Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sábado, 23 de dezembro de 2017

Cabo Verde – Inauguração de nova unidade de produção de farinha de peixe

Mindelo – A conserveira Frescomar prepara-se para inaugurar, no início de 2018, uma nova unidade de produção de farinha de peixe, destinada à exportação para a União Europeia (UE), num investimento que deve rondar os 2,5 milhões de euros.

Em declarações exclusivas à agência Inforpress, no Mindelo, o adjunto do presidente do conselho de administração da Frescomar e director de qualidade da empresa sediada em São Vicente, Manuel Monteiro, explicou que, apesar de a unidade se encontrar licenciada para funcionar, e com testes avaliados “100 por cento competentes pela autoridade nacional”, a inauguração só deve ocorrer após a obtenção da licença para exportação para a UE.

“Podemos dizer que ainda não inauguramos oficialmente a fábrica porque estamos a aguardar essa licença”, reforçou a mesma fonte pois, sintetizou, os testes já foram efectuados e a unidade funciona “em pleno”.

A fábrica inicialmente foi avaliada para um custo de 1,5 milhões de euros, segundo a mesma fonte, mas o montante deve alcançar os 2,5 milhões de euros devido, explicou, ao cumprimento de “todos os requisitos e normas” a nível internacional.

Para tal, avançou, foi necessário investir principalmente na emissão de gases, “pois há que evitar maus odores na emissão de gases”, e do tratamento de águas residuais e ambientais, e, assim, “garantir a qualidade” para exportar para a União Europeia.

“Hoje, uma fábrica de farinha de peixe suscita mais exigências do que uma fábrica alimentar, pois vai alimentar animais para depois alimentar pessoas”, lembrou Manuel Monteiro, sendo certo, pontificou, que a União Europeia deposita “muita atenção” nesse tipo de fábricas devido, sobretudo, “aos inúmeros problemas” surgidos na decorrência de doenças como vacas loucas e outras.

Com uma capacidade estimada de produção de 50 toneladas/dia, o responsável diz-se consciente, no entanto, de que, por enquanto, não há matéria-prima suficiente para abastecer essa capacidade instalada na nova fábrica.

“Podemos dizer que hoje temos uma fábrica nacional de produção de farinha de peixe com capacidade superior para suportar todo o subproduto gerado quer na Frescomar, como também na Cova de Inglesa e na Nova Plataforma de Frio”, concretizou o responsável pela qualidade da Frescomar, para quem esse “passo antecipado no futuro” é uma forma de “caminhar antevendo os problemas”.

A fábrica, totalmente automatizada, que ocupa uma área total de 11 mil metros quadrados, deve, ainda assim, empregar inicialmente cerca de 40 pessoas e vai “na linha dos compromissos” que a Frescomar assumiu com o Governo de Cabo Verde, desde a assinatura da convenção de estabelecimento da unidade fabril, em 2008.

Nessa altura ficou consagrado que um dos requisitos que a Frescomar tinha que cumprir era tratar os resíduos que iria produzir, ou seja, transformar o subproduto em farinha de peixe, o que “está concretizado”.

Questionado sobre a parceria que a Frescomar vinha mantendo com uma fábrica de ração, também sediada em São Vicente, e que já laborava no mercado, Manuel Monteiro escusou-se a avançar detalhes por, conforme disse, existir actualmente um litígio entre as partes, em resolução em instâncias próprias.

Contudo, avançou que havia “uma exclusividade que foi rompida”, mas que a Frescomar sempre no seu relacionamento com aquela unidade deixou claro que não ia intervir no mercado nacional.

“Estamos em litígio, mas não vamos sufocar o mercado, o nosso mercado principal é o de exportação, é a União Europeia”, concluiu o adjunto do presidente do conselho de administração da Frescomar.

A Frescomar, a maior exportadora do país, é uma sociedade anónima cabo-verdiano-espanhola que obteve certificado de empresa franca em Abril de 1997 para se dedicar à prática de transformação do pescado e sua comercialização, tendo a Europa como principal mercado.

Actualmente, “apesar de 2017 não ter sido tão favorável” à pesca nacional como em outros anos, estão empregados na unidade do Lazareto 1.300 pessoas, ou seja, um aumento de 1.100 para 1.300 empregos este ano. In “Inforpress” – Cabo Verde

Galiza - Eucaliptos e Patrimonio

Nos dias 6,e 7 de dezembro estivemos em Bruxelas. Uma delegação de mais de 20 associações galegas que defendem o Património Cultural e Natural da Galiza. Convidadas por Lidia Senra, de AGE que está inclusa no grupo Parlamentar europeu GUE/NGL, Os Verdes.

