo do evento é estimular o gosto e o hábito pela leitura, valorização do livro como produto cultural e levar um novo conceito de arte em tempos da pandemia.

Além de lançamento de livros esta iniciativa pretende ainda realizar concursos, ações de formação, capacitações e melhoria de “performance de talentos”.

Sobre a autora…

Carla Sofia dos Santos Martins que responde também por Carla Martz, nasceu na cidade da Praia mas considera-se natural de Santo Antão, onde passou maior parte da sua infância.

Actualmente, Carla Martz reside na Praia e é licenciada em Ciências Empresariais e Organizacionais pela Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

Considera-se também artista por ter participado em várias actividades da música, dança, teatro e poesia.

O Despertar da Essência” é a sua primeira obra publicada apesar de ter participado na Antologia “As Mulheres e seu Destino” edição de 2019. In “A Nação” – Cabo Verde

domingo, 17 de maio de 2020

Angola - Plataformas digitais, uma alternativa de venda e promoção de música a videoclipes

De 28 anos, Cláudio Fernando Kiala fundou e dirige desde 2018 a Soba e-music, uma plataforma digital de venda e distribuição de música e/ou CDs. Para obter os produtos, os interessados precisam apenas de criar uma conta no aplicativo disponível no site www.soba-store.com (http://www.soba-store.com), adquirindo, assim, um número de cliente que, por sua vez, poderá ser usado para o pagamento em qualquer terminal de pagamento automático (TPA).

Para a compra de uma música, os interessados desembolsam de 70 a 100 kwanzas, sendo que o preço dos pequenos vídeos variam de 500 a 200 kwanzas. Já os artistas, para terem os seus trabalhos disponíveis da Soba e-music, assinam um contrato com a plataforma e passam a receber um total de 70% do valor de cada produto vendido, enquanto a Soba e-music ca com os restantes 30.

Com mais de 100 artistas já cadastrados, entre angolanos e moçambicanos, a Soba e-music é mais procurada sobretudo por rappers. "Quando nós começámos, o comércio electrónico era uma coisa nova, as pessoas não sabiam se funcionaria ou não", analisa Cláudio Kiala, que minimiza o facto de o projecto ainda não originar rendas que lhe permitam viver apenas deste trabalho.

"Estamos nos primeiros passos, não há ganhos imediatos. É o momento de marcarmos terreno para o que vem adiante", explica Kiala, que revela ter uma receita mensal de entre os dois e cinco milhões de kwanzas, se contabilizados os 70% que costumam ficar com os artistas.

Conhecido nas lides musicais como CFK, o jovem empreendedor entende, todavia, que os valores arrecadados "poderiam ser melhores", visto que o país tem muitos artistas que ainda não «viraram as baterias» para o digital.

A Soba e-music está inserida numa plataforma mãe, a Soba store, que por sua vez realiza todo o tipo de venda digital, da mercearia à literatura.

Nestes tempos da pandemia do novo coronavírus, CFK admite ter havido um aumento na procura pelos produtos por parte do público, mas lamenta que não seja coisa "tão estrondosa assim". O artista estima em 7% o novo registo de procura.

Prejudicados pela Codiv-19

Os jovens Pedro Rodrigues e Ataly Muchinenu actuam praticamente no mesmo «circuito» que CFK, embora com diferença nos métodos e propósitos. Pedro Rodrigues, por exemplo, é o director e fundador da Ditox Produções, uma plataforma digital que se dedica à divulgação e promoção de conteúdos multimédia (videoclipes e música).

A funcionar há quase 12 anos, a organização alargou recentemente o seu core business, cobrindo casamentos e outros eventos com vista a disponibilizá-los via online. Onélio Santiago – Angola in “Novo Jornal”