Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 25 de maio de 2023

Moçambique - Seis milhões de pessoas com acesso à internet

Mais de 2,8 milhões de usuários das redes de telefonia móvel estão insatisfeitos com a qualidade das chamadas telefónicas. De um total de 12,5 milhões usuários inquiridos pelo Instituto Nacional de Estatísticas, apenas seis milhões têm acesso aos serviços de internet devido a limitações financeiras.


As informações constam do inquérito produzido em 2022 sobre utilizadores de telefonia móvel, apresentado pelo Instituto Nacional das Telecomunicações de Moçambique, após ter sido produzido pelo Instituto Nacional de Estatísticas.

Dos problemas apontados por mais de 12 milhões de subscritores ouvidos, a qualidade das chamadas telefónicas era uma das maiores preocupações.

“É preciso reduzir a quantidade de queda de chamadas, porque, quando falamos de qualidade de serviços, nos referimos à confiabilidade, acessibilidade, capacidade de estabelecer uma chamada e esta não cair; e baixar um conteúdo via internet no tempo desejado”, disse Tuaha Mote, presidente do Conselho de Administração do INCM.

Segundo Mote, o estudo aponta ainda que o acesso à internet continua deficitário no país, sobretudo nas zonas recônditas.

“O custo de vida, o poder de compra dos moçambicanos é baixo. Ao nível da SADC, nós somos o quinto país com acesso à internet mais baixo, mas isso não significa que o acesso à mesma é barato, principalmente quando comparado ao poder de compra dos moçambicanos.”

Sobre a rede de telefonia móvel mais usada, o estudo revela que a Movitel lidera as estatísticas, em cerca de 56,8%, seguida da Vodacom com 42% e Tmcel com 1,2%.

O inquérito sobre utilizadores de telefonia móvel abrangeu pessoas com idade igual ou superior a 16 anos, em todo o país. Nélia Mboane – Moçambique in “O País”


quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Angola - Angosat-2 finalmente em órbita

Angola conseguiu, finalmente, colocar um satélite no espaço. Na tarde desta quarta-feira, 12, às 16:00, como estava previsto, o Angosat-2, construído pela russa ISS Reshetnev, foi transportado pelo foguete "Proton-M", a partir do Cosmódromo de Baikanur, e já está em órbita


Este satélite, que pesa duas toneladas, possui definição de "High-throughput", ou elevada taxa de transferência de informação, um avanço considerável em relação aos clássicos FSS, de menor capacidade, vai garantir a Angola um lugar de destaque em África neste capítulo por pelo menos 15 anos, que é a sua longevidade mínima garantida.

O Angosat-2, construído pela russa ISS Reshetnev, depois de o Angosat-1, construído pela RKK Energia, por 320 milhões de dólares, ter sido um fracasso após falhas graves no lançamento, em 2018, não representa novos custos para o Estado angolano devido às garantias existentes no primeiro projecto, acaba por ser uma vantagem para Angola, visto que tem uma capacidade incorporada para transmissão de dados,

imagem e telecomunicações, muito superior, permitindo uma maior rentabilidade ao alugar parte desta capacidade a vários países africanos, como está previsto, e chegou a estar contratualizado para o Angosat-1.

O Angosat-2, desenvolvido pela russa Reshetnev, vai fornecer 13 gigabites de banda para cada uma das regiões "iluminadas" pelo alcance do seu sinal, que abrange a maior parte do continente africano e parte substancial da Europa, tendo como "casa" a plataforma Eurostar E3000, uma plataforma de acolhimento de satélites comerciais civis e militares de telecomunicações criada pela Airbus Defence and Space.

