Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Banda Larga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Banda Larga. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Macau - Tem uma das bandas largas mais rápidas do mundo, Portugal em 34.º, Brasil em 68.º

Com 128,56 Mbps, a RAEM está no top 10 das velocidades de banda larga mais rápidas do mundo, à frente de países ou regiões como o Reino Unido, Japão, Estados Unidos ou Hong Kong. Portugal, com uma velocidade de 63,03 Mbps, quedou-se pela 34.ª posição e a China, a passo de caracol com 2,06 Mbps, ocupa a 206.ª posição. Os resultados foram tornados públicos pela Cable.co.uk.


Muitos se queixam da velocidade da Internet em Macau, mas afinal o território é bafejado com uma das mais rápidas bandas largas do mundo. Com 128,56 Mbps, a RAEM ocupa a sétima posição de um ranking de 224 países ou regiões, tornado público pela  Cable.co.uk.

O território só é batido por Jersey, Liechtenstein, Islândia, Andorra, Gibraltar e Mónaco, todos territórios pequenos e todos situados na Europa. O top 10 é ainda composto pelo Luxemburgo, pelos Países Baixos e pela Hungria. Singapura, outra região asiática, surge na 11.ª posição com uma velocidade de banda larga na ordem dos 97,61 Mbps.

Para a obtenção desta média, em Macau efectuaram-se 2005 testes a IPs únicos, num total de 6972 testes. A título de exemplo, o download de um filme de 5Gb dura, em média, no território cinco minutos e dezanove segundos.

Estranhamente ou não, países altamente desenvolvidos ou em franco desenvolvimento possuem bandas largas de Internet com valores que podem ser considerados baixos. Os Estados Unidos da América, por exemplo, apresentam uma velocidade de banda larga na ordem dos 92,52 Mbps. Já o Japão, que ocupa a 13.ª posição do ranking, tem uma banda larga que debita 96,36 Mbps. O Reino Unido, na 43.ª posição, tem uma banda larga com velocidade de 51,48 Mbps. Isto para dar alguns exemplos.


Na esfera da lusofonia, o país ou região com melhor banda larga, se não contarmos com Macau, é Portugal, que ocupa a 34.ª posição do ranking com velocidades de banda larga na ordem dos 63,02 Mbps. Em terras lusas, descarregar um filme com 5Gb pode demorar quase 11 minutos. O Brasil, 68.º lugar, é o país que se segue com uma banda larga a velocidades de 33,34 Mbps, o que significa que o tal filme de 5Gb demorará mais de 20 minutos a ser descarregado.

Cabo Verde, em 149.º lugar com velocidade de banda larga de 7,94 Mbps; Moçambique, a ocupar a 158.ª posição com 7,17 Mbps; Angola no lugar 172 e com velocidades de 5,88 Mbps; São Tomé e Príncipe em 204.º lugar com 2,43 Mbps; Timor-Leste na 219.ª posição e com uma velocidade de 1,33 Mbps; Guiné Equatorial, 220.º com 1,30 Mbps são os restantes países lusófonos, cujo ranking de falantes de português encerra com a Guiné-Bissau, a pior Internet da lusofonia, na posição 221 e com uma banda larga de 1,24 Mbps.

China muitos furos abaixo

Na Grande China, depois de Macau, surge Hong Kong na 15.ª posição mundial e com uma velocidade de banda larga de 91,04 Mbps. Taiwan muito mais abaixo, na 49.ª posição e uma banda larga com velocidades na ordem dos 46,43 Mbps. A República Popular da China, na 209.ª posição com 2,06 Mbps. Foram testados 25052 IPs únicos e um total de mais de um milhão e meio de testes foram feitos na rede chinesa continental. Aqui ao lado, descarregar um filme de 5Gb pode demorar mais de cinco horas. Recorde-se que o domínio e controlo estatal da Internet no Império do Meio pode também explicar as velocidades de navegação tão baixas.

Os países da África do Norte colectivamente tiveram a velocidade média mais baixa em todo o mundo, de 5,68 Mbps, com as nações da Europa ocidental colectivamente a ter uma velocidade média mais rápida regionalmente, de 90,56 Mbps. A velocidade média global da banda larga é de 29,79 Mbps, 20% acima dos 24,83 Mbps em 2020. O pior país é o Turquemenistão com uma banda larga com velocidades de 0,50 Mbps, onde um filme com 5Gb pode durar quase um dia a ser descarregado para ser visualizado.

