Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Cabo Verde – Advogados estabelecem parceria

Sociedades de advogados de Cabo Verde, Portugal e Macau vão apresentar esta quarta-feira, 21de janeiro de 2015, o seu projecto de parceria, num dos hotéis da Praia. A oportunidade vai ser aproveitada para divulgar as “Oportunidades de investimento em Cabo Verde”.

A parceria tri-partida visa apoiar os clientes nestes três países, no quadro de um protocolo de cooperação assinado recentemente. É vista como mais um passo na política de expansão e crescimento das sociedades Arnaldo Silva & Associados (Cabo Verde), Abreu Advogados (Portugal) e C&C Advogados (Macau – China). Figura ainda como um veículo de promoção no desenvolvimento das relações entre os respectivos países.

Já a apresentação “Oportunidades de investimentos em Cabo Verde”, que pretende mostrar aos convidados as possibilidades que o país oferece, terá como oradores o presidente da Cabo Verde Investimentos e embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde (não residente) no Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Qatar, José Duarte, e o consultor e ex-dirigente do PSD, Luís Marques Mendes.

Estarão no encontro da Praia Arnaldo Silva, sócio fundador da Arnaldo Silva & Associados e ex-bastonário da Ordem dos Advogados, Duarte de Athayde, managing partner da Abreu Advogado, Rui Cunha, sócio fundador da C&C Advogados, José Eduardo Martins e Francisco Patrício, sócios da Abreu Advogados e co-responsáveis da Cabo Verde desk da Sociedade. In “A Semana” – Cabo Verde

Portugal – Porto de Sines regista em 2014 melhor ano de sempre

Crescimento nos contentores foi de 32%. No Porto de Roterdão o aumento foi de 5,8% (Baía da Lusofonia).

Com uma movimentação global de 1.227.694 TEU nos contentores e de 37,6 milhões de toneladas de mercadorias movimentadas em 2014, o Porto de Sines registou o seu melhor ano de sempre.

Nos contentores o crescimento foi de 32%, face ao período homólogo, reforçando a sua posição no top mundial dos principais portos com este segmento de carga. Nas mercadorias o Porto de Sines cresceu mais 3% (+1.069.000 toneladas).

Para este crescimento sustentando destacaram-se os serviços de longo curso, principalmente com os mercados dos EUA e Médio Oriente, reforçando-se igualmente a relação comercial com os mercados da América do Sul.


O tráfego para o hinterland também cresceu, proporcionalmente, com especial destaque para o modo ferroviário, com um incremento de 36% no que diz respeito à movimentação de contentores, enquanto o número de comboios, também para o transporte de carga contentorizada, registou um aumento de 40% face a 2013.

O número de navios manteve-se similar ao ano anterior, verificando-se um aumento da sua tonelagem (GT), o que reflete cada vez mais a capacidade do Porto de Sines em receber navios de maior dimensão. Porto de Sines - Portugal

Portugal – Camisas chegam aos quatro cantos do mundo

A empresa portuguesa Confeções Cruzeiro, especialista em camisas para homem, senhora e criança, exporta 90% da produção e tem entre os seus clientes marcas de referência nacional e internacional.

A marca nasceu em 1971, pelas mãos de Júlio da Silva Sampaio e Rosalina da Silva Leiras e teve origem na confecção de artigos têxteis para o lar. Após 15 anos nesta área, dedicou-se ao fabrico de todo o tipo de vestuário e especializou-se na produção de camisas para homem, senhora e criança.

A Confeções Cruzeiro, com sede Guimarães, exporta para países como a Espanha, Inglaterra, França, EUA, Rússia, Japão, China, Alemanha, Irlanda, Angola, Moçambique e Namíbia.

É hoje, segundo a própria empresa “o maior produtor nacional de camisas de homem”.Confecções cruzeiro interior Os seus 200 colaboradores – num universo de 500, considerando as firmas subcontratadas – têm capacidade para produzir seis mil peças diariamente, 1.500 das quais blusas.

A empresa, 100% nacional, possui ainda uma unidade de tecelagem, de apoio à linha de produção, é gerida pela segunda geração da família e foi considerada uma PME Excelência em 2010.

