Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Portugal - Orçamento Participativo “Ler o Mundo em Português”

Votação até 10 de Setembro


"Ler o Mundo em Português" propõe-se ser um projeto/plataforma capaz de potenciar os diferentes olhares e mundos que há na língua portuguesa e, em conjunto, ter um olhar múltiplo sobre a realidade mundial que lhe permita construir cenários sobre o futuro. Este projeto tem como pilares e parceiros fundadores, um conjunto de estruturas que na sua área trabalham na perspetiva da língua portuguesa como um instrumento que unifica as várias culturas e olhares, e que tem todo um mundo dentro dela, e trabalhará para que, ao longo de um ano se possa construir uma narrativa corrente. Os parceiros e as dimensões: 1- Pensamento e reflexão - IGOP - Instituto para a Governação, Políticas e Administração Pública - Lisboa; 2- Sons e Ritmos - Centro InterCulturaCidade - Lisboa; 3- As Histórias - Livraria Gigões e Anantes - Aveiro; 4- Imagens em Movimento - Cineclube de Avanca; 5- Criação Multidisciplinar - Teatro Villaret - Lisboa. Montante: 150.000€ Prazo de implementação: 18 meses

Para votar aceda aqui.

Moçambique – Linha Moatize – Macuse cresce para chegar a mais clientes

A futura linha férrea entre Moatize e Macuse, no Centro de Moçambique, terá mais 120 quilómetros do que o inicialmente previsto, para chegar a mais empresas mineiras interessadas na sua utilização.

Em declarações ao “Notícias” de Maputo,o presidente da concessionária, a Thai Moçambique Logística (TML), disse que a expansão permitirá chegar à região de Chitima, também na província de Tete, onde actuam algumas empresas mineiras.

O projecto original previa que a linha tivesse uma extensão de 575 quilómetros, entre Moatize o futuro porto de águas profundas de Macuse.

Abdul Carimo disse ainda ao “Notícias” que a extensão da linha férrea recebeu o apoio dos bancos que vão conceder o crédito necessário para a execução da obra, que deverá ter início em 2018.

A linha e o porto, num investimento global de mais de 2,3 mil milhões de dólares, serão construídos por um consórcio 50-50 entre a portuguesa Mota-Engil e a chinesa China National Complete Engineering Corporation, uma subsidiária do grupo China Machinery Engineering Corporation.

O prazo previsto para a construção é de 44 meses. A nova linha complementará, e servirá de alternativa, às existentes linhas da Nacala e do Sena para o escoamento do carvão de Tete.

A Thai Moçambique Logística é controlada pela tailandesa Italthai Industrial Company Limited, que detém 60% do consórcio, estando os restantes 40% divididos entre a Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e a e o grupo empresarial Corredor de Desenvolvimento da Zambézia (Codiza).

A TML tem como director-geral o português José Pires da Fonseca. Em Março, aquando do anúncio do resultado do concurso para a construção, Pires da Fonseca disse ao Transportes & Negócios que “este projecto permite colocar definitivamente Moçambique na rota do mercado internacional do carvão para siderurgia e térmico”. In “Transportes & Negócios” - Portugal

domingo, 3 de setembro de 2017

Diáspora











Vamos aprender português, cantando


"acalmou a tormenta, pereceram
os que a estes mares ontem se arriscaram
vivem os que por um amor tremeram
e dos céus os destinos esperaram"

atravessamos o mar Egeu
o barco cheio de fariseus
com os cubanos, sírios, ciganos
como romanos sem Coliseu
atravessamos pro outro lado
no rio vermelho do mar sagrado
nos center shoppings
superlotados
de retirantes
refugiados

where are you?
where are you?
where are you?

onde está
meu irmão
sem irmã
o meu filho
sem pai
minha mãe
sem avó
dando a mão
pra ninguém
sem lugar
pra ficar
os meninos
sem paz
onde estás
meu senhor
onde estás?
onde estás?

