Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sábado, 27 de junho de 2020

França - Abertas inscrições para aulas de português

As autoridades francesas informaram que vão reconduzir a atual rede de cursos para o próximo ano letivo de 2020/2021. A inscrição deverá ser feita pelos encarregados de educação através do preenchimento dos inquéritos de inscrição disponibilizados por estas escolas sobre a opção de aprendizagem de línguas estrangeiras. Existem, contudo, departamentos que ainda não procederam a estas inscrições e que o farão num futuro próximo

A lista completa de estabelecimentos de ensino que integram a rede de cursos de ensino integrado no ano letivo 2019/2020 pode ser consultada através desta ligação.

O Governo português afirma estar a fazer diligências no sentido do possível alargamento da rede do ensino da língua portuguesa a outras áreas territoriais do país.

Apela-se às comunidades portuguesas e lusodescendentes que não deixem de manifestar junto da Coordenação do Ensino do Português em França o seu interesse na abertura de novos cursos de português, onde estes ainda não estão disponíveis, para que esse interesse possa ser devidamente sinalizado junto das autoridades francesas competentes.

No âmbito da reforma do ensino secundário francês, deixou de ser possível fazer exame do baccalauréat (BAC) de outras línguas que não as frequentadas no 2º e 3º ciclos de escolaridade. É, por isso, fundamental que os alunos que pretendam fazer o exame do BAC de Língua Portuguesa optem por esta língua a partir dos seguintes anos de escolaridade: 6ème, como Langue Vivante A, ou 5 ème, como Langue Vivante B.

Eventuais dúvidas acerca das inscrições para o ano letivo de 2020/2021 serão esclarecidas pela Coordenação de Ensino do Português em França e devem ser remetidas para o seguinte endereço: cepe.franca@camoes.mne.pt. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

Guiné-Bissau - Escolas públicas devem reabrir em julho por dois meses


Bissau - Os intervenientes no setor do ensino acordaram a retoma das aulas nas escolas do país, para o dia 13 de julho.

As aulas estão suspensas desde março, devido à pandemia da Covid-19. 

A data foi indicada na quinta-feira na reunião semanal do Conselho de Ministros e faz parte de um plano de contingência para o setor educativo, que prevê que as aulas funcionem também aos sábados para recuperar os dias perdidos, durante os próximos dois meses.

Mas, conforme o que foi acordado na semana passada entre o Ministério da Educação e todos os intervenientes no setor, as aulas só serão retomadas nas escolas com condições para o efeito, mediante a aprovação de uma comissão técnica que fará a avaliação dos estabelecimentos do ensino que podem funcionar na época das chuvas.

Consta que há escolas sem condições, em que a água das chuvas penetra nas salas de aulas.

Por outro lado, persistem dúvidas sobre se, em apenas dois meses, os professores conseguirão lecionar toda a matéria programada, depois da interrupção da Covid-19 e de sucessivas greves dos professores.

Segundo a DW, o presidente da Confederação das Associações dos Alunos das Escolas Públicas e Privadas (CAAEPP), Alfa Umaro Só, disse estar satisfeito com a indicação do Governo.

"A intenção era anular o ano letivo totalmente, e nós levámos a proposta de validade parcial do ano letivo, para que o Governo se pronunciasse, para que as escolas que estão em condições retomassem as aulas", afirma.

No entanto, o porta-voz dos quatro sindicatos dos professores guineenses, António João Bico, levanta algumas preocupações sobre a retoma e conclusão do ano letivo.

"Temos dificuldades de infraestruturas escolares e estamos perante a pandemia da Covid-19, que exige, pelos menos, um número reduzido de alunos por turma". No entanto, é difícil encontrar o número suficiente de escolas para ter turmas reduzidas. Sendo assim, a exequibilidade vai exigir também ao Ministério da Educação a criação de condições para construir novas infraestruturas escolares”, disse.

Ouvido pela DW África, o perito no setor de ensino guineense Silvino Ialá reforça que dois meses é pouco para dar aos alunos os conteúdos que restam.

