Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Moçambique - Agro-Jovem já financiou 33 milhões MT em 29 projectos

O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos, lançado oficialmente pelo Presidente da República em 2015 e com o apoio da DANIDA, está a implementar, em todo o País, um total de 29 projectos de negócio, representando um financiamento global de cerca de 33 milhões de meticais.

Na sequência do sucesso alcançado por várias iniciativas de apoio a jovens empreendedores, em particular o Agro-Jovem, a Gapi está a projectar a criação de um fundo de investimento específico para a juventude, com vista a contribuir ainda mais para o surgimento de uma nova geração empresarial e contribuir para uma sociedade inclusiva.

“Temos vários programas dedicados à promoção da mulher e jovens empreendedores. No caso dos jovens, o Agro-Jovem envolve parcerias com 16 universidades e escolas técnico-profissionais, bem como organizações como a Global Shapers Moçambique e a AIESEC”, disse, na passada sexta-feira, 26 de Janeiro, em Maputo, o administrador delegado da Gapi, António Souto, à margem do lançamento da marca de artigos personalizados Tshuvuka, pertencente a Formoso Carneiro, um empresário nacional que, há 20 anos, começou a ter assistência técnica e financeira da Gapi.

Formoso Carneiro, que começou como cliente da Gapi numa barraca no mercado de Xai-Xai, tem vindo a manter a sua relação com esta instituição financeira de desenvolvimento, conseguindo, posteriormente montar uma empresa gráfica em Maputo que hoje emprega directamente 40 trabalhadores.

“O sucesso de Formoso e de alguns outros é um incentivo para dedicarmos mais atenção e recursos ao potencial que está em certos jovens. O nosso trabalho é identificá-los, apoiá-los e acompanhá-los” – acrescentou o Administrador da Gapi.

No projecto Agro-Jovem, conforme sublinhou António Souto, durante 2017 estiveram, envolvidos em debate de ideias sobre possibilidades de negócio ao nível do País cerca de 950 jovens.

Este programa está neste momento a financiar 29 iniciativas de negócio em quase todas as províncias. O crédito e assistência técnica já disponibilizada montam a cerca de 33 milhões de meticais: “Estão a surgir pequenas empresas, por todo o País, com jovens dedicados, que estão a começar a implementar os seus negócios, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva”, frisou.

“Estamos a trabalhar para que, através de um instrumento financeiro gerido com base na nossa experiência, se beneficiem mais jovens e se possa criar mais emprego, à semelhança do que aconteceu com o proprietário da marca Tshuvuka, Formoso Carneiro”, indicou.

A propósito, Formoso Carneiro contou que, durante 20 anos de parceria com a Gapi, a sua vida mudou para melhor, assim como foi igualmente transformada a vida de muitos colaboradores que estão consigo neste percurso como empresário.

“Com o apoio da Gapi, foi possível sair do sector informal e abrir a minha primeira loja. Até hoje, questiono-me por que é que eles acreditaram em mim, concedendo-me crédito sem que eu tivesse garantia forte. Sinto-me agora realizado, pois tenho um negócio estabelecido que emprega um bom número de trabalhadores”, concluiu Formoso Carneiro. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Moçambique - AIESEC desenha estratégias e organiza estágios internacionais

Mais de uma centena de colaboradores da Associação Internacional dos Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) participaram recentemente, na província de Maputo, na segunda conferência nacional da agremiação.

Denominado National Sprint Days, o encontro, que juntou colaboradores da organização provenientes de mais de 20 instituições do ensino superior das províncias de Maputo, Gaza, Sofala, Tete e Nampula, tinha como objectivo desenhar novas estratégias que vão nortear as actividades da AIESEC-Moçambique nos próximos meses e preparar o envio e a recepção de jovens no âmbito do programa de estágios voluntários e profissionais.

Assim, entre os meses de Dezembro e Janeiro a AIESEC Moçambique vai receber e enviar mais de 50 jovens de e para Malawi, Tanzânia, Botswana, África do Sul, Namíbia, Egipto, Brasil e Portugal para a realização de estágios.

Tomaram parte da conferência representantes do Ministério da Juventude e Desportos e de empresas parceiras da AIESEC-Moçambique. Na ocasião, foi assinado um memorando de entendimento entre esta agremiação e a UX com vista à implementação de projectos virados ao desenvolvimento social. In “Verdade” - Moçambique

sexta-feira, 27 de março de 2015

Moçambique - Jovens defendem Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

Rui Correia vice-presidente da AIESEC
A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC) considera que os jovens devem tomar a dianteira, no que diz respeito ao desenvolvimento de acções, visando atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio no País.

Para o efeito, a AIESEC realizou esta sexta-feira, 27 de Março de 2015, um seminário denominado Juventude Milénio, durante o qual foi apresentado o relatório de actividades realizadas em 2014 e o seu impacto nas comunidades.

Segundo Rui Correia, vice-presidente da AIESEC, o encontro tinha como objectivo consciencializar os jovens universitários, e não só, sobre a necessidade da sua participação activa nas acções que estão a ser levadas a cabo para que o País atinja os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, definidos pelas Nações Unidas.

Em relação ao balanço das actividades desenvolvidas em 2014, Rui Correia referiu que a organização construiu um aviário no posto administrativo da Matola-Gare e reabilitou a biblioteca da Escola Primária da Coop, para além de ter trabalhado com crianças e mulheres nas comunidades.

"O aviário vai ser útil para a comunidade em termos de rendimento e alimentação. Sobre a biblioteca da Escola Primária da Coop, para além da sua reabiliação, estamos a apetrechá-la com a ajuda dos nossos parceiros do Brasil e de Portugal", explicou o vice-presidente.

Mais adiante, Rui Correia referiu que a AIESEC também recebeu 350 estagiários estrangeiros e trabalhou nas áreas da Saúde e Educação, o que permitiu atingir cerca de 3.000 crianças e 200 mulheres.

Em relação aos planos para o presente ano, a organização espera receber 255 estudantes estagiários e trabalhar nas áreas da saúde, educação de crianças, capacitação de jovens, saneamento, cultura, entre outras.

Importa realçar que a AIESEC é uma organização internacional presente em mais de 2.100 universidades de 125 Países, formada por 100 mil membros activos, entre estudantes universitários e licenciados. Em Moçambique, a mesma implantou-se há seis anos, estando neste momento representada em 17 instituicões de ensino superior e universidades nas cidades de Maputo, Beira e Nampula. In “Olá Moçambique” - Moçambique