"Deus! Ó, Deus, onde estás que não respondes?
Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito
Que embalde desde então corre o infinito
Onde estás, senhor Deus?..."

atravessamos o mar Egeu
o barco cheio de fariseus
com os cubanos, sírios, ciganos
como romanos sem Coliseu
atravessamos pro outro lado
no rio vermelho do mar sagrado
nos center shoppings
superlotados
de retirantes
refugiados

where are you?
where are you?
where are you?

onde está
meu irmão
sem irmã
o meu filho
sem pai
minha mãe
sem avó
dando a mão
pra ninguém
sem lugar
pra ficar
os meninos
sem paz
onde estás
meu senhor
onde estás?
onde estás?

where are you?
where are you?
where are you?
where are you?
where are you?
where are you?

Tribalistas - Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown – Brasil




(Citações: início do Canto 11 de *O Guesa*, de Joaquim de
Sousândrade e trecho de *Vozes d’África*, de Castro Alves)

Arnaldo Antunes: voz e palmas
Marisa Monte: voz, violão e palmas
Carlinhos Brown: voz, eletrônicos artesanais, palmas, cajóns, afoxés, baixo, Hammond, karkabou, bacurinha, bateria e beatbox
Cezar Mendes:violão e palmas

Dadi : violão aço, palmas, guitarra, guitarra sitar, Hammond e baixo

Aceda ao novo trabalho dos “Tribalistas” aqui

sábado, 2 de setembro de 2017

Goa – Apresentação do logotipo para o Campeonato Mundial de Futebol Sub-17

Pangim – O Ministro-chefe Manohar Parrikar lançou na passada sexta-feira, 01 de Setembro de 2017, o logotipo Goa para o 17º Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 da FIFA, Índia 2017, no GMC Estádio em Bambolim.

Foto: Daniel Hiremath


O logotipo de Goa se assemelha a uma visão comum das pessoas que jogam o "jogo bonito" nos campos verdes do estado costeiro, delimitada por palmeiras de coco balançando à luz do sol noturno. As cores usadas para o logotipo incluem um toque da bandeira de cada nação concorrente que simboliza a unidade entre todos os países participantes. O logotipo da Goa foi projetado por Sharmila Coutinho.

Tomando a palavra o Ministro-chefe Manohar Parrikar afirmou: "Goa está a preparar-se para receber as equipas para o Campeonato Mundial de Futebol FIFA U17. Goa ama o futebol, é por isso que o declaramos como desporto oficial do Estado. Aceitar ser o anfitrião do torneio em Goa foi uma das decisões mais rápidas tomadas pelo Governo e continuaremos a dar todo o nosso apoio total para tornar o evento um grande sucesso".

O logotipo será uma ferramenta importante para ligar a comunidade local num mundo global e formar um elo crucial nas promoções e comunicações no Estado amante do futebol como Goa.

O Director do Torneio Javier Ceppi observou: "Estamos muito felizes pelo facto de Goa ter uma imagem associada ao torneio. O governo do Estado prometeu levar o logotipo da cidade anfitriã a todas as regiões do Estado e realizar um grande impulso promocional para o torneio, o que é fantástico".

"Para apoiar isso, vamos abrir as vendas de bilhetes na bilheteira do estádio Fatorda em 7 de Setembro. Agradecemos a ajuda e a liderança do honorável Ministro-chefe Manohar Parrikar e temos a certeza que sob o seu cuidado o Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 será um grande sucesso em Goa", acrescentou. In “oHeraldo” – Goa

A 17ª edição do Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 da FIFA, sob o lema 'Futebol assume', será realizada em seis cidades da Índia: Nova Deli, Goa, Kochi, Guwahati, Kolkata e Navi Mumbai, de 6 a 28 de Outubro de 2017, estarão em competição os jovens com menos de 17 anos, representando 24 nações no primeiro Campeonato Mundial que se realiza na Índia. Os países participantes são: Índia (país convidado), Iraque, Irão, Japão, Coreia do Norte, Gana, Guiné, Mali, Níger, Costa Rica, Honduras, México, Estados Unidos da América, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Inglaterra, França, Alemanha, Espanha e Turquia. Baía da Lusofonia

Foto:Daniel Hiremath

Espanha - Resgata do fundo do mar dois canhões com 400 anos

Terceira campanha na fragata Mercedes, afundada há 200 anos por uma armada inglesa ao largo de Faro, foi "tecnicamente muito complexa", mas recompensadora. Espanha mostrou ter tecnologia para enfrentar as grandes empresas especializadas

Os dois canhões dos séculos XVI/ XVII, pesando entre duas e três toneladas e com vários elementos decorativos, são os mais espectaculares, mas a terceira campanha arqueológica na fragata Nuestra Señora de Las Mercedes, afundada em 1804 perto do Cabo de Santa Maria, no Algarve, resgatou ainda uma prancha de cobre perfurada e uma torneira e três roldanas de bronze.