A Cable.co.ok executou mais de 1,1 mil milhões de testes de velocidade em todo o mundo, tendo testado quase 250 milhões de testes a IPs únicos. Em média mundial, um filme com 5Gb demora uma hora e 43 minutos a ser descarregado. Gonçalo Pinheiro – Macau in “Ponto Final”

goncalolobopinheiro.pontofinal@gmail.com




sábado, 5 de dezembro de 2020

Gabão – Linha de fibra óptica vai conectar o país com a Guiné Equatorial e Camarões

 

A Agência Nacional de Infraestrutura e Frequências Digitais do Gabão (ANINF) anunciou a conclusão das obras de expansão para conectar Boué (norte do Gabão) com interconexões físicas em Camarões e Guiné Equatorial, através de Bitam & Oyan-Bifoun-Lambarene ao longo de uma linha de fibra óptica de 528 km.

O plano de extensão faz parte do projeto Central Africa Backbone (CAB4), que é uma das 11 realizações integradas para os quais foram levantados fundos durante a Mesa Redonda de Investidores em Paris, de 16 a 17 de novembro de 2020.

A ANINF explica que o próximo passo será o colocar em funcionamento da linha de 528 km que permitirá aos moradores das regiões abrangidas o acesso à internet banda larga. O CAB4 vai interligar os países da CEMAC com internet banda larga, conforme sugerido pelos Chefes de Estado em 2016. O projeto foi desenvolvido para aumentar a capacidade e qualidade, bem como reduzir o custo dos serviços de telecomunicações na região. Os principais patrocinadores são o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e a Agência Nacional de Infraestrutura Numérica e Frequência do Gabão (ANINF) assinaram acordos para um estudo de viabilidade para a componente do país do projeto backbone da África Central (CAB). O projeto é uma infra-estrutura integrada que compreende 901,8 km de conectividade de fibra óptica para cobrir quatorze ligações que faltam no backbone nacional do Gabão.

O projeto irá melhorar a integração regional na região da África Central, permitindo a troca de interconexão transfronteiriça com os vizinhos Congo, Camarões e Guiné Equatorial. Serão abertas oportunidades que integrarão o Gabão à comunidade de informação e comunicação, entre outras iniciativas destinadas a eliminar a exclusão digital, especialmente nas áreas rurais, e empoderar as comunidades marginalizadas.

O custo total da preparação do projeto é de 480 milhões de F.CFA fornecidos pelo banco através do Fundo Especial do Fundo de Preparação de Projetos de Infraestruturas da NEPAD (NEPAD-IPPF). Isso permite que os países africanos preparem projetos de infraestrutura regional financiáveis ​​para promover a integração e apoiar a transformação socioeconómica. In “Guinea Infomarket” – Guiné Equatorial


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Brasil - Satélite brasileiro leva banda larga a 1 milhão de alunos da rede pública



Demorou, mas o SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas), que chegou ao espaço em maio de 2017, começa a entregar seus primeiros resultados, levando sinal de internet a áreas remotas do país. Foram pouco mais de dois anos inoperante — com um prejuízo diário de R$ 800 mil aos cofres públicos —, porém os dias de ócio chegaram ao fim.

Segundo a Telebras e a Viasat, empresas que operam o satélite em parceria, o número de escolas da rede pública conectadas chegou a 3,7 mil em maio. Ao todo, mais de 1,2 milhão de estudantes são beneficiados pelo projeto. Boa parte desses alunos vive em locais desprovidos de internet ou em regiões onde o sinal é extremamente lento.

Dados do Cetic, comitê que monitora o avanço da internet no Brasil, estimam que só 39% das escolas rurais dispõem de acesso à rede. Destas, 61% dividem entre todos os alunos uma conexão cinco vezes mais lenta que a velocidade considerada mínima para uma navegação estável (10 Mbps). Desse jeito, fazer pesquisas mais complexas e assistir a vídeos é praticamente inviável. A banda larga de 20 Mbps fornecida pelo SGDC busca minimizar esse problema.

"Tem sido exatamente como esperávamos: muitos estudantes usando tablets ou laptops para propósitos educacionais", diz Lisa Scalpone, gerente-geral da Viasat do Brasil, que ressaltou a dificuldade em instalar os aparelhos em regiões remotas. "Tem sido duro, muito mais difícil do que imaginávamos. Para chegar a muitos lugares é preciso ir de caminhão ou de barco.”

