Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 12 de janeiro de 2020

São Tomé e Príncipe - Projecto WACA reinaugura farol do Museu Nacional

São Tomé – Projeto WACA reinaugurou na passada quarta-feira (8), a iluminação do Farol da Fortaleza, localizado na Praia da ilha, na zona de Museu Nacional, na capital de São Tomé, num projecto financiado pelo Banco Mundial.

O acto de reinauguração deste farol, contou com presença do Coordenador do Projecto WACA, Arlindo Carvalho, Chefe da Capitania dos Portos, Ramon Nascimento, Silvino Mendes, Engenheiro de Construção civil do projeto WACA e técnicos do projeto.

O Engenheiro de Construção Civil do Projecto WACA, Silvino Mendes, na sua intervenção disse tratar-se de “uma obra em parceria com os serviços de Capitania dos Portos, e o Projecto WACA” salientando que “a obra teve a duração de aproximadamente três meses‟.

Por sua vez, Ramon Nascimento, chefe de Capitania dos Portos, disse que ‟anualmente a Capitania dos Portos tem vindo a efectuar a manutenção dos faróis, e os grandes problemas, prendem-se com a questão das infra-estruturas que necessitam de uma intervenção máxima por parte de outros parceiros para apoiar a Capitania dos Portos nas suas missões”.

Ramon Nascimento acrescentou ainda que ‟todos os pescadores, devem fazer-se acompanhar dos seus materiais de pescas, e de navegação, como o GPS, e a Bússola, tendo em conta que o Farol, é um dispositivo que os pescadores, ou a comunidade piscatória usam para poderem controlar, e determinar a sua posição no mar durante as suas actividades”.

“E o farol por si só, tem um alcance de visibilidade, porque é possível os pescadores navegarem somente baseado nos faróis de forma a garantir a segurança das suas navegações, principalmente nesta fase em que o país vive o fenómeno de Bruma Seca proveniente do Deserto de Shara” sublinhou. João Soares – São Tomé e Príncipe in “STP Press”

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Alemanha - Farol do futuro promete mudar design dos carros






























Farol do futuro

Engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, desenvolveram uma nova tecnologia de iluminação para automóveis que está sendo anunciada como a revolução definitiva dos faróis.

A inovação promete dar aos projetistas mais liberdade para criar carros com estilos não convencionais, mais conforto aos motoristas, menores custos para os fabricantes de automóveis e mais segurança para pedestres, ciclistas e outros motoristas e pilotos.

De acordo com seus criadores, a nova geração de luzes veiculares não apenas excede os requisitos legais e da indústria automotiva para desempenho e funcionalidade de iluminação, como também é mais eficiente, mais compacta e significativamente mais flexível do que os sistemas atuais no que se refere à sua localização no veículo.

Os novos faróis de alta visibilidade são compostos por unidades segmentadas projetadas para minimizar a dispersão da luz. Cada farol é baseado em um projetor de múltiplas aberturas composto por até 200 000 elementos micro-ópticos, focando a luz de maneira ideal na direção do veículo, incluindo nas curvas.

O farol é formado por dois módulos, cada um contendo sete conjuntos de LEDs controláveis individualmente. Um total de quatro lentes de colimação direcionam a luz dos conjuntos de LED para duas matrizes de lentes compostas pelos elementos micro-ópticos, que distribuem a luz. Milhares de micro-lentes guiam precisamente a luz para os respectivos segmentos de iluminação.


























Farol com controle total

Cada segmento do farol pode ser ligado ou desligado em uma fração de segundo controlando individualmente os LEDs. Combinando essa possibilidade com as modernas tecnologias de sensores de veículos, isso possibilita efetivamente impedir que os faróis altos ofusquem os motoristas que se aproximam.

Isto porque a luz pode ser esmaecida ou desligada conforme o tráfego, o que inclui não apenas os veículos que vêm em sentido contrário, mas também pedestres e ciclistas, aumentando o nível de segurança para todos os usuários.

Além disso, o design - plano e muito fino - requer significativamente menos espaço de instalação em comparação aos faróis convencionais. Os projetistas ficam, assim, livres para decidir se instalam os faróis nas bordas externas do nariz do veículo, como geralmente é feito, ou como uma faixa estreita em seu centro, já que o sistema permite uma profundidade de instalação muito pequena e oferece muito mais liberdade de dimensões e formas.

"Os faróis não precisam mais ser retangulares: o projetista pode escolher qualquer outra forma desejada," disse Stephanie Fischer, membro da equipe que envolveu colaboradores da academia e da indústria. "Os requisitos de espaço de unidades ópticas maiores limitavam as possibilidades de design no passado." In “Inovação Tecnológica” - Brasil