Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Angola - Professores angolanos aplaudem novo calendário escolar de setembro a julho

O Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) de Angola congratulou-se com o novo calendário escolar do país, que no ensino geral e subsetor do ensino universitário irá de setembro a julho, considerando que se tomou “uma boa decisão”



O novo calendário escolar de Angola, que será adotado já a partir do próximo ano letivo, foi aprovado, na quarta-feira, durante a nona reunião do Conselho de ministros orientada pelo Presidente angolano, João Lourenço.

“Subscrevemos o novo calendário escolar aprovado ontem [quarta-feira] em Conselho de Ministros, aliás o Sinprof vem manifestando isso desde maio passado em documentos apresentados ao Ministério da Educação e ao Presidente da República”, disse em declarações à Lusa, o presidente do sindicato dos professores, Guilherme Silva.

Segundo o dirigente sindical, Angola passou para o calendário da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral) em 1999 com o objetivo da integração regional e da circulação dos docentes e discentes.

“Mas não temos tido ganhos nessa circulação regional e até temos constatado que essa integração tem sido incipiente, mesmo do ponto de vista económico, sobretudo porque grande parte dos nossos estudantes bolseiros estão mais no hemisfério norte”, observou.

Para Guilherme Silva, o novo calendário escolar do país, que considera uma “decisão acertada embora tardia”, vai contribuir para que os alunos não sejam penalizados durante a época chuvosa ou mesmo o período de cacimbo (estação seca, entre 15 de maio e 15 de agosto).

Assim sendo, prosseguiu, “é bem-vinda a decisão de o calendário escolar começar em setembro e terminar em junho e julho, portanto subscrevemos e vínhamos defendendo isso mesmo”.

O responsável salientou ainda: “Os decisores do país têm sabido ouvir as mais diversas franjas da sociedade no sentido de contribuirmos todos para o bem do país”.

As aulas no ensino geral e subsetor do ensino universitário, suspensas desde março passado devido à covid-19, retomam, gradualmente, a partir da próxima segunda-feira, 05 de outubro.

A medida de desconfinamento enquadra-se no período de situação de calamidade pública que Angola vive desde 26 de maio passado.

O Calendário Escolar Quadro aprovado na quarta-feira deve vigorar em todas as instituições de ensino públicas, público-privadas e privadas com a finalidade de fixar o período letivo, preparar o ano letivo, determinar os momentos solenes, atividades escolares, letivas, de avaliação e os períodos de interrupções e férias. In “Angola 24 Horas” – Angola com “Lusa”

Angola - Estão em curso os trabalhos de implementação do Plano Operacional de Estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPP) até dezembro de 2021

Para o setor dos transportes, as autoridades angolanas destacam 10 potenciais projetos, entre os quais a construção de metro de superfície de Luanda, a ligação ferroviária entre Angola e Zâmbia pelo Caminho de Ferro de Benguela -- extensão do corredor centro, ligação ferroviária do Caminho de Ferro de Luanda à fronteira com a República Democrática do Congo para conectar Katanga--corredor norte, e a ligação ferroviária do Caminho de Ferro de Moçâmedes, Namíbia e Victoria Falls



Segundo o Ministério da Economia e Planeamento (MEP), o plano, que compreende uma lista indicativa de 41 potenciais projetos de investimento a serem estruturados na modalidade de parceria público-privada, estabelece as fases de preparação, negociação e lançamento do procedimento de estabelecimento de PPP.

O plano, aprovado esta semana na nona sessão da comissão económica do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente angolano, João Lourenço, apresenta também um cronograma da sua estruturação.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, o MEP referiu que o arranque dos trabalhos para a implementação destas PPP decorre com os demais departamentos ministeriais.

Entre os 41 potenciais projetos, estão vários do setor das obras públicas e ordenamento do território com as autoridades a assinalarem a construção da nova ponte sobre o Rio Kwanza, a conclusão da construção e gestão da centralidade de Saurimo e a construção de uma autoestrada no corredor norte-sul.

