Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 7 de abril de 2026

UCCLA - Apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato”

Vai acontecer no dia 21 de abril, às 18 horas, a apresentação do livro O colono preto saiu do guarda-fato da autoria de Sérgio Raimundo, no auditório da UCCLA.


Com a chancela da editora Oficina de Textos, a obra será apresentada por Catarina Simão.

Sinopse:

O colono preto saiu do guarda-fato é um pequeno livro de crónicas sobre Moçambique, uma espécie de celebração, em jeito literário, dos 50 anos de independência. O livro aborda diversas temáticas ligadas a Moçambique com o intuito de provocar e questionar o leitor, convidando-o a refletir sobre os últimos acontecimentos que tiveram lugar em Moçambique e os 50 anos de independência. As crónicas deste livro seguem, em parte, a linhagem de escrita defendida por Jorge Amado "a história não deve ser explicada, mas contada".

Biografia:

Sérgio Raimundo nasceu em 1992, no bairro de Chamanculo, Maputo, Moçambique. É licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique, mestrado em Ciências de Educação pela Universidade de Algarve, Portugal. Atualmente, frequenta o doutoramento em Ciências da Comunicação no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Portugal. É escritor, professor, jornalista e cronista, colaborando em diversos órgãos de comunicação em Moçambique e Portugal. Vive dividido entre Moçambique e Portugal.

Publicou as seguintes obras: Síntese e fragmentos da emoção, poesia (2012); Avental de um poeta doméstico, poesia (2016); A ilha dos mulatos, romance (2020); As ancas do camarada chefe e Peça desculpas, sua excelência, crónicas (2023).

Foi Prémio Nacional de Slam Poetry (2011) - Moçambique; vencedor do concurso literário Fim do Caminho (conto, 2016) - Moçambique; menção honrosa na novela e poesia no Prémio Literário 10 de Novembro (2017 e 2018) - Moçambique; Prémio Africano de Imprensa Escrita da Merck Foundation (2018) - Quénia; Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa (2019), Portugal - Moçambique. Fez parte da Powerlist: lista das 100 figuras negras mais influentes da lusofonia (2023). Teve o segundo lugar do Prémio Literário António Mendes Moreira 2024, Portugal.


quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Moçambique - Sérgio Raimundo lança “O Colono Preto Saiu do Guarda-Fato”

Sérgio Raimundo lança, hoje, o livro “O Colono Preto Saiu do Guarda-Fato”, no Centro Cultural Português, Camões, sob a chancela da Editora Oficina de Textos. A apresentação da obra será feita pela escritora Deusa d´África. 


“O Colono Preto Saiu do Guarda-Fato” é um livro de crónicas sobre Moçambique, uma espécie de celebração, em jeito literário, dos 50 anos de independência. A obra aborda diversas temáticas ligadas a Moçambique, com o intuito de provocar e questionar o leitor, convidando-o a reflectir sobre os últimos acontecimentos que tiveram lugar em Moçambique, e nos 50 anos de independência. As crónicas do livro seguem, em parte, a linhagem de escrita defendida por Jorge Amado – “a história não deve ser explicada, mas contada”.

Sobre o autor

Sérgio Raimundo nasceu em Maputo em 1992, no bairro de Chamanculo. É licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique, mestrado em Ciências de Educação pela Universidade do Algarve, Portugal.  Actualmente, frequenta o doutoramento em Ciências da Comunicação no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Portugal. É escritor, professor, jornalista e cronista, colaborando em diversos órgãos de comunicação em Moçambique e Portugal. In “O País” - Moçambique  




sexta-feira, 10 de março de 2023

Moçambique - Livros de Sérgio Raimundo e Mélio Tinga apresentados no Camões Centro Cultural Português

Na próxima terça-feira, 14, às 17h30, serão apresentadas no Camões – Centro Cultural Português em Maputo as obras distinguidas na 3.ª e 4ª edições do Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa: A ilha dos mulatos, de Sérgio Raimundo (2019), e Marizza, de Mélio Tinga (2020).


