Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 5 de novembro de 2024

China - Produtos de Macau e lusófonos promovidos em Xangai

Arrancou hoje em Xangai a 7ª edição da Exposição Internacional de Importação da China. Um total de 39 empresas e 40 empresários de Macau estão naquela cidade chinesa para promover produtos locais e lusófonos


Uma delegação de 39 empresas de Macau vai promover produtos locais e lusófonos na 7ª edição da Exposição Internacional de Importação da China, que começa hoje em Xangai. A iniciativa prolonga-se até dia 10 deste mês, anunciou ontem o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento (IPIM).
Com dois pavilhões temáticos criados pelo organismo, as quase quatro dezenas de empresas vão promover “produtos alimentares e bebidas produzidos em Macau, de marcas de Macau e dos países de língua portuguesa, bem como serviços profissionais no âmbito da tributação, tradução, consultoria de investimento”, entre outros, indicou em comunicado.
Ao mesmo tempo, vai participar também uma delegação de cerca de 40 empresários, nas áreas de finanças, comércio electrónico, convenções e exposições, tecnologia, turismo, restauração, logística e lazer.
Subordinada ao tema “Nova Era, Futuro Compartilhado”, esta edição da Exposição Internacional de Importação da China vai juntar, em mais de 420 mil metros quadrados, cerca de 300 empresas de todo o mundo.
Segundo o IPIM, o Pavilhão de Produtos Alimentares e Bebidas de Macau e dos Países de Língua Portuguesa e o Pavilhão de Serviços Profissionais de Macau e dos Países de Língua Portuguesa estarão instalados numa zona com 660 metros quadrados. Os pavilhões contarão ainda com equipamentos multimédia, para promover o ambiente comercial e as oportunidades políticas de Macau e de Hengqin, incluindo as vantagens das convenções e exposições e as oportunidades da plataforma sino-lusófona, pode ler-se na nota.
No mesmo local, serão programadas várias actividades, como bolsas de contacto, degustação de iguarias típicas de Macau e dos Países de Língua Portuguesa e transmissão ao vivo de visitas de influenciadores. A intenção é “incentivar mais comerciantes participantes a experimentarem o encanto dos produtos e serviços de Macau, através da plataforma de convenções e exposições internacionais, de modo a ajudar as empresas de Macau a criarem mais oportunidades de mercado para ‘expandir-se para o exterior’”. Catarina Pereira – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Guiné-Bissau - Vai estrear-se na maior feira de produtos estrangeiros na China

A Guiné-Bissau vai participar pela primeira vez na Exposição Internacional de Importação da China, a maior feira chinesa dedicada aos produtos estrangeiros, marcada para Novembro em Xangai, informou ontem a embaixada da China em Bissau.

De acordo com um comunicado, o anúncio foi feito pelo embaixador chinês na Guiné-Bissau, Guo Ce, na quarta-feira, durante um encontro com o novo ministro do Comércio guineense, Jamel João Handem.

O diplomata disse esperar que a Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla em inglês) pode “construir uma ponte para que os produtos característicos da Guiné-Bissau entrem no mercado chinês. Guo Ce apelou à cooperação bilateral não só na exportação de castanha de caju guineense para a China, mas também na formação de recursos humanos na área comercial.

Segundo o comunicado, Jamel João Handem agradeceu o convite chinês para participar na CIIE e “os esforços de promoção” das exportações de castanha de caju da Guiné-Bissau para a China.

O país também já tinha levado a castanha de caju e outros produtos para a Exposição Económica e Comercial China-África, que aconteceu em Changsha, capital da província de Hunan, no centro da China, de 19 de Junho a 2 de Julho.

A Índia é a principal compradora da castanha da Guiné-Bissau, mas, nos últimos anos, empresários do Vietname e da China também têm comprado a castanha guineense, embora em poucas quantidades.

Em Abril, a imprensa guineense noticiou uma intenção da embaixada da China em Bissau segundo a qual empresários chineses estariam interessados em comprar “mais de 30 toneladas” de castanha de caju. Isto numa altura em que a Guiné-Bissau ainda tinha pelo menos 30 mil toneladas de castanha de caju colhida em 2022 por exportar, “devido às dificuldades logísticas e da própria conjuntura do mercado internacional”, disse à Lusa uma fonte do Ministério do Comércio.

A edição deste ano da CIIE está marcada para a capital financeira chinesa, Xangai, no leste do país, entre 05 e 10 novembro, e irá acontecer em formato totalmente presencial, pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19.

A China anunciou em dezembro o cancelamento da maioria das medidas de prevenção e contenção, depois de quase três anos de rigorosas restrições no âmbito da política ‘zero covid’, que incluíram a quase total suspensão da emissão de vistos de negócios. In “Ponto Final” - Macau