Para o setor dos transportes, as autoridades angolanas destacam 10 potenciais projetos, entre os quais a construção de metro de superfície de Luanda, a ligação ferroviária entre Angola e Zâmbia pelo Caminho de Ferro de Benguela -- extensão do corredor centro, ligação ferroviária do Caminho de Ferro de Luanda à fronteira com a República Democrática do Congo para conectar Katanga--corredor norte, e a ligação ferroviária do Caminho de Ferro de Moçâmedes, Namíbia e Victoria Falls.

No domínio da energia e águas, o plano inscreve vários projetos com realce para a construção e exploração da central do ciclo combinado do Soyo II e a gestão dos serviços de abastecimento de água e saneamento de Cabinda.

A construção e exploração da unidade de valorização de resíduos sólidos dos Mulenvos, Luanda, construção e exploração da unidade do polo de desenvolvimento turístico de Cabo Ledo e a exploração da unidade do polo de desenvolvimento turístico de Okavango estão entre os sete projetos de relevo do setor do turismo.

Em relação à construção e exploração da unidade de valorização de resíduos sólidos dos Mulenvos, o MEP sublinhou que a gestão e exploração não serão apenas para o depósito de lixo, "mas também para uma gestão virada para a reciclagem".

O setor da ação social, família e promoção da mulher inscreve igualmente vários projetos de investimento a serem estruturados na modalidade PPP com realce para a reabilitação e exploração do aldeamento agroindustrial do Chinguar e reabilitação e exploração do aldeamento agroindustrial de Quicabo.

Um centro de estágio desportivo na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo consta da lista de projetos para o setor da juventude e desportos, nomeadamente a sua reestruturação, apetrechamento e gestão. In “Angola 24 Horas” – Angola com “Lusa”

Timor-Leste - PFMO certifica mais de 60 formandos em língua portuguesa para fins específicos

 


Díli - O projeto PFMO-Componente 2 “OSAN POVU NIAN, JERE HO DI’AK certificou no passado dia 30, em língua portuguesa para fins específicos, mais de 60 formandos de nove organizações da sociedade civil, e fez-se a apresentação do “Manual de Português para Fins Específicos – Auditoria Social A2”, na sede do FONGTIL, em Caicoli, Díli.

O PFMO – C2 OSAN POVU NIAN, JERE HO DI’AK é um projeto cofinanciado pela União Europeia ao abrigo do 11º FED, no valor de 12 milhões de euros e pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa, no valor de 600 mil euros e tem por objetivo reforçar o planeamento, a gestão, a auditoria, a monitorização, a responsabilização e a supervisão do uso das finanças públicas em Timor-Leste, para uma melhor prestação de serviços públicos.

A cerimónia de “Apresentação do Manual de Português para Fins Específicos – Auditoria Social A2 e Entrega de Certificados” contou com a presença do Embaixador de Portugal, José Pedro Machado Vieira, do Embaixador da União Europeia, Andrew Jacobs, da Adida para a Cooperação da Embaixada de Portugal, Cristina Faustino, da Representante do Diretor Executivo da FONGTIL, Elisabeth Lino de Araújo, do Representante do Serviço do Ordenador Nacional, Francisco Mendonça, do Coordenador Adjunto do projeto OSAN POVU NIAN, JERE HO DI’AK, Horácio Henriques, do Coordenador Científico Pedagógico da Equipa de Língua Portuguesa do OSAN POVU NIAN, JERE HO DI’AK, Manuel Oliveira, da formadora do curso de Língua Portuguesa para Fins Específicos à Sociedade Civil, Carla Ferreira, dos dirigentes das organizações da Sociedade Civil, entre outros convidados.

Na sua intervenção, o Embaixador da União Europeia afirmou que “o ensino da Língua Portuguesa no âmbito deste programa, visa disponibilizar ferramentas específicas de comunicação e aprendizagem nas áreas da auditoria social, nomeadamente o papel da sociedade civil no acompanhamento e fiscalização das finanças públicas, de forma a garantir a utilização de recursos públicos de forma eficaz, eficiente e que os orçamentos reflitam as necessidades e prioridades dos cidadãos.” E acrescentou que “Osan Povu Nian é um dos programas mais importantes da União Europeia em TimorLeste. Não só ao nível do valor financeiro do apoio, mas porque a boa gestão das Finanças Públicas é importante para o desenvolvimento sustentável da economia timorense.”