Além dos artefactos, a equipa de arqueólogos espanhola, que contou com a colaboração de técnicos portugueses e mexicanos, reuniu também muita informação valiosa sobre esta embarcação que cumpria a rota entre Espanha e as suas colónias na América e que não resistiu ao ataque da armada inglesa ao largo de Faro (a área de incidência dos trabalhos da missão espanhola está na Zona Económica Exclusiva portuguesa).

Os objectos resgatados dos destroços que repousam no fundo do mar, a mais de mil metros de profundidade, foram expostos esta quarta-feira no Museu Nacional de Arqueologia Subaquática (Arqua) espanhol, em Cartagena, onde estão guardados os artefactos que resultaram das duas campanhas anteriores (em 2015 e 2016) e dos trabalhos não-científicos da Odyssey Marine Explorations, uma empresa norte-americana de caçadores de tesouros que, após uma batalha nos tribunais que durou cinco anos, foi obrigada a devolver todo o material que retirara ilegalmente da Mercedes.

Segundo as autoridades locais, todas as peças resgatadas nas campanhas científicas promovidas pelo Estado espanhol deverão agora juntar-se às que a Odyssey espoliara, e restituiu em 2012, numa grande exposição permanente a inaugurar dentro de dois anos no Arqua, escreve o jornal digital La Verdad, da região de Cartagena, Múrcia. Antes, o espólio deverá ser limpo, restaurado e devidamente documentado.

"Uma das coisas mais interessantes neste projecto científico é que ele não se limita a prever a escavação em si, mas foi concebido a vários níveis", diz ao PÚBLICO o arqueólogo Pedro Barros, um dos três técnicos da Direcção-Geral de Património Cultural (DGPC) que acompanharam parte dos trabalhos na Mercedes. "Fez-se uma recolha precisa, muito cuidada, mas também se planificou a conservação e a divulgação dos objectos recolhidos. Nada ficou por definir."

A intervenção da equipa científica - que “desceu” aos destroços graças a um ROV (Veículo Operado Remotamente, na sigla em inglês) cedido pelo Instituto Espanhol de Oceanografia, já que a profundidade a que se encontram, precisamente 1137 metros, não permite que os técnicos mergulhem - mostra que Espanha está na linha da frente no que toca à arqueologia subaquática. Até agora, garantiram os responsáveis científicos à imprensa espanhola, nenhum outro país europeu trabalhara a tamanha profundidade.

"Foi uma operação tecnicamente muito exigente", reconhece Pedro Barros, especialista em arqueologia náutica e subaquática. "O trabalho a grande profundidade é muito raro e muito difícil, sobretudo quando envolve mover objectos com um peso na ordem das toneladas, como no caso dos canhões: é que não basta contar só com o seu peso, é preciso pensar nos cabos e contra-pesos que fazem com que estes sejam içados com maior segurança."

Os canhões dos vice-reis

Para resgatar dos destroços os dois canhões, que são de uma tipologia usada no final do século XVI e no começo do XVII, foi necessário montar uma complexa operação que contou com a experiência dos pilotos do Sarmiento de Gamboa, o navio do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) que serviu de base aos trabalhos, e dos técnicos que manobraram o veículo não-tripulado do Instituto de Oceanografia.

Agora cabe à equipa do sofisticado laboratório de conservação e restauro do museu de Cartagena garantir que os dois canhões permanecem íntegros fora de água. Para já, precisa o jornal ABC, é preciso travar o processo de oxidação destas duas peças de artilharia, que aparecem referidas no manifesto de carga da fragata - conservado no Arquivo Geral das Índias, em Sevilha -, e têm até nome: Santa Bárbara e Santa Rufina (era prática habitual dedicar as peças de artilharia a santos). O primeiro é de 1586, tem 4,30 metros de comprimento e pesa quase três toneladas, de acordo com uma nota informativa do Ministério da Educação, Cultura e Desporto espanhol; o segundo é mais pequeno (3,80 metros e cerca de duas toneladas) e data de 1601. Ambos foram encomendados por vice-reis das colónias espanholas na América, numa época em que o rei de Espanha era também o rei de Portugal (os Habsburgos reinaram em Portugal entre 1580 e 1640).

