O relatório agora
apresentado considera que as barreiras ao comércio estão a atrasar a
recuperação económica e que são necessárias implementar reformas para que no
longo prazo se alcance o crescimento económico desejado e o progresso social.
A classificação de 2014 é
liderada por Singapura com uma pontuação de 2,9 pontos num total de 7.
Seguem-se Hong Kong (5,5), Países Baixos (5,3), Nova Zelândia, Finlândia, Reino
Unido e Suíça, todos com 5,2 pontos.
Quatro países membros da
Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão classificados neste
relatório sobre a atividade global de comércio, são eles, Portugal, Brasil,
Moçambique e Angola. Os países observadores associados da CPLP presentes são a
ilha Maurícia e o Senegal. A Namíbia e a Geórgia que manifestaram interesse em
serem observadores associados também se encontram nesta lista de países.
O Brasil é o segundo país
lusófono no 86º lugar com 3,8 pontos, inferior aos vizinhos, Chile, 8º (5,1), Peru,
51º (4,3), Uruguai, 60º (4,2), Colômbia, 73º (4,0) e melhor que a Bolívia 87º
(3,7), Argentina, 95º (3,7), Guiana, 104º (3,6), Paraguai, 113º (3,5) e no
penúltimo lugar, no 137º posto, a Venezuela com 2,8 pontos.
Moçambique está no 110º lugar
com 3,5 pontos, a vizinha África do Sul situa-se na posição 59ª com 4,2 pontos,
a Tanzânia, 111º com os mesmos 3,5 pontos, o Zimbabwé, 134º (2,9).
Angola está na antepenúltima
posição, 136º com 2,8 pontos, a vizinha Namíbia encontra-se no lugar 81º com
3,9 pontos. O Senegal, país observador associado da CPLP está no 100º lugar com
3,6 pontos, numa classificação em que o Chad é o último classificado, 138º com
2,5 pontos.
O relatório que pode aceder aqui,
considera que os maiores entraves nas economias avançadas são os regimes
tarifários complexos e nos países em desenvolvimento e emergentes as barreiras
estão na burocracia fronteiriça, a corrupção, infraestruturas inadequadas e
baixos níveis de segurança. Baía da Lusofonia
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