Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Centro de Estudos Internacionais Iscte – Convite para assistir à exibição do filme "A Bem da Nação" no Museu do Aljube

No âmbito do projeto "Memórias da Resistência: A luta armada contra a ditadura em Portugal", da investigadora Raquel Beleza da Silva, financiado pela FCT e pela Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, convidamo-lo(a) para a sessão do filme "A Bem da Nação: Um filme em construção", de Miguel Dores, apresentada pelo coletivo Maus da Fita.

A apresentação terá lugar no próximo 28 de julho, às 18h00, no Museu do Aljube. A sessão é de entrada livre, sujeita à lotação do espaço.


Sinopse

Após a eleição fraudulenta de Américo Tomás em 1958, e a fuga de Humberto Delgado, Portugal vive uma tempestade silenciosa. A frustração da via democrática e o esforço de guerra em África tornarão os anos 60 em Portugal um período de grande convulsão. 50 anos após a Revolução dos Cravos, A BEM DA NAÇÃO retorna à memória deste período telúrico e insurrecional, a partir das vozes dos operacionais da LUAR (Liga de Unidade e Ação Revolucionária), ARA (Ação Revolucionária Armada) e BR (Brigadas Revolucionárias). Centro de Estudos Internacionais Iscte - Portugal


segunda-feira, 1 de julho de 2024

UCCLA - Projeção do filme “O pequeno escritor”

No âmbito das comemorações do aniversário da Independência de Moçambique, a Associação MOZAPAZ vai apresentar, dia 6 de julho, às 15 horas, o filme “O pequeno escritor”, do realizador Júlio Silva. Trata-se de uma narrativa cinematográfica que procura fazer um tributo aos escritores moçambicanos, e que será apresentada no auditório da UCCLA.


Após a projeção do filme decorrerá um debate, moderado pelo escritor de Moçambique Delmar Maia Gonçalves, com os poetas e escritores Mar Wolkers (Brasil); Mário Guerra Jr. (Angola), Luana Tolentino (Cabo Verde), Ludger Carvalho (São Tomé e Príncipe) e Luís Ochoa (Portugal).

A entrada é livre.

Sinopse do filme:

Numa vila moçambicana, vive uma criança fascinada por livros. Com o apoio de sua mãe, cresce sempre com um livro na mão.

Na sua adolescência, resolve vender livros moçambicanos usados para todos os alunos do bairro de forma a conseguir umas moedas para poder ajudar sua mãe no pão de cada dia.

Para atrair clientes, vai declamando as poesias encontradas.

O seu sucesso não é bem visto por alguns rapazes do bairro, e isso o obriga a enfrentar vários desafios.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Centro de Estudos Internacionais Iscte - Exibição do filme "Iuventa"

No dia 2 de março, o CEI-Iscte, em parceria com o Instituto Italiano di Cultura de Portugal, apresenta o documentário "Iuventa", que narra os acontecimentos de um ano crucial na vida de um grupo de jovens europeus envolvidos de diversas formas no projeto humanitário Jugend Rettet.

O filme relata desde a primeira viagem do navio ȊUVENTA no Mar Mediterrâneo até as pesadas cargas que levaram à apreensão do navio mais de um ano depois. A espinha dorsal da narrativa é a primeira viagem do navio ao mar: partindo de Malta, retorna a La Valletta após 15 dias no mar, tendo salvado a vida de mais de 2.000 pessoas.

A sessão decorre no Auditório B2.03 (Edifício 2, Piso 2) pelas 17h00


Mais sobre o filme: https://iuventa.film


sábado, 7 de dezembro de 2019

Brasil - Menção Especial do Júri da 15ª edição do Festival Internacional Mobile Filme para a curta metragem de David Murad sobre alterações climáticas

O filme com a duração de um minuto e realizado através de um telefone móvel foi o único filme brasileiro a concurso à 15ª edição do Festival Internacional Mobile Filme ACT NOW, uma iniciativa que conta com o apoio das Nações Unidas e do YouTube



Criado em 2005 o festival rege-se por um único princípio; um telefone móvel, um minuto, um filme. Permite que qualquer pessoa, independente da sua condição económica, concorra, exprimindo a sua sensibilidade sobre o tema a concurso, utilizando uma tecnologia idêntica para todos os concorrentes. Sendo totalmente digital, consegue chegar a um público, o mais lato possível, através de um telefone móvel, computador, televisão ou mesmo uma sala de cinema.

Este ano a organização recebeu cerca de 900 inscrições de 91 países e seleccionou 50 filmes de 24 países que estiveram a escrutínio do público entre os dias 17 e 30 de Novembro.

