Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 19 de março de 2026

Timor-Leste - Investimentos aproximam o país da China, diz estudo

Um estudo recente destaca como Timor-Leste tem procurado mais investimentos da China como estratégia de desenvolvimento económico e de superação de isolamento geopolítico

O trabalho realizado por William Vogt, membro executivo sénior de política no think-tank The Digital Economist, e por Guilan Massoud-Moghaddam e Robert Miles Chong da Universidade de Georgetown, explora a crescente presença da China em Timor-Leste e o impacto dessa relação no desenvolvimento tecnológico do país.

“A presença chinesa em Timor-Leste ocorre num momento em que três outras nações — Índia, Austrália e Portugal — fornecem ajuda em tecnologias de informação e comunicação, sendo a Austrália o contribuinte mais ativo”, destacou o estudo.

Segundo os autores, a abordagem da política externa tecnológica da China é concebida para desafiar os interesses geopolíticos australianos no Sudeste Asiático, investindo fortemente em áreas essenciais para o desenvolvimento digital timorense, incluindo eletrificação e conectividade.

Timor-Leste tem procurado integrar-se plenamente na Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), embora enfrente escrutínio devido a fragilidades económicas, com “cerca de 42% dos timorenses a viver abaixo do limiar da pobreza e o fundo soberano do país em declínio”.

A adesão, apoiada diplomaticamente por Pequim, abriria acesso ao fundo de cooperação ASEAN–China e a “benefícios económicos tangíveis”, com os investigadores a descrever que Timor-Leste pode estar a recalibrar a sua política externa, privilegiando novas parcerias.

Para os autores, a presença crescente da China em sectores-chave — telecomunicações, energia, agricultura e defesa — sugere que Díli procura superar o isolamento geopolítico e construir uma economia digital funcional. “A China encontra-se bem posicionada para competir oferecendo o trabalho de campeões nacionais como a Huawei, em conjunto com outros fornecedores de energia e tecnologia”, assinalaram.

A companhia China Nuclear Industry 22nd Construction Company, por exemplo adjudicou um contrato de 360 milhões de dólares para melhorar a rede elétrica nacional timorense, enquanto a gigante tecnológica Huawei se afirma como fornecedora central de infraestrutura de Internet.

A Austrália continua a ser um parceiro relevante, financiando cabos de fibra ótica que substituem a dependência timorense de conexões via satélite, contudo Pequim tem avançado em áreas sensíveis, apoiando a Rádio e Televisão de Timor-Leste na digitalização de conteúdos e promovendo um sistema de transmissão televisiva digital terrestre. “A China aumenta o acesso dos timorenses a essas transmissões, criando um destino potencial para propaganda chinesa”, alertam Vogt, Massoud-Moghaddam e Chong.

O estudo descreve também que a cooperação sino-timorense não se limita ao setor civil, pois em julho de 2024 os dois países acordaram reforçar intercâmbios militares e investir em áreas como formação de pessoal, tecnologia de equipamentos e exercícios conjuntos.

Para os autores, esta aproximação reflete uma mudança significativa na política externa timorense, com o presidente José Ramos-Horta a alinhar-se cada vez mais com os interesses chineses. “Díli pode ser persuadida a continuar a aprofundar suas relações com Pequim como estratégia para o desenvolvimento económico contínuo e para a superação do isolamento geopolítico”, acrescentou o estudo.

Além de apoiar a Marinha timorense e integrar Timor-Leste na sua Rota Marítima da Seda, Pequim tem investido em tecnologia agrícola, introduzindo arroz híbrido e métodos como a tecnologia Juncao, aplicados em zonas agrícolas com suporte digital.

Segundo o estudo, os financiamentos são frequentemente canalizados através do China Exim Bank, permitindo a Díli aceder a crédito para obras públicas e projetos digitais, uma parceria é vista como alternativa às limitações de capital interno, dependente das receitas de recursos naturais.

Ao mesmo tempo, o comércio eletrónico é visto como caminho para o desenvolvimento económico moderno e Díli poderá colher frutos ao integrar-se no mercado digital regional, recorrendo às plataformas e produtos chineses. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”


terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Cabo Verde - Programa "Skodji Digital" vai ligar jovens ao mercado global de trabalho

Cidade da Praia - O Governo lançou o programa “Skodji Digital”, uma iniciativa que visa criar oportunidades de emprego e rendimento na economia digital à escala global, para a juventude cabo-verdiana no país e na diáspora.


Segundo o executivo, o Skodji Digital irá proporcionar formação estruturada em competências digitais alinhadas com a procura do mercado global, acesso orientado a plataformas internacionais de emprego digital e trabalho independente.

Oferece ainda activação de carreiras em sectores digitais emergentes, bem como percursos para o empreendedorismo digital e criação de micro-iniciativas empresariais.

Numa primeira fase, o programa, que será totalmente gratuito, pretende preparar 1050 jovens, para competir no mercado de trabalho global, incluindo os que não estão a trabalhar e mulheres cabo-verdianas, a partir dos 18 anos.

