Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Moçambique - Distrito do Búzi com acesso a voz, internet e linha fixa

A Tmcel (Moçambique Telecom, SA) restabeleceu, integralmente, os serviços de voz, internet e linha fixa no distrito do Búzi, uma das zonas mais afectadas pelo ciclone Idai, na província de Sofala.

Para possibilitar maior fluidez nas comunicações, por parte da população, aquela empresa pública de telefonia móvel disponibilizou, igualmente, o acesso grátis de voz, válido para todas as operadoras, a partir de cabines instaladas no posto policial daquele distrito.

Recorde-se que, neste âmbito de solidariedade social, para com as populações vítimas do ciclone, a Tmcel já havia disponibilizado ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), meios de comunicação, constituído por 50 telemóveis, para comunicações de voz e mensagens, contendo crédito no valor de cinco mil meticais cada, e ainda recargas no valor de 100 mil meticais, destinadas às equipas operativas do INGC posicionadas nos locais da tragédia.

Adicionalmente, a operadora pública de comunicações disponibilizou uma linha verde gratuita (823441), através da qual os cidadãos podem contactar o INGC para reportar ocorrências ou solicitar assistência e informações. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Lusofonia - 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A Assembleia-Geral Anual 2017 da AICEP realizar-se-á no próximo dia 11 de maio, pelas 09:30 horas, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil).


Igualmente, nos próximos dias 11 e 12 de maio, conforme respetivo programa que pode consultar abaixo, realizar-se-á também, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil), o XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2017, este ano sob o tema "O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos".

Este evento vai reunir Presidentes, CEO’s, Administradores, Altos Diretores e outros Dirigentes das empresas operadoras de Comunicações (Correios e Encomendas, Telecomunicações e Conteúdos de Televisão) e dos Órgãos Reguladores do Sector Membros da AICEP, dos 9 Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) que constituem o universo desta importante Associação Internacional.

O mundo está a mudar a um ritmo acelerado. Todos os dias surgem novas tecnologias que mudam a forma como comunicamos, como fazemos negócios ou interagimos com o que nos rodeia. Vivemos num mundo muito mais interligado e, atualmente, computadores, smartphones, tablets, redes sociais, ligações wireless, mobilidade, navegação na nuvem e mensagens instantâneas são parte intrínseca das nossas rotinas diárias e, nos próximos anos, o número de “coisas” ligadas à internet e entre si vai crescer exponencialmente. Já está, de resto, a crescer.

As gerações mais jovens cresceram sob a influência do digital e estão intimamente familiarizadas com a tecnologia, o que vai conduzir o mundo para uma nova era digital que abre possibilidades sem precedentes para as pessoas e para as organizações. Existem vários benefícios significativos na adoção do digital, o que representa atualmente um maior leque de oportunidades para todos os que procuram a transformação digital. Por outro lado, para os que não adotarem o digital, o futuro será incerto e estarão expostos a grandes riscos de negócio.

Neste contexto, é muito importante compreender porque é que as empresas se devem manter na era digital (aquelas que já estão) e devem entrar na era digital (aquelas que ainda não o fizeram) e quais são as suas dimensões, os seus benefícios, as suas oportunidades, mas também os seus riscos, em suma, os pontos fortes e fracos relevantes que têm que ser abordados rapidamente de modo a evitar colocar em perigo o seu futuro no mundo digital e, pelo contrário, que permitam prosperar num futuro digital.

A transformação digital é um processo complexo que cria algumas incertezas que é indispensável combater; é preciso haver disponibilidade para correr riscos; aprender-se com os erros e tomar medidas reiteradas de forma a implementar-se uma nova cultura, novos processos e novas e melhores tecnologias que permitam às empresas competir nos mercados modernos em que atuam. A falta de ação hoje terá um impacto significativo no futuro. Assim, é imperioso agir e coordenar esforços entre as organizações para garantir que aderem ao digital e que estão preparadas para os muito competitivos e exigentes anos futuros, em que, numa nova realidade, a forma como interagimos socialmente e como nos comportamos é diferente, pois, o digital, de certo modo, não é uma continuação ou desenvolvimento “do como se tem feito”, mas uma nova forma de fazer.

E tudo isto afeta também naturalmente as atividades dos operadores de correios e encomendas, de telecomunicações, de comunicações eletrónicas e de conteúdos e dos respetivos Reguladores sectoriais em todo o mundo e, portanto, também no Mundo Lusófono.

Quais são, por isso, as tendências que se desenham para o futuro; como vai o digital continuar a modificar as vidas das organizações e das pessoas; quais as principais recomendações para as organizações e qual a melhor forma de enfrentar os desafios, as oportunidades e os riscos, são temas de grande importância e atualidade para reflexão e análise no âmbito dos 3 painéis temáticos – (i) “Os correios e encomendas na era digital: desafios e oportunidades de transformação. Novos serviços e otimização da rede postal”; (ii) Desafios e oportunidades da transformação digital nos setores de telecomunicações, conteúdos e media; (iii) “Estado e Tendências das Comunicações Lusófonas” – que, para além de uma prévia intervenção enquadradora, sobre “O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos” – integram este XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas.

Com a presença dos líderes dos Operadores e Reguladores membros da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), de inúmeros outros participantes e convidados, e de entre estes, de membros do Governo da República Federativa do Brasil e de representantes diplomáticos dos diversos Países de Expressão Portuguesa representados nesta Associação, vão ouvir-se vários especialistas e proceder-se a um intenso trabalho de reflexão e debate sobre o mencionado tema que não poderia ser mais oportuno para o setor das comunicações, constituindo o debate que se irá fazer um contributo essencial para analisar o rumo que deve ser seguido para acompanhar a revolução digital que estamos a assistir e a viver.

