Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Recursos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Macau - Universidades de Macau e da China lançam aliança bibliotecária de recursos em português


A Universidade de Macau (UM) e congéneres chinesas celebraram esta segunda-feira um acordo de cooperação para a aliança bibliotecária académica para recursos em português e criar um mecanismo para serviços de empréstimo interbibliotecas e de transmissão de documentos.

Na cerimónia ‘online’ de assinatura do acordo, o reitor da UM, Song Yonghua, afirmou que a instituição teve sempre como missão a promoção da língua portuguesa, sendo que a criação da aliança vai facilitar “o apoio mútuo e a cooperação nos domínios do ensino, da aprendizagem e da investigação académica entre os membros”, pode ler-se num comunicado enviado às redacções.

Além da aliança bibliotecária académica para recursos em língua portuguesa, a UM tinha proposto a criação da aliança bibliotecária académica entre a Região Administrativa Especial de Macau e os países lusófonos.

Na mesma ocasião, o vice-reitor da UM, Rui Martins, salientou que a UM propôs o estabelecimento das duas alianças bibliotecárias para servir “como base para o intercâmbio e colaboração académica através da partilha e recolha conjunta de recursos bibliotecários em língua portuguesa”.

Mais de 50 representantes de universidades de Pequim, Xangai, Tianjin, Chongqing, Guangdong, Sichuan, Zhejiang, Dalian, Xi’an e Macau marcaram presença na cerimónia ‘online’, incluindo o presidente da Universidade Normal de Sichuan, Wang Mingyi, o reitor da Universidade de São José (Macau), Stephen Morgan, o vice-presidente da Universidade de Estudos Estrangeiros de Tianjin, Yu Jiang, e o presidente do Comité Académico da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim, Yuan Jun.

Na cerimónia foram ainda apresentados a página electrónica da aliança, o catálogo colectivo de recursos em língua portuguesa dos membros e recursos pedagógicos para professores de português. In “Ponto Final” - Macau


 

sábado, 15 de setembro de 2018

Guiné-Bissau – Petrolífera PETROGUIN-EP celebra contrato com congénere holandesa

Bissau - A empresa Nacional de Pesquisa e Exploração Petrolíferas da Guiné-Bissau (PETROGUIN-EP) celebrou recentemente em Lisboa um contrato com a companhia petrolífera holandesa denominada “Supernova Energy B.V.” no domínio de exploração dos recursos petrolíferos da Guiné-Bissau.

Segundo um comunicado à imprensa da Petroguin enviado à ANG, a manifestação do interesse de celebração do contrato de exploração dos recursos petrolíferos surgiu na sequência de negociações havidas entre as partes desde 2017.

O documento refere que as negociações foram realizadas através de encontros e trocas de correspondências e que teriam tido o parecer favorável da Procuradoria-geral da Republica para concretização do processo.

“A etapa seguinte será a submissão de um projecto de Decreto ao Conselho de Ministros, pelo ministro de tutela para aprovação dos termos de contrato de associação em participação celebrado e consequente atribuição da licença de pesquisa”, lê-se na nota.

O documento acrescenta que a PETROGUIN conjuntamente com a companhia petrolífera holandesa concordam com a lei em vigor imposta para pesquisa e eventual exploração de hidrocarbonetos líquidos no perímetro do Bloco 7C.

Da parte guineense, o contrato foi assinado pelo Presidente de Conselho de Administração da Petroguim-EP, Mário António Reis Pires e o Director-geral da empresa guineense, Augusto Menjur.

Da parte holandesa assinou o seu Presidente da Comissão Executiva, Hugo Hereema. In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

sábado, 20 de maio de 2017

Angola - Recursos pesqueiros diminuem

Ministra das Pescas de Angola admite redução dos recursos e defende melhoria no padrão de exploração, mas reconhece peso das alterações climáticas e da poluição no fenómeno

A ministra das Pescas de Angola, Vitória de Barros Neto, admitiu recentemente que os recursos pesqueiros do seu país estão a diminuir, segundo referem vários meios de comunicação. Falando na Convenção da Corrente Fria de Benguela (BCC, na sigla em inglês), a ministra enquadrou este fenómeno no quadro mundial de uma “redução dos recursos marinhos vivos, que é muitas vezes atribuída à sobrepesca”, refere a Lusa.

Na ocasião, Vitória de Barros Neto defendeu que Angola aposta em “melhorar o padrão de exploração dos recursos marinhos do país, de modo a ter uma frota de pesca rentável, adaptada aos recursos disponíveis” e defendeu um melhoramento “do sistema de monitorização, controlo e fiscalização para combater a pesca ilegal”.

No entanto, a governante angolana reconheceu que essas estratégias nem sempre têm o impacto desejado na recuperação dos recursos por não considerarem a funcionalidade dos ecossistemas. Para a ministra, as alterações climáticas e a poluição constituem cada vez mais um desafio para a sustentabilidade dos oceanos e dos sistemas aquáticos.

Segundo o Ministério das Pescas de Angola, a ministra considerou que a Corrente de Benguela é importante para a manutenção do ecossistema produtivo nacional dos pelágicos e que nesse contexto, a parceria com a Noruega e a FAO, através do programa Nansen, é um contributo valioso para obter dados científicos que levem ao desenvolvimento de políticas de governação. In “Jornal Economia do Mar” - Portugal