Para além da entrega de certificados, foi apresentado pelo Coordenador Científico Pedagógico, o Professor Manuel Oliveira, o primeiro de 3 manuais de português para fins específicos, Auditoria Social A2. E no sentido de apelar ao uso dos mesmos, o Embaixador de Portugal expressou “votos que estes manuais sirvam não apenas como apoio à formação, mas também no futuro como guias práticos para serem consultados regularmente, contribuindo assim para reforçar os conhecimentos, a confiança e a motivação para o desenvolvimento profissional e pessoal dos formandos. E que “os parceiros possam apropriar-se deste manual para o desenvolvimento do seu papel na complexa arquitetura das finanças públicas.”

Na revisão científica e pedagógica destes manuais e de todos os materiais produzidos no âmbito desta atividade, o PFMO tem contado ainda com o apoio da professora Susete Albino do PFMO e da Direção dos Serviços de Língua do Camões I.P. In “Tatoli” – Timor-Leste

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Portugal - Alunos estão a perder hábitos de leitura

Os alunos do 3.º ciclo e ensino secundário leem cada vez menos, segundo um estudo do Plano Nacional de Leitura e do ISCTE divulgado hoje e que aponta para a influência da família nos hábitos de leitura



Os primeiros resultados do estudo “Práticas de Leitura dos Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário”, do Plano Nacional de Leitura 2017-2027 (PNL2027) e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-ISCTE) foram hoje apresentados no ISCTE, em Lisboa, e revelam um decréscimo nos hábitos de leitura dos jovens.

Em 2019, a maioria dos 7469 alunos inquiridos admitiu ter lido menos de três livros por prazer nos 12 meses anteriores ao inquérito e, entre o 3.º ciclo e o secundário, cerca de 21,8% dos jovens disse não ter lido nenhum livro durante o mesmo período, mais do que em 2007, quando apenas 11,9% deu a mesma resposta.

Esta tendência verifica-se nos dois níveis de ensino, mas é no secundário que se regista uma diferença maior entre os dois períodos com a percentagem de alunos que não leram qualquer livro por lazer a passar dos 11,3% para os 26,2%.

“Regista-se uma diminuição do número de livros lidos à medida que cresce a idade e esta diminuição no ensino secundário pode estar relacionada com a exigência do ensino e a concentração nas leituras escolarmente mais produtivas”, explicou um dos investigadores, João Trocado da Mata, durante a apresentação.

Há ainda uma diferença contextual entre 2007 e 2019 que, segundo o investigador, poderá ajudar a explicar estes resultados: o alargamento da escolaridade obrigatória até 12.º ano, que resultou numa maior heterogeneidade no ensino secundário, que deixou de ser “uma espécie de filtro”.

Os primeiros resultados do estudo apontam ainda para uma relação entre os hábitos de leitura dos alunos e o contexto familiar e, mais do que a escolaridade dos pais, é a relação das próprias famílias com a leitura que parece exercer maior influência.

Quanto mais forte é a relação da família com a leitura, mais livros os jovens dizem ter lido. Mas este é um fator que se relaciona também com a forma como os alunos utilizam a biblioteca escolar.

Segundo os dados referentes a 2019, a grande maioria dos estudantes utilizava a biblioteca para preparar trabalhos ou para aceder à internet, e apenas 16,1% para levar livros para casa.

No entanto, são os alunos que têm mais livros em casa aqueles que mais requisitam na biblioteca.

“Isto permite-nos pensar sobre um problema que tem a ver com o distanciamento (dos alunos em relação à leitura) e que as bibliotecas não estão a resolver”, sublinhou João Trocado da Mata, considerando que este poderá ser um segmento objeto de intervenção prioritária das políticas públicas.