Ao presidir ao acto de lançamento, o secretário de Estado da Economia Digital, Pedro Lopes, sublinhou que o Governo tem colocado o digital como uma “bandeira de desenvolvimento” do país.

“Não podemos falar na economia digital sem capacitar as pessoas e essa deve ser a base. Nós queremos construir exactamente com quem está no terreno”, afirmou o governante, destacando o envolvimento de associações juvenis e da diáspora no processo.

Pedro Lopes lembrou que a economia digital movimenta anualmente mais de 560 mil milhões de dólares, com projecções de crescimento até aos 1,8 biliões de dólares, defendendo que Cabo Verde deve aproveitar esta transformação para contornar as limitações do mercado interno.

“Nós queremos que os jovens possam continuar em Cabo Verde, mas trabalhar para mercados internacionais. Que o desejo de continuar na terra onde somos felizes não nos encolha enquanto indivíduos, e também que não tenham de encolher ou limitar apenas o salário à nossa realidade”, afirmou.

As candidaturas ao programa já estão abertas e vão estar disponíveis até 25 de Fevereiro, através da plataforma Cabo Verde Digital, sendo que a fase de formação, com carácter intensivo, terá uma duração variável entre dois a seis meses.

A Fase 1 do Skodji Digital é financiada pelo Banco Mundial, através do Projecto Digital Cabo Verde, e é implementada pelo Ministério da Economia Digital, com apoio técnico de um consórcio de parceiros nacionais e internacionais. In “Inforpress” – Cabo Verde


sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Macau - Exposição sobre a condição humana na era do digital na Doca dos Pescadores

Sete artistas locais e internacionais vão ter as suas obras expostas na Galeria Lisboa na Doca dos Pescadores, convidando o público a reflectir sobre o conteúdo virtual e digital, e a forma como este interage com a existência humana contemporânea.  Com a curadoria da MyLand Culture, a exposição “Revelation To_” é um dos quatro projectos locais apoiados pela Bienal de Arte deste ano. No dia 6 de Outubro, a exposição arranca com um concerto de música experimental de “thetiredandar”, e no dia 14 de Outubro, o artista de Nova Iorque Clement Valla vem a Macau para uma palestra sobre arte digital. Também figura no programa de actividades complementares um workshop de ‘Ink Rubbing’ com a artista Fan In Kuan


A partir do dia 6 de Outubro vai ser possível visitar uma mostra colectiva de sete artistas locais e internacionais que procura explorar a crescente importância das relações virtuais, do conteúdo digital, do algoritmo e dos dados. Através de várias reflexões artísticas, as dez obras expostas na Galeria Lisboa na Doca dos Pescadores vão debruçar-se sobre temas como a geografia e o mundo, os jogos e os brinquedos, a linguagem e a escrita, o amor e o “yuanfen” (coincidência fatídica), a moeda e o comércio, a criação e a apropriação, a memória e a comemoração, e a numerologia e destino. “Numa era em que a potencial substituição dos humanos pela Inteligência Artificial (IA) é um tema de debate frequente, esta exposição pretende catalisar uma reflexão profunda sobre uma geração que vive imersa em dados e encontros virtuais”, referiram aos responsáveis Lam Sio Man e Pal Lok Chok da organização MyLand Culture, que promove a mostra.

“Relevation To_” é uma exposição local com curadoria da Bienal de Arte de Macau. Na página da bienal pode-se ler que a mostra “reflecte sobre o profundo impacto que a inteligência artificial tem nas novas gerações, e questiona a intersecção entre crenças religiosas tradicionais e desenvolvimentos tecnológicos mais recentes”. Os artistas convidados Fan In Kuan, Leong Chi Mou, Leong Chon, Ani Liu, Marta Stanisława Sala and Cheong Kin Man, Clement Valla e Lu Zhang exploram a “essência da tecnologia, da fé e do destino humano sob o prisma de brinquedos, textos, imagens, coincidência fatídica, geografia, numerologia e documentário”. Os visitantes, explica ainda a organização, são convidados a entrar na vida de “_”, uma identidade virtual que é nomeada através de um sistema de adivinhação electrónica.

Clement Valle, artista baseado em Nova Iorque, vai trazer a Macau as suas cartas postais do Google Earth, um trabalho reconhecido mundialmente pela forma como esta ferramenta de realidade virtual de uso corrente é revelada. “Postcards from Google Earth” (2010-presente) foi feita a partir de ‘screenshots’ de paisagens em que as estradas e outros elementos aparentam ter erros, e estar distorcidas. “Descobri momentos estranhos em que a ilusão de uma representação perfeita da superfície da Terra parece desfazer-se”, explica o artista. “No início, pensei que eram falhas ou erros no algoritmo, mas, olhando mais de perto, percebi que a situação era mais interessante – estas imagens não são falhas. São o resultado lógico absoluto do sistema. São uma condição limite – uma anomalia dentro do sistema, um não-padrão, um outlier até, mas não um erro”.

