Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Moçambique - Lorna Zita integra colectânea internacional “Résister et Espérer” ao lado de jovens autores de 30 países

A escritora, poeta e produtora cultural moçambicana Lorna Zita integra a colectânea internacional Résister et espérer (Resistir e Esperar), uma obra que reúne textos de 30 jovens autores e autoras, com menos de 30 anos, provenientes de 30 países.

Co-editada pela Alliance internationale de l’édition indépendante e pelas Éditions Double Ponctuation, a publicação será lançada internacionalmente no dia 10 de Setembro de 2026, com edição impressa e digital disponível em França, Suíça e Bélgica.

Lorna Zita representa Moçambique numa iniciativa que pretende dar visibilidade às vozes de uma nova geração de escritores de diferentes contextos sociais e culturais. Entre os países representados estão Afeganistão, Brasil, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Chile, Guatemala e Indonésia.

Sob o tema “Resistir e Esperar”, a colectânea reúne textos que reflectem sobre diferentes formas de resistência e esperança vividas pelos jovens autores nos seus respectivos contextos. A obra conta ainda com um prefácio do escritor franco-palestiniano Karim Kattan.

A participação de Lorna terá continuidade na Babelica 2026, feira internacional de livros dedicada à edição independente, que decorrerá online nos dias 21 e 22 de Setembro. A programação inclui mesas-redondas internacionais com vários dos autores seleccionados.

Entre os encontros está a mesa-redonda “Standing Together in the Face of Repression”, marcada para 21 de Setembro, na qual Lorna Zita participará ao lado de autores da Índia e da Malásia para discutir temas como repressão, resistência, juventude e o papel da literatura. In “Moz Entretenimento” - Moçambique



domingo, 19 de julho de 2026

Moçambique - Camões – Centro Cultural Português e Catalogus lançam colectânea que celebra os 30 anos da CPLP com vozes da literatura contemporânea

O Camões – Centro Cultural Português e a Catalogus apresentam, no próximo 21 de Julho, às 17h30, em Maputo, a colectânea “As casas ainda respiram”, uma obra comemorativa dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O lançamento decorrerá nas instalações do Camões – Centro Cultural Português e reunirá textos de escritores e poetas da literatura contemporânea em língua portuguesa.


Com 170 páginas, a colectânea reúne excertos de romances, contos e poemas de autores oriundos do espaço lusófono, procurando celebrar a língua portuguesa como elemento de união entre diferentes povos e culturas. A publicação apresenta textos de Alice Pina, Álvaro Fausto Taruma, Ana Bárbara Pedrosa, Calila das Mercês, Camila Afonso, Cheila Delgado, Edson Incopté, Elisângela Rita, Eltânia André, Helena Abrahamsson, Israel Campos, Jamila Pereira, Rita Canas Mendes, Samuel F. Pimenta e Virgília Ferrão, oferecendo aos leitores moçambicanos um panorama da literatura contemporânea em língua portuguesa.

A obra resulta de uma iniciativa conjunta do Camões – Centro Cultural Português em Maputo e da Catalogus para assinalar as três décadas da CPLP, organização criada em Julho de 1996 e actualmente constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Cada texto evidencia diferentes identidades, perspectivas e experiências, reflectindo a diversidade cultural que caracteriza o universo literário dos países lusófonos.

Na apresentação da colectânea, o director do Camões – Centro Cultural Português em Maputo, José Manuel Amaral Lopes, destaca que a celebração dos 30 anos da CPLP representa também a valorização de uma língua que aproxima povos, incentiva a criação literária e fortalece o diálogo intercultural, reafirmando a diversidade cultural como um dos maiores patrimónios da lusofonia. In “Moz Entretenimento” - Moçambique


sexta-feira, 8 de maio de 2026

Projecto Angola 50 Anos, 50 Autores apresentado em Luanda

O "Projecto Angola 50 Anos, 50 Autores" foi apresentado, na tarde desta sexta-feira, em Luanda, numa cerimónia presidida pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio Manuel da Fonseca, soube o Jornal de Angola Online de fonte oficial


A cerimónia de lançamento reservou vários momentos designadamente, a apresentação da colectânea do livro, entrega simbólica da colectânea autografada, recital de poemas e exibição do vídeo sobre as celebrações dos 50 Anos de Independência Nacional.

O Projecto “Angola 50 anos, 50 Autores” enquadra-se nas comemorações dos 50 anos da Independência Nacional, assinalado a 11 de Novembro de 2025, e visa exaltar o contributo dos principais autores da história literária da luta pela independência e da conquista do desenvolvimento do País, bem como celebrar o meio século de história, identidade e pensamento angolano através da literatura.

O Projecto foi coordenado por um Conselho Editorial composto por quadros seniores da União dos Escritores Angolanos e da Academia Angolana de Letras. Comporta 25 000 exemplares correspondendo a 500 exemplares por título, concebida exclusivamente para o fortalecimento de redes institucionais dedicada à leitura crítica, investigação literária e formação cidadã. In “Jornal de Angola” - Angola


terça-feira, 14 de abril de 2026

Angola - Colectânea “Portas Entre´Abertas” junta treze autoras numa obra literária inédita

A sede da União dos Escritores Angola nos (UEA), em Luanda, acolheu o lançamento da colectânea literária intitulada “Portas Entre’ Abertas”, uma obra que junta treze autoras de diferentes pontos do país para reflectir sobre o papel fundamental das jovens mulheres na construção da sociedade

Com 153 páginas, a obra, escrita por 13 mulheres angolanas, nasce de experiências pessoais, observações do quotidiano e da necessidade de dar voz a histórias muitas vezes silenciadas.