É fabricante de todo o tipo de tecidos camiseiros, como popelinas, flanelas, sarjas e Oxford; em algodão, linho e fibras artificiais.in “Veja Portugal” – Portugal

Confeções Cruzeiro - Parque Industrial Cruzeiro

Rua Nossa Senhora da Ajuda, 150 - 4815-364 Moreira de Cónegos
Guimarães
Portugal

Telefone geral: + 351 253 480 390 - Telefone tecelagem: + 351 253 480 393
Telemovel: + 351 963 247 079 - Fax: + 351 253 480 399


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Angola - Encontro de Escritores de Língua Portuguesa e programa

A Comissão Administrativa da cidade de Luanda e a UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa – organizam, de 21 a 23 de janeiro de 2015, o V Encontro de Escritores de Língua Portuguesa (EELP).

Este encontro, realizado pela primeira vez em Luanda, decorrerá no Hotel Diamante (Largo 17 de Setembro), a partir das 9.30 horas de amanhã, 21 de janeiro de 2015.  

O V EELP tem como tema geralAs cidades na Literatura, no qual serão analisados os três subtemas centrais: “As Migrações e as Cidades”, “Dinâmicas, Transformações e Ambiente Social” e “A Infância nas Cidades”.

A edição deste ano integra-se nas comemorações dos 439 anos da fundação da cidade de Luanda. Este encontro, em torno da língua portuguesa, contribui para o diálogo e enriquecimento recíproco entre escritores dos diferentes continentes.


Estão confirmadas as presenças dos seguintes escritores:

Angola -  Albino Carlos, António Fonseca, Carmo Neto, Conceição Cristóvão, Manuel Rui Monteiro e Pepetela;
Brasil - Marco Guimarães;
Cabo Verde - João Lopes Filho e José Luiz Tavares;
Guiné-Bissau - Tony Tcheka;
Macau - Miguel Senna Fernandes;
Moçambique - Suleiman Cassamo e Ungulani Ba Ka Khosa;
Portugal - José Carlos de Vasconcelos e José Fanha;
São Tomé e Príncipe - Conceição Lima;
Timor-Leste - Luís Cardoso (Takas).


Poderá aceder ao programa definitivo aqui. UCCLA

Brasil - CPLP e livre comércio

SÃO PAULO – As exportações do Brasil para a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em 2014, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), foram de US$ 2,4 bilhões, dos quais 50,2% são produtos manufaturados, resultado bem aquém da melhor marca, US$ 3,7 bilhões, obtida em 2008, mas que mantém a tendência de recuperação dos últimos anos.

Entre as demais nações que compõem a CPLP, Angola continua a ser o principal destino das vendas brasileiras, com US$ 1,26 bilhão, seguida de Portugal, com US$ 1,06 bilhão. Depois, vêm Moçambique, com US$ 63 milhões, Guiné Equatorial, com US$ 56 milhões, Cabo Verde, com US$ 21 milhões, Timor-Leste, com US$ 4,9 milhões, Guiné Bissau, com US$ 2,5 milhões, e São Tomé e Príncipe, com US$ 671 mil.

Só estes dados já justificariam a formação de uma área de livre comércio na CPLP, ideia lançada em 2009, mas que, até agora, continua em fase de discussões. É de se lembrar que a área geográfica da CPLP abrange mais de 250 milhões de pessoas, nove regiões demográficas e negócios que chegam a US$ 13 bilhões, o que por si só já justificaria a eliminação de barreiras econômicas e tarifas alfandegárias e a adoção do livre trânsito entre os diferentes países que estão unidos pelo mesmo idioma.

Além disso, dados do Banco Mundial divulgados neste começo de 2015 indicam previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para todos os membros da CPLP, com exceção da Guiné Equatorial, última nação a aderir à comunidade, que deverá ficar em recessão até 2017. O Banco Mundial não diz, mas essa previsão negativa para a Guiné Equatorial, provavelmente, está ligada à queda do preço do petróleo, que faria parte de uma estratégia da Arábia Saudita para eliminar os novos concorrentes na produção petrolífera.

De fato, os dados da Guiné Equatorial contrastam com os dos restantes países lusófonos, que apresentam taxas de crescimento, com amplo destaque para Moçambique, que, depois de ter crescido 7,2% em 2014, deverá acelerar para mais de 8% até 2017, com uma evolução bem acima da média da África Subsaariana e de Cabo Verde (3%) e da Guiné-Bissau (2%).

