Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Honduras – Olimpíada Ibero-Americana de Matemática

Realizou-se entre 19 e 27 de Setembro de 2014 na cidade de San Pedro Sula, Honduras, a 29ª Olimpíada Ibero-Americana de Matemática (OIAM), uma organização da Universidade Pedagógica Nacional Francisco Morazán através do Departamento de Matemáticas.

82 estudantes de vinte e dois países participaram neste evento que teve a presença do Brasil e Portugal como representantes da língua portuguesa e 20 países de língua castelhana, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Enquanto no ano anterior os países lusófonos ficaram nos dois primeiros lugares, com a liderança a pertencer ao Brasil, este ano o país vencedor foi o México, 149 pontos, o Brasil foi segundo, 140 pontos, a Espanha a 3ª classificada, 124 pontos, seguindo-se o Perú, 122 pontos e Portugal no 5º lugar com 107 pontos. Em termos individuais, o brasileiro Murilo Corato Zanarella, de São Paulo (SP), terminou a competição no primeiro lugar, conquistando a medalha de ouro com a pontuação máxima da prova, 42 pontos.


 A Taça Porto Rico, troféu outorgado desde 1990 pela delegação de Porto Rico ao país de maior progresso na competição, e que tem como objetivo estimular o desenvolvimento das equipes olímpicas, foi entregue ao México. Este ano foram entregues 8 medalhas de ouro, três ao México, duas ao Brasil e Portugal e uma ao Perú, 14 de prata, 22 de bronze e 14 menções honrosas.

A equipa brasileira liderada pelos professores Carlos Gustavo Tamm de Araujo Moreira, do Rio de Janeiro (RJ) e Marcelo Tadeu de Sá Oliveira Sales, de São Paulo (SP), além da medalha de Murilo Zanarella, conquistou ouro através de Alessandro de Oliveira Pacanowski, do Rio de Janeiro (RJ), prata através de Daniel Lima Braga e Ana Karoline Borges Carneiro, ambos de Fortaleza (CE), que obtiveram 31 e 29 pontos respectivamente. O Brasil que iniciou a participação neste evento em 1985 é o país mais medalhado com um total de 105 medalhas, sendo 53 de ouro, 41 de prata e 11 de bronze.


A equipa portuguesa ganhou duas medalhas de ouro, David Martins da Escola Secundária de Mirandela, aluno do 12º ano, já obtivera o mesmo resultado há dois anos na Bolívia, Francisco Andrade da Escola Secundária do Padrão da Légua, Matosinhos, aluno do 11º ano, foram os autores da proeza, pois Portugal até agora apenas tinha conquistado três medalhas de ouro. Henrique Aguiar da Escola secundária José Estevão, Aveiro, aluno do 11º ano ganhou uma medalha de bronze. A presença portuguesa ficou completa com o estreante David Andrade da Escola Secundária de Albufeira, aluno do 10º ano. Portugal que teve a primeira participação em 1990, já conquistou 50 medalhas, sendo 5 de ouro, 13 de prata e 32 de bronze, além de 10 menções honrosas.


David Martins, David Andrade e Francisco Andrade            Foto: Jorge Paula
A 30ª edição da OIAM terá como sede Porto Rico. Para participar no evento os jovens seleccionados terão entre os 13 e os18 anos de idade e não podem ter participado na competição nas duas edições anteriores.

A participação brasileira na competição é uma organização da Olimpíada Brasileira de Matemática, iniciativa que tem desempenhado um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas instituições públicas e privadas de todo o país.

A OBM é um projecto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (IMPA), da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), do Ministério de Educação (MEC) por intermédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT-Mat).