"O fator chuva poderá criar grandes dificuldades. Mesmo três ou quatro meses não serão suficientes”, considerou Ialá. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

São Tomé e Príncipe – Combate ao paludismo com o apoio técnico da China



São Tomé – A missão técnica chinesa com apoio de técnicos são-tomenses, procedeu quarta-feira, a testagem de paludismo a cerca de 700 pessoas que vivem no Bairro da Liberdade, nos arredores da capital de São Tomé, no âmbito de combate a doença no arquipélago, anunciou o chefe da equipa chinesa, li Mingqiang.

li Mingqiang disse tratar-se de uma ação de continuidade de luta contra o paludismo nesta zona considerada de foco da doença, um ano depois da execução de tratamento em massa com vista a entrada da fase da sua erradicação do país, tendo-se congratulado com a determinação e profissionalismo dos técnicos nacionais bem como a contribuição da população local.

Em declarações à STP-Press, o chefe da equipa dos técnicos nacionais, Waldmir Martins disse que esta operação de quarta-feira, dia 24, tem como pano de fundo a realização de uma busca geral e activa através de testagem de todos os elementos da população local para se avaliar o ponto da situação sobre a evolução da doença depois do tratamento maciço realizado há um ano.

“Estamos a andar de casa em casa e diagnosticar toda gente que aqui vive para sabermos como é que esta a situação de casos de paludismo” disse Waldmir Martins, acrescentando que “não vamos dar trégua ao paludismo apesar da actual pandemia do coronavírus”.

O cidadão Vasco Guiva, líder dos moradores do Bairro da Liberdade disse à STP-Press que “apesar de ressurgimento de alguns casos de paludismo nos últimos meses, o número de casos da doença diminui significativamente como resultado da intervenção da equipa chinesa há um ano com o referido tratamento de massa aqui nesta zona que era considerada o foco da doença”.

“Antes da intervenção chinesa apoiada por técnicos nacionais, o paludismo era pão nosso de cada dia neste bairro”, disse Vasco Guíva acrescentando que “nós acreditamos e temos fé que esta doença vai acabar aqui nesta zona e em todo território são-tomense”.

Além do tratamento em massa, diagnóstico generalizado, a equipa técnica chinesa tem apostado também em ações de fumigação espacial, pulverização intradomiciliar, entre outras ações de combate ao mosquito transmissor da doença no arquipélago. Ricardo Neto – São Tomé e Príncipe in “STP Press”

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Macau - Fórum Macau quer ajudar a captar mais investimento chinês para Portugal

O secretário-geral adjunto do Fórum de Macau defendeu hoje que os países de língua portuguesa, nomeadamente Portugal, devem aproveitar mais esta organização para captar investimento externo chinês, num debate virtual em que defendeu as oportunidades para as empresas



“É evidente que Portugal tem todo o interesse, como qualquer dos países de língua portuguesa, em ter mais investimento chinês de raiz”, disse Rodrigo Brum durante um seminário virtual (‘webinar’) sobre “Macau e o futuro das relações económicas e comerciais entre Portugal e China”.

“O Fórum Macau é uma ponte evidente que pode ser explorada para os contactos com a China, e não é segredo que Portugal gostaria de atrair investimento no setor automóvel ou das baterias, e esses contactos podem ser feitos através do Fórum, que recentemente visitou instalações nesse ramo, maiores do que a Autoeuropa”, acrescentou o secretário-geral adjunto do Fórum Macau.

Para o responsável, a criação da área da Grande Baía, uma metrópole mundial que integra Hong Kong, Macau e nove cidades da província de Guangdong, numa região com cerca de 70 milhões de habitantes e com um Produto Interno Bruto (PIB) que ronda os 1,2 biliões de euros, é uma oportunidade enorme.

“Na região em que Macau está inserida, da nossa janela vemos o território do lado, é uma região imensa com um potencial enorme; tem dificuldades, sim, às vezes até de entendimento, mas é nesses casos que se pode usar Macau, não como uma plataforma logística, mas como um intermediário favorável”, salientou o responsável, concluindo que “há inúmeras hipóteses de negócios, não é fácil, mas os resultados compensam”.

