São
Filipe – A institucionalização do prémio literário Pedro Cardoso, além de
homenagear esta personalidade, visa incentivar e promover a escrita literária
em língua cabo-verdiana na vertente da ilha do Fogo, disse Nuías Silva no acto
do lançamento do prémio.
“Enquanto
promotora, a Câmara Municipal espera, também com esta iniciativa cultural e
cívica descobrir novos valores literários, tanto no Fogo, em todo o arquipélago
como na diáspora”, referiu o presidente da câmara de São Filipe, assegurando
que o prémio é anual e com abrangência nacional.
As
inscrições para o prémio decorrem até 16 de Abril, sendo que os trabalhos
concorrentes nos géneros da poesia e do ensaio vão ser apreciados por um júri
entre 23 de Abril e 23 de Junho, já que o mesmo será entregue a 12 de Julho,
dia da celebração do centenário da cidade.
Depois
de fazer referência à personalidade do patrono do prémio, Pedro Monteiro
Cardoso, como poeta e ensaísta, professor e jornalista, o presidente da câmara
salientou que o programa comemorativo do centenário terá de incluir a dimensão
pedagógica e cívica, interpelando não só ao reconhecimento das personagens
centrais da cidade como ao conhecimento das novas gerações no impulso da
requalificação da identidade colectiva.
“O
centenário estará atento à sua obrigação de quem somos e de onde viemos para
que, mais do que um evento, mas um marco histórico determinante, nos permita
gizar para onde vamos e como vamos na construção de São Filipe”, destacou.
Ainda
no quadro da comemoração do centenário mais dois prémios serão criados,
nomeadamente o prémio literário Dr. Henrique Teixeira de Sousa, orientado para
o romance e o ensaio científico, e o prémio B. Léza, se possível, em parceria
com a autarquia de São Vicente e o alto patrocínio da Presidência da República.
Igualmente,
a câmara está a equacionar a questão ligada à “casa-museu” Pedro Monteiro
Cardoso, assim como a realização de uma extensão do Festival de Literatura –
Mundo do Sal, que traz anualmente escritores internacionais para a ilha do Sal.
In “Inforpress” – Cabo Verde
Quinta-feira,
27 de janeiro de 2022. O sol castiga a cidade com tamanho calor. Recebo um
recado pelo Whatsapp do padre Arménio Rodrigues, do programa “Caravela
do Fado” (Rádio 9 de Julho). Ele me informa sobre o falecimento da fadista
Terezinha Alves.
Rapidamente
entrei nas redes sociais para saber mais detalhes. Soube, então, que ela havia
nos deixado um dia antes. Fiquei muito triste!
Tenho
profundo carinho, admiração e gratidão à Teresinha, pois quando comecei a
pesquisar sobre as memórias do fado e seus artistas no Brasil, ela foi a pessoa
que mais me auxiliou com informações e materiais de pesquisa. Tive a
oportunidade de consultar seu rico acervo de fotografias e discos.
Foi
ela quem me apresentou a outros artistas. Quando tinha qualquer dúvida sobre o
tema, ligava para a Terezinha e prontamente me atendia. Que memória fabulosa!
Estive
várias vezes em seu apartamento nas Perdizes. Sempre fui recebida com muito
carinho pela fadista e seu marido, José Luiz Marcondes. Terezinha estava sempre
arrumada, cabelo arranjado, era vaidosa. Ficávamos horas conversando e ouvindo
fados. Ela cantarolava e fazia comentários sobre as gravações. Contava histórias
engraçadíssimas acontecidas em shows e no restaurante Adega Lisboa Antiga, do
qual foi coproprietária e atração artística. No final, servia um delicioso
cafezinho com bolo.
Os
fadistas Adélia Pedrosa e Sebastião Manuel estavam sempre em suas conversas.
Foram amigos do peito!
Eu
estudava em uma universidade na Barra Funda, próxima ao apartamento da
Terezinha na Av. Francisco Matarazzo. Uma vez telefonei para avisar que
deixaria uns cds na portaria do seu prédio. Ela me disse que não, eu precisava
subir nem que fosse cinco minutinhos, ela precisava me mostrar algo que tinha
encontrado: um caderno de autógrafos.