Mas o propósito do primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas não é só a inclusão digital. O projeto também pretende fortalecer a soberania nacional. Essa dualidade se reflete na própria estrutura do satélite, que opera tanto na banda X quanto na Ka. A primeira é destinada exclusivamente ao uso militar, para fornecer às forças armadas um canal de comunicação seguro e autônomo, enquanto a segunda é voltada à sociedade civil.

Não foi à toa que o governo, por meio dos ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, investiu R$ 2,8 bilhões no SGDC: é um projeto considerado estratégico para o desenvolvimento do país.

Conectar os desconectados

Para entender melhor o projeto, é preciso levar em conta a dimensão territorial brasileira e a forma como seus habitantes estão distribuídos. De acordo com um estudo da Embrapa, áreas urbanas somam menos de 1% do território nacional, mas concentram 84% da população. Ainda assim, dezenas de milhões de brasileiros vivem afastados dos centros urbanos, que praticamente monopolizam a oferta de internet — as grandes cidades são os locais de maior mercado de telecomunicação e, claro, maior lucro para as empresas.

Segundo o IBGE, em 2017 os usuários de internet no Brasil chegaram a 69% da população. Em países desenvolvidos, esse número costuma passar dos 80%. Só que, por aqui, o acesso é desbalanceado demais. Enquanto oito em cada dez domicílios urbanos estão conectados, na área rural são só quatro.

Se o governo não desse um jeito de alavancar a inclusão digital no campo, onde cabos de fibra ótica não chegam, muito provavelmente essa população permaneceria desconectada por anos ou décadas a fio. Mas essa é uma política que não traz apenas benefícios sociais: é algo que também estimula a economia.

Levantamento do Ipea concluiu que, a cada 1% de aumento no acesso à internet, o PIB cresce 0,19%. Para universalizar a conexão de qualidade no país e corrigir os desequilíbrios regionais, o governo criou em 2010 o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Reavivou no mesmo ano a Telebras, estatal desativada em 1998, para gerir o plano. E colocou nas mãos dela o projeto embrionário do SGDC.

Nos anos seguintes, o satélite foi construído na França e, após o lançamento, a estatal fechou uma parceria com a Viasat, empresa multinacional de telecomunicações, para ajudar no escoamento da banda larga espacial pelo país.

Só que o contrato ficou emperrado na Justiça, chegando ao Supremo. Isso porque outras empresas de telecomunicação, como a Via Direta, acusaram a Telebras de ter oferecido condições privilegiadas para fechar negócio com a Viasat, multinacional que ainda não atuava no Brasil. (O imbróglio jurídico foi tema de uma reportagem da GALILEU no ano passado).

Só em julho de 2018 a ministra Carmen Lúcia derrubou a liminar que suspendia a parceria público-privada. Tudo indicava que o caminho para a viabilização do uso civil do SGDC estava, enfim, desobstruído. Mas a novela continuou.

Próximos capítulos

Depois da aprovação do STF, foi a vez de o Tribunal de Contas da União (TCU) analisar o caso — e solicitar uma renegociação dos termos do contrato. De acordo com o relator Benjamin Zymler, havia "grave desequilíbrio" no modelo de compartilhamento de receitas originalmente proposto pelas duas empresas.

No TCU, o processo tramitou entre outubro e maio, mês em que o plenário aprovou os ajustes implementados no texto e liberou de vez a exploração comercial do SGDC. Ainda segundo o ministro Zymler, as mudanças farão a Telebras economizar R$ 342 milhões.

Funciona assim: imagine que a banda Ka do satélite fosse um bolo bem servido. O problema da versão original do contrato era que uma das partes cobria a maioria dos gastos com os ingredientes da receita, enquanto a outra ficava com o maior pedaço do bolo. Mais especificamente, a estatal precisava investir 36% a mais para fazer o negócio rodar, e a Viasat ganhava o direito de explorar uma fatia 38% maior de capacidade satelital.

Na avaliação de Waldemar Gonçalves, presidente da Telebras, a demora está relacionada à novidade da Lei das Estatais. Em vigor desde 2016, a legislação pretende desburocratizar e dar mais eficiência à gestão nas empresas públicas. A Telebras foi uma das primeiras a tirar proveito de um dos instrumentos da lei que permite a formação de "parcerias estratégicas" em casos específicos — e assim firmar contratos sem a necessidade de abrir uma licitação.