Francisco Andrade                                      David Martins
A participação de Portugal nesta competição é organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática, e a preparação dos alunos é assegurada pelo Projeto Delfos, do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra. As Olimpíadas 2013/2014 foram apoiadas pelo Ministério da Educação e Ciência, pela Ciência Viva, pelo Banco Espírito Santo, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Pathena. Baía da Lusofonia

domingo, 6 de outubro de 2013

Olimpíadas Ibero-Americanas

 
Depois de terem participado no passado mês de Julho nas Olimpíadas Internacionais de Matemática (OIM) em Santa Marta na Colômbia e no mês seguinte, em Agosto, nas Olimpíadas de Matemática da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (OMCPLP) em Maputo, Moçambique, os jovens brasileiros e portugueses apresentaram-se agora na Nicarágua para participarem na 28ª Olimpíada Ibero-Americana de Matemática (OIAM) que se realizou no passado dia 24 e 25 de Setembro de 2013, na cidade do Saber, com a participação de 79 jovens.
 
Com a presença de Brasil e Portugal como representantes da língua portuguesa e 20 países de língua castelhana, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, foram precisamente os dois países lusófonos os primeiros classificados.
 

O Brasil com 158 pontos, que já vencera na OMCPLP em Maputo, venceu agora com quatro jovens que já tinham participado nas Olimpíadas Internacionais de Matemática na Colômbia, Rodrigo Sanches Ângelo, de São Paulo, medalha de ouro, com pontuação máxima, 42 pontos, tinha ganho na Colômbia a medalha de Prata. Franco Matheus de Alencar Severo, 41 pontos, do Rio de Janeiro, medalha de prata, na Colômbia tinha sido medalha de bronze. Victor Oliveira Reis, 40 pontos, de Pernambuco, medalha de prata e Rafael Kazuhiro Miyazaki, 35 pontos, de São Paulo, medalha de prata, repetiram as medalhas alcançadas na Colômbia.
 

Portugal ficou em segundo lugar com 154 pontos, apresentando um conjunto de jovens estudantes em que três deles já tinham estado na Colômbia e um em Moçambique. Luís Pedro Lopes Duarte, da Escola Secundária de Alcains, obteve como o seu colega brasileiro a pontuação máxima, 42 pontos, tinha ganho uma medalha de bronze na Colômbia. Miguel Moreira, aluno do 11º ano, na Escola Secundária Rainha D. Amélia, em Lisboa, medalha de prata, 41 pontos, tinha ganho uma medalha de ouro na Colômbia. Miguel Martins dos Santos, aluno da Escola Secundária de Alcanena, medalha de prata, 41 pontos, tinha recebido bronze na Colômbia. Miguel Pereira Torres da Costa, do Grande Colégio Universal, Porto, medalha de bronze, recebera uma medalha de ouro em Maputo, Moçambique.
 
Brasil e Portugal repetiram as classificações do ano anterior, sendo um realce para os países de língua portuguesa, ficando o México no terceiro lugar com 153 pontos. O Brasil que iniciou a participação neste evento em 1985, é o país mais medalhado com um total de 101 medalhas, sendo 51 de ouro, 39 de prata e 11 de bronze. Portugal que teve a primeira participação em 1990, já conquistou 47 medalhas, sendo 3 de ouro, 13 de prata e 31 de bronze, além de 10 menções honrosas.


 
As provas foram aplicadas em dois dias e envolviam problemas de álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória
Foto: OBM 

 
 
A participação brasileira na competição é uma organização da Olimpíada Brasileira de Matemática, iniciativa que tem desempenhado um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas instituições públicas e privadas de todo o país.
 
A OBM é um projecto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (IMPA), da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), do Ministério de Educação (MEC) por intermédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT-Mat).
 
A participação portuguesa nas OIAM é organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática, e a selecção e preparação dos alunos está a cargo do Projecto Delfos, do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Educação e Ciência, da Ciência Viva, do Banco Espírito Santo, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Pathena.
 
A 29ª edição da OIAM terá lugar nas Honduras. Para participar no evento os jovens seleccionados terão entre os 13 e os18 anos de idade e não podem ter participado na competição nas duas edições anteriores. Baía da Lusofonia