Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Guiné-Bissau – Acordo de cooperação nas áreas do trabalho e segurança social com Portugal

 


As ministras do Trabalho e da Segurança Social de Portugal e da Guiné-Bissau assinaram na passada terça-feira, um memorando que tem como um dos objetivos a formação profissional dos trabalhadores guineenses em várias áreas.

Em declarações à Lusa, Maria Celina Tavares afirmou que vai levar tudo que pretendia, desde formação à ação profissional de quadros guineenses, passando pela criação de um centro de documentação de emprego, onde haverá todo o tipo de produtos expostos para os jovens à procura de trabalho.

A governanta guineense adiantou que, na área da formação profissional, o ministério português comprometeu-se a dispensar formadores, para se deslocarem à Guiné-Bissau e darem formação no país aos trabalhadores guineenses em várias áreas.

Para já Celina Tavares não adiantou o número dos formadores, nem dos trabalhadores guineenses a abranger.

Já a ministra portuguesa, Ana Mendes Godinho, o objetivo é Portugal assumir uma parceria com a Guiné-Bissau na formação profissional, proteção social e relações laborais.

A portuguesa adiantou à agência Lusa, que do memorando assinado o executivo português comprometeu-se a ajudar na capacitação dos recursos humanos da Guiné-Bissau.

Ana Mendes Godinho explicou ainda, que está a ser feito um trabalho de identificação das áreas, cujas algumas das prioridades serão a capacitação de recursos humanos para o aproveitamento dos recursos naturais do país, entre as quais agricultura e áreas tecnológicas.

No encontro, falou-se na possibilidade de Portugal disponibilizar formadores para a área da Segurança Social, partilha de conhecimento e experiência sobre o sistema em si de proteção social, a sua sustentabilidade e organização, assim como no segmento da fiscalização do trabalho.

Durante a sua permanência em Portugal, que se prolonga até hoje, dia 27, Maria Celina Tavares reuniu-se ainda com responsáveis da Autoridade para as Condições de Trabalho e com a Direção-Geral de Estudos e Planeamento do Ministério do Trabalho e Segurança Social portugueses.

Da agenda, segundo o comunicado, divulgado na Guiné-Bissau, constam "outros encontros na perspetiva de estreitar os laços de cooperação entre os dois países". In “Bissau On-line Facebook” – Guiné-Bissau com “Lusa”


Portugal - Especialista da Universidade de Coimbra integra grupo de trabalho da Organização Mundial de Saúde

 

Duarte Nuno Vieira, catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), foi indigitado para integrar o grupo de trabalho da Organização Mundial de Saúde (OMS) que vai rever a certificação de óbitos e elaborar um guia para o exame e investigação do local de óbito para profissionais de saúde.

A situação de pandemia que o mundo atravessa, afirma o especialista da FMUC, «veio reforçar a necessidade de uma urgente revisão dos procedimentos e registos de certificação de óbito, no âmbito dos quais persistem assinaláveis diferenças entre os diversos países, que tornam complexa a comparação de estatísticas e a sua utilização em termos de planeamento de cuidados de saúde. Portugal tem atualmente um sistema de certificação de óbitos que é considerado um modelo de referência e que será considerado no âmbito deste trabalho que a OMS está a concretizar».

Para além de uma revisão do modelo e regras de certificação de óbito, este grupo de trabalho da OMS, que reúne especialistas dos cinco continentes, vai também «produzir linhas de orientação, para médicos e outros profissionais de saúde, relativamente ao exame e à investigação do local de óbito, área na qual existem múltiplas insuficiências e deficiências em muitos países», refere Duarte Nuno Vieira, que vai integrar o grupo de trabalho na área da Medicina Legal e em representação da Academia Internacional de Medicina Legal, organização que presidiu entre 2006 e 2012.

