Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Macau - Aeroporto Internacional comprometido a contribuir para internacionalização da cidade

O Aeroporto Internacional de Macau comemora este ano o 30.º aniversário da sua operação. A CAM – Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau afirma ter vindo a optimizar as suas instalações e a qualidade dos serviços e que, no futuro, vai alinhar-se com os planos estratégicos do Governo para posicionar Macau como um Centro Mundial de Turismo e Lazer.


Ma Iao Hang, presidente do Conselho de Administração da CAM, salienta que o aeroporto vai participar, de forma proactiva, no desenvolvimento da Grande Baía e na iniciativa “Uma Faixa Uma Rota”, promovendo a diversificação económica e a internacionalização da cidade. “Com inovação contínua e compromisso com a excelência, o Aeroporto Internacional de Macau continuará a crescer, contribuindo para a diversificação económica e internacionalização de Macau”, frisou Ma Iao Hang, no seu discurso durante a recepção comemorativa do 30.º aniversário do aeroporto, realizada ontem com a presença de cerca de 400 convidados.

O secretário para Transportes e Obras Públicas, Raymond Tam, por sua vez, assinalou a importância do aeroporto, enquanto uma “porta essencial para a integração de Macau no desenvolvimento regional e na cooperação internacional”, bem como um “motor do desenvolvimento sócio-económico” para o território. Raymond Tam indicou que o Governo empenha-se, actualmente, na construção de um ‘Hub’ de Transporte Aéreo Internacional de Macau na margem oeste do Rio das Pérolas, no desenvolvimento ordenado do projecto de aterro e expansão do aeroporto e do projecto relativo ao terminal de carga “Upstream” em Hengqin.

Segundo o secretário, estas instalações, em articulação com o projecto de cooperação aeroportuária entre Zhuhai e Macau, irão construir um novo panorama logístico e de mobilidade, caracterizado pela “ligação ininterrupta Macau–Zhuhai”, reforçando a competitividade de Macau enquanto ‘hub’ aéreo regional.

O vice-administrador da Administração da Aviação Civil da China, Ma Bing, enfatizou que o sector da aviação civil de Macau tem contribuído para a criação da plataforma de cooperação e comércio entre a China e os países lusófonos, garantindo o apoio contínuo para o desenvolvimento da indústria do território. Catarina Chan – Macau in “Ponto Final”


sábado, 27 de fevereiro de 2021

Macau - Aeroporto Internacional de Macau aposta em afirmar-se como uma “porta internacional” para a Grande Baía


Em mais um ano que se antevê marcado pelos efeitos da pandemia, o Aeroporto Internacional de Macau aposta em afirmar-se como uma “porta internacional” para a Grande Baía. O objectivo, que passa pela abertura do Segundo Terminal, foi reafirmado ontem pelo presidente do Conselho de Administração da direcção da CAM – Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau, Mao Iao Hang, durante um almoço de celebrado do Ano Novo Lunar.

“O projecto da infra-estrutura do Segundo Terminal foi desenhada e construída para melhorar o espaço e serviços do Aeroporto Internacional de Macau. Também o terminal do Pac On vai ser construído como centro de integração de transportes terrestres, marítimos e aéreos para prestar melhores serviços aos residentes de Macau e da Grande Baía”, afirmou Ma Iao Hang. “Vamos cooperar com o plano nacional do desenvolvimento de Macau e para consolidar a posição de Macau como uma porta internacional”, acrescentou.

Apesar do contexto difícil, até ao final do corrente ano o aeroporto vai ter capacidade para receber cerca de 10 milhões de passageiros por ano, o que se deve à expansão da Zona Sul do Aeroporto. Só em 2019, ainda sem as infra-estruturas mais recentes, houve um total de 9,6 milhões de passageiros a utilizar o aeroporto de Macau. “A construção da estrutura principal da expansão Sul do aeroporto já chegou ao topo e prevemos que esteja completa no final do ano. Vai permitir receber 10 milhões de passageiros por ano”, indicou o presidente do Conselho de Administração.

Impacto “enorme”

Em 2020, o número de passageiros do Aeroporto Internacional de Macau sofreu uma quebra de 88 por cento de 9,1 milhões para 1,2 milhões. Já o número de partidas e chegadas foi de 16.962, o que é uma quebra de 78 por cento. Por isso, a companhia reconheceu ontem que o caminho no futuro vai continuar a ser difícil.

“A pandemia da Covid-19 atingiu enormemente e de uma forma global a indústria da aviação. Ao olhar para este último ano, o Aeroporto Internacional de Macau implementou as medidas de prevenção da pandemia […] e enfrenta uma nova dinâmica […] e todos os tipos de dificuldades e desafios”, foi reconhecido.

Apesar disso, a empresa gestora do aeroporto diz que está preparada. “O Aeroporto Internacional de Macau sofreu meses consecutivos com perdas de receitas […] Porém, os princípios de gestão da tesouraria fazem com que haja fundos para responder às necessidades das operações”, foi vincado.

Na mensagem de Ma Iao Hang foi ainda sublinhado que entre 2015 e 2020 a empresa pagou aos accionistas, entre empréstimos e distribuição de dividendos, cerca de 1,3 mil milhões de patacas.

A CAM é detida em 55,2 por cento pelo Governo da RAEM e 34,5 por cento pela Sociedade de Turismo e Diversões da Macau. O restante capital e detido por outras empresas e investidores individuais, como os herdeiros de Winnie Ho, irmã falecida de Stanley Ho. João Filipe – Macau in “Hoje Macau”