Estes momentos de choque, destaca Clement Valle, expõem a forma como o Google Earth funciona, centrando a nossa atenção no software, e “revelam um novo modelo de representação, não através de fotografias indexadas, mas através da recolha automática de dados de uma miríade de fontes diferentes, constantemente actualizadas e infinitamente combinadas para criar uma ilusão perfeita”. O Google Earth é uma base de dados disfarçada de representação fotográfica, frisa o artista, e “estas imagens estranhas centram a nossa atenção no próprio processo e na rede de algoritmos, computadores, sistemas de armazenamento, câmaras automatizadas, mapas, pilotos, engenheiros, fotógrafos, topógrafos e cartógrafos que as geram”. Clement Valle estará no dia 14 de Outubro na galeria Lisboa para falar sobre o seu trabalho, com uma palestra sobre arte digital às 15h.

Outros trabalhos destacados pela MyLand Culture são “A.I. Toys (unboxing mania)”, de Ani Liu, em que vários módulos de IA conseguem criar nomes de brinquedos inéditos através de um programa de aprendizagem automática, recorrendo a dados reais de brinquedos comercializados como brinquedos para “rapazes” e “raparigas”, num questionamento sobre o condicionamento dos géneros, e a forma como a programação digital interfere no processo de criação e comercialização de brinquedos.

Leong Chi Mou, artista de Macau, vai apresentar na mostra duas obras, ambas de 2023: “NeOracle”, que funde os métodos tradicionais de adivinhação chineses com algoritmos para criar um novo oráculo, e a obra encomendada “Divine Drawing”, uma máquina com contornos humanos que produz arte 24 horas por dia, e que nos faz ponderar sobre a noção tradicional de criação artística, agora que se começou a atribuir significado à arte gerada por máquinas. Outra peça encomendada especialmente para a exposição, “Apocalypses”, da dupla Marta Stanisława Sala e Cheong Kin Man, mostra uma “heterotopia, entrelaçando narrativas auto-etnográficas e têxteis dentro de um clássico bíblico”, esclarece a organização, e as obras “Pataca” e “Twelve Records” de Fan In Kuan, “misturam recordações históricas com imaginação criativa, apresentando relíquias culturais feitas à mão que resistem à replicação digital”. Fan In Kuan vai orientar um workshop para famílias dedicado ao “Ink Rubbing” no dia 28 de Outubro, das 10 às 11h30.

Na exposição também se questiona a forma como a tecnologia condiciona o amor e o desejo. “It Takes Hundreds of Years to Sleep on the Same Pillow”, de Lu Zhang, reinterpreta uma cena nostálgica de “O Romance dos Heróis Condor”, uma série televisiva clássica de artes marciais de Hong Kong. Esta obra pretende reflectir sobre a natureza simplificada e baseada em dados das relações românticas que se formam a partir de plataformas de encontros virtuais, e outras ferramentas que se usam nos tempos correntes. A obra de Leong Chon “Diego Velázquez Retrato de Inocencio X”, e a peça encomendada “The Statistics of Fortune Art Macao: The Best Painting of Macao International Art Biennale 2023” replicam intencionalmente imagens digitais através de técnicas de desenho à mão, recriando meticulosamente cada pixel individual, ao mesmo tempo que invocam a rica história da pintura ao longo de milénios, explicou ainda a organização.

No dia da abertura de “Revelation to_”, às 18h do dia 6 de Outubro, vai haver uma actuação de música experimental de “thetiredandar”, e haverá também visitas guiadas gratuitas todos os domingos às 15h.

A exposição, organizada pela Myland Culture e pelo Instituto Cultural de Macau, estará até dia 30 de Novembro na galeria da Doca dos Pescadores. Rita Gonçalves – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”


domingo, 5 de setembro de 2021

Cabo Verde - “Digital” é o novo single de Herman de Macedo

Herman de Macedo, músico residente no Tarrafal de Santiago, lançou recentemente o seu mais novo single “Digital”. A música fala sobre a situação atual, onde as pessoas estão a dar mais importância à aparência do que ao conteúdo

Segundo Macedo, o single Digital, que já se encontra disponível nas plataformas digitais, “é um funaná que fala sobre a modernidade onde as pessoas estão mais focadas Na aparência, e não valorizam o conteúdo”.

A música conta com a participação de Gaby Baessa e Bruce Semedo.

O artista que se aventura a cantar vários gêneros, considera que cada estilo musical traz uma mensagem. A kizomba, diz, é mais para mensagens de amor, assuntos do coração e seus desejos, enquanto o funaná, em especial este single Digital, “foca nas nas coisas que acontecem no dia a dia”.  Já o Afro Trek, defende, apresenta críticas sociais.

Viver da música

Apesar de já ter alguma andança no mercado da música, Herman de Macedo, reconhece que não é fácil viver apenas da música no país.

“Pelo nosso mercado, não se pode viver apenas da música, é certo que há épocas em que se faz muitos shows, mas outras nem tanto, se for para viver apenas de música é muito limitado. A música tem estado a colocar o jantar na minha mesa, mas o meu trabalho tem me feito fazer música”.