O Director de Edições e Cultura da Imprensa Nacional – Casa da Moeda (Portugal), Duarte Azinheira, e o poeta, editor e Presidente do Júri do Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa, Mbate Pedro, estarão presentes nesta cerimónia e apresentarão as duas obras ao público, num momento em que os livros estarão também disponíveis para venda.

O júri constituído pelo poeta Mbate Pedro, na qualidade de Presidente, pela investigadora e especialista em Literatura, Sara Jona Laisse, e pela editora-chefe da Imprensa Nacional, Paula Mendes, deliberou atribuir o Prémio à novela policial contemporânea A ilha dos mulatos (2019) pelo facto de o autor entrelaçar criatividade e originalidade, com a gestão da polifonia e de fluxos de consciência, numa narração que convoca à preservação da memória sobre a Ilha de Moçambique.

Por seu turno, a atribuição do Prémio a Marizza justifica-se, segundo o júri, pela criatividade com que o autor aborda um assunto do quotidiano e pela qualidade e inovação estética da obra, numa narrativa coesa e coerente, na qual a forma se sobrepõe ao conteúdo. Nesse trabalho de Mélio Tinga, o júri destacou ainda a qualidade literária de uma escrita permeada por notáveis registos poéticos.

Durante a sessão de apresentação, serão também anunciados os membros do júri da próxima edição do Prémio (2023), constituído por figuras ligadas à literatura de Moçambique e Portugal.

O galardão foi instituído em 2017 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), com o apoio do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, e destina-se a premiar trabalhos inéditos, em prosa, de cidadãos moçambicanos ou a residir em Moçambique há mais de cinco anos. O Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa contempla a edição da obra vencedora pela Imprensa Nacional, bem como a atribuição do valor monetário de 5000 € (cinco mil euros) ao vencedor.

Sérgio Simão Raimundo, também conhecido como Poeta Militar, nasceu em Maputo. Licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane, estudou também Crítica de Cinema, no Brasil, em 2017, Jornalismo de Saúde, no Quénia, em 2018, Artes Performativas e Jornalismo Cultural, na Alemanha, em 2018. Colabora como jornalista e colunista em diversos órgãos de comunicação social em Moçambique e Portugal. Como escritor, tem participado em diversas antologias literárias nacionais e internacionais e tem publicados o livro de prosa “A ilha dos mulatos” (Imprensa Nacional, 2020) e o livro de poesia “Avental de um Poeta Doméstico” (2016). Vencedor do Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa (2019), do Prémio Africano de Imprensa Escrita da Merck Foundation (2018); do Prémio Fim do Caminho (conto – 2016) e do Prémio Nacional de Slam Poetry (2011). Foi também nomeado com a menção honrosa do Prémio Literário 10 de Novembro (2017 e 2018) e ainda uma menção especial no Concurso Mundial de Poesia NOSSIDE (2010). Actualmente, reside em Portugal, onde trabalha na área da literatura e frequenta o Mestrado em Ciências da Educação, na Universidade do Algarve.

Mélio Tinga nasceu, vive e trabalha em Maputo. Licenciado em Educação Visual pela Universidade Pedagógica e pós-graduado em Branding pela Universidade Europeia (IADE). Cofundador da Catalogus – Portal de Autores Moçambicanos e do OitentaNoventa – Projecto de ligação entre gerações literárias, em Moçambique. Membro do Movimento Literário Kuphaluxa, do projeto lusófono Mapas de Confinamento e Vice-Presidente da Associação Cultural da Universidade Pedagógica de Maputo. Escritor de ficção, tem publicados os livros: “Objecto Oblíquo” (OitentaNoventa, 2022), “Marizza” (Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2021), “a engenharia da morte” (Moçambique, 2020; Caos e Letras, Brasil, 2021; Edições Húmus, Portugal, 2021) e “O Voo dos Fantasmas” (Ethale Publishing, 1ª Edição, 2018 e 2ª Edição, 2022). Coorganizou dois volumes de “Contos e crónicas para ler em casa” (Literatas, 2020). Vencedor do Prémio Literário Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa (2020) e do BLOG4DEV do Banco Mundial (2021). Finalista do Prémio 10 de Novembro (2019) e do Prémio de Letras de Música SensaSons (2012). In “O País” - Moçambique