Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Comércio Sino - Lusófono. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comércio Sino - Lusófono. Mostrar todas as mensagens

sábado, 12 de dezembro de 2015

China – Comércio de bens com os países de língua portuguesa

As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa caíram 25,71% entre Janeiro e Outubro de 2015, fixando-se em 84,17 mil milhões de dólares.

Dados dos Serviços de Alfândega da China – publicados no portal do Fórum Macau – indicam que, nos primeiros 10 meses do ano, a China comprou aos países de língua portuguesa bens avaliados em 53,04 mil milhões de dólares (menos 30,22%) e vendeu produtos no valor de 31,13 mil milhões (menos 16,52%). O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com o volume das trocas comerciais bilaterais a cifrar-se em 61,1 mil milhões de dólares até Outubro, menos 18,63% face a igual período do ano passado. Com Angola, as trocas comerciais caíram 44,7%, para 17,1 mil milhões de dólares. Já com Portugal, terceiro parceiro da China no universo lusófono, o comércio bilateral ascendeu a 3,6 mil milhões de dólares (menos 7,06%), numa balança comercial favorável a Pequim que vendeu a Lisboa bens na ordem de 2,42 mil milhões de dólares (menos 5,80%) e comprou produtos avaliados em 1,26 mil milhões (menos 9,37%). O comércio sino-lusófono encontra-se em rota descendente desde o início do ano, somando quebras anuais homólogas consecutivas até Outubro. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Comércio Sino - Lusófono

As trocas entre China e países de língua portuguesa abrandaram, registando um crescimento de apenas 0,81 por cento nos primeiros dez meses do ano. O comércio entre Pequim e o bloco lusófono atingiu 109 mil milhões de dólares.

As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 0,81 por cento entre Janeiro e Outubro, face ao período homólogo de 2012, para 109 mil milhões de dólares (870,4 mil milhões de patacas), indicam dados oficiais.

Nos primeiros dez meses, a segunda economia mundial comprou aos oito países lusófonos bens avaliados em 73,5 mil milhões de dólares (586,9 mil milhões de patacas) – menos 1,16 por cento –, contra vendas de 35,5 mil milhões de dólares (283,5 mil milhões de patacas) – mais 5,16 por cento –, de acordo com dados dos Serviços da Alfândega da China, divulgados pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum Macau.

O Brasil manteve-se como o principal parceiro económico da China, com um volume de trocas comerciais de 74,2 mil milhões de dólares, mais 3,3 por cento do que em igual período do ano passado.

As exportações brasileiras ascenderam a 45 mil milhões de dólares, mais 1,42 por cento, enquanto as compras do Brasil à China totalizaram 29,21 mil milhões de dólares, mais 6,34 por cento do que entre Janeiro e Outubro de 2012.

Já com Angola, o segundo parceiro chinês no mundo lusófono, as trocas comerciais diminuíram 5 por cento nos primeiros dez meses de 2013 cifrando-se em 30,1 mil milhões de dólares, com vendas à China correspondentes a 26,9 mil milhões de dólares e compras de 3,15 mil milhões, ambos com recuos de cerca de 5 por cento.

Com Portugal, o terceiro parceiro económico da China na lusofonia, as trocas comerciais registaram uma queda de 4,54 por cento para 3,21 mil milhões de dólares numa balança comercial favorável a Pequim, que vendeu produtos no valor de 2,03 mil milhões de dólares, ainda assim menos 2,64 por cento do que nos primeiros dez meses de 2012.

Na mesma linha, mas com um recuo mais acentuado (de 7,66 por cento) estiveram as exportações de Portugal para o gigante asiático, cifradas em 1,18 mil milhões de dólares nos dez primeiros meses do ano.

Em Outubro, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa totalizaram 10,49 mil milhões de dólares, reflectindo um decréscimo de 16,43 por cento relativamente a Setembro.

As importações da China ao universo lusófono caíram 20,87 por cento para 6,95 mil milhões de dólares, enquanto as exportações da segunda economia mundial foram de 3,54 mil milhões de dólares, ou seja, menos 6,05 por cento comparativamente ao mês anterior.

A China estabeleceu Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003, ano em que criou o Fórum Macau que reuniu, como previsto, a nível ministerial, no território, no início do último mês.

À luz do Plano de Acção, aprovado na IV Conferência Ministerial do Fórum, as trocas comerciais entre a China e os países lusófonos devem aumentar, em média, cerca de oito por cento ao ano para atingir a meta de 160 mil milhões de dólares, traçada para 2016. In “Ponto Final” - Macau