Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cabo Verde – Germano Almeida “Do Monte Cara Vê-se o Mundo”

No passado dia 21 de Outubro de 2014, a Ilhéu Editora com o apoio do Centro Cultural Português / Polo do Mindelo e do Centro Cultural do Mindelo divulgou o livro de Germano Almeida, “Do Monte Cara Vê-se o Mundo” com a apresentação a cargo do Dr. Manuel Brito Semedo.

Germano Almeida nasceu na ilha da Boa Vista em 1945. Licenciou-se em Direito na Universidade Clássica de Lisboa. Vive em São Vicente onde, desde 1979, exerce a profissão de advogado. Publica as primeiras Estórias na revista Ponto & Vírgula, assinadas com o pseudónimo de Romualdo Cruz. Estas «estórias», depois de revistas e reescritas, às quais se acrescentaram algumas inéditas, foram publicadas em 1994 com o título A Ilha Fantástica que juntamente com A Família Trago, 1998. Mas o primeiro romance publicado por Germano Almeida foi O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, em 1989. Todas as suas obras confirmam o título que desde sempre reclamou, o de contador de «estórias».

Sinopse:

“Mas quem diabo é este fulano? Somos amigos antigos, apressa-se Pepe a dizer-lhe, companheiros de passeios matinais da Laginha à Enacol, ando a instrui-lo sobre S. Vicente, ele quer ser escritor, vai escrever um livro sobre nós. Nós quem, estranha Guida. Nós todos de S. Vicente…”

Nós todos de S. Vicente, ou melhor, da cidade do Mindelo, em Cabo Verde, cidade que é o verdadeiro herói deste novo romance de Germano Almeida. Dezenas de personagens – homens e mulheres, novos e velhos – de que se destacam o velho Pepe, filho do João Serralheiro, Júlia, que poderia ser sua filha e foi o grande amor da sua vida, Guida, cujo marido se perde na emigração, enfim a D. Aurora, a Professora Ângela, o Trampinha e uma multidão de outros personagens, cada um com a sua história, todos aqui reunidos num extraordinário romance que é também um retrato de todos nós, sob o olhar complacente e divertido do Monte Cara, lá no alto, em frente à cidade. Caminho Editora

domingo, 26 de outubro de 2014

UCCLA - Governo da Província do Zaire em Lisboa


O Governador Provincial do Zaire, José Joana André «Joanes», desloca-se a Portugal, com uma comitiva do Governo da Província para, expressamente, outorgar o protocolo de adesão à União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), por ocasião da homenagem que esta instituição vai fazer à Casa dos Estudantes do Império.

Esta homenagem - cuja cerimónia inaugural ocorrerá na próxima terça-feira, dia 28 de outubro, no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra - contará com a presença de várias individualidades, entre as quais o Secretário-Executivo da CPLP, vários embaixadores e presidentes das câmaras municipais do mundo lusófono, como Luanda, Maputo, São Tomé e Príncipe (Água Grande), Príncipe, Nampula, Cazenga, Praia, Lisboa, Coimbra, Almada, entre muitas outras, estando também presente um representante do Senhor Presidente da República de Portugal.

Relembra-se que a Província do Zaire é uma das províncias com maior capacidade de exploração petrolífera e que a cidade de Mbanza Kongo (capital da província) vai, brevemente, apresentar a sua candidatura a Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).

A UCCLA que integra várias cidades, que são património mundial, prestará todo o apoio à candidatura. UCCLA

Moçambique – Amilca Ismael, “Efémera Liberdade”

Durante este mês de Outubro de 2014, bem podemos afirmar que é o momento de “trilhar” pelas letras em língua portuguesa da escritora moçambicana Amilca Ismael com o patrocínio da editora portuguesa “Labirinto de Letras”.



Logo no início do mês, a escritora moçambicana Amilca Ismael começou o seu trabalho de divulgação do seu terceiro livro “Efeméra Liberdade” traduzido para português e editado como anteriormente referido pela editora “Labirinto de Letras”.

Amilca Ismael vive em Itália, perto de Milão, há quase trinta anos e quando tomou a decisão de escrever, naturalmente foi em italiano que exprimiu os seus argumentos, mas rapidamente apercebeu-se ser a língua portuguesa, a sua língua materna, mas entretanto esquecida por falta de contacto com outros falantes, o melhor veículo para chegar a um público mais vasto.


A 12 do corrente mês de Outubro, Amilca Ismael acompanhada da editora “Labirinto de Letras” apresentou o seu livro “Efémera Liberdade” na prestigiada Feira do Livro de Frankfurt na Alemanha com a colaboração da editora “Mágico de Oz” para o numeroso público que na europa central fala a língua portuguesa, principalmente emigrantes dos países lusófonos.


Dois dias depois, a 14 de Outubro, Amilca Ismael mostrava o seu livro em Lisboa, no esplendoroso Café Concerto situado no Edifício Espaço Chiado, onde outrora viveu o advogado, escritor e político português Amílcar Ramada Curto, com a organização do evento a cargo do Dr. José António Barreiros da editora “Labirinto de Letras” que iniciou a introdução.


A apresentação do livro esteve a cargo, como a escritora, de um natural da antiga Lourenço Marques, hoje Maputo, capital de Moçambique, o ilustre ensaísta e crítico literário, Prof. Dr. Eugénio Lisboa que dissertou sobre a obra “Efémera Liberdade” um livro que trata um dos mais graves problemas sociais do nosso tempo, o tráfico de mulheres para fins sexuais e orgíacos ilícitos, citando vários trechos do livro, escritos com um forte realismo, que não deixam os leitores indiferentes.


De seguida falou a Juíza Desembargadora Dra. Conceição Gomes da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas que analisou em termos jurídicos, as situações ilícitas que o tema do livro aborda.


Posteriormente assistiu-se a um interessante debate entre os diversos assistentes no evento, destacando-se o Dr. José António Barreiros e a Dra. Fernanda Angius entre outros.


Uma das últimas intervenções coube a João Peres de Seixas, co-tradutor do texto “Efémera Liberdade”, conhecedor da obra de Amilca Ismael que fez referência aos problemas da tradução de uma obra como a “Efémera Liberdade” e depois deu a conhecer aos presentes os protagonistas dos livros de Amilcar Ismael que são as mulheres, quer seja no primeiro livro, “Casa das recordações” que tem como tema um lar para idosos em Itália, mas nunca esquecendo os idosos de Moçambique, retractando quem tudo tem, mas nada tem (a Europa tem abandonado as suas bibliotecas humanas) (palavras da autora) e quem parece nada ter, tudo tem. (Presente na sala estava a tradutora deste livro editado em Moçambique, a Dra. Fernanda Angius). No segundo livro “A história da Nádia” a narrativa, aproveitando uma viagem de avião entre Maputo e Lisboa e o encontro entre duas mulheres companheiras de viagem, trata a história de Moçambique na era colonial e a situação vivida após a independência, enquanto Nádia vai contando a história da sua família.


A 16 de Outubro, Amilca Ismael estava na cidade do Porto, no Palácio Bonjóia, novamente para a apresentação do livro “Efémera Liberdade”. Depois da introdução feita pelo Dr. José António Barreiros da editora “Labirinto de Letras” a palavra coube ao Prof. Dr. Salvato Trigo Reitor da Universidade Fernando Pessoa, preleccionar durante aproximadamente uma hora sobre a obra.



Pronunciou de seguida sobre a obra a Prof. Dra. Clara Sottomayor, a mais jovem juíza na história do Supremo Tribunal de Justiça e por fim o Dr. Manuel Albano, da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e relator nacional português do tráfico de seres humanos, seguindo-se um debate entre os presentes.



A 17 de Outubro Amilca Ismael estava de novo em Lisboa para a convite do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, apresentar na Casa Internacional de São Tomé e Príncipe, o seu terceiro livro “Efémera Liberdade”, com a presença e apresentação do livro a caber ao escritor moçambicano Delmar Maia Gonçalves.


Para culminar este mês de Outubro de 2014, repetimos o mês de Amilcar Ismael em língua portuguesa, a escritora moçambicana estará presente amanhã, 27 de Outubro de 2014, no programa “Mar de Letras” a transmitir pela RTP África e com reprodução durante toda a semana.


Para quem desejar conhecer a escrita de Amilca Ismael e pretender ler a sua mais recente obra “Efémera Liberdade” edição “Labirinto de Letras”, poderá adquirir o livro numa livraria perto de si ou com maior comodidade através do sítio: Labirinto de Letras. Baía da Lusofonia

Sinopse do livro "Efémera Liberdade":

“Uma rapariga surge abandonada frente a um pronto-socorro em Turim, em condições gravíssimas. Quem é? Como se chama? De onde vem? É negra, bela, tem uns olhos verdes insólitos, muito jovem. Quanto a mais, nada se sabe dela, para os médicos, por agora, é apenas um corpo que luta entre a vida e a morte. E é percorrendo o caminho entre a vida e a morte que a rapariga, num alucinado monólogo interior, tenta recordar-se da sua história. No espaço e no tempo onírico do coma em que caiu, reconstrói a viagem que, há dez anos atrás, a trouxe de uma pobre aldeia em África com a promessa de instrução e de condições mais dignas de vida. Em Itália, pelo contrário, apenas encontra o horror da pedofilia e da prostituição, é abusada, humilhada e manipulada por um circuito de poderosos e de tudo despojada, anónima e corrupta. Uma narrativa tocante, um devastador grito de dor para todas as mulheres.”

sábado, 25 de outubro de 2014

CE-CPLP – Recebe a visita da Primeira-Dama da Guiné-Bissau


A Primeira-Dama da Guiné-Bissau, Rosa Goudiaby Vaz, visitou os escritórios do Secretariado Geral da CE-CPLP, em Lisboa, para um encontro com o Secretário-Geral da Organização, José Lobato.