Com a chegada do Angosat-2 espera-se que o país dilua uma parte substancial das actuais dificuldades de comunicações e de acesso às tecnologias de comunicações, colocando Angola num patamar de linha da frente em África neste capítulo. In “Novo Jornal” - Angola

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Angola – Satélite Angosat-2 já está na rampa de lançamento

O lançamento em órbita, esta quarta-feira, do Angosat-2, foi confirmado em Moscovo, na Rússia, pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Augusto Oliveira, que ontem, terça-feira, 11, se deslocou ao Cazaquistão, onde está a rampa de lançamento do foguete "Proton-M", com cerca de 50 metros de altura, que vai transportar o satélite angolano até ao espaço, a partir do Cosmódromo de Baikanur, por volta das 20:00, hora local (16:00 em Angola)


Questionado se há algum risco de acontecer com o Angosat-2 o que sucedeu com o primeiro satélite angolano - o Angosat-1, construído pela russa RKK Energia, por 320 milhões de dólares, acabou por ser um fracasso após falhas graves no lançamento, em 2018 - o governante afirmou, citado pelo Jornal de Angola, que "a indústria satélite é complexa" e que, apesar de as questões técnicas terem sido acauteladas, "a tecnologia é feita por homens".

"Tudo vai correr bem e Angola vai ter o satélite de comunicações, que vai contribuir para a melhoria e expansão das telecomunicações no País e com ele associados outros serviços como internet, telecomunicações que vão contribuir para a modernização administrativa do Estado, a educação, telesaúde e telemedicina, da própria indústria no País e da agricultura", acrescentou.

Este satélite, que pesa duas toneladas, possui definição de "High-throughput", ou elevada taxa de transferência de informação, um avanço considerável em relação aos clássicos FSS, de menor capacidade, vai chegar ao espaço para garantir a Angola um lugar de destaque em África neste capítulo por pelo menos 15 anos, que é a sua longevidade mínima garantida.

Esta é a segunda tentativa de Angola para entrar no clube dos países "espaciais" depois de o Angosat-1, construído pela russa RKK Energia, por 320 milhões de dólares, ter sido um fracasso após falhas graves no lançamento, em 2018.

O Angosat-2, construído pela russa ISS Reshetnev, que não representa novos custos para o Estado angolano devido às garantias existentes no primeiro projecto, acaba por ser uma vantagem para Angola, visto que chegará à sua órbita com uma capacidade incorporada para transmissão de dados, imagem e telecomunicações, muito superior, permitindo uma maior rentabilidade ao alugar parte desta capacidade a vários países africanos, como está previsto, e chegou a estar contratualizado para o Angosat-1.

O Angosat-2, desenvolvido pela russa Reshetnev, vai fornecer 13 gigabites de banda para cada uma das regiões "iluminadas" pelo alcance do seu sinal, que abrange a maior parte do continente africano e parte substancial da Europa, tendo como "casa" a plataforma Eurostar E3000, uma plataforma de acolhimento de satélites comerciais civis e militares de telecomunicações criada pela Airbus Defence and Space.

Com a chegada do Angosat-2 espera-se que o país dilua uma parte substancial das actuais dificuldades de comunicações e de acesso às tecnologias de comunicações, colocando Angola num patamar de linha da frente em África neste capítulo. In “Novo Jornal” - Angola

 


sexta-feira, 27 de março de 2020

Angola - Operadoras de telecomunicações vão disponibilizar pacotes gratuitos de telefone, TV e Internet

As operadoras de telecomunicações vão conceder, de forma gratuita, serviços mínimos postais, de voz, mensagens, e internet a partir de sexta-feira, anunciou o Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação

A decisão surge em obediência ao Decreto Presidencial de 18 de Março em que são estabelecidas medidas de contingência para fazer face à pandemia causada pela Covid-19, que prevê a disponibilização de um pacote especial mensal gratuito por assinante, respeitando os serviços mínimos.

Os serviços estão garantidos para cidadãos, entidades públicas e privadas, com base num entendimento alcançado com os operadores e prestadores de serviços públicos e privados do sector, oferecendo a possibilidade de ligação gratuita para sete números de emergência (111, 112, 113, 116, 119, 145 e 146), para o INADEC, hospitais e centros de saúde seleccionados.

Ficam disponíveis 45 minutos de ligações de voz por telemóvel e o envio de 30 mensagens (SMS) na rede fixa da Angola Telecom, TV Cabo e MSTelcom.

Para os assinantes da televisão por satélite, haverá a disponibilização ininterrupta dos canais de televisão TPA1 e TPA2 nas Plataformas ZAP e Multichoice.