A influência das famílias pode também ajudar a explicar o enfraquecimento dos hábitos de leitura, uma vez que mais de metade dos alunos (57%) diz que a família tem uma relação distante com a família e a percentagem de estudantes com menos de 20 livros em casa quase duplicou entre 2007 e 2019, passando dos 14,5% para os 27,3%.

Esta situação, consideram os investigadores, aumenta a complexidade do desafio colocado às escolas, exigindo o reforço de investimento na promoção de práticas de leitura, não só dos jovens e de adultos.

Também o secretário de Estado Adjunto e da Educação, que esteve presente na apresentação, destacou a necessidade de promover a leitura que não se esgotem no contexto escolar, mas cheguem também às famílias.

“Precisamos muito de uma incidência em planos de literacia familiar. Se há tanto que de depende da família, vamos também tentar chegar ao contexto familiar”, disse João Costa.

O secretário de Estado sublinhou ainda a importância do estudo, considerando que não só é importante que se continuem a desenvolver, como devem ser regulares, permitindo “saber, acompanhar e agir em função dos dados que são revelados”.

Os dados hoje divulgados fazem parte dos primeiros resultados do estudo “Práticas de Leitura dos Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário”, que analisa as práticas de leitura dos alunos do 1.º ciclo ao ensino secundário.

Os primeiros resultados referem-se apenas o 3.º ciclo e secundário, porque a pandemia da covid-19 obrigou à interrupção dos trabalhos de terreno no 1.º e 2.º ciclos. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo

Cabo Verde - São Vicente vai ter parque solar de 5 mega watts

Mindelo – O parque solar de São Vicente, de 5 mega watts, a construir em Salamansa, tem já “várias empresas interessadas” e até o final do ano, aquelas que manifestaram interesse e já foram seleccionadas, vão apresentar propostas para selecção.

A afirmação é do ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, no decorrer de uma visita a um conjunto de empresas de São Vicente, com a componente energias renováveis e a preparação das indústrias em relação ao futuro pós-covid-19 em cima da mesa.

Alexandre Monteiro considerou que o futuro parque solar de São Vicente vai ser uma infra-estrutura “importante”, não só para São Vicente como para Cabo Verde, pois vai ajudar o País a alcançar “a máxima penetração de energias renováveis possível”.

O ministro lembrou que São Vicente já tem, hoje, uma taxa de mais de 30% de energia renovável produzida, nomeadamente eólica, mas que no futuro espera-se uma contribuição mais elevada e, desta forma, contribuir para o País alcançar os 50%, que é a ambição para 2030.

Das visitas que realizou hoje a empresas como a têxtil Verde Veste, a conserveira Frescomar e a Sociave (abate de aves), o titular das pastas da Indústria, Comércio e Energia disse ter constatado apostas em novos mercados, o que é “muito importante”, nomeadamente o mercado africano.

“Mas também apostas na eficiência energética, sobretudo na utilização de energias renováveis, que não só permitem energia mais barata, como energia saudável para o ambiente, e ainda apostas na digitalização”, concretizou.

O ministro manifestou, por isso, satisfação porque se trata de eixos que contribuem para aquilo que o Governo ambiciona para o futuro, que é ter as indústrias integradas nas cadeias de valor a nível regional e global, ou seja, precisou, indústrias “competitivas e inovadoras” e que contribuam para um “crescimento sustentável” do País.

Alexandre Monteiro exemplificou com a empresa Frescomar, que “já avançou” com investimentos na área solar com eficiência energética, numa empresa em que, continuou, a energia representa cerca de 30 por cento (%) do custo, pelo que a aposta na eficiência energética é um “elemento essencial” para a sua competitividade.

Da mesma forma, sublinhou, a empresa de conserva de pescado busca, por outro lado, a diversificação do mercado e aposta no mercado da CEDEAO, que já se encontra no processo de acreditação.

Por outro lado, a mesma fonte avançou que há um conjunto de processos em curso e que o compromisso do Governo vai no sentido de trabalhar com empresas e associações empresariais para melhorar a capacidade do País de penetração nesses mercados.

