Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Galiza - Ensino do galego ‘O que está a faltar’: mais língua portuguesa na escola?

 


Valentín García, secretario xeral de Política Lingüística, e Eliseu Mera, diretor do IES Plurilíngüe de Valga e vice-presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL) conversárom recentemente sobre a progressiva e ainda tímida introduçom do português nas aulas, analisando a oportunidade de avançar com o português em todos os centros do ensino, uma oportunidade que nem o galego como língua nem os galegos como pessoas deviam desaproveitar, pois tornaria a nossa sociedade numa privilegiada em termos idiomáticos.


Esta conversa forma parte dunha série de conversas promovidas pola AGAL e realizadas por Nós Televisión que refletem sobre o ensino do/em galego sob o mote “Ensino do Galego. O que está a faltar?”. A iniciativa contou com o apoio económico da Deputación da Coruña.

Mais videoconversas

Nas semanas passadas pudemos ver mais 3 videoconversas de aproximadamente meia hora cada uma para refletir sobre o ensino do galego e sobre o galego no ensino, nomeadamente sobre o que está a faltar para que este se reflita em resultados mais positivos relativamente ao uso da língua polas novas gerações.

Estas conversas em vídeo som continuidade das dezenas de entrevistas escritas que se fizérom no Portal Galego da Língua (PGL) ao longo do ano 2022, em que cada pessoa entrevistada era perguntada pola situaçom do galego na atualidade e sobre a pertinência de introduzir mudanças no currículo ou de introduzir a língua portuguesa no ensino. De facto, a maioria das pessoas que participam agora nas videoconversas já foram entrevistadas previamente na referida série de entrevistas.

Trata-se principalmente de pessoas vinculadas ao ensino, nomeadamente através das matérias de Língua e Literatura Galegas e de Língua Portuguesa no secundário, como Charo Fernández, Bernardo Penabade, Valentina Formoso e Rosalia F. Rial, embora alguns dos docentes também ocupem cargos diretivos de centros educativos, como Manuel Portas, Eliseu Mera e Rocio Candales. Participa ainda o secretário-geral da Política Linguística, Valentín García. 

Todas as entrevistas, junto com os seus trailers, podem ser vistas aqui. In “Portal Galego da Língua” - Galiza

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Equador – Iguanas são introduzidas na ilha Santiago no arquipélago de Galápagos 200 anos depois



Um grupo de 1436 iguanas foi reintroduzido na Ilha Santiago, no arquipélago de Galápagos, após a espécie ser extinta daquele local.

Os animais foram retirados da ilha Seymour Norte, também no arquipélago, e levados para Santiago. A ação ajuda a reestabelecer o equilíbrio ecológico de Seymour Norte, que já estava com uma população de 5000 iguanas, enquanto repovoa outra ilha desabitada por estes animais.

O último registro de iguanas em Santiago foi feito em 1835, por Charles Darwin. Depois disso, a hipótese de pesquisadores é que elas foram atacadas por espécies invasoras, como o porco selvagem, e desapareceram da ilha.

O anúncio da ação foi feito pela direção do parque na sua página do Facebook. A reintrodução foi uma parceria com a Universidade Massey, da Nova Zelândia, e a organização Island Conservation.

O Parque Nacional de Galápagos fica no Oceano Pacífico, em águas que pertencem ao Equador. É composto por um arquipélago de 18 ilhas vulcânicas – três delas fazem parte deste projeto.

Ao todo, o projeto tem quatro fases.

As duas primeiras ocorreram no ano passado, com a captura dos indivíduos na ilha Seymour Norte, a transferência para o cativeiro e a quarentena na Ilha Santa Cruz.

A terceira etapa, a reintrodução na ilha Santiago, foi feita entre os dias 3 e 4 de janeiro.

O local escolhido para soltar os animais possui um ecossistema semelhante ao habitat natural, com presença abundante da vegetação que faz parte da alimentação destes animais.

A quarta etapa do projeto será feita em fevereiro. Nesta fase, os pesquisadores vão monitorar as iguanas para verificar a adaptabilidade, a reprodução, e se a alimentação está ocorrendo normalmente.

Deslocamento para preservarção

A ação de preservação não diz respeito apenas à reintrodução de animais na ilha onde já não havia mais iguanas. De acordo com Danny Roda, coordenador de ecossistemas do Parque Nacional de Galápagos, o remanejamento das iguanas terrestres também vai ajudar a equilibrar a população de onde elas foram retiradas, a ilha Seymour Norte. Lá havia 5000 iguanas, e a concorrência por alimento já estava afetando o ecossistema da região. In “Globo” - Brasil