Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Associativismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Associativismo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de dezembro de 2024

Brasil - Comunidade de Fortaleza realiza em março “Encontro Luso Brasileiro do Associativismo”

Entre os dias 19 a 20 de Março de 2025, a Comunidade Portuguesa de Fortaleza vai realizar o “Encontro Luso Brasileiro do Associativismo – Reinventar o Associativismo” onde pretende reunir dirigentes associativos de todo o Brasil, e autoridades locais e portuguesas.



O Cônsul de Portugal em Fortaleza, Rui Almeida, o Presidente da Sociedade Beneficente Portuguesa, Francisco Brandão, da Câmara Brasil Portugal de Comércio Raul Santos e o Conselheiro das Comunidades Portuguesas José Wahnon, convidam os dirigentes das Associações Luso Brasileiras, o corpo consolar de Carreira e Honorário, os conselheiros das Comunidades para este encontro nacional que será realizado nas renovadas instalações da Beneficente Portuguesa.

A programação tem como tema “Reinventar o Associativismo” onde serão discutidos os seguintes itens:

  • Práticas de Governança e Estatutos Jurídicos
  • Cooperação e consórcio entre associações
  • Apoios da Secretaria de Estado das Comunidades
  • Apoio institucional e cooperação com o Corpo Diplomático e Consular, Deputados da Jurisdição e dos Conselheiros das Comunidades
  • Experiências de Encontros Regionais.

Está confirmada a participação do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário e do Embaixador de Portugal no Brasil, Luiz Faro Ramos.

Nesta fase, a organização pode assegurar a programação nos dois dias do evento, incluindo a programação cultural, as refeições nesses dois dias, e os transferes entre os hotéis e o espaço do evento. As viagens e alojamento são por conta dos participantes.

O local do evento será na Sociedade Beneficente Portuguesa “dous” de Fevereiro (Av. Dioguinho, 2493), Praia do Futuro (Fortaleza). Contatos e demais informações pelo e-mail:

beneficenteportugalfortaleza@gmail.com e

secretariace@cbpce.org.br In “Mundo Lusíada” - Brasil


sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Macau – Movimentos associativos consideram positivo, mas estão cépticos a concurso promovido por Portugal

Concurso para financiar movimentos associativos é uma boa iniciativa, os apoios são bem-vindos, mas as associações de Macau lidam com falta de informação e um histórico de inactividade de Portugal no que diz respeito a apoios vindos de Lisboa

Uma iniciativa que merece muitos elogios, mas olhada com algum cepticismo devido a muitos anos de inactividade. É desta forma que as associações locais ouvidas pelo HM encaram o concurso promovido pelo Estado Português para financiar os movimentos associativos das comunidades portuguesas.

A abertura de candidaturas, para que as associações que servem as comunidades portuguesas, decorre entre 1 de Outubro de 31 de Dezembro de 2020 e este ano, ao contrário do anterior, a iniciativa foi promovida pelo Consulado nas redes sociais.

A promoção não passou despercebida às associações locais, que elogiam a iniciativa, apesar de já terem aprendido a viver sem apoios vindos de Portugal. É este o cenário traçado por Amélia António, presidente da Casa de Portugal, e Miguel de Senna Fernandes, presidente da Associação dos Macaenses.

“Considero que pode ser um apoio muito importante, até porque há associações que não conseguem outros apoios. Até para nós [Casa de Portugal] haver esta possibilidade é importante porque os apoios podem sempre tapar buracos no orçamento”, considerou Amélia António.

A importância não se prende apenas com a questão financeira, é também política, principalmente quando a associação depende do financiamento de instituições ligadas ao Governo da RAEM. “É muito desagradável estar num sítio onde se está completamente dependente das ajudas locais e do país onde se está, e ao mesmo tempo que não sem tem ajuda nenhuma do país de origem”, vincou. “Cria situações delicadas, principalmente quando se pede ajuda. Às vezes ouvem-se coisas de que não se gosta”, acrescentou.

Falta de informação

Por sua vez, Miguel de Senna Fernandes apontou o facto de haver pouca informação sobre este concurso junto das associações locais, o que faz com que persistam ainda muitas dúvidas. “A intenção é boa, e é sempre de louvar quando o Ministério dos Negócios Estrangeiros toma uma iniciativa a pensar na diáspora, mas era bom que nos dessem mais informação sobre o programa. Só espero que não seja apenas uma manifestação de boas intenções” disse o presidente da ADM.

Já sobre o facto de as associações locais terem aprendido a viver sem contar com apoios de Portugal e deste apoio ser tardio, Miguel de Senna Fernandes mostra-se resignado. “É uma boa iniciativa. Mas nós já parámos de nos queixar há muito tempo [por não haver apoios de Portugal] porque sabemos como as coisas são”, admitiu. “Eles têm tantos problemas internos que não têm tempo para a diáspora. É esta a ideia que tenho. E não me engano muito se considerar que outras associações congéneres pensam o mesmo sobre o Governo de Portugal”, atirou.

Neste momento, os representantes das duas associações admitem que a informação que possuem ainda é escassa e ainda não se debruçaram sobre este dossier, até porque têm outros problemas e a entrega das candidaturas só começa a partir do mês de Outubro. No entanto, ambos mostraram a intenção de se candidatarem.

Segunda vez

Criado pelo Governo de Portugal, em 2017, o primeiro concurso para atribuir apoios às associações sem fins lucrativos e ligadas às comunidades portuguesas foi lançado no ano passado, também entre 1 de Outubro de 31 de Dezembro.

Segundo a informação publicada no portal das Comunidades Portuguesas foram distribuídos cerca de 560 mil euros a 95 projectos, alguns dos quais pertencentes às mesmas associações, como foi o caso da Associação Portuguesa Cultural e Social de Pontault-Combault e a Cap Magellan, situadas em França.

Na lista de candidaturas apoiadas e rejeitadas não há qualquer associação com ligações a Macau. Andreia Silva e João Filipe – Macau in “Hoje Macau”

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Portugal - Abertas candidaturas a apoios financeiros para associações portuguesas no estrangeiro

As associações portuguesas no estrangeiro podem candidatar-se a apoios financeiros de Portugal para o próximo ano, anunciou, em comunicado, o gabinete da secretária de Estado das Comunidades Portuguesas.

Os apoios financeiros ao associativismo na diáspora são concedidos pela Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), estrutura do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

As candidaturas decorrem até 31 de dezembro e devem ser apresentadas nos postos ou secções consulares das embaixadas portuguesas, segundo o mesmo comunicado.

Podem candidatar-se a estes apoios associações e federações das comunidades portuguesas, legalmente constituídas há mais de um ano, sem fins lucrativos ou partidários, e outras pessoas coletivas nacionais ou estrangeiras constituídas há mais de um ano, sem fins lucrativos ou partidários, “que proponham a realização de atividades que resultem em benefício das comunidades portuguesas”.

As áreas prioritárias a apoiar são a promoção da língua e da cultura portuguesas, juventude, inclusão social, capacitação e valorização profissional, participação cívica e política, combate à xenofobia e diálogo com micro e pequenas empresas de emigrantes que queiram investir em Portugal, adianta o texto.

Em 2019, foram financiados pelo Estado português 92 projetos ao abrigo dos apoios financeiros para o associativismo da diáspora, num montante total de 585 938 euros. In “Lusojornal” - França