Refira-se que o Conselho Europeu de Medicina Legal, organismo que Duarte Nuno Vieira igualmente liderou entre 2009 e 2017, tinha já elaborado e publicado linhas de orientação neste âmbito para o espaço europeu, «que servirão agora de modelo para o trabalho a realizar pela OMS». Universidade de Coimbra - Portugal


quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Angola - Obras do novo Aeroporto Internacional de Luanda retomadas em Janeiro de 2021

As obras do novo aeroporto internacional de Luanda vão ser retomadas no princípio de 2021 e serão concluídas no prazo de dois anos, garantiu o ministro dos Transportes, Ricardo d"Abreu, acrescentando que não vai ser necessário recorrer a financiamento adicional, pois o empréstimo aprovado para concluir as obras, no valor de 1,4 mil milhões de dólares, " é mais do que suficiente" para finalizar o projecto


"Fechámos acordo com o grupo empreiteiro para retomar as obras no início do próximo ano", armou Ricardo Viegas d"Abreu, num encontro com jornalistas.

"Foi necessário reavaliar o projeto, assegurámos que fossem feitos ajustes técnicos e chegámos a acordo quanto à necessidade não haver financiamento adicional, conseguiu-se acomodar", reforçou o ministro.

O governante informou que depois da conclusão das obras, o novo Aeroporto Internacional de Luanda terá ainda de passar por um período de testes e de certificações, antes da entrada em funcionamento.

As obras de construção do novo aeroporto internacional de Luanda, entregues a uma empresa chinesa, tiveram início em 2005, com financiamento da China, mas a sua conclusão tem vindo a ser adiada. Antes destas declarações de Ricardo d"Abreu, a última data avançada pelo Governo projectava a inauguração para 2022.

Em Março de 2019, o ministro dos Transportes anunciou que o curso das obras do novo Aeroporto Internacional de Luanda ia ser alterado com a introdução de correcções de engenharia e na sua funcionalidade de forma a adequar a infra-estrutura às exigências de um aeroporto moderno e confortável, estipulando como meta para a conclusão deste trabalho 2022.

Com um investimento inicialmente, mas oficiosamente, previsto em cerca de 5 mil milhões USD, já largamente ultrapassado, este projecto, localizado no Bom Jesus, município de Icolo e Bengo, a cerca de 40 quilómetros de Luanda, financiado pela China, foi analisado pelo Tribunal de Contas que detectou graves falhas na construção, desde a qualidade dos materiais aos acabamentos defeituosos bem como problemas estruturais de engenharia.

Várias notícias davam conta de problemas estruturais graves na infra-estrutura, tanto em questões de segurança como de qualidade da obra, tendo mesmo esta sido retirada à companhia que a iniciou, sendo a CIF substituída pela também chinesa AVIC, um conglomerado ligado à indústria aeronáutica militar.

Depois de concluído, este será um dos maiores aeroportos de África, com capacidade para cerca de 15 milhões de passageiros por ano - a maior parte tráfego internacional - e um volume anual de mercadorias de 50 mil toneladas, erguido em 1324 hectares, onde estão previstas duas pistas duplas, com capacidade para receber os maiores aviões comerciais do mundo. In “Novo Jornal” - Angola


 

Suíça – Jovens de Portugal e do Brasil presentes na 49.ª edição do Prix Lausanne de bailado

Os bailarinos portugueses António Casalinho, Francisco Gomes e Laura Viola foram selecionados para a competição internacional de bailado Prix de Lausanne, que se realiza em fevereiro de 2021, na Suíça

Entre um total de 82 candidatos, provenientes de 20 países, os três jovens conseguiram apurar-se para a competição internacional de dança, à qual se candidataram seis portugueses, quatro rapazes e duas raparigas.

De acordo com informação disponível no ‘site’ oficial da competição, os três portugueses selecionados para a 49.ª edição do prémio – António Casalinho, Francisco Gomes e Laura Viola – vêm do Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sánchez, em Leiria.

Concorrem ainda dois alunos estrangeiros provenientes da mesma escola de dança em Leiria: o italiano Giulio Diligente e a britânica Maia Roberts.

Entre os selecionados contam-se seis bailarinos brasileiros: Kayke Nogueira, da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Rui Cesar da Cruz e Luiza Falcão,do Grupo Cultural de Dança Ilha, João Felipe Domingos, do Basileu França, Andrey Jesus Maciano, do Balé Jovem De São Vicente, e Ana Sartini, do Ballet Vórtice.