Os dois canhões, com vários elementos decorativos, têm informação sobre os encomendadores, mas também sobre o artesão que os executou, Bernardino de Tejeda, o que faz deles verdadeiros documentos históricos capazes de contribuir para o conhecimento dos grandes fundidores espanhóis do século XVI.

Iván Negueruela Martínez, director da missão e do Museu Nacional de Arqueologia Subaquática espanhol, está muito satisfeito com o resultado das campanhas e diz, sem reservas, que elas demonstram a qualidade do trabalho científico espanhol quando se trata de resgatar e conservar património subaquático. Esta terceira campanha da missão espanhola recolheu ainda dados que permitem completar a cartografia daquele sítio arqueológico.

Segundo o comunicado do Ministério da Educação, Cultura e Desporto espanhol, que organizou a expedição em colaboração com o CSIC, o Instituto de Oceanografia (dependente do Ministério da Economia, Indústria e Competitividade) e a Armada, os objectivos foram cumpridos: conhecem-se melhor os destroços da Mercedes, “sobretudo o estado de conservação dos materiais e a sua evolução”, e recolheu-se informação que permite analisar a dispersão dos vestígios e avançar com a interpretação da fragata.

Um aviso

Com esta operação, Espanha parece querer dar uma lição de colaboração entre instituições – são vários os ministérios e entidades envolvidas em toda esta operação de resgate de património e memória – e mandar uma mensagem a todos os caçadores de tesouros que estejam a pensar espoliar os seus navios de bandeira (assim se chama a uma embarcação ao serviço de um Estado, neste caso a coroa espanhola) espalhados pelo mundo.

“O êxito das três expedições de 2015, 2016 e 2017 é uma boa amostra da capacidade de Espanha a nível científico e tecnológico no que toca à protecção do património subaquático, incluindo os ambientes marinhos mais complexos”, pode ler-se no mesmo documento do Ministério da Educação, Cultura e Desporto. Por outro lado, continua, a escavação “é um aviso muito sério às grandes companhias de caçadores de tesouros que até agora tinham acesso em exclusivo aos destroços a grandes profundidades, apoiando-se na sua capacidade tecnológica”.

Segundo Iván Negueruela Martínez, esta terá sido a última visita dos cientistas espanhóis aos destroços da fragata afundada pelos ingleses.

Os trabalhos na Nuestra Señora de Las Mercedes – com tudo o que exigiu em termos técnicos e ao nível da cooperação entre instituições – faz-nos facilmente pensar no caso português. Tal como Espanha, Portugal foi uma potência imperial e naval com muitos navios dispersos pelo mundo (Namíbia, África do Sul, Omã…), mas a sua participação em missões como a desta fragata é diminuta. O estado em que se encontra a arqueologia náutica e subaquática, dependente da DGPC, já levou a protestos recentes e foi tema discutido entre os deputados.



Dificilmente se poderá pensar em cooperação interministrial e combate aos caçadores de tesouros, em prol da defesa do património que está no mar, quando os serviços do antigo Centro de Arqueologia Náutica e Subaquática estão reduzidos a cinco funcionários e os seus sete barcos não podem ser usados (por falta de licenças, vistorias, equipamento ou manutenção). Lucinda Canelas – Portugal in "Público"





sexta-feira, 1 de setembro de 2017

UCCLA - Inauguração da exposição “Artistas Unidos contra a Fome”

A exposição “Artistas Unidos contra a Fome” da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) será inaugurada no dia 5 de setembro, pelas 18 horas, na Galeria de Exposições da UCCLA.



















Esta exposição realiza-se no âmbito da campanha “Juntos contra a Fome” da CPLP, que tem por objetivo a angariação de fundos para a viabilização de projetos que contribuam para a erradicação da fome na CPLP. O acervo é constituído por peças doadas por mais de 50 artistas de todos os Estados-Membros da CPLP.

