Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Fundação Calouste Gulbenkian - A Orquestra Juvenil Geração está de regresso ao Grande Auditório

 


O concerto assinala os 100 anos de nascimento do compositor português Joly Braga Santos, com o seu emblemático Concerto de Cordas, a que se juntam aberturas de ópera e repertório de influência latino americana, sendo de realçar a peça de Anne Victorino d’Almeida, criada no âmbito do projecto B-Me (Blending melodies: bridging cultural identities) numa parceria entre o Sistema Chipre, Sistema Grécia e Associação das Orquestras Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal, com o apoio do Creative Europe.

Reunindo mais de 100 jovens de todos os núcleos da Orquestra Geração da Área Metropolitana de Lisboa (Almada, Amadora, Lisboa, Loures, Oeiras, Sesimbra e Vila Franca de Xira), neste concerto participarão ainda 9 jovens do Sistema Chipre que integraram o estágio de verão da Orquestra Geração.

O concerto será dirigido pelos maestros Juan Carlos Maggiorani, diretor artístico da Orquestra Juvenil Geração, e Santiago Ossa Alzate, diretor artístico do Sistema Chipre.

A receita de bilheteira reverte para a Orquestra Geração. Fundação Calouste Gulbenkian – Portugal

28 jul 2024

domingo, 18:00

Local

Grande Auditório

Fundação Calouste Gulbenkian

Preço

5,00 €

Comprar Bilhete

Orquestra Juvenil Geração

Juan Carlos Maggionari Maestro

Santiago Ossa Alzate Maestro

Gioachino Rossini

Abertura da ópera Guilherme Tell

Anne Vitorino de Almeida em colaboração com Edison Otero

Rapsódia dos Rios, op. 93c*

Joly Braga Santos

Concerto para Orquestra de Cordas, op. 17

Arturo Marquez

Danzón n.º 2

Richard Wagner

Abertura da ópera Os Mestres Cantores de Nuremberga

*Peças compostas no âmbito do projeto B-Me: blending melodies, bridging cultural identities (Creative Europe, EU)

Duração 60 min. (sem intervalo)

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação. 

Assista ao concerto de 2023:

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

Portugal - Concerto B-Me - Orquestra Juvenil Geração


A 23 de julho de 2023, a Orquestra Juvenil Geração realizou um concerto no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, celebrando a riqueza da diversidade cultural. Integrando uma parceria com o Sistema Chipre e o Sistema Grécia, no contexto do projecto B-Me co-financiado pela Creative Europe (União Europeia), estiveram em palco nove composições em estreia mundial, da autoria conjunta de compositores nacionais e músicos de origem migrante ou refugiados.

Na segunda parte do concerto, pode-se ainda assistir a outras obras do repertório da Orquestra Juvenil Geração. Na direção de orquestra tivemos os maestros Sandra Martins, Jorge Camacho, Jesús Olivetti e Juan Maggiorani. Orquestra Geração Sistema Portugal

 

sábado, 22 de julho de 2023

Portugal - Compositores portugueses e migrantes estreiam-se na Fundação Calouste Gulbenkian

A Orquestra Juvenil Geração apresenta no domingo um programa constituído por peças, em estreia, de compositores gregos, cipriotas e portugueses, cocriadas com músicos migrantes, no âmbito de um projeto da União Europeia


O concerto realiza-se na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, às 18h00, e a Orquestra Juvenil Geração apresenta nove das quinze obras realizadas no âmbito do projeto “B-Me: Blending Melodies: Bridging Cultural Identities” (“Seja eu: Misturando melodias: unindo identidades culturais”, em tradução livre), levado a cabo pela Associação das Orquestras Sinfónicas Juvenis-Sistema Portugal (Orquestra Geração), pelo Sistema Chipre e pelo El Sistema-Grécia, cofinanciado pela União Europeia.

O concerto marca a estreia de composições dos portugueses Mário Laginha, Carlos Garcia, Anne Victorino d’Almeida, Ana Seara e Marta Domingues, dos gregos George Dousis e María Gouvali e dos cipriotas Giorgio Karvellos e Geórgia Christoforou, todas cocriadas com músicos de origem migrante.

O projeto europeu é coordenado em Portugal pela Orquestra Geração e está em desenvolvimento também no Chipre e na Grécia desde junho do ano passado.

O objetivo é “juntar, em cada um destes três países, cinco compositores locais a músicos refugiados, migrantes ou seus descendentes, para criar obras originais que unam diferentes identidades culturais e permitam compreender outras culturas através da música”, afirma a Orquestra Geração em comunicado.

Mário Laginha fez dupla com Edvânia Moreno, de Cabo Verde, Carlos Garcia com o ucraniano Marian Yanchyk, Anne Victorino d’Almeida com o colombiano Edison Otero, Ana Seara com a indiana Carolina Figueiredo, de Goa, e Marta Domingues com o brasileiro Ale Damasceno.

As diferentes duplas começaram a trabalhar em outubro do ano passado.

No próximo domingo, além de peças cocriadas pelos compositores portugueses, são também estreadas as peças das duplas Giorgos Karvellos e Ranya Al Najjar, do Líbano, Geórgia Christoforou e Yenisleydi Guevara Garcia, de Cuba, e as de Giorgos Dousis com Padou Mayuma, da República Democrática do Congo, e de Maria Gouvali com Elina Sadova, da Rússia.

Chipre, que coordena o projeto sob o Sistema Chipre, congénere à Orquestra Geração, contou ainda com a participação dos compositores e músicos Andys Skordis e Ibrahim Kamara, da Gâmbia, Kyriaki Iakovidou e Ma Belen Llarde, das Filipinas, e Voris Sarris e Nikita Zozovsky, da Ucrânia.

Pela Grécia, sob a coordenação do El Sistema-Grécia, participaram os compositores Roxani Chatzidimitriou com Enxhi Kllogiri, da Albânia, Ioanna Topsi-Moutesidou com Hussain Bardan, da Síria, e Alexandros Gkonis com Hasan Labendz, da Polónia.

No mesmo comunicado o português Mário Laginha considera o projeto “apaixonante” e referiu que, no seu caso, “a escolha da Edvânia Moreno não podia ter sido mais feliz”.

“Foi ela que sugeriu e me deu a conhecer o batuque cabo-verdiano e me chamou a atenção para algumas particularidades do batuque que se tornaram nucleares na peça que escrevi”, acrescenta.

Marian Yanchyk, violonista ucraniano que se estabeleceu em Portugal em 2005, considera que a “colaboração com os músicos de vários países do mundo é importantíssima neste momento”.

“Penso que é uma oportunidade para demonstrar, mais uma vez, a igualdade que existe entre todas as nações do mundo e a união que é possível fazer através da música”.

As composições criadas pelos compositores portugueses, cipriotas e gregos vão ficar disponíveis para serem tocadas por qualquer outra orquestra do mundo como forma de “possibilitar a compreensão de outras culturas através da música, destacando o valor e a importância da diversidade cultural”, afirma a Orquestra Geração. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo