Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 18 de março de 2019

Península Ibérica – Linha ferroviária entre Porto e Vigo fica de fora do Corredor Atlântico

A ligação ferroviária entre Porto e Vigo não integrará o novo desenho do Corredor Atlântico, pelo que permanece fora da rede “core” da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T)



O Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão Europeia chegaram a acordo sobre a integração da ligação ferroviária La Coruña, Vigo, Ourense e Leão no Corredor Atlântico da rede prioritária do transporte de mercadorias da União Europeia, tal como pretendido por Espanha.

Contudo, a ligação de Vigo ao Porto, desejada pelo porto viguês, não foi contemplada na revisão – e ampliação – do traçado do Corredor Atlântico.

Segundo o “Faro de Vigo”, a decisão comunitária não agradou à Xunta da Galiza, uma vez que deixa o porto de Vigo fora do corredor comunitário, com menor acesso a fundos de Bruxelas e menor visibilidade e competitividade para captar cargas no contexto internacional.

Sem integrar a rede “core” da RTE-T, os investimentos na ligação ferroviária entre Vigo e o Porto apenas poderão ser co-financiados num máximo de 50%, e isto por se tratar de um troço transfronteiriço.

A Linha do Minho, que liga o Porto à fronteira de Valença, está a ser modernizada e preparada para receber comboios de 750 metros de comprimento.

Com a integração da Galiza no Corredor Atlântico, na prática os carregadores do Norte de Portugal poderiam ter, a prazo, uma alternativa ao traçado nacional para chegarem à Europa além-Pirinéus. In “Transportes & Negócios” - Portugal

segunda-feira, 4 de março de 2019

Portugal - Novo Museu do Vinho do Porto retrata regulação do comércio do vinho na cidade

O Museu do Vinho do Porto abre portas nesta terça-feira com uma história que extravasa os 250 anos da criação deste vinho e onde o espólio municipal retrata a importância do poder local na regulação do comércio do produto. “Temos desde documentos que vieram do arquivo, gravuras, uma coleção muito significativa de metrologia que nunca foi mostrada ao público”, sublinhou Inês Ferreira, chefe da Divisão Municipal de Museus, em declarações aos jornalistas, durante a visita à nova casa do Museu do Vinho do Porto, até então instalado em Massarelos



A história deste vinho da Região Demarcada do Douro é contada em quatro atos e mostra-se em outros tantos pisos.

Da cave do edifício de seis pisos que vai acolher peças do acervo municipal, e onde vai nascer um ‘wine bar’, vê-se das janelas o vaivém de barcos rabelos que povoam o rio que divide as cidades do Porto e de Gaia.

No rés-do-chão, há peças de diferentes coleções, pinturas e objetos que ilustram uvas, vinho, tabernas e adegas, mercados e feiras, enquanto no primeiro piso o rio é a “personagem” principal, com uma mostra de maquetes e desenhos técnicos de barcos rabelos de Joaquim António da Cruz Gomes, professor e artista plástico que ofereceu estas peças ao museu.

No segundo piso está exposta uma parte importante da coleção de metrologia da autarquia. Neste espaço mostram-se alguns dos instrumentos com que eram aferidos os comestíveis e os líquidos, como o vinho, o azeite, o leite.

Por último, no terceiro piso, conta-se a história de 13 oficiais municipais cujo desempenho de funções estava diretamente ligado ao negócio do vinho do Porto.

“Toda esta viagem é guiada por um pequeno manuscrito da coleção Vitorino Ribeiro que é de um livro de acórdãos de 1787, onde os barqueiros e os carreiros veem toda a sua ação legislada”, explicou Manuel Antunes, da equipa de conservadores dos museus municipais.

Para aquele responsável, a abordagem do novo museu extravasa e “muito” os 250 anos da história do próprio vinho do Porto.

“O primeiro foral é de 1123 e fala de vinho e de vinha”, disse sublinhando que, embora central, a história do vinho do Porto surge a par de “todos os outros vinhos que o antecederam, acompanharam e seguiram”.

“Este museu está liberto de depósitos particulares. Isto é uma história municipal com peças municipais. Por exemplo, o lote de pinturas que ilustra vinho, vinha, adegas e mercados poucas câmaras ou nenhuma câmara do país estaria em condições de apresentar”, disse.