Para Gonçalves, a lei é uma mudança de paradigma pouco conhecida e aplicada pelos tribunais. Mas considera que o processo transcorreu com lisura. Já a gerente-geral da Viasat atribui a lentidão ao caráter sem precedentes do contrato. "É muito complexo e provavelmente único no mundo, mas será um ótimo modelo", diz Lisa Scalpone.

Otimismo

Na prática, a parceria tem funcionado por meio de um comitê que agrega membros das duas empresas. Cada uma traça suas próprias estratégias. Para a multinacional, o foco agora é expandir a equipe e consolidar novos parceiros locais para diversificar a atuação no mercado brasileiro. Até o momento já foram anunciados acordos com duas empresas: a Visiontec, que está cuidando da instalação e do gerenciamento dos equipamentos de banda larga, e a RuralWeb, que atua na distribuição dos pacotes de internet pelo país afora.

Com o SGDC, a Viasat pretende lançar uma grande variedade de produtos, como fornecer banda larga em voos e sobretudo em comunidades remotas, semelhante a um projeto da empresa no México, o Wi-Fi Comunitário, que tem alcançado bons resultados. Em pouco mais de um ano, mais de um milhão de mexicanos em 3 mil localidades ganharam acesso à internet por preços populares, a partir de R$ 2,40 pela hora de uso. Implantar o sistema é rápido e barato: a antena custa menos de mil dólares e é instalada em questão de horas. É a aposta da empresa para conectar vilarejos, quilombos e aldeias indígenas no Brasil.

Mas o principal cliente da Viasat continua sendo a Telebras. Como braço empresarial do governo no setor das telecomunicações, a empresa é a responsável pela execução das políticas públicas para levar internet a escolas, hospitais e postos de saúde em comunidades rurais, além de auxiliar as forças armadas levando conexão aos postos de fronteira. É o objetivo maior do Gesac (Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão), programa do governo federal para ampliar a conectividade no território brasileiro.

A meta é fechar 2019 com 15 mil pontos conectados, dos quais 10 mil são escolas. E, além do propósito educativo, a internet do SGDC pode ser usada em casos de acidente. Mais de 300 GB de dados e voz trafegaram pelas 22 antenas instaladas em Brumadinho para dar apoio às autoridades no resgate de vítimas do desastre que atingiu o município mineiro em janeiro, quando rompeu-se a barragem da mina do córrego do Feijão.

Agora que a banda larga do satélite está liberada, espera-se que ela siga caindo do céu a cada vez mais brasileiros — e que faça valer todo o investimento feito até aqui. In “Defesanet” - Brasil

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Brasil 133 milhões acessos em banda larga

Brasil fecha 2013 com 133 milhões de acessos em banda larga. A banda larga móvel vem liderando a expansão do acesso do brasileiro à internet rápida, com crescimento de 51% nos últimos 12 meses

O Brasil fechou o ano de 2013 com 133,7 milhões de acessos em banda larga, com crescimento de 55% em relação a dezembro de 2012. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), 47,7 milhões de novos acessos foram ativados nos últimos doze meses, num ritmo de ativação foi de 1,5 nova conexão por segundo.

A banda larga móvel, pelas redes de 3G e 4G, liderou a expansão dos acessos à internet, chegando em dezembro a 111 milhões de conexões, com 69% de crescimento em relação à 2012. Na banda larga móvel, 96,1 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,3 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M).

A expansão também se deu na cobertura das redes de banda larga móvel, que cresceu 6%, com a ativação de 191 novos municípios em 2013. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.476 municípios, onde moram 90% dos brasileiros. Esse total de municípios supera em mais de três vezes as obrigações de cobertura previstas no edital, que são de conectar 928 municípios até abril de 2013.

A nova tecnologia de quarta geração, que permite velocidade de conexão à internet até dez vezes mais rápida que a 3G, já conta com 1,3 milhão acessos. O 4G já chega a 80 cidades, que concentram 32% da população brasileira, A adoção do 4G no Brasil segue o mesmo ritmo de adoção do 3G, que também levou 10 meses desde o início da comercialização para alcançar 1,3 milhão de acessos.

