Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Angola - Unicargas vai investir no Porto de Luanda

A Unicargas vai investir 40 milhões de dólares na recuperação de infraestruturas do terminal polivalente do Porto de Luanda, informou o PCA da empresa Transportadora de Cargas, Operadora de Terminais e Transitário



Segundo informação avançada pelo presidente do conselho de administração da empresa, Celso Rosa, os investimentos vão permitir a aquisição de equipamentos, de modo a assegurar a operacionalidade do espaço portuário, e vão abranger o cais do terminal de carga do Porto de Luanda.

O PCA adiantou que a execução do projecto já começou, com a elaboração de um estudo de viabilidade e pesquisa de parcerias e eventuais fontes financiadoras, tendo também como cenário o processo de reestruturação e saneamento da empresa, no sentido de reduzir os custos e aumentar as receitas.

Celso Rosa, citado pela Angop, salientou que a Unicargas vai realizar um outro investimento no terminal de carga do Aeroporto Internacional de Catumbela, na província de Benguela, para que o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) possa licenciar o espaço e passe a prestar todo o tipo de operações.

Sem avançar dados em relação aos resultados alcançados em 2018, Celso Rosa disse ter sido um ano positivo em relação a 2017.

A reestruturação da empresa, segundo o PCA, passa também pela aquisição de 100 novos camiões de carga, cujo processo vai decorrer ao longo de 2019 para reforçar a frota actual de 230 viaturas, das quais mais de metade está avariada.

Com a aquisição dos novos meios e a recuperação de cerca de 50 dos 113 camiões inoperacionais, a operadora prevê abrir três novas delegações nas províncias do Zaire (Soyo), Malanje e Cunene, segundo Celso Rosa.

A Angop escreve que a Unicargas, com representações nas províncias de Cabinda, Moxico, Benguela e Luanda, que asseguram o transporte de carga para todo País, tinha, até final de Agosto de 2018, uma dívida acumulada de 9.000 milhões de kwanzas.

A Unicargas existe há 30 anos e conta com 733 funcionários, distribuídos pelas províncias de Luanda, Benguela, Cabinda e Moxico. In “Novo Jornal” - Angola

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Angola - Porto de Luanda prevê movimentar 8 milhões de toneladas

O porto de Luanda deverá movimentar este ano oito milhões de toneladas, recuperando assim parte das perdas sofridas em 2016




No ano passado, o porto da capital angolana processou 7,1 milhões de toneladas (dos quais 5,4 milhões de tonelada de carga contentorizada), p que representou um recuo significativo face aos 8,9 milhões de toneladas registados em 2015.

Em declarações à “Angop”, o presidente do Porto de Luanda, Alberto Bengue, disse que ainda há muita carga a chegar ao país e acrescentou que só quando a empresa estiver na posse de todos os manifestos será possível fazer um balanço mais correcto sobre a actividade registada em 2017.

Em 2016, o porto de Luanda registou 4 622 escalas, sendo 732 de navios de longo curso e os restantes 3 890 navios de cabotagem – maioritariamente relacionados com a actividade petrolífera. O movimento de navios recuou no ano passado cerca de um terço em termos homólogos, em resultado dos problemas da economia angolana.

O porto de Luanda é o principal de Angola, assegurando cerca de 80% das importações e exportações de mercadorias do país. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sábado, 27 de agosto de 2016

Angola – Queda de 44% no movimento de contentores no Porto de Luanda

O porto de Luanda processou no primeiro semestre deste ano 3,1 milhões de toneladas de carga contentorizada, menos 35%, ou 1,7 milhões de toneladas, que no período homólogo de 2015.

Rosas Silvério, chefe do departamento de controlo estatístico e logística do Porto de Luanda, disse à “Angop” que a quebra ficou a dever-se à redução acentuada das importações, tanto na carga contentorizada como na carga a granel.

O número de contentores processados nos primeiros seis meses do ano foi de pouco mais de 128 mil, número que representa uma queda de 44% relativamente ao contabilizado no período homólogo de 2015 (em que foram processados mais de 290 mil contentores).

A actual crise económica que se regista em Angola, com reflexos na capacidade de obtenção de divisas, tem-se traduzido igualmente na redução do número de navios que demandam o país, algo a que o porto de Luanda não está imune.

No primeiro semestre atracaram em Luanda 2 437 navios (346 de longo curso e 2 091 de cabotagem), número que representa uma redução de 1 217 navios face ao período de Janeiro a Junho de 2015.

Porto de Lobito paralisado

No Lobito, o segundo maior porto de Angola, mais de dois mil trabalhadores paralisaram na passada terça-feira, em protesto contra o atraso no pagamento de salários, em falta há quatro meses.

Também ali é a crise da economia do país, e a consequente falta de divisas, a principal explicação para a redução da actividade do porto e, logo, para as dificuldades em fazer os pagamentos dos salários. In “Transportes & Negócios” - Portugal