O Instituto Cultural (IC) fez um balanço do 7.º Encontro em Macau – Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa, que se articulou com a Festa da Lusofonia para realizar sete programas culturais entre Outubro e Dezembro. Este festival sino-lusófono contou com um total de 780 artistas e atraiu mais de 61 mil participantes
O 7.º Encontro em Macau – Festival de
Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa, que se
articulou com o Festival da Lusofonia, trouxe a Macau 780 artistas e
intérpretes nacionais e estrangeiros, cerca de 80 espectáculos e actividades
paralelas e atraiu mais de 61 mil participantes, indicou o Instituto Cultural
(IC) num balanço feito ontem.
Nos espectáculos, foram utilizados espaços históricos e
culturais e locais comunitários de Macau, de forma a “exibir uma esplêndida
mescla de diferentes culturas regionais em edifícios de património cultural
repletos de charme humanístico, áreas públicas comunitárias, teatros
profissionais e outros locais”.
O IC lembra que o Festival da Lusofonia deu destaque, ao
longo de dois fins-de-semana consecutivos, à promoção da cultura angolana,
apresentando a sua gastronomia típica e retratos. Tiveram ainda lugar actuações
por grupos artísticos provenientes de dez países e regiões de língua
portuguesa, bem como de mais de 40 artistas lusófonos locais.
No âmbito deste festival, foi também realizado o evento
“GEG Espectáculos de Música e Dança Tradicional na Comunidade” durante duas
semanas consecutivas em vários bairros de Macau e também no Galaxy pela Escola
da Música da Universidade Politécnica Normal de Guangdong, bem como oito grupos
provenientes dos países e regiões de língua portuguesa, nomeadamente Angola,
Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste, Brasil, Moçambique, Guiné Equatorial e
Goa, Damão e Diu.
Dedicada ao tema “Mundo de Contos de Fadas”, a “Exposição
de Livros Ilustrados em Chinês e Português” disponibilizou mais de 800 livros
no Auditório do Carmo durante dez dias consecutivos. Foram realizadas sessões
de apresentação de livros, teatro de marionetas, pintura facial e vários workshops
interactivos.
Foi realizado também o 7.º Festival de Cinema entre a
China e os Países de Língua Portuguesa, que teve como tema “Transcendendo
Fronteiras” e que apresentou uma selecção de cerca de 30 filmes da Ásia
Oriental e das regiões de língua portuguesa.
Esta edição do Festival de Artes e Cultura entre a China
e os Países de Língua Portuguesa apresentou também o “Concerto de Vanessa da
Mata com a Orquestra Chinesa de Macau” e a “Exposição Anual de Artes entre a
China e os Países de Língua Portuguesa”, que está a decorrer ainda na Galeria
de Exposições e na Casa da Nostalgia das Casas da Taipa, com 28 peças/conjuntos
de obras de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, vídeo e
instalação, oferecendo um banquete visual em diversos suportes e guiando o
público numa viagem de autorreflexão e exploração espiritual. A exposição está
patente até 1 de Março do próximo ano.
Além disso, o “Workshop de Degustação Chinesa e
Portuguesa” organizou três sessões do “Workshop de Café Preparado à Mão”
e três sessões do “Workshop para Pais e Filhos sobre Experiência de
Escultura em Chocolate”.
Em conclusão, o IC salienta que, “como
ponte cultural e artística entre a China e os países de língua portuguesa,
Macau continuará empenhada em estabelecer plataformas para o intercâmbio e a
cooperação cultural”. André Vinagre – Macau in “Ponto
Final”
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