Segundo a organização, a curta metragem de David Murad “comoveu profundamente o júri, que decidiu dar a menção honrosa” e ao mesmo tempo “mostrar o seu apoio ao cinema brasileiro e aos seus criadores.” Para o júri, as histórias apresentadas a concurso “representam abordagens e realidades diferentes, que lidam com o desperdício, a falta de água, o desmatamento, o activismo jovem, a questão climática e a população excessiva” e os trabalhos “provocam, levantam questões e aumentam a consciência sobre a necessidade de actuar agora contra a alteração climática.” 

A curta metragem de David Murad, fala sobre o ataque que a Amazônia tem sofrido nos últimos anos com a conivência do poder político brasileiro. “O tema deste ano do festival é agir contra as mudanças climáticas e a primeira coisa a se fazer com relação a esta questão é parar de negá-la. Boa parte dos políticos em todo o mundo, inclusive no Brasil, insistem no erro básico que é negar, e dizer que não existe mudança climática e não existe aquecimento global, que a Amazônia não está sendo mais queimada do que antes sempre foi. Essa negação está acontecendo de maneira muito forte no Brasil, inclusive. O filme é sobre isso: como negar fatos pode ser prejudicial para o futuro” afirmou David Murad.

O autor da curta metragem baseou-se no discurso do presidente brasileiro Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU que afirmou, defendendo as suas políticas para o meio ambiente, que “a Amazônia permanece praticamente intocável”.

O Grande Prémio Internacional foi atribuído à curta metragem “Wallet” da iraniana Fatima Nofely, que recebeu € 20 mil para produzir um novo filme. O júri declarou que a obra segurou a sua atenção “com a beleza e força de sua história.” A realizadora leva os espectadores “para um mundo não muito distante, onde a água se tornou uma moeda de troca”.  Wallet” será exibido no próximo ano como suporte à exibição do filme de longa metragem a estrear “Walking on Water”, de Bonne Pioche. Baía da Lusofonia



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Macau - Despertar interesse pela “rica história” da Lusofonia

Entre os dias 13 e 14 de Maio de 2017 a Casa Garden vai ser palco do “Lusophone Film Fest 2017”, iniciativa que arrancou em Nairobi, em 2013, e se estreia agora em Macau. Inusso Jamal, um dos fundadores, espera que a passagem pelo território seja um “bom início para a construção de pontes” que aproximem as culturas dos diferentes cantos do mundo


Após a sua criação em Nairobi, no Quénia, e passagens por Zanzibar, Banguecoque, Sidney e Phnom Penh, o “Lusophone Film Fest 2017” chega à Casa Garden e a organização tem vários desejos em mente para esta primeira edição no território.

“Queremos que este seja um bom início para a construção de pontes que aproximem ainda mais as diferentes culturas dos vários cantos do mundo e despertar interesses pela rica história que a lusofonia abarca, de um modo global, mas em Macau em particular”, explicou Inusso Jamal um dos criadores da iniciativa ao Jornal Tribuna de Macau.

Nos dias 13 e 14 deste mês vão poder ver-se filmes como “Feral”, de Cabo Verde, “Macau sâm assi”, da RAEM, “A Ilha dos Espíritos”, de Moçambique, “Dodu, O Rapaz de Cartão” de Portugal e “A Guerra de Beatriz”, de Timor-Leste.

A escolha foi feita tendo por base a “representatividade geográfica dos países lusófonos”. “Obviamente que procuramos dar a conhecer o que se produz em Macau e da riqueza que é a ‘mestiçagem linguística’, como resultado da mistura de povos e culturas no extremo Oriente”, indicou Inusso Jamal.

A decisão de trazer o “Lusophone Film Fest” para Macau teve vários motivos. Em primeiro lugar, por fazer parte da Lusofonia e “possuir uma grande comunidade lusófona vinda dos vários cantos do mundo”. Também não é descurado “o papel que Macau desempenha como centro pivot dos vários interesses do Governo da República Popular da China de e para os Estados da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

Já há alguns planos para uma próxima edição mas Inusso Jamal prefere não levantar o véu, referindo apenas que há um arquivo cinematográfico composto por várias películas que foi cedido à organização a título gratuito pelos vários realizadores e produtoras. A mostra é também gratuita.

A organização pretende que esta se torne numa iniciativa trimestral, mas isso está dependente de uma coordenação e acordo com a entidade local parceira, neste caso a Fundação Oriente, e a sua própria programação cultural, sublinhou o responsável.

O “Lusophone Film Fest” deve chegar ainda este ano a Lisboa mas Inusso Jamal pretende que ele se estenda também a Hong Kong, Malaca, Japão, Goa e Timor-Leste. Inês Almeida – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

terça-feira, 8 de dezembro de 2015