Foi presente de um amigo. Terezinha, em uma das viagens que fez a Portugal,
conseguiu as dedicatórias de dois dos seus artistas portugueses preferidos,
Amália Rodrigues e Raul Solnado. Ela tinha muito orgulho daquele caderninho e
confessou que nunca mais pegou outros autógrafos. Guardava-o como um tesouro!
Quando
iniciou sua carreira artística, no final da década de 1950, com a ajuda dos
fadistas e radialistas, Manoel Monteiro e Irene Coelho, conheceu muitos
artistas portugueses da velha guarda, e teve contato com a nova geração. Essa
fase intermediária fez com que Terezinha se tornasse um elo entre o passado e o
futuro.
Lembro-me
que no seu acervo fotográfico guardava centenas de fotografias de carreira, de
colegas (todas autografadas), do restaurante Adega Lisboa Antiga, das suas
atuações e visitas às Casas de Fado em Lisboa – ao lado de grandes
personalidades… Precisei de muito tempo para assimilar tamanho volume de
informações.
Uma
curiosidade é que ela também apreciava a música popular brasileira, sendo fã de
Elizeth Cardoso e Nelson Gonçalves. Terezinha gravou um compacto com dois
sambas nos anos 1960. Um deles é “Portuguesa no Samba”, escrito especialmente
para a fadista. A gravação é ótima.
Por
volta de 2011, percebi que Terezinha tinha alguns lapsos de memória quando
conversávamos, ela comentou comigo que achava estar com mal de Alzheimer.
Respondi que não, deveria ser algo pontual. Infelizmente, ela tinha razão. Em
seguida, recebeu o diagnóstico médico.
Foi
bem no período em que tive a chance de lançar meu primeiro livro, a biografia
da Irene Coelho, madrinha artística de Terezinha Alves.
A
artista estando impossibilitada de se apresentar, retirou-se.
Pude
homenageá-la através da literatura em três obras de minha autoria: “O Fado no
Brasil” (2013), “O Fado nas noites paulistanas” e “O Fado que cantei e outras
canções”, ambos de 2015.
Depois,
voltei a revê-la em outras duas ou três ocasiões. Uma delas ocorreu em meados
de 2014, no Clube Português, quando Adélia Pedrosa, Humberto Fernandes e Bomfim
apresentaram-se no projeto “Domingo no Clube”. Terezinha foi prestigiar a
amiga-irmã, acompanhada pelo seu dedicado esposo.
Terezinha
partiu no dia 26 de janeiro, aos 83 anos. O sepultamento ocorreu no Cemitério
do Tremembé, em São Paulo.
Deixará
saudades para os familiares, amigos e fãs.
Seu
nome está marcado em nossos corações e memórias, na história do Fado e nos
registros discográficos que nos legou. Thais Matarazzo – Brasil in “Mundo
Lusíada”
Thais Matarazzo -Escritora e autora de “O Fado nas Noites Paulistanas…”
(2015), Editora Matarazzo
A Oxalá Editora, com sede na Alemanha e vocacionada para
a publicação de obras de autores lusófonos residentes fora de Portugal, está a
convidar autores para integrarem a IV Antologia de Poetas Lusófonos na Diáspora
a ser publicada na primavera de 2022
A
III edição da antologia lançada em 2020 reuniu mais vinte e cinco poetas
residentes na Europa, Canadá, Brasil, EUA, etc.
“Esta
iniciativa editorial veio contribuir para a descoberta de excelentes poetas nas
comunidades de língua portuguesa residentes no estrangeiro”, diz Mário dos
Santos, editor e responsável pela Oxalá Editora, com sede na
Alemanha.
O
editor sublinhou o facto dos volumes das antologias entretanto publicados “ter
dado palco a amantes da poesia que até então se confrontavam com dificuldades
em divulgar os seus trabalhos”.
Acrescente-se
que os anteriores volumes se encontram esgotados, havendo, inclusive, uma
segunda edição da III Antologia.
A
Oxalá Editora, sediada na região de Dortmund, Alemanha, foi criada em Junho de
2015 e tem um já longo catálogo de obras de autores da diáspora lusa.
Com
alguns milhões de portugueses a viverem fora do país, Mário dos Santos acredita
que “na diáspora há muita gente que escreve com qualidade” e a Oxalá pretende
fazer um trabalho de “descoberta desses autores”.
