Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CE-CPLP - Encontro de Negócios CE-CPLP & JETRO - Japan External Trade Organization

A Diretora Geral da CPLP, Georgina Benrós de Mello, sublinhou a importância de criar "uma Comunidade de pessoas em vez de uma Comunidade de Estados e Governos".

Realizou-se no passado dia 29 de Outubro de 2014 um Encontro de Negócios entre uma delegação de empresários japoneses e Associados da CE-CPLP, num evento organizado em conjunto com a JETRO - Japan External Trade Organization. Estiveram presentes o Presidente da CE-CPLP, a Diretora-Geral da CPLP, o Embaixador do Japão em Portugal e o Diretor Geral do Escritório da JETRO em Paris.

No encontro, o Presidente da CE-CPLP, Salimo Abdula, proferiu um breve discurso de abertura sublinhando a importância de alargar e aprofundar as relações económicas entre os países membros da CPLP e os países observadores, focando o Japão como um pólo de desenvolvimento económico e tecnológico com capacidades para ajudar o desenvolvimento da economia da CPLP.


A Diretora Geral da CPLP, Georgina Benrós de Mello, sublinhou a importância de criar "uma Comunidade de pessoas em vez de uma Comunidade de Estados e Governos". No breve discurso que proferiu no início do Encontro, Georgina Benrós de Mello destacou também a entrada da Guiné Equatorial enquanto país membro da CPLP e o alargamento dos países destacados com a posição de Países Observadores, dos quais fazem parte o Japão. "Acreditamos que o Japão tem muito a trazer ao Mundo da Língua Portuguesa, com a perspicácia, experiência, tecnologia, o know-how e os recursos que mostraram ao mundo e fizeram do Japão referência em todo o planeta", concluiu a Diretora-Geral da CPLP.

Salimo Abdula apresentou ainda à delegação japonesa as oportunidades de negócio e investimento em Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, explorando os mercados destes quatro países da CPLP. A Guiné Equatorial, membro mais recente da Comunidade, mereceu também a atenção do Presidente da CE-CPLP, sobretudo pelos recursos naturais de que dispõe e pelas "excelentes oportunidades de negócios" que podem ser encontradas no país.

No final, houve ainda tempo para alguns encontros B2B entre Associados da CE-CPLP e membros da delegação japonesa liderada pela JETRO, durante os quais surgiram trocas de contactos e de informações sobre empresas e possíveis investimentos que reforcem as relações entre os vários países. CE-CPLP


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Direção-Geral da CPLP

Economista cabo-verdiana Georgina Melo vai assumir a direção-geral da CPLP.

Georgina Melo
A cabo-verdiana Georgina Melo vai assumir, a partir de fevereiro, o cargo de diretora-geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Lisboa.

Formada em economia, Georgina Melo, que vai substituir no cargo o bissau-guineense Hélder Vaz, foi escolhida pelo Comité de Concertação Permanente da organização lusófona, constituído por representantes dos sete Estados membros, designadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau (suspensa), Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

A nova diretora-geral da CPLP , atualmente afecta ao Ministério do Turismo, Indústria e Energia, tem experiência na direção de várias organismos e instituições públicas cabo-verdianas. Ela é coordenadora em Cabo Verde do Quadro Integrado Reforçado (QIR) que visa ajudar o comércio internacional nos países menos avançados.

A economista, que também trabalhou em Timor Leste como consultora, fez parte do anterior Conselho de Administração da Transportadora Aérea Cabo-verdiana (TACV).

Os estatutos da CPLP fixam, desde a Cimeira de Bissau, em 2006, a existência de um diretor-geral que desempenha as funções atribuídas anteriormente ao secretário executivo adjunto, cargo, portanto, extinto com a nomeação do primeiro diretor-geral da CPLP, em 31 de janeiro de 2008.

O diretor-geral é recrutado entre cidadãos nacionais dos Estados membros, mediante concurso público internacional, por um prazo de três anos, renovável uma vez, por igual período, mediante a decisão do Comité de Concertação Permanente.

O cargo agora preenchido foi disputado, na primeira e segunda etapa, por vários candidatos do Brasil, Portugal e Moçambique, cujas identidades e perfis não foram divulgados. Os critérios adotados para a seleção também não são conhecidos.

A direção geral é composta por um diretor-geral e por um corpo de funcionários organizados por três áreas, designadamente a cooperação em todos os domínios, a promoção, a difusão da língua portuguesa, bem como a ação cultural e a administração e finanças, podendo cada uma destas áreas ser coordenada por um diretor.

A direção geral será composta também por técnicos especializados na área jurídica e em questões económicas e empresariais. Portugal Digital - Portugal