A 49.ª edição do Prix Lausanne decorre de 31 de janeiro a 07 de fevereiro, na Suíça. As finais estão marcadas para o dia 06 de fevereiro.

O Prix de Lausanne, um dos mais importantes galardões dedicados à dança, foi criado em 1973 e é gerido pela Fondation en Faveur de l’Art Chorégraphique.

Na 48.ª edição, que decorreu em fevereiro deste ano, a bailarina portuguesa Catarina Pires, da Academia de Dança de Zurique, recebeu o prémio “favorita do público”. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo


Macau - Lançamento oficial da Base de Dados da Cozinha Macaense

Na reunião de trabalho sobre Macau como cidade criativa de gastronomia, que decorreu na terça-feira, foi anunciado o lançamento oficial da Base de Dados da Cozinha Macaense, que servirá para promover o ensino, a herança e a divulgação desta cultura gastronómica como património de Macau. No entender de Carlos Cabral, presidente da Confraria da Gastronomia Macaense, esta base de dados “pode ser como um tesouro da comunidade macaense”


Na terça feira, dia 24 de Novembro, foi lançada uma base de dados da cozinha macaense em forma de página electrónica que servirá para destacar o desenvolvimento de Macau como uma cidade criativa de Gastronomia. Ao mesmo tempo, foi criada também uma sala temática na biblioteca do Instituto de Formação Turística (IFT) para promover o ensino, a herança e a divulgação desta cultura gastronómica.

O Ponto Final falou com Carlos Anok Cabral, presidente da Confraria da Gastronomia Macaense, que explicou um pouco sobre o projecto. “Esta base de dados está dividida em várias partes. Uma das partes é a publicação dos livros que ao longo dos anos foram publicados, e depois há uma outra parte que são os manuscritos, isto é, as receitas que determinadas famílias forneceram como um ‘scan’ das receitas originais. Depois há também receitas dactilografadas e até fotografadas”, prosseguiu.

Questionado sobre a demora do lançamento desta base de dados, Carlos Cabral referiu que no Instituto Cultural, tal como da parte da Confraria, fez-se um apelo para macaenses e para as Casas de Macau das diásporas que tivessem receitas, de modo a que as fornecessem e ajudassem neste projecto de construção da base de dados. “É lógico que a maioria das pessoas são hesitantes em partilhar receitas secretas da família, e portanto houve uma certa dificuldade nessa parte”, lamenta. Carlos Cabral refere também que gostaria que esta base de dados continuasse a ser constantemente actualizada porque este projecto não é apenas para o público interessado consultar, servirá também, em grande parte, para o uso do IFT, que deverá pegar nas receitas e ensinar aos chefs mais novos da cozinha macaense. Para além disso, servirá também para “construir a história da nossa cultura através da nossa gastronomia”, indica o presidente da Confraria.

Aderência da diáspora ao projecto

Em relação à aderência da diáspora a este projecto, Carlos Cabral disse que houve algum interesse mas também algumas dificuldades, e mencionou o caso de uma senhora, a viver na Austrália, que não quis fornecer as receitas alegando que pretende publicar o seu próprio livro. “É o tal costume do pensamento dos macaenses antigos, que as nossas receitas não se podem fornecer às outras pessoas, fora da família mais chegada, e é por isso que às vezes é comum até levar as receitas até à cova, como se costuma dizer”, disse Carlos Cabral, assinalando que este pensamento terá de ser alterado porque não se trata apenas de uma base de dados, mas também da própria história da comunidade macaense e da sua preservação.

“São coisas como estas que nós temos de preservar, isto e muito mais, pois nunca tinha passado pela cabeça de muitas pessoas que a comida macaense passasse um dia a ser património imaterial da RAEM. Eu apelo às pessoas para aderirem mais, para isto se poder sustentar e dar continuidade”, reiterou o presidente da Confraria da Gastronomia Macaense.