Por isso, com a pandemia foi preciso repensar muitas ações, em especial no meio artístico.

Percurso

Herman de Macedo entrou no mundo artístico ainda bastante jovem, como dançarino ao estilo Michael Jackson, em homenagem ao rei da pop.

Em 2000 foi convidado a entrar num grupo de Nho Puxim, chamado Comboio da Cultura, grupo no qual realizou apresentações em todo o território nacional. Fez ainda parte do grupo Tarrafal Star.

O artista considera que depois deste grupo se encontrou enquanto músico e começou a compor as suas canções e criar melodias, tendo já no mercado o single como “Um beijo Teu e Nha Code”. Anícia Veiga – Cabo Verde in “A Nação”


 


Digital

Bo é bonita

Bo é boaaa

Corpu limpo

Djam flau man kreuu

 

Unha compodo

Cabelo comprido

Bexu pintado

Djam flau man kreuu, sima n'fla

 

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

 

Ma djam paixona

Djam krebu

Mestebu.....inviste na bo ho

Nha odju dja odjau nha coração dja contan,

ma mínima ma abo é dimeuuu

 

uwa

ebo propi

bunitona

 

Nha mano Herman ko priocupa

Nha mano Bruce ko fadiga

Ami Gaby djam apaixona pa mínima k tchoma preta, heeee mínina nkre bai ku bo

heee mínina pegam na mo, pam fazebu, nha mudjer, nha rainha nha tudooo

 

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

Digital é bo, dexam coreu moo

 

He modi he modi

Unde Carlos, nhos ta aguenta

Digital

 

Tchoma Sofia, tchoma Jaccy

Tchoma di bo Bruce

Tchoma Tania, tchoma Melena.....

Nha mano Gaby........

Linda preta, tchomam Niza, Dus pa bo

Tchoma Zoca, tchoma Marcilia....

Heepa e noix


Tchomam Eliny,  tchomam Zeza, Janice undeu lá Fazenda

Tchomam badias ku sanpadjudas..

Tchoma nha mãe, tchomam Macieny, tchoma Isa, tchoman Ana, tchoma Helena, tchoma na mãe, tudo digital, tchoma minis

 

Na Cabo Verde, na Portugal, lá na França, na Luxamburg, na São Tome, lá na Merca, na Africa, na mundo inteiro, lá na Spanha, tambe na China, na Guine, lá Holanda  heee hee

 

Grito

Oi mundo ka bu kaba

Dexa minis sóla

Mas é nos k ta manda

Dento Bulanha e nos

Grito

Budó kel guitarra sima nhu gosta

Rapazinho brabo

 

Herman de Macedo – Cabo Verde


sábado, 16 de fevereiro de 2019

Lusofonia - Plataforma “Português Mais Perto” chega a 31 países e aos cinco continentes



A plataforma "Português Mais Perto", ferramenta digital de ensino à distância, estendeu-se a 31 países no ano letivo de 2017/2018, repartidos pelos cinco continentes, com a frequência de 575 alunos portugueses ou lusodescendentes, segundo dados do instituto Camões.

O número de países do Português Mais Perto, plataforma desenvolvida pelo Camões – Instituto de Cooperação e da Língua e pela Porto Editora apresentada há dois anos, aumentou de 26 no ano letivo de 2017/18, também em todos os continentes, para mais de três dezenas em 2018/19.

Segundo o presidente do instituto Camões, “o projeto será aplicado em mais três países – a África do Sul, a Austrália e a Venezuela – num âmbito de estratégia de diversificação que está a ser colocada em prática, permitindo o acesso dos alunos a conteúdos de qualidade em áreas não abrangidas pela rede” de ensino de português.

No caso da Austrália, Luís Faro Ramos esclareceu que, “perante um número relativamente baixo de estudantes de português, o esforço é direcionado para estimular essa aprendizagem de forma gratuita, em estabelecimentos selecionados pela coordenação do ensino do português”.

A gratuitidade do ensino Português Mais Perto aplica-se igualmente na África do Sul e Venezuela neste ano letivo, ao contrário do Canadá (Otava, Montreal e Toronto) e dos Estados Unidos (Califórnia, Massachusetts, Connecticut, Nova Iorque e Nova Jérsia), onde “o nível de vida médio permite, em geral, que os utentes utilizem a plataforma pagando”.

O alargamento da rede do Instituto Camões na plataforma Português Mais Perto sucede-se ao projeto-piloto de utilização da ferramenta multimédia no Canadá e nos Estados Unidos, com 11 escolas, 33 professores e 486 alunos no ano letivo de 2017/18 com “o intuito de se familiarizar os possíveis utilizadores com a plataforma”.

“Um dos principais resultados deste projeto-piloto é a intenção já manifestada pelo Conselho Consultivo Consular do consulado-geral de Portugal em São Francisco de alargamento de utilização da plataforma a todas as escolas comunitárias e do ensino oficial onde se aprende português”, explicou Luís Faro Ramos.