Quanto ao serviço de Internet, serão disponibilizados acessos aos Serviços Públicos Electrónicos (SEPE), ao Portal do Ministério da Saúde e aos Portais do Governo, bem como 200 megabytes para dados.

A nota informa que ficam suspensos, imediatamente, o atendimento ao público e o expediente presencial no órgão regulador das comunicações (INACOM), bem como na Rede de Mediatecas de Angola e órgãos tutelados pelo Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação.

O INACOM vai encarregar-se de fazer o acompanhamento e monitorização de modo a garantir a continuidade e estabilidade da prestação dos serviços, refe a nota do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação. In “Novo Jornal” - Angola

sexta-feira, 13 de março de 2020

Angola - Defende harmonização de políticas das telecomunicações a nível da CPLP

Luanda – O Governo angolano defendeu a “harmonização de políticas” do sector das telecomunicações a nível da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) com vista a “diminuir do fosso digital” que ainda existe entre países da região.

Na abertura do 11.º Fórum das Comunicações da CPLP, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação angolano, José Carvalho da Rocha, apontou a necessidade da “redução do fosso digital que ainda persiste” com o intuito de se prestar “um grande serviço às nossas comunidades”.

“Que é o de levar cada vez mais a todos nossos cidadãos, dessa nossa comunidade, que é de facto ‘sui generis’, para que tenhamos cada vez mais e melhores serviços e com preços cada vez mais acessíveis”, afirmou.

Este Fórum das Comunicações da CPLP, organizado pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) em parceria com a Associação de Reguladores Telecomunicações da CPLP, decorre até hoje, sexta-feira, em Luanda.

Os desafios da regulação, a cibersegurança, Internet, 5G e o mercado digital são alguns dos temas em discussão neste encontro que congrega na capital angolana reguladores das telecomunicações da comunidade lusófona.

Para o governante, os temas em abordagem são actuais e constam das agendas dos países da comunidade, referindo que a comunidade precisa de harmonizar as políticas relativamente a todos os temas.

“O executivo angolano tem estado a trabalhar arduamente na liberalização do nosso sector e tem estado a desenvolver o investimento tanto público como privado nas infra-estruturas. Temos os desafios da regulação e se estivermos unidos estaremos mais fortes”, notou.

Durante o encontro, adiantou José Carvalho da Rocha, será formalizada a transferência da presidência dos reguladores da CPLP para Angola, que por intermédio do INACOM vai liderar a organização durante dois anos.

“O que queremos com a transferência da presidência é aproximar o regulador do secretariado e trazermos aqui uma nova dinâmica em função dos desafios que temos na comunidade”, disse.

O tema do encontro que decorre na capital angolana é “Os Desafios da Regulação do Novo Ecossistema Digital”. In”Inforpress” Cabo Verde com “Lusa”

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Portugal – Cientistas de Coimbra e Aveiro querem tornar as telecomunicações mais resistentes

Investigadores portugueses estão a desenvolver «novos modelos matemáticos e algoritmos» para «aumentar a resiliência das redes de comunicações» de serviços críticos, como hospitais, bolsa, banca e serviços de emergência

Onze investigadores das faculdades de Ciências e Tecnologia (FCTUC) e de Economia (FEUC) da Universidade de Coimbra (UC) e do Instituto de Telecomunicações de Aveiro estão a desenvolver «novos modelos matemáticos e algoritmos», tendo por base uma ideia do cientista David Tipper, revela a FCTUC.

O projeto tem como objetivo «aumentar a resiliência das redes de comunicações que sustentam os serviços críticos (hospitais, bolsa, banca, serviços de emergência, etc.)», afirma a FCTUC, sublinhando que «uma avaria em redes de comunicações que suportam serviços essenciais pode causar danos incalculáveis».

As redes devem, por isso, ser «resilientes, isto é, devem ter a capacidade de reagir e continuar a funcionar perante eventos indesejados como, por exemplo, corte de cabos, ou devem ser capazes de mitigar os efeitos no caso de desastres naturais ou de ataques de origem humana», acrescenta.