Apenas em inglês

Nesta fase inicial, a base de dados encontra-se apenas em língua inglesa, mas Carlos Cabral acha que “devia ser também oferecida em português e chinês”, lembrando que o projecto foi criado em Macau. “Visto também que a maioria da população aqui é chinesa, é seguro que muitos chefs chineses estarão interessados também nestas receitas da comida macaense”, apontou Carlos Cabral, que nesta base de dados tem o seu livro “Comê Qui Cuza”, embora nesta fase apenas em versão japonesa. “Houve muitos japoneses interessados na comida macaense, e como eu quis fazer chegar o meu livro a eles, publiquei-o na própria língua materna deles, pois achei que seria de maior compreensão”, explicou. O autor acrescentou ainda que as versões do seu livro em língua portuguesa, chinesa e inglesa encontram-se esgotados, e que por isso não constam na base de dados.

Carlos Cabral refere que ainda não teve tempo de ver todas as receitas que constam na base de dados, mas que espera que possa servir para ser uma base ou um manual, para que os cozinheiros possam tentar confeccionar os pratos macaenses. “Este é um dos objetivos da criação desta base de dados”, apontou.

Um outro desafio para a confecção dos pratos através destas receitas é que os ingredientes não estão em quantidades claras, e cita um exemplo da sua tia-avó que escrevia as suas receitas usando quantias monetárias como quantidade. “Ela escrevia um cêntimo de açafrão, ou 10 patacas de carne de porco. Nos tempos de hoje, em termos de peso, já não é possível saber qual é a quantidade. Vai ser algo difícil, pois muitas das receitas estão em cêntimos, que é algo que já não se utiliza”. O grande desafio aqui será calcular e ajustar as receitas para se poder ter o “sabor original”, contando com a ajuda das pessoas mais velhas “pois elas ainda têm a memória desse paladar ou sabor original de que provaram na sua infância”.

Tesouro da comunidade

Questionado acerca da importância desta base de dados para a comunidade em geral, Carlos Cabral considera que “pode ser como um tesouro da comunidade macaense”. E em relação às novas tendências no mundo da gastronomia no território, tal como o vegetarianismo ou a inclusão de sabores e especiarias de outras culturas, Carlos Cabral sente que isso é algo natural para Macau pois há tipicamente uma grande variedade de gastronomias diferentes que acabam por se misturar.

Carlos Cabral nota também que cada vez mais pessoas se convertem ao vegetarianismo por ser mais saudável, acrescentando que a própria gastronomia macaense pode também variar o seu modo de preparação porque, apesar do método ser uma mistura da técnica e dos ingredientes portugueses e chineses, caso se consiga manter o sabor original do prato não há razão para não se poder “variar o modo de preparação”.

“Na minha opinião não vai ser uma grande dificuldade a enfrentar, há sempre clientela que quer provar comidas novas porque comer sempre a mesma coisa enjoa”, disse o presidente da Confraria, entre sorrisos. “Por isso é que eu concordo em haver variações, e acho mesmo que a gastronomia macaense, para se manter viva e relevante, terá de ser flexível e ter atenção também às novas tendências. Eu acredito que cada um terá as suas preferências e há lugar para todos poderem escolher os seus pratos favoritos”, concluiu. Joana Chantre – Macau in “Ponto Final”

joanachantre.pontofinal@gmail.com



Estados Unidos da América - Cidadãos de quatro países africanos de língua portuguesa terão de pagar uma garantia para poderem visitar o país

Cidadãos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe terão de pagar uma garantia que pode chegar a 15 mil dólares

Os cidadãos de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Principe terão que pagar uma garantia de entre cinco mil e 15 mil dólares americanos para poderem visitar os Estados Unidos, ao abrigo de uma ordem temporária emitida pelo Departamento de Estado.

A medida entra em vigor a 24 de dezembro e prolonga-se até junho do próximo ano e abrange diversos países a maior parte dos quais africanos, cujos cidadãos têm grandes níveis de violação de prazos de estada ao abrigo dos seus vistos de turismo e de negócios.

A Administração Trump disse que a medida de seis meses servirá para testar a capacidade de se recolher a garantia e funcionará de dissuasão diplomática àqueles que pretendem violar os prazos de estada no país.