Há 535 inscrições, individuais e institucionais

No ano letivo de 2017/18, com um universo de 33 professores, 575 alunos inscreveram-se na ferramenta Português Mais Perto, “de particular relevância nos países onde não há rede oficial do instituto Camões, uma vez que surge como recurso complementar de utilização em sala de aula, com tutores/professores locais”.

Em África, os alunos inscritos estavam radicados em Moçambique, Reunião (departamento ultramarino francês no Oceano Índico) e África do Sul.

Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Jérsia, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Polónia, Reino Unido, Roménia, Rússia, Sérvia e Suíça, além de Portugal, foram os países europeus com inscritos na plataforma virtual, com oferta no 1.º ciclo (1.º ao 4.º ano), no 2.º ciclo (5.º e 6.º), no 3.º ciclo (7.º ao 9.º) e secundário (10.º ao 12.º).

O recurso multimédia teve em 2017/18 inscritos no Brunei, China, Emirados Árabes Unidos, Macau, Turquia e Vietname. No continente americano, além de alunos do Canadá e Estados Unidos, registaram-se também inscrições no Uruguai e Bermudas.

Neste ano letivo de 2018/19, “existem atualmente 535 inscrições, individuais e institucionais”, com “a maioria dos utilizadores a frequentar cursos de português língua de herança (523)”, destinado para alunos que sempre frequentaram a escola no estrangeiro, com um registo residual a pertencer ao português língua materna, para os que estiveram em escolas em Portugal e têm no horizonte voltar ao sistema de ensino português.

Venezuela (150 alunos), África do Sul e Estados Unidos (125) são os países que, até ao presente, têm mais alunos inscritos na plataforma virtual. Austrália (Camberra, Melbourne e Nova Gales do Sul) e Canadá (Edmonton e Montreal) apresentam 50 inscritos cada. Do total de inscrições neste ano letivo – 535 -, 35 referem-se a registos individuais de setembro a dezembro do ano passado, dos quais 30 sem tutor. In “Mundo Português” - Portugal

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Brasil - Ação digital para promover o país com fotografia do Real Gabinete Português de Leitura ultrapassa as milhares de visualizações nas redes sociais



Uma foto do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro, publicada pela influenciadora britânica Elena Shamis no Instagram viralizou na internet. A foto já ultrapassou 1 milhão de curtidas desde a sua publicação na rede social.

Elena Shamis veio ao Brasil em outubro de 2018 a convite da Embratur (Instituto Brasileiro de Turtismo) e de parceiros no Rio de Janeiro. Ao todo, três influenciadores digitais foram convidados para conhecer o estado, como parte de uma ação digital inovadora chamada “Be Rio”.

No último dia 23, a atriz americana Sarah Jessica Parker compartilhou a imagem, que foi reproduzida também por veículos como BBC Travel e Travel+Leisure. Foram quase mais de 1,2 milhão de curtidas e 20 mil comentários ao todo. Jessica Parker é conhecida mundialmente por protagonizar Carrie Bradshaw na série Sex and the City e tem mais de 5 milhões de seguidores no Instagram.



Investir em digital

Para a presidente da Embratur, Teté Bezerra, o trabalho de divulgação e ativação de redes e mídias digitais é importante, pois a cada ano cresce a procura de viagens e compra de pacotes turísticos pela internet.

O mundo está cada vez mais conectado e as facilidades tecnológicas para pesquisa e compra de viagens evoluem rapidamente. Hoje em dia, qualquer pessoa pode pesquisar e comprar pacotes turísticos em questão de minutos pelo celular. Os influenciadores podem impactar grande número de seguidores e despertar o interesse de potenciais turistas internacionais para visitar os destinos brasileiros”, explica.

Os principais itens consultados pela internet são: hospedagem, transporte internacional, seguido de consultas sobre atrativos e passeios. Em relação aos serviços adquiridos pela internet se destacam o transporte internacional, com 38,4% e as reservas de Hospedagem, com 26,4%. In “Mundo Lusíada” - Brasil

sábado, 29 de setembro de 2018

Moçambique – Edifícios públicos com acesso à internet

Escolas, mercados e hospitais com acesso à internet graças a projeto português



No início deste mês os investigadores do centro de investigação Fraunhofer AICOS viajaram até Mocuba e Alto Molócuè, no norte de Moçambique, onde instalaram a primeira rede SV4D, criando praças digitais em locais como escolas secundárias, universidades, autarquias locais e até mercados.

O objetivo é estender a iniciativa ao resto do país e criar uma rede global de aldeias digitais através da Internet de banda larga.

Redes móveis, fibra ótica e afins são cada vez mais numerosas, e é fácil esquecer que 53% da população mundial ainda não tem acesso à internet, reduzindo assim a sua possibilidade de participação numa economia cada vez mais digital.