“Não só a parte institucional, como também ver as questões logísticas, que são importantes para a sua operacionalização”, sintetizou o ministro da Indústria, Comércio e Energia. In “Inforpress” – Cabo Verde

Cabo Verde - Disponível para partilhar suas políticas de direitos de autor com países da sub-região

Cidade da Praia – Cabo Verde está disponível para partilhar as suas políticas de direitos de autor com os países da sub-região e do continente africano e criar um vasto programa de sensibilização e literacia para o respeito das mesmas.

A garantia foi dada pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, no final de um debate sobre resiliência dos artistas e criadores (ResiliArt) e o impacto da pandemia covid-19 nas indústrias criativas e culturais, promovido pela Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (CISAC) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

“O convite foi feito pela CISAC e pela directora da UNESCO no sentido de Cabo Verde mostrar a um conjunto de ‘players’ a nível africano as boas práticas que temos estado a implementar”, referiu o governante, que considerou que o desafio do arquipélago é fazer com que as suas políticas sejam também implementadas por outros países da sub-região e do continente africano.

Abraão Vicente assegurou que Cabo Verde está disponível para continuar a liderar esse processo, ter mais conhecimento e criar um vasto programa de sensibilização e literacia para o respeito dos direitos dos autores.

Não ocasião, lembrou que Cabo Verde foi o único país convidado para participar porque nos últimos anos tem estado a liderar aquilo que são as reformas nacionais no sentido dos artistas cobrarem os seus direitos de autor tanto a nível nacional como internacional.

“A nível nacional, vamos fazer ainda um trabalho de base para que, quem usa os direitos dos autores perceba que tem que ser obrigatório o pagamento. Estamos a falar das rádios, televisões, dos concertos de todos os ambientes onde se usam os direitos do autor”, mencionou.

Por outro lado, Cabo Verde tem estado a fazer ainda um trabalho mais alargado junto das gigantes tecnologias como a Google, Youtube, Facebook e Instagram onde os direitos dos autores não são pagos.

Segundo o governante, os artistas cabo-verdianos basicamente usam essas plataformas para terem visibilidade para chegarem ao seu público, mas poucas das vezes acabam por receber o justo retributo dos seus trabalhos, fazendo com que Cabo Verde perca em impostos e o ministério e o sector da cultura percam capacidade de continuar a financiar.

O ministro disse esperar que 2021 seja o ano da retoma económica, mas reconheceu que vai ser também “um ano super difícil” para Cabo Verde.

“Este é um momento de incerteza e temos de avaliar, porque estamos em risco de ter mais um ano em que os eventos culturais de grande dimensão não serão autorizados, em que os artistas não terão palco para agir. Vamos fazer todos os possíveis para apoiar os artistas a 100 por cento, mais é preciso rever, repensar e redesenhar o sector para os próximos anos., sublinhou.

O debate ‘online’, reuniu criadores, decisores políticos e toda a comunidade criativa com o intuito de concentrar em estratégias e soluções para o sector criativo africano em resposta à crise da covid-19. In “Inforpress” – Cabo Verde


Macau – Cartões de consumo fazem movimentar a actividade económica do território

 


Dois meses depois desde o início da segunda fase de utilização do cartão de consumo, já foram feitas 22,52 milhões de transacções, num montante total de cerca de dois mil milhões de patacas, o que se traduz em 60% do montante total concedido.

A maior fatia diz respeito ao sector da restauração, com cerca de 25,6% do valor total das transações. Na vertente do comércio a retalho, ganham os supermercados (20,1%). Seguem-se os produtos de medicina e de ‘ginseng ervas’ (6,9%), carnes de aves e vegetais dos vendedores de mercados (5,8%), produtos electrónicos e electrodomésticos (5,7%) e vestuário e acessórios e artigos de couro (5,5%), indicaram a Direcção dos Serviços de Economia e a Autoridade Monetária.

Até 27 de Setembro, mais de 619 mil de cartões de consumo foram carregados, ocupando 99% (624 mil) do subsídio levantado na 1ª fase. “Em conjugação com os 29 mil novos cartões levantados, mais de 640 mil residentes já levantaram o subsídio de consumo da 2ª fase, e o número de residentes beneficiados ultrapassou o da 1ª fase”.   In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau