Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 21 de setembro de 2025

Portugal - Bia Caboz dá concerto para viajar do fado aos sons do mundo

Bia Caboz vai dar um concerto no Monsantos Open Air, em Lisboa, no próximo dia 5 de outubro


Reconhecida como uma das vozes mais inovadoras da nova música portuguesa, Bia Caboz traz consigo um espetáculo intenso, vibrante e cheio de emoção, onde a tradição se cruza com a modernidade e o fado ganha novas formas.

A sua identidade musical é feita de fusões ousadas: fado, samba, ritmos afro, pop e eletrónica, reinventando-se a cada canção.

Apesar da juventude, a sua voz tem a profundidade rara, ecoando influências de ícones como Amália, Amy Winehouse, Beyoncé, Alcione ou Mariene de Castro.

Após anos a cantar em casas de fado emblemáticas, Bia Caboz lançou-se a solo com canções que rapidamente conquistaram o público: “Sentir Saudade”, “Vai Vaguear”, “Fala-me a Verdade” e “Quero É Rir”.

Um concerto para viajar do fado aos sons do mundo, num encontro de culturas e emoções no palco do Monsantos Open Air. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


sábado, 4 de maio de 2024

Portugal - António Garcia Barreto é o vencedor do Prémio Vergílio Ferreira 2024

O escritor António Garcia Barreto é o vencedor do Prémio Vergílio Ferreira 2024, na categoria de romance, com a obra “Por Amor a Leonor”, anunciou a Câmara Municipal de Gouveia, no distrito da Guarda.


Numa nota enviada à agência Lusa, a autarquia refere que as 70 obras a concurso foram apreciadas por um júri constituído por Alípio de Melo, representante do município de Gouveia, José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores, e Manuel Frias Martins, da Associação Portuguesa de Críticos Literários.

O prémio tem um valor pecuniário de dez mil euros e será entregue ao autor em cerimónia pública a realizar em Outubro, no âmbito do Festival Literário Em Nome da Terra.

António Garcia Barreto nasceu na Amadora, licenciou-se em História, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Viveu a guerra colonial, foi empregado de livraria, técnico de organização e métodos, gestor de recursos humanos e director de pessoal em empresas de grande e média dimensão.

O premiado tem publicado romance, conto e literatura infantojuvenil, colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Notícias (de Lourenço Marques/Maputo), Diário Popular, República e jornais e suplementos infantis como o Pimpão e o Pontinho.

António Garcia Barreto já recebeu vários prémios literários. Em 1972 recebeu o 1.º Prémio de Poesia, nos Jogos Florais da Manutenção Militar e em 1973 obteve o 1.º Prémio de um Concurso de Contos promovido pelo Diário Popular. Em 1996 foi distinguido no Prémio Literário Hernâni Cidade, promovido pela Câmara Municipal do Redondo, e em 2000 recebeu o Prémio Literário de Sintra – Adolfo Simões Müller, promovido pela Câmara Municipal de Sintra. Em 2021 recebeu o Prémio Literário Orlando Gonçalves de Ficção Narrativa, instituído pela Câmara Municipal de Amadora, com o seu romance “O Discreto Cavalheiro”.

O Prémio Literário Vergílio Ferreira, instituído pela Câmara Municipal de Gouveia, pretende homenagear o escritor Vergílio Ferreira e incentivar a produção literária, contribuindo desta forma para a defesa e enriquecimento da língua portuguesa.

O galardão já distinguiu, entre outras, as obras “Que possível ensaio sobre a verdade em Vergílio Ferreira”, da autoria de Maria do Rosário Cristóvão (2018), “Dor de Ser Quase, Dor Sem Fim”, de Iolanda Martins Antunes (2016), “O Cómico em Vergílio Ferreira”, de Jorge Costa Lopes (2013), “Diário dos Imperfeitos”, de João Morgado (2012), “Estação Ardente”, de Júlio Conrado (2006) e “José Saramago: a Literatura e o Mal” de Carlos Nogueira.

Vergílio Ferreira, o autor de “Manhã Submersa” nasceu na aldeia de Melo, no concelho de Gouveia, na Serra da Estrela, em 28 de Janeiro de 1916, e morreu em 01 de Março de 1996. In “Jornal Tribuna de Macau” – Macau com “Lusa”