Para contrariar este problema, o centro de investigação Fraunhofer AICOS, com sede no Porto, está a desenvolver um projeto de nome SV4D (Sustainable Villages for Development / Aldeias Sustentáveis para o Desenvolvimento), que tem como objetivo promover o acesso universal às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e criar uma rede global de aldeias digitais através da internet de banda larga, ao recorrer a infraestruturas de baixo custo e baixo consumo energético. Diminuindo assim os efeitos da exclusão digital.

Comunidades estão agora “ligadas” ao mundo digital

Durante a viagem a equipa instalou hardware e software customizado às necessidades destas comunidades, adaptando a tecnologia existente e reduzindo assim os custos de manutenção. Ao tirar partido das infraestruturas existentes às quais foi acrescentado um sistema que simula conetividade permanente, o projeto SV4D permite que a informação “salte de dispositivo em dispositivo” até que chegue a uma área conectada onde possa ser encaminhada para seu o destino final.

Graças ao trabalho de Waldir Moreira, André Pereira, Eduardo Pereira e Carlos Resende, em Mocuba e Alto Molócuè, existem agora centenas de pessoas com acesso gratuito à internet.

Em Mocuba, foram criadas praças digitais na Faculdade de Engenharia Agronómica e Florestal (Campus de Nacogolone – UNIZAMBEZE), no Instituto Agrário de Mocuba, na Escola Secundária de Mocuba, no Hospital Distrital de Mocuba, e nos edifícios da Administração do Distrito e Conselho Municipal.



Em Alto Molócuè, há neste momento pessoas ligadas à rede na Escola Secundária Geral da Pista Nova, no Instituto de Formação de Professores de Alto Molócuè, no Mercado Central, e igualmente em edifícios da Administração do Distrito e Conselho Municipal.

O objetivo deste projeto visa a diminuição dos efeitos da exclusão digital, o desenvolvimento de serviços que respondam às necessidades do utilizador Moçambicano, e a identificação de modelos de negócios direcionados à sustentabilidade destas aldeias digitais. Vitor Martins – Portugal in “Pplware Kids”

sábado, 31 de março de 2018

Cabo Verde - Jogos educativos digitais vão integrar exposição do Museu da Língua Portuguesa

Cidade da Praia – Jogos educativos digitais produzidos por alunos da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) vão fazer parte de uma exposição do Museu da Língua Portuguesa a ter lugar em Junho, na sede Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), na Praia.

Os jogos foram produzidos no âmbito de uma oficina, realizada pela Uni-CV em parceria com o IILP, o Leitorado Brasileiro Cabo Verde, a Embaixada do Brasil em Cabo Verde, o Centro de Estudos de Linguística Geral e Aplicada da Universidade de Coimbra e Museu da Língua Portuguesa.

Segundo o coordenador do curso de Engenharia Informática da Uni-CV, Domingos Andrade, a ideia foi utilizar os jogos para tornar mais fácil o entendimento da língua portuguesa junto da população dos diversos países que falam o português.

“Como sabemos dentro da língua portuguesa temos uma variação de palavras para designar um mesmo um objecto ou um mesmo acto. E encontramos a forma de jogos para tornar mais fácil entendimento da língua para população em geral”, explicou.

Durante a Oficina foram produzidos quatro jogos, toponímia e gentílicos, as formas adaptadas e não-adaptadas, a variação léxica e as variedades fonético-fonológicas, cujos dados sistematizados foram fornecidos pela equipe do Centro de Estudos de Linguística Geral e Aplicada da Universidade de Coimbra, enquadrado no Projecto Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, do IILP.

Os jogos são interativos e vão apresentar uma imagem e diversas opções de palavras para que o jogador acerte aquela que se refere ao país indicado.

“O nosso objectivo é mostrar as diferentes formas de se referir a uma mesma coisa. Por exemplo, aqui em Cabo Verde dizemos autocarro, mas no brasil dizem ónibus. Por isso, apresentamos três opções para testar o conhecimento das pessoas e estas, por exemplo, vão tentar acertar em que país é usado autocarro”, explicou o formador Amândio Furtado.

Os jogos vão ser testados e expostos em Junho e Julho e, de seguida, poderão ser colocados nas plataformas digitais.

A oficina, que foi encerrada hoje, teve como formador o brasileiro Bruno Palermo. Os jogos vão ser testados e expostos e, de seguida, poderão ser colocados nas plataformas digitais. In “Inforpress” – Cabo Verde

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Moçambique - Migração digital: Instalados mais 60 emissores

Um total de 60 emissores, que irão cobrir 80% do território nacional, serão instalados em vários pontos do País, para a conclusão do processo de migração digital. Este número supera os 50 emissores que operam no contexto analógico.

Estes dados foram avançados na quarta-feira, 1 de Novembro, por Carlos Mesquita, ministro dos Transportes e Comunicações, durante a visita que efectuou ao Centro Emissor Digital de Ressano Garcia, bem como ao Centro de Televisão Provincial de Maputo, da Televisão de Moçambique (TVM), com o propósito de monitorar a implantação das infraestruturas tecnológicas ligadas ao processo de migração digital.