Por intermédio deste trabalho, cada uma das participantes decidiu expressar os seus sentimentos através da literatura e partilhar com o público as suas realidades e experiência de vida.

Numa iniciativa da AMMA-Editora, o livro junta ideias e contributos de Serena Dandara, Luan da Denda, Tchissola Sucuacue tche, Eloá Kalopsita, Angelina de Carvalho, Isabela Lourenço, Júlia Cândida, Aurista D´Litlera, Ma ria Flora, Mónica Lote, Unkulu D´Papel, Violeta Azul e Margarida Jone.

A publicação da obra resulta de um processo que teve duração de três meses, produzido e supervisionado pela própria editora. Para a publicação, estarão disponíveis 1000 exemplares, como fez saber Daniel Sakayoya, director-geral da AMMA-Editora. Maria Custódia – Angola in “O País”


quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Angola - Escritores participam da colectânea "Sementes da Paz"

Os escritores Henrique Sungo e Beni Dya Mbaxi fazem parte da colectânea, de autores da lusofonia, com o título "Sementes da Paz", que será lançada no dia Internacional da Paz, assinalado a 21 de Setembro

A iniciativa é do grupo internacional de escritores "Vozes da diáspora", uma organização brasileira, radicada em Londres, cujo objectivo é o de "promover a paz no mundo, a escrita em língua portuguesa, a educação e a união entre os países lusófonos", disse Henrique Sungo ao JA Online.

No total, foram convidados 35 autores que representam Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Brasil, na sua maioria.

Henrique Sungo escreveu um poema com o título "Se eu pudesse traria a paz no Congo", onde realça não apenas os conflitos que tiram a paz deste país vizinho, mas, também, noutros países ao redor do mundo.

O escritor usou algumas palavras na língua kikongo e algumas gírias angolanas, e referiu que usou um glossário para que todos as pudessem perceber.

Mostrou-se agradecido e honrado por participar da obra e sublinhou que "significa o valor e a responsabilidade ao longo destes oito anos na promoção da nossa literatura e cultura em Angola e na diáspora" e de por outro lado "mostrar a cultura de Angola via a arte criativa que é um ganho para todos nós".

Por fim, referiu que o livro já se encontra à venda na plataforma Amazon e que, neste momento, decorrem os preparativos para o lançamento oficial da colectânea no consulado do Brasil em Londres, uma vez que a obra é apadrinhada pelo cônsul-geral, João Alfredo dos Anjos Júnior. Victória Ferreira – Angola in “Jornal de Angola”


terça-feira, 25 de outubro de 2022

Moçambique - Editorial Fundza lança Makhalelo de Adriano Félix


A Fundza lançou, esta quarta-feira, no Espaço Ruby, na Cidade de Nampula, o primeiro livro de Adriano Félix, que, na cerimónia, foi apresentado por Jaime Jemusse.

Makhalelo é uma colectânea de textos, entre o real e o hilariante, com questões do quotidiano vivenciadas na terceira maior cidade do país, onde o autor vive e trabalha. Trata-se de um livro constituído por 38 crónicas, que traduzem acontecimentos inerentes a diversos círculos, com destaque para ambientes familiares e informais, como mercados, chapas ou cemitérios.

Segundo a nota de imprensa da Editorial Fundza, Adriano Félix capta os sons, os sotaques, faz a subversão e o retrato da língua portuguesa num cruzamento com a maneira macua de a falar. É nisso que o autor identifica o potencial hilariante a que não resiste na ficcionalização dos espaços e dos ambientes retratados com personagens únicas e inspiradoras.

A mesma nota avança que através de Makhalelo, Adriano Félix pensa, fundamentalmente, na realidade dos nampulenses, esmerando-se, a partir da escrita, na valorização do que os seus co-cidadãos são quando se encontram em família ou na via pública. O grande projecto de Félix, de alguma maneira, é transmitir ao seu leitor a maneira de ser dos cidadãos sobre os quais escreve.

“Adriano Félix faz crónica como um acto de memória e de prender o tempo. Por isso mesmo, o autor escreve, muitas vezes, recorrendo ao que a Cidade de Nampula oferece em termos criativos. Bem dito, para Félix, Nampula é a sua maior inspiração, o seu chão e o lugar onde gosta de se movimentar”, lê-se na nota de imprensa da Fundza.

O primeiro livro de Félix foi seleccionado na primeira chamada literária da Editorial Fundza

Adriano Félix nasceu em Nampula. Além de crónicas, escreve poemas, contos e romances. É mestre em Urbanismo pela La Trobe University, docente do Curso de Urbanismo e Ordenamento do Território na Universidade Lúrio. Está publicado em algumas antologias, tais como antologia de poesia portuguesa contemporânea Entre o sonho e o sono (2017), antologia de literatura contemporânea Alma de mar (2021) e Nampula: antologia de his-es-tórias de uma cidade vibrante (2022). In “O País” - Moçambique