A procedência geográfica foi variada. Desde Ortegal ao Minho. Só faltou Ourense, mas a nossa fouce fizemos rebrilar como dizem os versos de Cabanilhas.

Diferentes grupos e diferentes sensibilidades. E uma unanimidade. A defesa do nosso Patrimonio.

A plantação massiva de eucaliptos para ocuparem os nossos montes, os antigos prados e terras de labor,as velhas fragas substituindo carvalheiras e soutos e as beiras dos nossos rios e regatos, destruindo o bosque de ribeira, é uma desfeita da nossa natureza e do nosso património. Porque para além do deterioro ambiental que isso supõe as maquinarias empregadas para os trabalhos de corta e reflorestação são agressivas e nada respeitam: Mámoas, castros, petróglifos, tudo fica arrasado ao passo das pás e escavadoras utilizadas. Pistas florestais abertas por onde convém ao cluster da madeira mudam as escorrentias e favorecem a erosão das ladeiras. Isto tudo diante da passividade da administração galega, perante a que se têm feito inúmeras denuncias por incumprimento da normativa vigente por parte dos madeireiros.

Mais de 300 denuncias leva feito ADEGA e Marinha Património neste ano e poucas foram respostas e quase nenhuma aplicada a legislação.

Isso tudo foi denunciado perante o Parlamento Europeu e esperamos que acabe por ter resposta no sentido a termos um maior respeito pela nossa cultura o nosso ambiente e as nossas Raizes.ADEGA apresentou um informe detalhado da situação incluindo as numerosas denuncias feitas. Eira da Xoana ( Fundação Eira) apresentou um informe sobre o perigo que supõe acossar as nascentes dos rios por massivas plantações de Eucaliptos. Cousa de Raizes apresentou a ILP em defesa dos Montes galegos que irá pronto procurar as vossas assinaturas.

Em particular, reclamamos atenção para o Pedregal de Irimia , nascentes do Rio Minho que está a ficar apagado polas árvores que crescem rapidamente a custo das suas jovens águas. Isso irá por em risco o caudal total deste rio tão emblemático para a Galiza e Portugal e fazer irá desaparecer o Pedregal, para o que reclamamos a Figura de proteccção Categoria de Monumento Natural. Adela Figueroa – Galiza in “Portal Galego da Língua”




Adela Clorinda Figueroa Panisse é de Lugo (Galiza), fazedora de versos, observadora do mundo e cuidadora de amizades. Trabalhadora no ambientalismo e na criatividade da palavra. Foi professora e lutadora pela recuperação da dignidade da Galiza e, ainda, pela solidariedade entre os seres humanos e a sua reconciliação com a terra. Gosta de rir, cantar e de contar contos. Também de escutar histórias, de preferência ternas e de humor.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

3.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa



Estão a decorrer, até ao dia 31 de janeiro de 2018, as candidaturas à 3.ª edição do Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa.

O Prémio Literário UCCLA - Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção (romance, novela e conto) e da poesia, em língua portuguesa, por novos talentos escritores.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da UCCLA, Editora A Bela e o Monstro e Movimento 2014, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

A participação na presente edição deverá ser feita até às 24:00h do dia 31/01/2018, por correio eletrónico, para o endereço:
premioucclaterceiraedicao@gmail.com

São admitidas candidaturas de concorrentes que sejam pessoas singulares, de qualquer nacionalidade, fluentes na língua portuguesa, com idade não inferior a 16 anos. No caso dos menores de 18 anos, a atribuição de prémios ficará sujeita à entrega de declaração de aceitação pelos respetivos titulares do poder paternal.


Constituição do Júri:

António Carlos Secchin, Brasil
Germano de Almeida, Cabo Verde
Inocência Mata, São Tomé e Príncipe
Isabel Pires de Lima, Portugal
José Luís Mendonça, Angola
José Pires Laranjeira, Portugal
Biblioteca Nacional do Brasil
Rui Lourido, representante da UCCLA
João Pinto de Sousa, representante da Editora A Bela e o Monstro

Guiné-Bissau – Selecção nacional sobe na classificação FIFA

Bissau - A selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau posicionou-se em 86º lugar no “ranking” da FIFA, subindo dois lugares, segundo os dados divulgados, que continua a ser liderado pela Alemanha, e não registou alterações nos primeiros 35 lugares.

A Alemanha, campeã mundial em título, continua a liderar, seguida do Brasil, que ocupa o segundo posto, de Portugal, terceiro, da Argentina, quarta, e da Bélgica, quinta.

A Espanha, adversária de Portugal na fase de grupos do Mundial2018, ocupa a sexta posição, seguida das seleções da Polónia, Suíça, França e Chile, que completam o 'top-10'.