Conforme admitiu o governante, os 60 emissores a serem instalados até ao próximo ano, para marcar a transição para o sistema digital, poderão sofrer um acréscimo por forma a abranger mais pontos do País, “quando o processo estiver na sua fase progressiva, facto que advoga o nosso propósito de continuar a levar a televisão para todos os moçambicanos”.

Ainda neste contexto, Carlos Mesquita falou da necessidade de se garantir a consistência e a sustentabilidade do processo, recomendando, para este efeito, o necessário investimento em recursos humanos, nomeadamente em quadros técnicos devidamente formados e preparados. “Isto para que as transmissões e o processo de manutenção dos equipamentos sejam feitos a contento, ao encontro daquilo que todos almejamos”, conforme referiu.

Para Carlos Mesquita, este processo de transição, actualmente em vigor no País, não se resume apenas na troca de tecnologia, do sistema analógico para o digital, “mas também na melhoria da qualidade de transmissão, como também na garantia de melhores oportunidades para fazer a difusão de muitos programas”.

“Olhando para a capacidade que o sistema digital traz, estamos claros que o mesmo irá permitir a realização de uma série de actividades, como a oferta de produtos e conteúdos específicos nacionais, como também de programas que visam reportar os níveis de desenvolvimento que o País tem vindo a registar”, apontou. “Neste processo, o Governo está ciente das suas responsabilidades de sempre garantir os melhores serviços aos cidadãos.

O projecto de digitalização é exemplo disso na área das telecomunicações, que acreditamos que vai fazer a diferença no País”, garantiu. No que compete à visita efectuada, o ministro dos Transportes e Comunicações revelou que ficou extremamente agradado com o que viu, sobretudo por ter visto, de perto, o processo de implantação do sistema digital.

“Estou satisfeito com o ritmo com que decorre o processo, sobretudo com a instalação dos equipamentos”, assegurou, acrescentando que tal sentimento é ainda originado pelo compromisso exibido pelos técnicos no terreno, dirigentes da Empresa de Transporte, Multiplexação e Transmissão (TMT), que lidera a implementação do processo de migração, bem como da Comissão Nacional da Migração Digital (COMID), encarregue de realizar o acompanhamento e monitoria deste processo. In “Fimdesemana” - Moçambique

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Lusofonia - 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A Assembleia-Geral Anual 2017 da AICEP realizar-se-á no próximo dia 11 de maio, pelas 09:30 horas, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil).


Igualmente, nos próximos dias 11 e 12 de maio, conforme respetivo programa que pode consultar abaixo, realizar-se-á também, no Hotel Windsor Plaza Brasília, em Brasília (Brasil), o XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas 2017, este ano sob o tema "O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos".

Este evento vai reunir Presidentes, CEO’s, Administradores, Altos Diretores e outros Dirigentes das empresas operadoras de Comunicações (Correios e Encomendas, Telecomunicações e Conteúdos de Televisão) e dos Órgãos Reguladores do Sector Membros da AICEP, dos 9 Países e Territórios de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) que constituem o universo desta importante Associação Internacional.

O mundo está a mudar a um ritmo acelerado. Todos os dias surgem novas tecnologias que mudam a forma como comunicamos, como fazemos negócios ou interagimos com o que nos rodeia. Vivemos num mundo muito mais interligado e, atualmente, computadores, smartphones, tablets, redes sociais, ligações wireless, mobilidade, navegação na nuvem e mensagens instantâneas são parte intrínseca das nossas rotinas diárias e, nos próximos anos, o número de “coisas” ligadas à internet e entre si vai crescer exponencialmente. Já está, de resto, a crescer.

As gerações mais jovens cresceram sob a influência do digital e estão intimamente familiarizadas com a tecnologia, o que vai conduzir o mundo para uma nova era digital que abre possibilidades sem precedentes para as pessoas e para as organizações. Existem vários benefícios significativos na adoção do digital, o que representa atualmente um maior leque de oportunidades para todos os que procuram a transformação digital. Por outro lado, para os que não adotarem o digital, o futuro será incerto e estarão expostos a grandes riscos de negócio.

Neste contexto, é muito importante compreender porque é que as empresas se devem manter na era digital (aquelas que já estão) e devem entrar na era digital (aquelas que ainda não o fizeram) e quais são as suas dimensões, os seus benefícios, as suas oportunidades, mas também os seus riscos, em suma, os pontos fortes e fracos relevantes que têm que ser abordados rapidamente de modo a evitar colocar em perigo o seu futuro no mundo digital e, pelo contrário, que permitam prosperar num futuro digital.

A transformação digital é um processo complexo que cria algumas incertezas que é indispensável combater; é preciso haver disponibilidade para correr riscos; aprender-se com os erros e tomar medidas reiteradas de forma a implementar-se uma nova cultura, novos processos e novas e melhores tecnologias que permitam às empresas competir nos mercados modernos em que atuam. A falta de ação hoje terá um impacto significativo no futuro. Assim, é imperioso agir e coordenar esforços entre as organizações para garantir que aderem ao digital e que estão preparadas para os muito competitivos e exigentes anos futuros, em que, numa nova realidade, a forma como interagimos socialmente e como nos comportamos é diferente, pois, o digital, de certo modo, não é uma continuação ou desenvolvimento “do como se tem feito”, mas uma nova forma de fazer.