Segundo Inês Ferreira, “este museu procurará promover o vinho do Porto, mas foca-se, essencialmente, em concentrar “coleções municipais que estavam em sítios diferentes” e dar enfoque ao “papel do município na governança da cidade e como é que esse governo da cidade se relacionava com o comércio do vinho do Porto”.

Instalado num edifício da Rua da Reboleira, onde funcionou em tempos o CRAT – Centro Regional de Artes Tradicionais, na Ribeira, o novo museu municipal dispõe ainda, do outro lado da rua, de um outro edifício onde funcionará o serviço educativo.

Com uma programação paralela, o espaço será utilizado para o desenvolvimento de atividades como ‘workshops’, provas de vinho e até exposições temporárias.

Segundo a coordenadora do museu, Liliana Pereira, a programação arranca no dia 10 de março, com uma atividade direcionada para as famílias, na qual as tradições do vinho do Porto vão estar em destaque.

“Em abril, todos os fins de semana, vamos ter aqui atividades, quer para famílias quer para o público mais crescido. Também já temos várias atividades agendadas com escolas da região. Mas também já temos muito pedidos de escolas de norte a sul”, acrescentou.

O Museu do Vinho do Porto, funcionava desde 2004 no Armazém do Cais Novo, na zona de Massarelos. De acordo com informação da empresa municipal Go Porto, a sua transferência para a Ribeira foi iniciada em 2016, representando um investimento superior a 128 mil euros. In “Mundo Português” - Portugal

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Lusofonia – As cidades do Porto e de Macau juntas para “aprofundar relações”



O secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, reuniu-se na segunda-feira com o presidente da Câmara do Porto e “amigo de Macau”, Rui Moreira, com o autarca a admitir querer “aprofundar as relações” entre as duas cidades, geminadas desde 1991.

A visita de Alexis Tam ao Porto surgiu no âmbito das celebrações dos 40 anos do retomar das relações diplomáticas entre Portugal e a China e, após a reunião bilateral, seguiu-se uma actuação cultural desempenhada pela delegação de Macau, composta por alunos de 16 escolas, desde um grupo de artes marciais até um grupo de ópera chinesa de Cantão, com o objectivo de fazer “actuações no Porto”, algo que Alexis Tam considerou ser “uma grande honra”.

“Este ano é importante para a China e Portugal, porque se celebram 40 anos do estabelecimento da boa relação diplomática entre a China e Portugal. Para nós, a amizade já existe há muitos anos. Por exemplo, Macau e o Porto têm uma amizade, é uma cidade geminada desde 1991 e, para nós, esta amizade é preciosa. Utilizando a expressão portuguesa de quanto mais velho é o vinho, melhor é. Com a amizade é igual”, afirmou à Lusa.

O responsável revelou ainda que os temas abordados na reunião com Rui Moreira foram “a cooperação e o futuro na área do turismo, porque Macau e Porto são cidades turísticas, também Património Mundial da Unesco”, admitindo que ainda se podem “desenvolver as áreas do turismo, atividades culturais, assim como a educação, saúde e desporto”.

Já o autarca portuense indicou que “a visita ainda está a decorrer” e que haverá uma nova conversa, mas sublinhou a utilidade da reunião que serviu para “discutir agendas comuns” que existem há muitos anos, “nomeadamente na área do turismo e cultura”. “A visita do Presidente chinês, Xi Jinping, a Portugal foi um momento único que vai ser replicado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na visita à China [em Abril] e que irá passar por Macau. Tudo isto tem contribuído para esta afirmação que existe de Portugal na China, em Macau, em particular”, revelou Rui Moreira.

Considerou ainda que, a “velha aliança com Macau”, tem aberto as portas do Porto para a China, com “protocolos importantes de colaboração com Shenzhen que só foram possíveis através da mediação de Macau” e que são “importantes para a região”, porque se abrem “novas perspectivas” às universidades e trabalhadores portuenses. “Gostava que esta relação pudesse ser mais aprofundada na parte da cultura. Hoje tivemos uma actividade cultural interessante. Na parte da educação, gostava que fossem feitas mais coisas, espero que haja essa abertura e é isso que vamos falar logo à noite”, admitiu o presidente da câmara.