O Irão, treinado pelo português Carlos Queiroz e também adversário de Portugal na fase de grupos do Mundial 2018, mantém o 34.º posto, enquanto o Burkina Faso, cujo selecionador é o português Paulo Duarte, continua no 44.º.

A seleção de Marrocos, que completa o Grupo B do Mundial Rússia2018, mantém a posição 40 da tabela, na qual Cabo Verde, que subiu do 68.º para o 67.º posto, continua a ser o melhor dos países de expressão portuguesa, depois do Brasil.

- “Ranking” da FIFA em 21 de dezembro:

1. (1) Alemanha, 1.602 pontos.
2. (2) Brasil, 1.483.
3. (3) Portugal, 1.358.
4. (4) Argentina, 1.348.
5. (5) Bélgica, 1.325.
6. (6) Espanha, 1.231.
7. (7) Polónia, 1.209.
8. (8) Suíça, 1.190.
9. (9) França, 1.183.
10. (10) Chile, 1.162.
(...)
32. (32) Irão, 798.
44. (44) Burkina Faso, 705.
67. (68) Cabo Verde, 530.
86. (88) Guiné-Bissau, 403.
110. (110) Moçambique, 304.
141. (141) Angola, 201.
146. (145) Guiné Equatorial, 187.
178. (177) São Tomé e Príncipe, 94.
185. (182) Macau, 65.
191. (196) Timor-Leste, 32.

Agência de Notícias da Guiné – Guiné-Bissau com “Lusa”

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Brasil - Por um consenso federativo

SÃO PAULO – O atual sistema tributário nacional, considerado obsoleto, complexo e burocrático, é obstáculo ao desenvolvimento do País. Afinal, obriga o empresariado a mobilizar capital de giro sem qualquer remuneração, além de onerar o custo de produção dos produtos industrializados, reduzindo a sua competitividade e até mesmo inviabilizando a sua exportação.

Por outro lado, na importação, faz com que os insumos demorem muito tempo na aduana, tamanhas são as exigências que fogem à luz da razão neste mundo informatizado, obrigando as indústrias a reduzir e até paralisar suas linhas de produção. Para piorar, é um sistema tão esdrúxulo que acaba por estimular a exportação de matérias-primas, que saem do País sem agregação de valor e sem gerar empregos.

Uma das facetas trágicas desse sistema é a chamada guerra fiscal que, nas últimas décadas, se tem contribuído para o desenvolvimento de alguns Estados, por outro lado, tem deixado os governos estaduais à mercê de um leilão de ofertas para a concessão de benefícios fiscais. Com isso, muitas empresas obtiveram benefícios além da conta, aumentando os custos para todos os Estados.

O Senado vem discutindo há anos uma legislação que prevê a regularização dos benefícios fiscais com base no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas até agora o que se viu foram propostas de remendos que, com certeza, não produzirão os efeitos necessários e que, a longo prazo, contribuirão para tumultuar ainda mais a questão tributária. Aparentemente, os senadores já deixaram de lado a proposta que previa redução gradual dos incentivos até a sua extinção completa, optando-se pela manutenção até o fim do prazo de 15 anos. Assim, fica aberto o caminho para novas distorções.

O que se espera é que, em vez desses acordos, haja um consenso federativo sobre a necessidade de se adotar uma política que impeça a prorrogação dos incentivos e de todos os mecanismos que permitem a perpetuação da atual guerra fiscal, o que passa pelo fortalecimento do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que hoje está engessado, pois suas decisões dependem da unanimidade de seus membros.

Aguarda-se ainda que haja consenso quanto a um novo modelo que venha a desonerar o produto exportado, livrando-o de impostos, taxas, contribuições e outros gravames, que contribuem para inviabilizar o seu preço no mercado externo. Com isso, seriam eliminados problemas que advém de compensações, acúmulo de créditos ou de ressarcimento aos exportadores.  Mas, se a nova legislação constituir apenas um rol de ações paliativas e provisórias, por certo, o Brasil continuará refém do seu passado de exportador de matérias-primas. Milton Lourenço - Brasil


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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br

Macau – Ensino superior divulgado na Indonésia e Malásia



O Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES) organizou uma delegação de sete instituições de ensino superior locais para participar na 14ª edição da exposição da educação “Estudar na China”, que contou com o apoio do “Chinese Service Center for Scholarly Exchange”.

Na mostra, Macau fez-se representar por um “stand” onde foi exposta a situação actual do ensino superior, distribuindo folhetos de admissão de estudantes, entre outras actividades. O GAES espera, através desta exposição, “promover amplamente o ensino superior de Macau, acelerar o processo de internacionalização das instituições do ensino superior e aumentar a influência internacional das instituições de Macau”, refere o organismo.