Os novos modelos que os especialistas estão a estudar têm por base uma ideia de David Tipper, cientista e professor da Universidade de Pittsburgh, que defende que «para aumentar a robustez e fiabilidade de uma rede de comunicação não é necessário que todos os elementos que a constituem apresentem elevada disponibilidade».

Importante é «escolher a "espinha dorsal" (subestrutura física) da rede e trabalhar na disponibilidade diferenciada», sustenta David Tipper.

Esta abordagem é «muito interessante, porque, devido à enorme complexidade das estruturas que compõem as redes, melhorar todos os seus elementos seria excessivamente dispendioso para os clientes», afirma, citada pela FCTUC, Teresa Gomes, coordenadora do projeto, intitulado 'ResNeD (Resilient Network Design - enhancing availability for critical services)'.

«Assim, o nosso desafio é selecionar os elementos da rede a melhorar, de forma a conseguir atingir os objetivos de disponibilidade exigidos pelos serviços críticos a um custo reduzido», acrescenta, considerando que, no entanto, a ideia de David Tipper, só por si, não é suficiente.

Por isso, «além de utilizar mecanismos clássicos de proteção, vai-se também seguir uma outra abordagem, focada no estabelecimento de rotas alternativas geograficamente distantes e/ou que contornem as zonas de risco elevado». In “Revista Port. Com” - Portugal

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Guiné-Bissau - 8º Fórum das Comunicações da CPLP

Bissau - Os países da comunidade lusófona «estão muito atrasados» no que diz respeito à tecnologia digital e «é preciso colocar em prática uma Agenda Digital rapidamente», defendeu, em Bissau, Filipe Baptista, secretário-geral da Associação de Reguladores de Comunicações e Telecomunicações da CPLP (Arctel).

O secretário-geral da Arctel deu estas indicações em declarações aos jornalistas no encerramento de um fórum sobre o digital, que juntou representantes dos nove países da comunidade.

Na sua opinião, os países lusófonos estão «a ficar para trás no que concerne ao mundo digital», o que se pode ver no facto de os ministros das telecomunicações da comunidade «terem ficado 12 anos sem se reunirem».

Nestes 12 anos, referiu ainda Filipe Baptista, o sector das telecomunicações conheceu avanços consideráveis pelo que a CPLP (terá que «correr agora contra o tempo» para recuperar os atrasos, acrescentou.

O secretário-geral da Arctel pretende ter «uma primeira ideia de Agenda de Projetos Digitais a serem implementados nos países lusófonos em 2018 e levar os ministros das telecomunicações da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) a discutirem os projetos logo de seguida».

Até à próxima reunião dos ministros, marcada para outubro de 2018 na Guiné-Equatorial, a Arctel está incumbida de fazer um levantamento das estratégias de cada país para o setor do digital numa ação executada em colaboração com a Organização Internacional das Telecomunicações (OIT). In “Agência de Notícias da Guiné” – Guiné-Bissau

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Comissão Europeia - Abertas as candidaturas ao Mecanismo Interligar a Europa

Até 16 de Fevereiro de 2016, está aberta a segunda fase de candidaturas a financiamento comunitário ao abrigo do Mecanismo Interligar a Europa (MIE), que entre 2014 e 2020 deverá movimentar mais de 24 mil milhões de euros, a investir em projectos de expansão e modernização das redes transeuropeias de transportes, telecomunicações e energia.

Nesta fase, a Comissão Europeia tem alocados 7,6 mil milhões de euros para o sector dos transportes, sendo que 6,5 mil milhões se destinam a financiar propostas oriundas dos 15 “países da coesão”, onde Portugal está inserido (a par da Bulgária, Chipre, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Grécia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, República Checa e Roménia).

No final de Junho passado, foram conhecidos os 276 projectos apoiados na primeira fase, mobilizando um montante global de 13,1 mil milhões de euros das verbas do MIE. O troço Évora-Caia da ligação entre Sines e Espanha por via férrea, os estudos técnicos conducentes ao corredor ferroviário Aveiro-Vilar Formoso, a segunda fase da plataforma logística multimodal do porto de Leixões e os estudos técnicos de expansão da plataforma logística do porto de Lisboa foram quatro dos seis projectos portugueses com co-financiamento comunitário garantido através deste instrumento, que constituiu uma forte aposta da Comissão presidida por Jean-Claude Juncker.