A reunião teve como objetivo a concertação de esforços para uma estratégia de atividades diversas com vista à dinamização dos projetos de âmbito social para a Guiné-Bissau. Destaca-se, atualmente, a luta contra o ébola, paludismo, má nutrição e todos os esforços envidados na melhoria das condições de saúde e bem-estar dos guineenses.

Durante o encontro, falou-se ainda da importância em apoiar as mulheres empresárias guineenses, dos PALOP e da CPLP. CE-CPLP

Moçambique – II Feira Provincial de caju da Zambézia

Zambézia - Pebane acolhe 2ª edição da feira provincial de caju

Produtores de caju, comerciantes e provedores de serviços agrários juntam-se, em Dezembro próximo, no distrito de Pebane, na província da Zambézia, na II Feira Provincial de Caju que visa, entre outros objectivos, discutir o melhor preço e a melhor época para vender a castanha de caju, com olhos postos no incentivo aos produtores para melhorarem os níveis de produção.

O delegado do Instituto Nacional de Caju (INCAJU), na província da Zambézia, Jabula Arlindo, disse há dias, em entrevista à nossa Reportagem, que o objectivo da Feira de Caju é desencorajar os produtores para não reterem a castanha porque quando esta fica em poder deles pode perder o valor comercial, o que pode prejudicar o próprio produtor que não vai ganhar a renda esperada.

Neste momento, técnicos do INCAJU estão a trabalhar nos distritos com os produtores da castanha para prepará-los para que a qualidade da feira de agro-negócios seja melhor em comparação com a do ano passado.

No ano transacto mais de trinta expositores, entre os quais produtores e provedores de serviços agrários, marcaram presença na I Feira Provincial de Caju, no distrito de Mocuba. É pensando naquele número de expositores que o INCAJU, na Zambézia, está a preparar com todos os detalhes a edição deste ano e, ao que tudo indica, o número de expositores poderá aumentar consideravelmente.

Para além da exposição serão realizadas várias palestras pelos intervenientes na cadeia de produção da castanha de caju com vista a municiá-los dos conhecimentos no sentido de melhorarem o maneio dos seus campos e, desta forma, aumentar a produção e recuperar os anteriores níveis de dez mil toneladas por campanha.

Devido a factores adversos, a produção da castanha de caju tem vindo a reduzir drasticamente e a feira de caju será uma janela de oportunidade para partilhar experiências bem-sucedidas na produção de caju.

Os maiores produtores de castanha de caju, na província da Zambézia, são os distritos de Gilé, Pebane e Maganja da Costa. A castanha constitui uma das fontes de renda para muitas famílias e, nos últimos três anos, apesar da baixa produção, famílias há que construíram casas melhoradas, compraram motorizadas, matricularam os seus filhos e compraram roupa nova e televisores com o produto da venda da sua produção.

Segundo o nosso entrevistado é a pensar na melhoria das condições sociais dos produtores que o INCAJU tem vindo a distribuir mudas para os produtores com vista, não só a fazer a reposição das plantas mortas, como também a reabilitar o parque cajuícola destruído pela guerra que causou o abandono da cultura durante vários anos.

A província da Zambézia tinha uma das maiores fábricas de processamento da castanha de caju, que foi destruída pela guerra civil. Dados em nosso poder indicam que o INCAJU distribuiu, na última safra, 436741 plantas aos produtores.

Entretanto, o INCAJU, na Zambézia, está a preparar um o novo plano de produção de mudas a partir deste mês cujas quantidades não nos foram reveladas. Dados em nosso poder indicam que a província da Zambézia tem mais de doze mil produtores e o índice mais alto da produção foi atingido em 2005 e situou-se em 16 mil toneladas. Jocas Achar – Moçambique in “Notícias”

São Tomé e Príncipe – Construção de cinco mini-hídricas

No quadro do projecto de adaptação às mudanças climáticas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), vai financiar a construção de 5 barragens mini-hídricas na Região Autónoma do Príncipe, anúncio feito pelo Presidente do Governo Regional José Cassandra.