No ‘webinar’, Rodrigo Brum mostrou-se ainda favorável, respondendo a uma questão do presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC), João Marques da Cruz, à criação de mais fundos para fomentar a relação entre a China e os países de língua portuguesa… In “Mundo Português” - Portugal

Estados Unidos da América - Organização católica e entidade oficial apoiam alimentação de 120 mil crianças na Guiné-Bissau

A Catholic Relief Service, organização não-governamental, baseada nos Estados Unidos, assinou um memorando de entendimento com o Governo da Guiné-Bissau para garantir alimentação a 120 mil crianças do país, anunciou a representação diplomática norte-americana em Bissau

O memorando de entendimento foi assinado no âmbito do projeto cantinas escolares e “vai beneficiar cerca de 120 mil crianças do ensino pré-escolar e escolas primárias até 2023”, refere a representação diplomática norte-americana.

O projeto é financiado pelo departamento de Agricultura dos Estados Unidos no âmbito do programa McGovern Dolle.

Os Estados Unidos dão apoio ao projeto de cantinas escolares na Guiné-Bissau desde 2006.

Em outubro de 2019, o Programa Alimentar Mundial (PAM) assinou com o Governo guineense o plano estratégico para a Guiné-Bissau, que prevê um investimento de 55 milhões de euros para erradicar a fome e má nutrição no país até 2030.

No âmbito do programa cantina escolar, o PAM distribui diariamente uma refeição a 175 249 crianças de 865 escolas da Guiné-Bissau. In “Mundo Português” - Portugal

Cabo Verde – Cidade Velha, 11 anos de Património Mundial

Para assinalar a data, o Instituto do Património Cultural realiza uma “Webinar” para apresentar publicamente a carta arqueológica do sítio berço da nação cabo-verdiana



Completa-se hoje, sexta-feira 26, 11 anos da elevação da Cidade Velha a Património Mundial.

Para assinalar a data, o Instituto do Património Cultural realiza uma “Webinar” para apresentar publicamente a carta arqueológica do sítio berço da nação cabo-verdiana.

De acordo com uma nota de imprensa chegada à nossa redacção, esta carta enquadra-se dentro do Plano de Gestão de Cidade Velha (2019-2022) aprovada pela UNESCO e financiada pelo Governo de Cabo Verde, através do Gabinete do Ensino Superior, Ciências e Tecnologia – GESCT do Ministério da Educação, no quadro do concurso para financiamento de projetos de investigação.

O evento que será on-line através da página do Facebook do IPC está marcado para as 15h e acontece no âmbito das comemorações do 11º aniversário da elevação de Cidade Velha a Património Mundial da UNESCO.

De acordo com o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas este título trouxe ganhos significativos para Cidade Velha, nomeadamente, o aumento das taxas turísticas, aumento dos investimentos de privados no setor, mais projectos públicos entre outros. In “A Nação” – Cabo Verde

Macau – Após 75 dias, novo caso importado de coronavírus confirmado

Macau registou mais um caso importado de coronavírus, informou o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus na última madrugada.

O paciente é um homem, residente de Macau de nacionalidade filipina, que foi diagnosticado esta sexta-feira. O doente, de 57 anos de idade, apanhou o voo CX906 da Cathay Pacific de Manila, Filipinas, para Hong Kong às 10:45 do dia 25 de Junho. Chegou ao aeroporto de Hong Kong e apanhou o barco especial das 14 horas do aeroporto até Macau.

Na altura da entrada, não apresentou sintomas de desconforto ou febre. Porém, o resultado do teste de ácido nucleico acabou por acusar positivo para a covid-19, tendo o homem sido encaminhado para o Centro Hospitalar Conde de São Januário para tratamento em isolamento, acrescenta o comunicado do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus.

Macau estava sem registar novos casos desde 9 de Abril, e desde o dia 19 do mesmo mês que não tinha qualquer caso activo, depois de o último paciente ter recebido alta hospitalar. In “Ponto Final” - Macau