A
IV Antologia é coordenada pela autora e poetisa São Gonçalves, residente no
Luxemburgo e colunista regular do Bom Dia.
Os
poemas devem de ser enviados para oxalaeditora@hotmail.com até ao dia 15 de
março de 2022, acompanhados da respetiva ficha de inscrição. Os interessados
devem consultar o regulamento aqui. In “Bom dia
Europa” - Luxemburgo
Natural de Ribeira da Torre, Santo Antão, Alziro Fortes
tem a música “nas veias” e considera esta arte uma “adrenalina” que o mantém
vivo há quase 20 anos. Apesar da estrada, o artista, a residir em França,
confessa que a caminhada para o sucesso e reconhecimento não tem sido fácil
Alziro
Fortes é um jovem artista natural de Ribeira da Torre, Santo Antão, que tem
tentado uma carreira artística na música, mantendo vivo um sonho que nasceu há
pouco menos de 20 anos.
De
nome artístico SSP, o jovem artista que hoje vive em Lyon, na França, contou ao
A Nação online que a sua trajetória na música iniciou em meados de 2003,
quando participou do projecto “Todo Mundo Canta”. Logo a seguir, em 2005,
fundou, junto com alguns amigos, o “Hip Hop Montanha”.
Na
altura, conta o jovem, “Hip Hop Montanha” ganhou alguma popularidade em Santo
Antão. “Lançamos algumas músicas e, aos poucos, fomos conquistando algum
espaço, tendo chegado a atuar em alguns eventos, sendo o maior de todos o
Festival de Curraletes, na cidade do Porto Novo, em 2007”, recorda.
Infelizmente
para o SSP, este grupo não teve “vida longa” e, tempos mais tarde, os seus
elementos seguiram caminhos diferentes. No entanto, tendo uma paixão grande
pela música, não deixou se abalar e continuou na estrada, a solo.
“Continuei
a escrever e a cantar sozinho. Sigo assim há quase 10 anos, altura em que me
mudei para Portugal, para poder dar continuidade aos meus estudos”, avançou o
artista.
Lançamentos mais recentes
Hoje,
a residir em Lyon, na França, o jovem diz que continua a dar corda à sua
carreira artística, tendo lançado em 2019 um CD intitulado “Terra Prometida”.
O
projeto, presente em todas as plataformas digitais, conta com 11 faixas
musicais, algumas com videoclipes, nomeadamente “Mateus 7:7-8”, “Luna”, “Kada
um tem si dia”, entre outros.
O
mais novo trabalho do SSP intitulado “ Louva à Deus” tem dois temas, nomeadamente “Réveille toi” e
“Recordação d’un irmão”, também disponíveis nas plataformas digitais.
“Louva
à Deus” que conta com a participação de alguns artistas de diferentes países,
como Marrocos, Rússia e Cabo Verde tem como base o Hip Hop, Rap consciente e um
pouco de R & B, segundo o seu autor.
“Escolhi
este tema com a intenção de passar a mensagem de esperança, fé e luta para
alcançar os nossos objetivos e superar todos os obstáculos sempre com
humildade, não esquecendo as nossas raízes e, principalmente, o quanto Deus nos
permite acreditar no invisível para realizar o impossível. Não há nada
impossível, pois os sonhos de ontem são as esperanças de hoje e podem se
converter em realidade no amanhã”, justificou.
Caminhada difícil
Apesar
de considerar a música “uma adrenalina que me mantém vivo, que corre nas minhas
veias”, SSP diz que a sua caminhada de quase 20 anos não tem sido fácil, uma
vez que há pouco “reconhecimento” dos passos dados até agora.
“Apesar
de desde muito cedo estar envolvido neste meio artístico nunca consegui ter
muita visibilidade ou apoio. São anos de muita luta, decepções e vitórias
transcritas nas minhas músicas, como forma de inspirar outras pessoas. Por
isso, neste momento, procuro mais reconhecimento e oportunidade para fazer
chegar às pessoas o que tenho feito”, descreveu acreditando que “com apoio,
este meu sonho de viver da sua arte, tem tudo para ser uma realidade”.