A medida exige que funcionários consulares americanos requeiram aos viajantes desses países, em deslocações de turismo e negócios com um nível de violação de mais de 10 por cento em 2019, o pagamento de uma quantia reembolsável que pode ser de cinco mil, 10 mil ou 15000 dólares.

Entre os países abrangidos contam-se, além dos quatro de língua portuguesa, a República Democrática do Congo, Libéria, Sudão, Chade, Burundi, Djibouti, Eritreia, Gâmbia, Mauritânia, Burkina Faso, Líbia, Afeganistão, Butão, Irão, Síria, Laos e Iémen.

Moçambique é o único lusófono em África não abrangido pela medida. In “VOA” – Estados Unidos

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Cabo Verde - Hospital Agostinho Neto recebe equipamentos de neonatologia da UNICEF/UNFPA

 


Cidade da Praia – O Hospital Agostinho Neto (HAN) recebeu do escritório integrado da UNICEF e UNFPA um conjunto de equipamentos médicos de neonatologia, nomeadamente ventiladores neonatais e monitores de sinais vitais, orçados em cerca de 5,5 milhões de escudos.

Segundo o presidente do Conselho de Administração do HAN, Emadueno Cabral, esses equipamentos vão reforçar a qualidade dos cuidados neonatais e a consequente, contribuir para a diminuição da mortalidade neonatal precoce.

Aquele responsável lembra que o serviço de neonatologia HAN, na Cidade da Praia, presta cuidados mais especializados aos recém-nascidos de toda a região de Sotavento, e socorre-se de dados de 2019 para mostrar os efeitos que esses tipos de equipamentos, hoje doados, têm na melhoria dos cuidados.

“Em 2019, dos 1961 nascimentos nesse estabelecimento hospitalar, 28 por cento (%) dos internados necessitaram de cuidados especiais, 33% tinham baixo peso e a prematuridade representou mais de 26%. A taxa de mortalidade dos nascidos no HAN rondou os 1,35%”, especificou.

Esses resultados, segundo frisou, deveu-se ao forte engajamento dos profissionais de saúde que trabalham diariamente no serviço de neonatologia, mas também aos investimentos que vêm sendo efectuados no serviço de neonatologia, e que mostram uma melhoria substancial, quer em termos de atendimento, de internamento, de consultas e seguimento.

“O internamento aumentou mais 26%, as consultas e seguimentos aumentaram mais 9% e os óbitos infantis reduziram mais de 22%”, precisou, enaltecendo as parceiras nacionais e internacionais.

“A entrega desses equipamentos, nomeadamente ventiladores neonatais, monitores para sinais vitais e assessórios, vai “seguramente” reforçar capacidades de respostas e contribuirá para a melhoria da qualidade de atendimento neonatal e espera-se seguramente uma diminuição na mortalidade infantil”, realçou.

Por sua vez, o coordenador do escritório conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), Opia Cumah, adiantou que esse gesto, visa, sobretudo, ajudar a fortalecer a qualidade do atendimento aos recém-nascidos em Cabo Verde.

Por outro lado, diplomata reiterou o compromisso do UNICEF e do UNFPA em apoiar o país no cumprimento das metas nacionais e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles que contribuem para a saúde e o bem-estar das crianças e redução da mortalidade neonatal e infantil.

A cerimónia foi presidida pelo director nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto, que realçou os ganhos conseguidos por Cabo Verde no sector da saúde, desde que o País se tornou independente, graças aos investimentos feitos com apoios dos parceiros de desenvolvimento e devido à continuidade das políticas adoptadas pelos sucessivos governos até este momento.

“Este talvez terá sido um dos factores cruciais que permitiu-nos chegar até onde chegamos hoje com os indicadores que temos”, disse, enaltecendo também a entrega e o empenho dos profissionais de saúde na prestação dos cuidados.

Os equipamentos hoje recebidos foram solicitados pelo Ministério da Saúde e da Segurança Social, através do Programa Nacional da Saúde Sexual e Reprodutiva. In “Inforpress” – Cabo Verde