Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 1 de março de 2025

Chile - Novo Centro de Arte Moderna Gulbenkian é um dos “Edifícios do Ano” para a ArchDaily

O renovado Centro de Arte Moderna (CAM), da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, foi eleito “Edifício do Ano” em Arquitetura Cultural, pela plataforma internacional ArchDaily, que atribui as distinções.



O novo edifício, inaugurado em setembro de 2024, foi redesenhado pelo arquiteto japonês Kengo Kuma, em colaboração com o atelier português de arquitetura OODA, e inclui a estrutura Engawa, que serve de enquadramento e ligação ao jardim da fundação, desenhado pelo paisagista libanês Vladimir Djurovic.

O prémio reconhece em conjunto o trabalho do atelier de Kengo Kuma (KKAA), o atelier português e o de Djurovic (VDLA).

A plataforma Archdaily atribui anualmente prémios de arquitetura em diferentes categorias, e os vencedores são escolhidos por votação pública.

Em comunicado, a Fundação Calouste Gulbenkian lembra que o projeto de arquitetura do renovado CAM propõe “uma integração holística de todos os elementos da paisagem”, entre o edifício e o jardim circundante, nos espaços da fundação.

O arquiteto japonês Kengo Kuma inspirou-se na tipologia ‘Engawa’, “que se encontra frequentemente nas casas tradicionais japonesas”, e o conceito “está refletido em várias características do edifício”, refere a fundação.

Aquele conceito, manifestado na enorme cobertura curva exterior do Centro de Arte Moderna, sublinha a ideia de “um centro de arte aberto e acessível, onde todas as pessoas são encorajadas a fazer deste o seu espaço”.

Na área de habitação, os Prémios ArchDaily distinguiram o projeto da Fazenda Canuanã, em Formoso de Araguaia, no Brasil, dos gabinetes brasileiros de arquitetura Rosenbaum e Terra e Tuma Arquitetos.

Na categoria de hotéis, foi premiado o projeto do Elysée Montmartre Hotel, em Paris, assinado pelo gabinete francês Policrónica, que contou com a participação, entre outros, dos arquitetos Marta Moreira, Margarida Matos e Gabriel Rocha, no design. In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”


quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Fundação Calouste Gulbenkian - Estágio em curadoria de exposições para curadores dos PALOP

Bolsas para um estágio presencial de quatro meses no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian em 2025



O objetivo destes estágios é contribuir para a capacitação e desenvolvimento de competências de profissionais dos PALOP, promovendo a reflexão e a prática curatorial no campo das artes visuais contemporâneas e proporcionar uma experiência prática em curadoria, permitindo o acompanhamento de todas as etapas envolvidas na conceção e organização de exposições, bem como de atividades educativas. Esta iniciativa permite ainda o fomento da internacionalização dos curadores dos PALOP, integrando-os num ambiente institucional de referência como o Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian.

Condições de Elegibilidade

Podem candidatar-se ao presente Concurso profissionais que preencham cumulativamente as seguintes condições:

Serem nacionais e residentes em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique ou São Tomé e Príncipe.

Terem entre 25 e 40 anos de idade.

Possuírem experiência ou apetência pela pesquisa e prática curatorial no campo das artes visuais contemporâneas, em áreas como artes visuais, história de arte, estudos culturais, teorias das artes, museologia ou produção e gestão cultural.

Os candidatos com dupla nacionalidade deverão candidatar-se com a nacionalidade do país de residência. A nacionalidade indicada deverá ser a mesma utilizada noutras candidaturas aos apoios da Fundação Calouste Gulbenkian.

Será dada preferência aos candidatos que tenham concluído a I ou II edição do curso de curadoria de exposições, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa.

Como concorrer

As candidaturas devem ser obrigatoriamente submetidas através do formulário online, conforme regulamento.

Faça login para criar uma conta (guarde os dados para posteriormente acompanhar o processo)

Leia atentamente o regulamento e junte toda a documentação necessária antes de submeter a candidatura.

Depois de preencher a página de candidatura poderá fazer o upload dos documentos obrigatórios e acompanhar o seu processo (guarde os dados de login).

As candidaturas só são aceites até dia 1o de janeiro de 2025. Aconselhamos a que não deixe a sua candidatura para os últimos dias do prazo.

Email: parcerias.africa@gulbenkian.pt Fundação Calouste Gulbenkian – Portugal

Mais informações


quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Fundação Calouste Gulbenkian - Arte Moderna e Contemporânea do Centro de Arte Moderna

Comemoramos os 40 anos do CAM com uma exposição que apresenta histórias em torno da sua Coleção, através de novas narrativas e interpretações, e integrando um espectro de obras marcantes da Coleção, mas também peças menos vistas ou nunca apresentadas.


No ano em que se comemora o 40.º aniversário do Centro de Arte Moderna (CAM), esta exposição revela-se uma oportunidade para revisitar algumas das obras mais marcantes da Coleção do CAM, adquiridas desde o final da década de 1950 pela Fundação Gulbenkian, mas também ficar a conhecer obras menos vistas, ou inéditas, para o público.

A Fundação Calouste Gulbenkian comprou as primeiras obras de arte moderna no final dos anos de 1950 com o objetivo de integrarem exposições temporárias itinerantes organizadas pela instituição. Adquiriu também obras aos seus bolseiros, no âmbito do apoio aos artistas concretizado logo após a sua criação, em 1956. O que viria a ser a Coleção do CAM foi ganhando forma, contando atualmente com aproximadamente 12 mil obras.

Durante os anos de 1960, a aquisição dos primeiros conjuntos de obras contou, desde logo, com artistas que viriam a ser incontornáveis no panorama artístico nacional e internacional, como Amadeo de Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros e Maria Helena Vieira da Silva. As obras de arte britânica foram, em grande parte, adquiridas entre 1960 e 1965 e reúnem nomes tão relevantes como David Hockney e Bridget Riley.

A vontade de construir um espaço que albergasse a coleção de arte moderna que então se formava, e que já agrupava um número significativo de artistas nacionais e internacionais, é oficializada em 1979. O Centro de Arte Moderna inauguraria a 20 de julho de 1983, contando com um programa inovador que vinha colmatar a inexistência de um museu em Portugal dedicado à difusão da arte do século XX.

A partir daí, o crescimento da Coleção foi exponencial e conduziu à aquisição de obras de uma grande diversidade de artistas, meios e suportes. Construída ao longo de mais de 60 anos, a Coleção do CAM é o resultado de encontros, aproximações, ruturas, relações estéticas e, nessa medida, apresenta linguagens artísticas diferenciadas.

Com uma apresentação inovadora, Histórias de uma Coleção pretende integrar um espectro de obras que abrange diferentes épocas, geografias e dinâmicas artísticas, através de novas narrativas e interpretações. Serão assinalados momentos-chave que exploram a constituição da Coleção do CAM, acompanhados de um catálogo, com ensaios inéditos das curadoras da exposição, entre outros, além de uma programação paralela à exposição que procurará abrir espaço de reflexão sobre o que representa a Coleção do CAM e sobre modelos de colecionismo, para que o público se aproxime cada vez mais das obras da Coleção e das histórias que têm para contar. Fundação Calouste Gulbenkian - Portugal

Explore as obras

05 mai – 18 set 2023

10:00 – 18:00 SÁB, 10:00 – 21:00

Encerra à terça

Local:

Galeria Principal

Fundação Calouste Gulbenkian

Preço:

6,00 €

50% – menores de 30 anos

15% – maiores de 65 anos

Entrada gratuita – domingos a partir das 14:00 / Estudantes aos sábados a partir das 18:00