Lista de artistas presentes:

Angola

António Magina
Carlos Bajouca
Dilia Samarth
Duda Correia
Dudu - Eduardo Ribeiro
Gabriel Baguet Junior
Júlio Quaresma
Lino Damião
Luandino Carvalho
Mª Helena Lourenço
Marco Kabenda

Brasil

Cláudia Lima
Danilo Vieira de Sousa
Gabriela Oliveira
Granato
Iri Vilela
Jayr Peny
Josefá
Marcos Marin
Renato Rodyner
Totonho

Cabo Verde

António Firmino
David Levy Lima

Guiné Equatorial

Juan Nsi Mbuy

Guiné-Bissau

João Carlos Barros

Moçambique

Frank N'taluma
José Pádua
Lívio de Morais
Malenga - Malenga
Roberto Chichorro
Sérgio Santimano

Portugal

Alberto Trindade
António Araújo Soares
Clotilde Fava
Conceição Rosa
Eduardo Fonseca e Silva
Filomena Morim
Francisco Oliveira
Gustavo Fernandes
Hugo Maciel
João Feijó
José Alves
José Bahia
Laranjeira Santos
Luís Araújo
Luísa Real
Luz São Miguel
Maria Antónia Melo Sereno
Maria João Arcanjo
Maria Luísa Horta
Mário Cesaryni
Moisés Preto Paulo
Nicolau Campos
Olga Sotto
Paulo Ossião
Moisés Preto Paulo
Vieira Batista

São Tomé e Príncipe

Alex Keller
Estanislau
Ismael Sequeira

Timor-Leste

Abel Júpiter
Maria Dulce Martins

A exposição estará patente ao público de 5 a 22 de setembro e poderá ser visitada de segunda-feira a sábado, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas.

Morada:

Avenida da Índia, n.º 110 (entre a Cordoaria Nacional e o Museu Nacional dos Coches), em Lisboa
Autocarros e Elétrico (Rua da Junqueira): 15E, 18E, 714, 727, 728, 729 e 751
Comboio: Estação de Belém
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

Lusofonia - Encontro Internacional de Poetas da Língua Portuguesa

O Rio de Janeiro será a sede da 4ª edição do Encontro Internacional de Poetas da Língua Portuguesa. O evento ocorre no dia 2 de setembro no Brasil, depois parte para Lisboa, Portugal; e Maputo, Moçambique.

Durante o encontro será lançada a antologia “Todos os Tons da Poesia”, que reúne poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. O livro presta homenagem aos escritores Du Bocage (Portugal) e Cruz e Souza (Brasil), tendo nota de capa assinada pelo poeta moçambicano Rui de Noronha.

A edição apresenta números expressivos 299 poemas de 133 poetas dos países lusófonos. Além do lançamento do livro, a iniciativa no Brasil promoverá conferência com poetas de várias nacionalidades, com a proposta de falar sobre sua obra e a cultura de seu país. No Museu da República, também haverá apresentações musicais típicas de cada país lusófono. E ainda será proferida a palestra sobre “Interações poéticas entre Camões e Bocage” com a escritora Carmem Teresa Elias, professora, Mestre em Letras e especialista em Literatura Comparada.

No dia 16, o evento chega em Portugal, também com extensa programação e O encerramento será no dia 23 de setembro, na Universidade Politécnica (CREISPU) em Maputo, Moçambique, onde será anunciada a data e local da quinta edição que acontecerá no Brasil, Portugal e em Angola em 2018.

Para acompanhar o evento, os poetas interessados deverão enviar nome literário e minibiografia, colocando no assunto Encontro-Rio, ou Encontro-Lisboa, ou Encontro-Maputo, até a antevéspera para o e-mail de contato. José Carlos da Silva – Brasil in “Portal Galego da Língua”

Serviço

Encontro de Poetas da Língua Portuguesa

Aberto aos poetas que se inscreverem – Gratuito

Local: Auditório do Museu da República

Endereço: R. do Catete, 153 – Catete, Rio de Janeiro

contato – encontrodepoetasdalinguaportugues@hotmail.com