E tudo isto afeta também naturalmente as atividades dos operadores de correios e encomendas, de telecomunicações, de comunicações eletrónicas e de conteúdos e dos respetivos Reguladores sectoriais em todo o mundo e, portanto, também no Mundo Lusófono.

Quais são, por isso, as tendências que se desenham para o futuro; como vai o digital continuar a modificar as vidas das organizações e das pessoas; quais as principais recomendações para as organizações e qual a melhor forma de enfrentar os desafios, as oportunidades e os riscos, são temas de grande importância e atualidade para reflexão e análise no âmbito dos 3 painéis temáticos – (i) “Os correios e encomendas na era digital: desafios e oportunidades de transformação. Novos serviços e otimização da rede postal”; (ii) Desafios e oportunidades da transformação digital nos setores de telecomunicações, conteúdos e media; (iii) “Estado e Tendências das Comunicações Lusófonas” – que, para além de uma prévia intervenção enquadradora, sobre “O digital: dimensões, benefícios, oportunidades e riscos” – integram este XXV Fórum AICEP das Comunicações Lusófonas.

Com a presença dos líderes dos Operadores e Reguladores membros da Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa (AICEP), de inúmeros outros participantes e convidados, e de entre estes, de membros do Governo da República Federativa do Brasil e de representantes diplomáticos dos diversos Países de Expressão Portuguesa representados nesta Associação, vão ouvir-se vários especialistas e proceder-se a um intenso trabalho de reflexão e debate sobre o mencionado tema que não poderia ser mais oportuno para o setor das comunicações, constituindo o debate que se irá fazer um contributo essencial para analisar o rumo que deve ser seguido para acompanhar a revolução digital que estamos a assistir e a viver.

Este contributo para a Sociedade das Comunicações e do Digital é uma missão em que a Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa se revê e em que se empenha permanentemente, fazendo da mesma, cada vez mais, agora e no futuro, a parceira natural das Comunicações do Mundo da Lusofonia. In “Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa”

Moçambique – Presente no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa

A TDM- Telecomunicações de Moçambique, SA participa de 10 a 14 de Maio corrente, através do seu presidente do Conselho de Administração, Virgílio Ferrão, no 25º Fórum da Associação Internacional de Comunicações de Expressão Portuguesa.

O Fórum vai debater o Desenvolvimento Digital, Correios e Encomendas, bem como o Estado e Tendências das Comunicações.

Participam no encontro, a ter lugar em Brasília, para além do país anfitrião, Angola, Cabo-Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

São membros da AICEP, por parte de Moçambique para além da TDM, Correios de Moçambique, mCel, Vodacom, INCM, Soico e TV Cabo. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Moçambique - Standard Bank parceiro estratégico da feira tecnológica MozTech



Com o objectivo de contribuir para a massificação do uso da tecnologia, sobretudo as que estão ligadas ao sector financeiro, na satisfação das necessidades dos moçambicanos, o Standard Bank será, pelo terceiro ano consecutivo, parceiro da feira tecnológica MozTech.

Neste evento, que terá lugar no próximo mês de Maio, na cidade de Maputo, para além de ser novamente um dos principais expositores, o Standard Bank integrará os painéis de debate.

Para esta instituição bancária, servir os seus clientes com rigor e qualidade constitui uma das principais prioridades, uma missão que o banco acredita que tem conseguido alcançar com sucesso graças ao uso da tecnologia.

Para a quarta edição, o Standard Bank irá apresentar várias inovações, sendo de destacar uma que permite a autorização de transacções bancárias no smartphone com recurso à impressão digital e outra que permitirá realizar transferências, pagamentos de serviços e demais operações em qualquer tipo de celular, com ou sem ligação à internet.

A expectativa do Standard Bank em relação à presente edição da MozTech, que decorrerá sob o tema “Era digital: Uma nova Forma de Viver e Fazer Negócios”, segundo o administrador delegado, Chuma Nwokocha, é que depois desta feira o digital faça parte do estilo de vida dos moçambicanos, ou seja, que as pessoas adoptem paulatinamente a tecnologia na realização das suas tarefas diárias.

“O Standard Bank compreende que esta feira tem estado a crescer em termos qualitativos. Seja a nível dos debates, bem como da exposição e aplicabilidade das soluções apresentadas pelas empresas para satisfazer as necessidades reais da população”, referiu o administrador delegado.

Esta instituição bancária – conforme indicou o administrador delegado – compreende que a MozTech é uma iniciativa de capital importância para Moçambique, tratando-se de um espaço privilegiado onde todos os actores da sociedade, desde o Governo, o sector empresarial até os estudantes, podem encontrar soluções para estimular a inovação tecnológica e sua aplicação na resolução dos problemas quotidianos da nação moçambicana. In “Olá Moçambique” – Moçambique

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