Relativamente
à sua vida no estrangeiro, avançou que “a vida de um imigrante não é fácil”,
pois “passei e ainda passo por muitas humilhações” para “sustentar e apoiar a
minha família”.
Isto,
para além dos desafios de sustentar o sonho de “chegar ao sucesso e ter a minha
música reconhecida principalmente no meu país, pois apesar de tudo nunca
esqueci as minhas origens”, terminou. In “A Nação” – Cabo Verde
Luna
j't'aime ma fille Luna
Luna ma fille j't aime nan nan nan
Anjos
t'canta estrelas na ceu t'brilha
mas
do que nunca na terra no t'celebra nasciment d'nos filha Luna obrigada senhor
pese Dadiva divina um te pergunta se nos é
merecedor
dess présent Na nôs vida treze SO alegria apartir d'hoje le nôs estrela nôs
diva t'promet amal tudo dia filha bem vindo à familia emoção é tonte kum dem
palavra pa explica amor inconditionnel kum te caba
orgulho
d'papa e mama 8 de abril um data pa celebra ess dia na nôs vida nunca mas t ser
igual 4 horas e 51 BÔ nasciment na hospital ess noticia trezem mas brilho dum
estrela cadente um t'promet ser um Pai présent ne tud hora tud moment melhor
presente ke vida dem por iss um trassa esche linha pa eternizal
j't aime ma fille Luna
Luna ma fille j't aime nan nan
nan
Estrela
m'as brilhante radiante obrigada
senhor
pese présent m'as preciso kum diamant kel luz k tud dia nô ti te oia adiante
anjo
em forma de mulher se Bo fosse um flor BÔ nome seria rosa Luna oia preciosa Esperança
mas um vez um te bate na porta familia unid pa escreve mas um historia
dedicatoria k Deus t abensuob infinitament livrob e protejeb d'tud mal ne tud
hora e tud moment papa e mana t Sempre présent ne tud hora tud moment
amor
paternal e maternal infinitament moda milhoês d'estrela na ceu
Um grupo de cientistas do Monterey Bay Aquarium Research
Institute (MBARI) na Califórnia (Estados Unidos), detetaram um novo ser raro na
zona crepuscular do oceano local
O
protagonista capturado pelas câmaras do ROV Tiburon é o peixe-olhos-de-barril (Macropinna
microstoma), um ser com cabeça transparente que habita regiões de escuridão total.
Descoberto
em 1939 por W. M. Chapman, o peixe-olhos-de-barril foi fotografado vivo pela
primeira vez em 2004, visto apenas nove vezes após mais de 5,6 mil mergulhos
bem-sucedidos e mais de 27,6 mil horas de vídeo. Habitante de profundidade
marítima entre 600 e 800 metros, o animal esconde-se em zonas com ausência de
luz para manter a temperatura do corpo e evitar que a sua frágil cabeça seja
afetada.
O
M. microstomas, pertencente à família Opisthoproctidae e único sobrevivente da família
Macropinna, pode ser encontrado no Mar de Bering, Japão e Baja Califórnia,
pairando quase imóvel nas águas, ali como uma espécie de detetives atrás das
suas presas — pequenos crustáceos e sifonóforos — pelas silhuetas, devido à
pouca iluminação. Estes seres, quando atingem a fase adulta, podem alcançar até
15 centímetros de tamanho.
Características estranhas
Através
de uma cúpula transparente, preenchida por fluidos, que protege os órgãos da cabeça,
é possível observar as lentes dos olhos do animal e diversas outras estruturas
por trás dos tecidos. No entanto, devido à fragilidade do fluido e à
necessidade de se manter sob temperaturas amenas, há imagens antigas que
comprovam a existência do peixe-olhos-de-barril que não mostram a sua cabeça,
já que ela é destruída pela luz do sol quando a espécie atinge a superfície.
Outro
detalhe que chama a atenção é a presença de olhos em formato de barril, capazes
de girar em várias direções para detetar comida ou direcionar as rotas de
passagem entre a escuridão da zona crepuscular. Até 2009, acreditava-se que os
animais conseguiam olhar apenas para cima, mas imagens recentes provaram que os
órgãos visuais dos M. microstomas têm um alcance significativamente maior e móvel
que o previsto. In “Milénio Stadium” - Canadá
Há receios de chuvas com a chegada de nova depressão
tropical ou ciclone e o efeito nos rios e barragens já saturadas
O
Fundo da ONU para a Infância, Unicef, precisa de US$ 3,5 milhões para apoiar a
resposta às necessidades imediatas dos afetados pela tempestade tropical Ana em
Moçambique.