Como então aconteceu, voltam a poder candidatar-se organizações internacionais, entidades públicas e empresas (públicas ou privadas) sediadas nos Estados-membros. Os resultados deverão ser conhecidos no fim do primeiro semestre do próximo ano.

No quadro da sua participação na Enterprise Europe Network, a maior rede europeia de serviços de informação e apoio às empresas, a Associação Empresarial de Portugal está em condições de informar e apoiar os agentes da economia privada em tudo o que diga respeito ao MIE.

Os responsáveis comunitários estão receptivos a apoiar projectos que se enquadrem nas redes de transporte inteligente e em sistemas de gestão do tráfego considerados nos planos dos ERTMS – The European Rail Traffic Management System (ferrovia), SESAR - Single European Sky ATM Research (transporte aéreo) e RIS - River Information Services (vias navegáveis interiores).

Potenciando as sinergias com outras prioridades da Comissão Europeia, como o mercado único digital, na presente fase de candidaturas ao MIE serão especialmente valorizadas as infra-estruturas de transportes inovadoras e sustentáveis. In “Diário Económico” - Portugal

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Portugal – InnoWave Technologies abre filial no Reino Unido

No decorrer da estratégia de internacionalização a empresa portuguesa InnoWave abriu uma filial naquele que é o seu segundo mercado internacional. Segundo a empresa, o objetivo é crescer nos clientes já existentes e potenciar a venda da consultoria nas áreas de BSS e OSS para Operadores de Telecomunicações e na oferta de produtos.

“Com esta abertura a InnoWave prevê fechar 2015 com um volume de negócios de mais de 800 mil euros. Para breve está a inauguração de outro escritório, desta vez nos Estados Unidos ou na Holanda”, diz a empresa em comunicado.

Inicialmente, o escritório de Londres contará com 10 colaboradores, que estarão a trabalhar projetos de clientes ingleses. “Até ao final do ano, a InnoWave conta aumentar a sua equipa, recrutando simultaneamente no mercado local e deslocando colaboradores de Portugal”.

Este é o segundo escritório internacional da InnoWave, naquele que é considerado como um mercado estratégico para a empresa. A decisão teve por base projetos já em curso para clientes locais, nomeadamente para a Vodafone e a Sky. Como refere Tiago Gonçalves, CEO da InnoWave Technologies, “Londres tem uma ligação muito próxima a outro mercado muito importante e estratégico para nós – os Estados Unidos da América”.

Em termos de oferta, a InnoWave irá apostar na consultoria nas áreas de BSS e OSS – para operadores de telecomunicações –, assim como a oferta de produtos, onde se destaca o InnSpect – robot de automação de testes, e as soluções de TV interativa.

O investimento efetuado na abertura do escritório em Londres rondou os 90 mil euros com a InnoWave a prever terminar o ano com um volume de negócios superior a 800 mil euros, o que equivale a 14% da receita global. Sendo que atualmente o mercado internacional já representa 52% do negócio a nível global – a previsão é de este valor aumentar para 55 por cento no final de 2015.

A InnoWave encontra-se ainda a avaliar a expansão da sua atividade para novos mercados. O terceiro escritório internacional, a abrir ainda este ano, deverá localizar-se nos EUA ou na Holanda.

Recentemente a empresa viu o seu sistema de gestão receber duas certificações nas áreas da Gestão da Qualidade e da Inovação: Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade (NP EN ISO 9001: 2008) e Certificação do Sistema de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (NP 4457: 2007).

As certificações foram atribuídas pela SGS Portugal e “garantem que a InnoWave possui um sistema de gestão implementado segundo estas normas de referência, atua de acordo com uma Política de Qualidade e IDI que reflete o compromisso da administração para com o sistema de gestão, assegura a solidez e eficácia das boas práticas implementadas e rege-se por uma filosofia de melhoria contínua”. In “Vida Económica” - Portugal

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