Nesse contexto, pretende-se “atrair mais estudantes do exterior a aceitar o ensino superior em Macau”.

A delegação participou ainda numa sessão de intercâmbio das instituições do ensino superior da China e da Indonésia onde apresentou o “prosseguimento de estudos e do desenvolvimento do ensino superior”, e visitou a Universidade de Tarumanagara.

No mesmo périplo, a delegação rumou depois até Kuala Lumpur, na Malásia, para uma sessão de partilha sobre a situação geral das suas instituições, características dos cursos, áreas profissionais, propinas e as bolsas, entre outros.

A comitiva integrou representantes da Universidade de Macau, Instituto Politécnico, Instituto de Formação Turística, Universidade de Ciência e Tecnologia, Universidade da Cidade de Macau, Universidade de São José e Instituto de Enfermagem Kiang Wu. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

Moçambique - Gurué: Mulheres empresárias e Gapi criam agro-indústrias e empregos rurais

Duas dezenas de mulheres no distrito de Gurué, província da Zambézia, estão a ser financiadas pela Gapi-SI (Instituição Financeira de Desenvolvimento) para estabelecerem pequenas agro-indústrias capazes de processar a produção dos agricultores locais. Num primeiro pacote já foram disponibilizados meios financeiros para a aquisição de oito debulhadoras num montante total de 3.2 milhões de Meticais. As restantes empresárias do mesmo grupo irão também assinar brevemente os seus contratos de financiamento com a Gapi para poderem adquirir equipamento similar.

As empresárias que acederam a este financiamento realizaram uma comparticipação demonstrando o seu compromisso no negócio. No acto de entrega das primeiras oito debulhadoras, às empresárias, vários representantes das autoridades locais saudaram esta iniciativa da Gapi pelo seu impacto na geração de empregos nas localidades rurais onde os mesmos vão operar.

A disponibilização de financiamentos a estas empresárias insere-se num programa de fomento do sector privado rural que está a ser promovido em parceria com a organização não governamental americana, TechnoServe e a AGRA (Alliance for a Green Revolution in Africa). A Gapi definiu a promoção da agro-indústria em zonas rurais como uma das suas áreas estratégicas para promover empresariado nacional e incentivá-lo a investir em sectores que contribuam para a segurança alimentar.

O equipamento já financiado a estas mulheres empresárias vai permitir que na presente campanha agrícola (2017/18) cada mulher processe a produção de outros agricultores, em cerca de 1200 sacos (60 toneladas) o que equivale a um rendimento bruto acima de MZN 100 mil Meticais. A Gapi e a Technoserve ajudaram estas empresárias a preparar os respectivos planos de negócios para assegurar a sustentabilidade dos seus investimentos. Este plano prevê que por cada saco de 50 kg de produto processado seja cobrado um valor de 85 meticais.

“Agora vamos conseguir ganhar mais algum dinheiro com o processamento da soja, milho e feijão. Vamos conseguir ajudar a sustentar a nossa família e ajudar as nossas crianças a conseguirem estudar. Reconhecemos a Gapi por nos ajudar a fazer mais e melhores negócios.” – disse Amélia Bitone, a representante do grupo de mulheres.

Através dos seus serviços de Capacitação e Consultoria Empresarial (CCE), a Gapi tem providenciado formações em Gestão Básica de Negócios, dotando estas mulheres de conhecimentos como o registo e controle da produção, receitas e despesas, permitindo assim um domínio maior da sustentabilidade dos seus negócios. A Technoserve tem aportado conhecimento especializado na melhoria da produção agrícola e estruturação das cadeias de valor relevantes para o sucesso dos negócios de pequena e média escala. O programa de melhoria de sementes de culturas como a soja tem contribuído para que alguns agricultores melhorem significativamente os seus rendimentos e evoluam de agricultores familiares para agricultores comerciais.

Os financiamentos da Gapi a estas mulheres foram promovidos por uma outra mulher, que é gerente da Gapi em Quelimane, Nilza Francisco. A gerente da Gapi revelou que o financiamento a estas duas dezenas de empresárias é apenas a primeira fase de um programa mais amplo da Gapi para o fomento do agro-negócio naquela região. “Nesta primeira fase demos prioridade a localidades como Ruace, Magige e Lioma, onde a produção agrícola teve de facto um crescimento quantitativo e qualitativo”.

“Estamos a preparar a extensão destes serviços de formação e financiamento a mais outras duas dezenas de operadores nestas regiões agrícolas. A Gapi está empenhada em criar empresários nacionais que connosco investem nestas zonas rurais do país e aí criam empregos, sobretudo para jovens” – concluiu a gerente Nilza. In “Gapi” - Moçambique