Vamos
aprender português, cantando
Esqueceste-me
andas às voltas na minha
mão
vendeste-me
andas perdido em solidão
tu lembras-te
do meu perfume, da minha
voz?
Perdeste-me
agora eu escrevo sobre nós
Eu não preciso que me
atendas
enrolada nos teus esquemas
sou tão fraca que te
tornei especial
andas com tudo controlado
mentes bem e tens piada
era uma pena se algo te
corresse mal
Que pena, que pena que eu
teria
se caísses e partisses o
nariz
ai, que pena
que pena, acordares sem um
dente
e o teu dentista estava
fora do país
ai, que pena
que pena, encontrares a
mulher com que sonhaste
e ter a vida que eu nunca
consegui ter
que pena, que pena que eu
teria
pena e tanta covardia
de odiar o amor do amor da
tua vida
Quando me ouves, ainda
pensas que eu só escrevo sobre nós
diz-lhe a ela que é a
sério e não gostas da minha voz
que as letras que eu
invento nunca são originais
que vocês são tão
diferentes e nós demasiado iguais
que eu nunca fui perfeita,
nunca fui bem p'ra ti
a vida que vivias,
tornei-a só sobre mim
tinhas os mesmos medos e
eu não puxava por ti
agora és tu e ela até ao
dia que fugires
Que pena, que pena que eu
teria
se caísses e partisses o
nariz
ai, que pena
que pena, acordares sem um
dente
e o teu dentista estava
fora do país
ai, que pena
que pena, encontrares a
mulher com que sonhaste
e ter a vida que eu nunca
consegui ter
que pena, que pena que eu
teria
pena e tanta covardia
de odiar o amor do amor da
tua vida
Esqueceste-me
andas às voltas na minha
mão
vendeste-me
andas perdido em solidão
Que pena, que pena que eu
teria
se caísses e partisses o
nariz
ai, que pena
que pena, acordares sem um
dente
e o teu dentista estava
fora do país
ai, que pena
que pena, encontrares a
mulher com que sonhaste
e ter a vida que eu nunca
consegui ter
que pena, que pena que eu
teria
pena e tanta covardia
de odiar o amor do amor da
tua vida
Ai, que pena
Francisca Borges - Portugal
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