É verdade que há razões para se esperar uma recessão na África que, segundo o Banco Mundial, estariam ligadas à queda nos preços das matérias-primas, além do fraco investimento direto estrangeiro e deficiências na infraestrutura logística, a que se juntam a epidemia de Ebola, a descida no preço do petróleo e a redução do crescimento da China, parceira de muitos países africanos, particularmente dos que têm vastos recursos naturais, como é o caso de Angola, que exporta metade do seu petróleo para o país asiático, que, por sua vez, compra da nação africana 15% do total que consome.

Mesmo assim, o panorama econômico é favorável à formação de uma área de livre comércio dentro da CPLP. É possível que a prioridade do novo governo brasileiro na área de comércio exterior seja avançar as negociações no âmbito do Brics, mas uma iniciativa não invalida a outra. Milton Lourenço - Brasil

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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br.

Guiné-Bissau - Duas vedetas de fiscalização oferecidas pela Coreia do Sul

Bissau - Duas vedetas rápidas de cerca de seis metros cada, 10 computadores portáteis, quatro impressoras e três scanners, constituem o lote dos equipamentos doados este fim-de-semana a Secretaria de Estado das Pescas e da Economia Marítima pela Republica da Coreia do Sul.

As duas embarcações, equipadas com motor fora do bordo, e demais materiais acima citados estão orçados em cerca de 137 mil dólares americanos.

Na cerimônia da recepção, o Secretario de Estado das Pescas e da Economia Marítima agradeceu o gesto das autoridades sul coreanas e acrescentou que embora “pequeno” veio colmatar algumas dificuldades no sector, nomeadamente a fiscalização na zona econômica exclusiva (ZEE).

Ildefonso de Barros prometeu devido tratamento aos equipamentos recebidos e manifestou-se aberto a uma cooperação mais profunda, pois disse esperar que este seja o primeiro passo neste sentido com a Republica da Coreia do Sul.

Por sua vez, o conselheiro da Embaixada da Coreia para a Guiné-Bissau e com residência em Dakar disse que é um grande prazer proceder a entrega destes equipamentos e manifestou-se esperançado de que os mesmos sejam úteis às autoridades guineenses.

“Estou certo que o donativo hoje feito pelo Ministério do Oceano e Pescas da Coreia do Sul ira contribuir para reforçar a relação de amizade e cooperação entre os dois países, no domínio das pescas”, frisou Jo Jae Hong.

As duas vedetas serão afectadas ao serviço de fiscalização marítima para cobrir a ZEE nacional. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Noruega - Navio-vela

São muitas as propostas para que os navios incorporem novas tecnologias que os tornem mais "verdes", incluindo navios movidos a hidrogênio.

No campo da exploração da energia dos ventos, a ideia de voltar no tempo para a navegação a vela tem seus adeptos, mas os desafios técnicos do lançamento e recolhimento das velas tem inibido a adoção desses projetos.

O engenheiro norueguês Terje Lade acredita ter encontrado a solução: transformar o navio inteiro em uma gigantesca vela.

O casco do navio seria construído de forma a otimizar a captura do vento, dispensando os cordames e outros aparatos que complicam o uso das velas por navios com tripulações pequenas e encarecem o projeto.

"Como o casco tem a forma de um aerofólio simétrico, o vento oblíquo no lado oposto - sotavento - tem de viajar por uma distância mais longa. Isto gera um vácuo no lado de barlavento que puxa o navio para a frente," explica Lade.

Túnel de vento e tanque oceânico

Escolhendo as melhores rotas em relação aos ventos disponíveis, o engenheiro afirma ser possível fazer viagens transoceânicas a velocidade de 18 a 20 nós (33 e 35 km/h), basicamente as mesmas dos grandes navios cargueiros atuais.

Mesmo nos momentos de calmaria o navio dispensaria o óleo pesado que os grandes cargueiros usam: seus motores deverão queimar gás natural liquefeito (GNL).

Com esta combinação, Lade acredita que um navio de contêineres de classe mundial teria um custo com combustíveis equivalente a 60% dos navios atuais de mesmo deslocamento.

Os testes em túnel de vento, para aferir a capacidade do navio de aproveitar ventos de diversas velocidades, deram aprovação total ao projeto. O próximo passo será testar um modelo em escala reduzida em um tanque oceânico. In “Inovação Tecnológica” - Brasil