Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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terça-feira, 11 de abril de 2023

1º Encontro (casual) de autoras e autores da Galiza e Portugal decorrerá em Compostela


A Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), a Associação Pró-AGLP e a editora Edições Esgotadas organizam o 1º encontro (casual) de autoras e autores da Galiza e Portugal no dia 15 de abril, em Compostela.

O encontro procura dar espaço à criatividade e à surpresa, promovendo o diálogo como género literário espontâneo.

Programa:

11h-12h30. Roteiro “As origens de Compostela”, de José Manuel Barbosa. (Ponto de encontro: Igreja de Santa Susana).

13h. Jantar em Casa Manolo.

15h30-18h30. Diálogos na Casa da Língua Comum:

Apresentação:  Paulo Fernandes Mirás (AGLP).

— Diálogo 1: thriller

Marcos Barroco – Ângelo Brea

Moderadora: Thalia da Silva Menezes

— Diálogo 2: poesia

José Emílio Nelson – Pedro Casteleiro

Moderador: Alfredo Ferreira

— Diálogo 3: narrativa

Jorge Marques – Concha Rousia

Moderadora: Helena Marques

Endereço: Casa da Língua Comum. Rua de Emílio e de Manuel, r/c – Santiago de Compostela. In “Portal Galego da Língua” - Galiza


 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Portugal - Escolhidos os 24 autores que vão receber bolsas de criação literária

A Direção-Geral do Livro vai atribuir este ano sete bolsas de criação literária para ficção, sete para poesia, quatro para literatura infantil, três para banda desenhada e três para dramaturgia, num valor global de 270 mil euros

De acordo com informação disponível no ‘sítio’ da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), o Ministério da Cultura fixou para este ano 12 bolsas de 12 meses e outras 12 de seis meses, para serem entregues a 24 autores selecionados de um total de 222 candidaturas.

Os 12 candidatos selecionados para receberem bolsas de criação literária para um ano foram Mariana Pita Ferreira, Gonçalo Santos Duarte e Ana Biscaia, em banda desenhada, Ana Teresa Pereira, Daniela Leitão, Ana Mafalda Valente e Ana Margarida Carvalho, em ficção narrativa, Diogo Teixeira e Isabel Nery de Oliveira, em literatura para a infância e juventude, e Ricardo Marques, João Concha e Nuno Machado de Moura, em poesia.

Os 12 autores contemplados com bolsas de meio ano foram André Murraças, Miguel Branco e Sarah Mirella Adamopoulos, na área da dramaturgia, Frederico de Melo d'Ornellas Pedreira, Maria Antónia Oliveira e Matilde Campilho, em ficção narrativa, Mina Mariova Anguelova e Rui Coelho, em literatura para a infância e juventude, e Andreia Carina Faria de Sousa, André Osório, Maria Brás Ferreira e Alice Neto de Sousa, em poesia.

O valor de 270 mil euros será distribuído pelas 12 bolsas anuais, com 15 mil euros cada (num total de 180 mil euros), e pelas 12 bolsas semestrais, com 7500 euros cada (num total de 90 mil euros).

O júri foi presidido pela professora universitária Paula Morão e constituído pela também professora Teresa Sousa Almeida, pelo especialista em banda desenhada Marcos Farrajota, pelo escritor Fernando Pinto do Amaral, pelo dramaturgo José Maria Vieira Mendes e pela escritora Maria Teresa Maia González.

Os critérios de avaliação foram guiados pela seguinte ponderação: domínio da língua (20%), qualidade literária e estética do projeto (45%), trabalhos de natureza literária já realizados (25%) e adequação ao tempo da bolsa (10%).

Segundo o júri, “os restantes candidatos não foram selecionados para proposta de Bolsa de Criação Literária porque, na ponderação dos diversos elementos e dado o número limitado de bolsas a atribuir, mereceram uma avaliação menos elevada por parte do júri”.

As bolsas de criação literária são atribuídas a pessoas singulares, de nacionalidade portuguesa, e que escrevam em português.

De acordo com o regulamento vigente, o valor da atribuição de bolsas de criação literária é fixado anualmente por despacho do membro do Governo responsável pela área da Cultura, sob proposta da DGLAB, que também propõe a composição do júri. In “MadreMedia / Lusa – Sapo 24” - Portugal


segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Angola - Sociedade Angolana dos Direitos Autorais distribuiu verbas arrecadadas a 120 autores da área do espectáculo

Sociedade Angolana dos Direitos Autorais (SADIA), que este ano prevê cobrar mais de 200 milhões Kz, diz ter arrecadado mais de 13 milhões Kz durante o primeiro trimestre

Obstáculos como "má interpretação" da Lei n.º 15/14, de 31 de Julho, lei que rege os direitos de autor e conexos, e "o não-licenciamento de empresas e organizações artísticas" continuam a "condicionar" o normal funcionamento da Sociedade Angolana de Direitos de Autor (SADIA), que ainda não atingiu metade da receita financeira que prevê arrecadar e distribuir aos autores, até final do ano, mais de 200 milhões kwanzas. A informação foi prestada ao Novo Jornal pelo consultor técnico daquela organização, Lucioval Gama.

"A SADIA tem cobrado os direitos autorais, nomeadamente em rádios, televisões, supermercados, festas e plataformas de streaming. Desde o princípio do ano até à presente data, já arrecadámos mais de 13 milhões Kz", revelou.

Não foi um valor tão alto [para quem prevê atingir mais de 200 milhões Kz ao ano], admite o responsável, "porque ainda temos usuários [entendam-se instituições que utilizam obras de outrem para fins diversos] a fechar contratos".

Os treze milhões Kz arrecadados foram distribuídos a 120 autores, na categoria de espectáculo.

Para Agosto, segundo ainda Lucioval Gama, far-se-á uma nova distribuição de receitas arrecadadas nas categorias de streaming, televisão, shows, restaurantes e shoppings, que poderá atingir 800 autores a nível nacional. O responsável fez saber que actualmente estão inscritos na SADIA 1750 autores, 85% dos quais ligados à música, 8% à literatura e 7% a outras áreas. Hélder Caculo – Angola in “Novo Jornal”