Na banda larga fixa, os acessos somaram 22,3 milhões no fim de 2013. Desse total, 2,2 milhões de conexões foram ativadas nos últimos doze meses, com crescimento de 11% no período. A quantidade de acessos em banda larga fixa significa que 39% dos domicílios brasileiros urbanos têm internet de alta velocidade. A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. É por meio dessas redes que as concessionárias atendem com banda larga gratuita a mais de 66 mil instituições públicas de ensino fundamental e médio, pelo programa Banda Larga nas Escolas.

A banda larga no Brasil tem apresentado uma evolução significativa nos últimos cinco anos, período em que cresceu seis vezes, passando de 22 milhões para 133 milhões de acessos. A quantidade de novos acessos ativados a cada ano também aumentou. Em 2010, foram 14 milhões e em 2013, 47 milhões. O mês de dezembro, especialmente, bateu recorde, com 6,7 milhões de novos acessos. Esta evolução demonstra o papel fundamental das telecomunicações do Brasil de incluir um número cada vez maior de brasileiros na moderna sociedade do conhecimento. In “Telebrasil” - Brasil


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Banda Larga

Internet de Banda Larga

O último relatório, 2013, publicado pela União Internacional de Telecomunicações (ITU) apresenta o ranking mundial de penetração de internet de banda larga na grande maioria dos países. Na classificação para a banda fixa estão registados 183 países, enquanto para a banda móvel estão 170.

Na banda larga fixa, a classificação é liderada pela Suíça com 41,9 em cada cem pessoas, seguida da Holanda, 39,4 e da Dinamarca com 38,2. Dos países de língua portuguesa, Portugal está em 36º lugar com 22,3 em cada cem pessoas, é o mais bem classificado, desde que não se considere a região chinesa de Macau que está em 27º com 25,5. O Brasil no 72º posto com 9,2 é o segundo mais bem classificado, seguindo-se Cabo Verde em 99º, São Tomé e Príncipe em 134º, Angola no 147º lugar, Moçambique 153º, Timor Leste no 159º e a Guiné Bissau no 182º e penúltimo posto.

A banda móvel é liderada por Singapura, 123,3 em cada 100 pessoas, seguindo-se o Japão, 113,1 e Finlândia 106,5. O Brasil é o primeiro país de língua portuguesa nesta classificação, ocupando o 44º lugar com 36,6, estando Portugal na posição 52ª, 32,5 e Cabo Verde no 65º posto com 22,5.

Nesta ordenação para a banda móvel, não estão incluídos, Macau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, apresentando-se Moçambique no lugar 122º, Angola em 124º e a Guiné Bissau no 149º posto.

Neste relatório agora apresentado pela agência para as telecomunicações da ONU, constata-se que o crescimento da banda móvel é superior à fixa, sendo a móvel como "a tecnologia de crescimento mais rápido na história da humanidade".  

A ITU defende a ideia de que a universalidade deverá ser um objectivo primordial nas políticas de banda larga, chamando a atenção que em 2013, haverá 2,75 milhões de utilizadores de internet em banda larga, mas que dois terços da população do planeta ainda estará longe da utilização deste potente instrumento.

Para poder analisar o relatório em pormenor poderá aceder aqui. Baía da Lusofonia

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Acessos


          O número de acessos em banda larga fixa e móvel na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) aproxima-se rapidamente dos cem milhões, colocando-a como um das principais línguas utilizadas na internet.

            Para este facto, temos a principal contribuição do Brasil, que no passado mês de Outubro alcançou os 85,5 milhões de acessos, um crescimento de 53% face ao mês homólogo de 2011, que significa um aumento de 29,6 milhões de novos acessos, segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). O maior crescimento deu-se na banda larga móvel com uma expansão superior a 74%, que corresponde a um total de 65,5 milhões de acessos, sendo os restantes 20 milhões da banda larga fixa.

            Em Portugal, segundo a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) no 2º trimestre de 2012 existiam 2,3 milhões de acessos de banda larga fixa, um aumento de 6,3% em relação ao trimestre homólogo de 2011. Quanto à banda larga móvel o número de acessos que utilizaram efectivamente a internet, para o mesmo período, foi de 2,9 milhões, um aumento de utilizadores de 12%, face ao 2º trimestre de 2011.


            Nos restantes países não há indicadores actualizados, mas assiste-se a um aumento considerável de novos utilizadores, que diariamente cruzam informações com os parceiros do Brasil e Portugal. Baía da Lusofonia