Na presença do representante do PNUD no país, José Salema, que organizou na ilha do Príncipe as celebrações do dia das Nações Unidas, José Cassandra, garantiu que as obras de construção das mini-hídricas deverão iniciar em 2015.

Seis milhões de dólares será o valor para a construção de 5 mini-hídricas na região autónoma do Príncipe, com financiamento do PNUD anunciou José Cassandra. “O financiamento total com apoio das Nações Unidas no valor de 6 milhões de dólares. Um projecto a ser lançado no próximo ano de 2015, para dentro de 5 anos termos aqui na ilha do Príncipe em pleno funcionamento 5 mini – hídricas”, declarou o Presidente do Governo Regional do Príncipe.

Segundo José Cassandra as 5 unidades mini-hídricas vão oferecer à população da ilha do Príncipe, 5 megawatts de energia. Abel Veiga – São Tomé e Príncipe in “Téla Nón”

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

UCCLA - Casa dos Estudantes do Império homenageada em Coimbra



A UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) vai promover, no próximo dia 28 de outubro, terça-feira, uma grande homenagem à Casa dos Estudantes do Império (CEI), na cidade de Coimbra, Portugal.

O evento, que decorrerá no Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra (sito na Rua Larga), terá início às 9 horas.

A sessão de abertura será feita pelo Embaixador Dr. Murade Murargy, Secretário-Executivo da CPLP, Prof. Doutor João Gabriel Silva, Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, representante do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Bruno Matias, presidente da Associação Académica de Coimbra, Dr. Fernando Martinho, representante dos associados da Casa dos Estudantes do Império e o Dr. Vítor Ramalho, Secretário-Geral da UCCLA.

O debate, que terá como tema “A importância da CEI na formação cultural dos seus associados”, contará com intervenções de Jorge Querido, Manuel Rui Monteiro, Maria Eugénia Neto, Pires Laranjeira, Manuel Alegre, Luís Fonseca, Óscar Monteiro, Pepetela, Ruy Mingas e Almeida Santos.

Durante a sessão, terá ainda lugar a cerimónia de adesão formal da cidade de Mbanza Kongo à UCCLA, com a presença do Governador Provincial do Zaire, Eng.º José Joana André «Joanes».

Com a documentação do debate será distribuída uma pen que conterá, entre outros elementos, os nomes da esmagadora maioria dos associados da CEI - recolha que acontece pela primeira vez.

A CEI foi criada em 1944 e extinta em 1965, pelo regime anterior, para acolher jovens universitários, para estudar em Portugal, vindos das ex-colónias portuguesas. A propósito do 70.º aniversário da CEI, a UCCLA vai homenagear esses jovens com um conjunto de iniciativas com início a 28 outubro e que se estenderá até maio de 2015.

A Casa dos Estudantes do Império foi um espaço que albergou muitas figuras e personalidades da independência e da cultura, dirigentes e intelectuais dos nossos países de expressão portuguesa, como: Amílcar Cabral (fundador do PAIGC), Pedro Pires (ex-Presidente de Cabo Verde), Agostinho Neto (líder do MPLA e ex-Presidente de Angola), Lúcio Lara (Comandante-Geral das FAPLA), Pepetela (escritor angolano), Manuel Pinto da Costa (ex-Presidente de São Tomé e Príncipe), Joaquim Chissano (ex-Presidente de Moçambique), Francisco Tenreiro (poeta de São Tomé e Príncipe), Alda Lara (poetisa angolana) e tantos outros.

O conjunto de iniciativas de homenagem à CEI decorrerá na cidade de Lisboa, de janeiro a maio, onde serão realizadas várias mesas redondas sobre a importância da CEI, a reedição do número especial da “Mensagem”, uma exposição documental nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa e um Colóquio Internacional sobre a CEI, no auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, nos dias 22,23 e 25 de maio.

Serão também reeditadas as Antologias de poesia de Angola/São Tomé Príncipe e Moçambique, bem como o 1.º livro de 23 que serão encartados, semanalmente, a partir de 31 de outubro no semanário SOL.

A sessão solene de encerramento deste vasto programa contará com a presença de associados da CEI que exerceram funções de Primeiros-Ministros ou Presidentes da República, como Fernando França Van Dúnem (Angola), Joaquim Chissano (Moçambique), Maria Eugénia Neto, em representação de Agostinho Neto (Angola), Mário Machungo (Moçambique), Miguel Trovoada (S. Tomé e Príncipe), Pascoal Mocumbi (Moçambique), Pedro Pires (Cabo Verde) e ainda Jorge Sampaio (Portugal).

Poderá aceder ao programa definitivo aqui. Para mais informações poderá consultar o sítio http://www.uccla.pt/casa-dos-estudantes-do-imperio. UCCLA