Para o autarca, os benefícios que o Porto colhe da relação com Macau têm a ver com o turismo, visto que o território chinês “é um ponto de promoção do Porto como cidade geminada”, explicando que essa presença portuense se transmite, “não só no mercado macaense, mas também para os mercados limítrofes, numa zona da China que é a mais rica do país”.

“Aproveitando também a presença do Presidente da República de Portugal em Macau, gostaria que levássemos alguma coisa no plano cultural. Estivemos em Pequim, no dia 10 Junho, com a Orquestra Barroca da Casa da Música, foi um extraordinário sucesso, teve um impacto incrível e gostava que alguma coisa fosse feita mais no âmbito dos jovens, gostava de levar lá a Orquestra Juvenil da Bonjóia para retribuir esta visita aqui”, finalizou o autarca, referindo-se à comitiva macaense. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Portugal - 6ª edição do Fórum do Mar, Business2Sea



A Fórum Oceano dá sequência às iniciativas lançadas a partir de 2011 e promove a 6ª edição do Fórum do Mar que, a partir deste ano, ganha a nova designação Business2Sea (B2S).

O evento realizar-se-á no Centro de Congressos da Alfândega do Porto entre os dias 16 e 18 de Novembro de 2016 e englobará a comemoração do Dia Nacional do Mar através de um programa evocativo que contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Quem quiser estar presente na sessão de abertura, apesar de ser gratuita, terá de se inscrever aqui.

O tema central que organiza o evento “Sem Perder o Norte – Crescer e Internacionalizar a Economia do Mar” justifica-se pela “necessidade de dar visibilidade ao conjunto de dinâmicas e de iniciativas nas mais diversas áreas que têm marcado a Agenda do Mar nos últimos anos. É reconhecida a mudança significativa verificada no discurso político e no discurso público sobre o mar nos últimos dez anos, no entanto a percepção que existe é que nem sempre esse discurso foi acompanhado por realizações no terreno, que corporizam essa mudança”, afirma a organização do evento.

A edição B2S deste ano pretende abordar, através das várias dimensões do seu programa, os resultados registados nos principais segmentos da economia do mar em Portugal, nomeadamente na Região Norte, e através das suas componentes de workshop e de encontros profissionais e de negócio, constituir um momento privilegiado para prosseguir o desenvolvimento de projectos e de negócios na área do mar e contribuir para a sua internacionalização.

A comemoração do Dia Nacional do Mar contará, além da sessão evocativa, com um programa de animação dirigido especialmente a público estudantil com a realização de um conjunto de actividades náuticas a organizar para o efeito, com o apoio da Coordenação Nacional do Desporto Escolar, da Direcção-geral da Educação.

Inscrições para expositores até 17 de Outubro

O B2S é aberto a todos os actores interessados em participar mediante inscrição obrigatória em cada uma das suas actividades.

Algumas das actividades do B2S 2016 enquadram-se no projecto North Ocean que conta com o apoio de fundos europeus no âmbito do Programa Norte 2020.

Para as entidades que pretendam ser expositoras no B2S2016, podem inscrever-se de acordo com o seguinte:
– Fazer chegar à Fórum Oceano (via geral@forumoceano.pt), devidamente preenchido e assinado, o “Business2Sea 2016 Formulário Inscrição Entidade # Componente Expositiva #”.
– Podem ser solicitados espaços de 6m2, 9m2 ou múltiplos de 9m2.
– As condições de participação na componente expositiva são mais vantajosas caso o Formulário de Inscrição dê entrada nos serviços da Fórum Oceano até ao dia 17 de Outubro.

Associados da Fórum Oceano

– O espaço expositivo (sem stand) é gratuito para associados da Fórum Oceano, ficando a cargo de cada entidade a montagem/layout/desmontagem do próprio espaço e demais custos associados;
– O espaço gratuito é limitado a 27m2 por associado; caso pretenda utilizar um espaço maior, serão cobrados 15€+IVA/m2 sobre o espaço adicional.
– Após 17 de Outubro os valores a cobrar por m2 serão ajustados.

Não Associados da Fórum Oceano

– As entidades não associadas da Fórum Oceano podem requerer espaço (sem stand) para exposição com o custo de 15€+IVA/m2 (15 euros por metro quadrado) até dia 17 de Outubro (inclusive), ficando a cargo de cada entidade a montagem/layout/desmontagem do próprio espaço e demais custos associados.
– Após 17 de Outubro os valores a cobrar por m2 serão ajustados.

A Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar é uma pessoa colectiva de utilidade pública (de direito privado, sem fins lucrativos), que tem por finalidade promover o desenvolvimento da economia do mar.

A Fórum Oceano resulta da fusão, por incorporação, da Oceano XXI – Associação para o Conhecimento e Economia do Mar (criada em 2009) com a AFEM – Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar (criada em 2010), ocorrida em finais de Julho de 2015. Carlos Caldeira – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”

quarta-feira, 25 de maio de 2016

UCCLA promove Encontro “Perspetivas Económicas dos Países da CPLP” na cidade do Porto



A UCCLA vai promover no dia 31 de maio de 2016, pelas 15 horas, o encontro sobre “Perspetivas Económicas dos Países da CPLP”, um contributo para que se responda com otimismo às preocupações resultantes da crise.

Falamos a 5.ª língua do mundo, temos uma conceção tolerante e universalista e todos os nossos países têm por fronteira o mar, condições relevantes para a competitividade neste mundo global. São estas preocupações para que se encontrem as respostas para a crise que justificam o encontro.





















O encontro - que decorrerá na Sala 2 do Coliseu do Porto (Rua de Passos Manuel, n.º 137) é aberto ao público - versará sobre a “Diversificação e Financiamento das Economias” a cargo de João Ferreira do Amaral e de Carlos Costa Pina, e sobre a “Economia e Geopolítica do Petróleo” a cargo de Nuno Ribeiro da Silva, Agostinho de Miranda e António Costa e Silva.

O histórico ex-Presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, encerrará o encontro com “Uma perspetiva de África”. UCCLA


UCCLA – Cidade do Porto acolhe Assembleia Geral da UCCLA e Exposição sobre a Casa dos Estudantes do Império



A Câmara Municipal do Porto, presidida por Rui Moreira, vai acolher a XXXII Assembleia Geral da UCCLA e a exposição "Casa dos Estudantes do Império, 1944-1965. Farol da Liberdade", no dia 31 de maio de 2016.

A reunião, que terá início às 9h30, decorrerá na Sala D. Maria, e contará com a presença de várias individualidades que presidem a cidades e empresas associadas da UCCLA. A reunião é à porta fechada.

A titularidade da presidência da Assembleia Geral da UCCLA pertence à cidade de Luanda, competindo ao General Higino Carneiro - presidente da Comissão Administrativa de Luanda e Governador Provincial de Luanda - abrir os trabalhos.

No mesmo dia, pelas 12h30, será inaugurada a exposição "Casa dos Estudantes do Império, 1944-1965. Farol da Liberdade", no átrio dos Paços do Concelho.

Esta exposição pretende dar a conhecer um pouco melhor da história e da realidade vivida pelos estudantes universitários das ex-colónias portuguesas que frequentaram a Casa dos Estudantes do Império. É uma mostra documental, com fotografias, publicações periódicas, livros, documentos oficiais, etc, cedidos ou disponibilizados pelos associados e por algumas instituições.

A exposição já esteve patente nas cidades de Lisboa (Portugal), Maputo (Moçambique), Praia (Cabo Verde) e Mindelo (Cabo Verde). UCCLA

Estarão presentes as seguintes individualidades:

Cidades:

Angola - Belas, Benguela, Cazenga e Luanda;
Cabo Verde - Praia;
Guiné-Bissau - Bafatá, Bolama Bijagós e Cacheu;
Macau;
Moçambique - Maputo e Nampula;
Portugal - Almada, Angra do Heroísmo, Cascais, Covilhã, Guimarães, Lisboa e Odivelas;
São Tomé e Príncipe - Água Grande e Governo Regional do Príncipe;

Empresas:

Águas de Portugal; Banco BIC; Banco BNI; Banco BPC; Banco BPI; Bardaji, Honrado & Pinhel - Sociedade de Advogados; BDO; CGD; Cofaco; CRBA & Associados; Diorama; EMEL; EMEP; Grupo Entreposto; Fundação Inatel; LUSA; Montepio Associação Mutualista; Parques do EDT; Sonangol; TAAG; TAP e Visabeira Global.