A
agência apoia a atuação nacional com suprimentos que estavam posicionados antes
da passagem do temporal nesta semana. Em nível interno prossegue a busca de
fundos.
Espaço de aprendizagem
Pessoal
humanitário já foi enviado, enquanto se prepara material médico e nutricional
para o auxílio.
Entre
as prioridades estão garantir água, artigos de saneamento e kits de higiene,
bem como a criação de espaços temporários de aprendizagem para apoiar os
afetados pela tempestade no centro e norte.
Estima-se
que mais de 45 mil pessoas, incluindo 23 mil mulheres e crianças, precisem de
auxílio humanitário nas províncias de Nampula, Zambézia, Tete, Niassa, Sofala e
Manica.
Saúde
As
fortes inundações danificaram quase 10,5 mil casas, bem como infraestruturas
públicas como pontes, linhas de energia, escolas, sistemas de água e
instalações de saúde.
O
Instituto Nacional de Redução e Gestão do Risco de Desastres, INGD, notificou
danos em 12 unidades de saúde e 346 salas de aula.
Estima-se
que 27383 alunos ficaram sem um local para aprender, uma semana antes do início
do novo ano letivo.
A
Unicef destaca que os dados atuais podem mudar à medida que as equipas avaliam
a situação no terreno.
Lembrete
Em
plena estação chuvosa, a Unicef teme que a situação piore rapidamente com a
chegada de outra depressão tropical ou ciclone com queda de chuvas em rios e
barragens já cheios.
A
representante da agência em Moçambique, Maria Luísa Fornara, declarou que a
parceria com o governo moçambicano faz chegar ajuda essencial às crianças e às
suas famílias nas áreas afetadas.
Ela
reiterou que a última tempestade a atingir o país “é um lembrete contundente de
que a crise climática é uma realidade e as crianças são as mais afetadas por
eventos climáticos severos relacionados ao clima.”
Nos
próximos dias, várias equipas de emergência começarão a distribuir suprimentos
essenciais.
Segurança
A
criação de espaços temporários visa cobrir a lacuna gerada pelas escolas que sofreram
danos.
A
agência usa diferentes meios de comunicação para ampliar mensagens de proteção
e prevenção com vista a mitigar o impacto da tempestade.
Moçambique
é o 9º entre 191 países com alta vulnerabilidade a perigos, exposição a riscos
e falta de capacidade de enfrentamento.
O
país passou por dois eventos de seca severa e oito tempestades tropicais entre
2016 e 2021.
Há
três anos, os ciclones Idai e Kenneth atingiram o país num período de seis
semanas afetando 2,5 milhões de pessoas. ONU News – Nações Unidas
A
partir de 7 de fevereiro, a Bélgica redesenhará os passaportes do país para
incluir imagens de Tintim e outros personagens famosos de desenhos animados
pelos quais o país talvez seja mais conhecido.
O
famoso foguete lunar de Tintim e a mansão Moulinsart do seu amigo Capitão
Haddock também farão parte dos novos passaportes, assim como os Smurfs e o
cowboy Lucky Luke.
Apesar
da sua aparência de livro de desenho animado, as autoridades dizem que a
segurança do passaporte foi significativamente melhorada.
"O
passaporte belga é um dos melhores do mundo, é motivo de orgulho para nós, mas
também objeto de desejo dos falsificadores", anunciou nesta quinta-feira a
ministra das Relações Exteriores, Sophie Wilmès .
"É
por isso que estamos a trabalhar constantemente para melhorar a sua
segurança", acrescentou ela num comunicado.
Wilmès
também agradeceu aos editores e autores que colaboraram na atualização do
passaporte do país.
O
ministro das Relações Exteriores acrescentou que os novos passaportes foram uma
oportunidade para destacar um "elemento central da cultura e influência
[da Bélgica] no exterior".
O
antigo passaporte belga ainda permanecerá válido até à data de caducaçãp,
acrescentaram as autoridades. Euronews.culture