Este contributo para a Sociedade das Comunicações e do Digital é uma missão em que a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa se revê e em que se empenha permanentemente, fazendo da mesma, cada vez mais, agora e no futuro, a parceira natural das Comunicações do Mundo da Lusofonia. In “Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa”

Moçambique – Presente no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A TDM- Telecomunicações de Moçambique, SA participa de 10 a 14 de Maio corrente, através do seu presidente do Conselho de Administração, Virgílio Ferrão, no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa.

O Fórum vai debater o Desenvolvimento Digital, Correios e Encomendas, bem como o Estado e Tendências das Comunicações.

Participam no encontro, a ter lugar em Brasília, para além do país anfitrião, Angola, Cabo-Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

São membros da AICEP, por parte de Moçambique para além da TDM, Correios de Moçambique, mCel, Vodacom, INCM, Soico e TV Cabo. In “Olá Moçambique” - Moçambique

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Guiné-Bissau - 8º Fórum das Comunicações da CPLP

Bissau - Os países da comunidade lusófona «estão muito atrasados» no que diz respeito à tecnologia digital e «é preciso colocar em prática uma Agenda Digital rapidamente», defendeu, em Bissau, Filipe Baptista, secretário-geral da Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da CPLP (Arctel).

O secretário-geral da Arctel deu estas indicações em declarações aos jornalistas no encerramento de um fórum sobre o digital, que juntou representantes dos nove países da comunidade.

Na sua opinião, os países lusófonos estão «a ficar para trás no que concerne ao mundo digital», o que se pode ver no facto de os ministros das telecomunicações da comunidade «terem ficado 12 anos sem se reunirem».

Nestes 12 anos, referiu ainda Filipe Baptista, o sector das telecomunicações conheceu avanços consideráveis pelo que a CPLP (terá que «correr agora contra o tempo» para recuperar os atrasos, acrescentou.

O secretário-geral da Arctel pretende ter «uma primeira ideia de Agenda de Projetos Digitais a serem implementados nos países lusófonos em 2018 e levar os ministros das telecomunicações da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) a discutirem os projetos logo de seguida».

Até à próxima reunião dos ministros, marcada para outubro de 2018 na Guiné-Equatorial, a Arctel está incumbida de fazer um levantamento das estratégias de cada país para o setor do digital numa ação executada em colaboração com a Organização Internacional das Telecomunicações (OIT). In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Macau – Transportes e comunicações em Junho de 2014

Até ao final de Junho de 2014 havia 232.586 veículos em circulação no Território, tendo aumentado 5% em relação ao final de Junho de 2013, dos quais 52% eram motociclos e 41% eram automóveis ligeiros particulares. No primeiro semestre do corrente ano registaram-se 9.819 veículos com matrículas novas, ou seja, mais 9%, informam os Serviços de Estatística e Censos.
   
Ocorreram 7.517 acidentes de viação no primeiro semestre deste ano, registando-se uma subida de 5%, em termos anuais, dos quais resultaram 2.540 vítimas, 7 delas mortais.
   
No primeiro semestre o movimento geral de automóveis nos postos fronteiriços terrestres entre Macau e a China Continental atingiu 2.413.421 viaturas, crescendo 6%, em termos anuais. Destaca-se que no posto fronteiriço das Portas do Cerco o movimento de viaturas correspondeu a 80% do total. Na vertente dos transportes marítimos, assinala-se que se efectuaram 69.968 viagens de passageiros por barco, entre Macau e Hong Kong, bem como entre Macau e a China Continental, ou seja, mais 1%, em termos anuais. Salienta-se que 47.148 viagens de barco foram efectuadas através do Porto Exterior.
   
Quanto aos transportes aéreos no semestre em análise, efectuaram-se 23.443 voos comerciais no Aeroporto Internacional de Macau, correspondentes a um crescimento de 8%. A maior parte dos voos estabeleceu ligação com a China Continental (40% do total) e Taiwan (25%). Executaram-se 938 voos comerciais entre Macau e o Vietname, equivalentes a um aumento significativo de 163%. Por seu turno, no heliporto realizaram-se 7.764 voos entre Macau e Hong Kong, bem como entre Macau e o Interior da China, ou seja, menos 5%, em termos anuais.

 Movimentaram-se, no primeiro semestre do corrente ano, 48.134 contentores com 68.904 TEU, que aumentaram 12% e 16%, respectivamente, em termos anuais. O peso bruto da carga contentorizada entrada e saída do Território por via marítima foi de 123.019 toneladas, subindo 40% e por via terrestre 12.042 toneladas, aumentando 10%, em termos anuais.
   
Em termos de transportes aéreos no semestre de referência, a carga exportada foi de 7.146 toneladas de mercadorias, semelhante à registada no mesmo período do ano passado. A carga importada atingiu 3.167 toneladas de mercadorias, cresceu 6%, em termos anuais. Destaca-se que Taiwan continuou a ser o principal mercado de importação e exportação da carga aérea, representando 52% e 43% do total, respectivamente. A carga movimentada em regime de trânsito por via aérea fixou-se nas 2.651 toneladas, subiu 11%, em termos anuais, graças ao aumento de mercadorias provenientes de Taiwan e da Tailândia.
   
Até ao final de Junho de 2014 estavam registados 156.169 utentes de linhas telefónicas fixas, que diminuíram 3%. Constataram-se, ainda, 1.688.231 utentes de telemóvel, mais 10%, em termos anuais. Quanto ao serviço de internet, existiam 284.830 assinantes que utilizaram 462 milhões de horas no primeiro semestre de 2014, correspondentes a aumentos de 18% dos assinantes e 20% do número de horas, em termos anuais. DSEC - Macau