Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Direção-Geral do Livro dos Arquivos e das Bibliotecas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Direção-Geral do Livro dos Arquivos e das Bibliotecas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

Portugal - Mais de 50 livros de ilustração têm edição estrangeira apoiada pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

Mais de meia centena de obras ilustradas foram este ano abrangidas pela Linha de Apoio à Ilustração e Banda Desenhada com 79 mil euros, numa iniciativa que contemplou 41 editoras de 26 países.

Ao todo, são 54 as obras a beneficiarem deste apoio, sendo que entre os ilustradores mais representados encontram-se André Letria, Bernardo P. Carvalho, Catarina Sobral e Natalina Cóias, divulgou a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), em comunicado.

“Se eu fosse um livro”, “Teatro”, “Dança”, “Fox & Meg encontraram um mas-mas” e “A guerra” são as obras ilustradas por André Letria que vão conhecer novas edições na Arménia, Bulgária, Chéquia, Suíça, França, Japão e Macedónia.

Dinamarca, Estónia, Letónia, Noruega e Turquia vão publicar os livros de Bernardo de Carvalho “Daqui ninguém passa!”, “Desvio”, “Plasticus Maritimus” e “Mar negro”, enquanto de Catarina Sobral foram selecionados “Fantasmas, bananas e avestruzes”, “Impossível”, “Greve” e “Achimpa”, que vão conhecer novas edições na Argentina, Arménia, Brasil, França, Colômbia e Filipinas.

A outra autora mais representada nesta linha de apoio, Natalina Cóias, viaja até ao Brasil e Grécia, através dos seus livros “Entra na caixa lobo mau!”, “Lobo bom ou lobo mau?”, “Feliz Natal, lobo mau” e “Lobo bom, lobo mau!”.

Ana Ventura vê também o seu livro “Mudar”, que lhe valeu o Prémio Nacional de Ilustração 2021, ser editado na Turquia.

André Carrilho, Carolina Celas, Joana Estrela, Madalena Matoso, Mariana Rio, Yara Kono e Rachel Caiano são outros dos ilustradores apoiados este ano pelo projeto da DGLAB, contando-se ainda entre os países destinatários a Alemanha, a Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Irão, Peru, Polónia, Sri Lanka e Suécia.

Promovida pela DGLAB desde 2005, a Linha de Apoio à Ilustração e Banda Desenhada tem por principais objetivos divulgar no estrangeiro a produção portuguesa nas áreas da ilustração e banda desenhada, contribuir para a angariação de novos públicos e de novos mercados para autores e editores, e ainda estimular a criação e valorizar o trabalho dos autores.

Comparativamente com o ano passado, aumentou o número de países e o valor da verba atribuída, mantendo-se praticamente na mesma o número de obras abrangidas pela linha de apoio.

Em 2023, foram editados 55 livros (mais um), em 15 países (menos 11 do que este ano), com uma verba de 75.400 euros (menos 3600 euros). In “Mundo Lusíada” – Brasil com “Lusa”


quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Portugal - Escolhidos os 24 autores que vão receber bolsas de criação literária

A Direção-Geral do Livro vai atribuir este ano sete bolsas de criação literária para ficção, sete para poesia, quatro para literatura infantil, três para banda desenhada e três para dramaturgia, num valor global de 270 mil euros

De acordo com informação disponível no ‘sítio’ da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), o Ministério da Cultura fixou para este ano 12 bolsas de 12 meses e outras 12 de seis meses, para serem entregues a 24 autores selecionados de um total de 222 candidaturas.

Os 12 candidatos selecionados para receberem bolsas de criação literária para um ano foram Mariana Pita Ferreira, Gonçalo Santos Duarte e Ana Biscaia, em banda desenhada, Ana Teresa Pereira, Daniela Leitão, Ana Mafalda Valente e Ana Margarida Carvalho, em ficção narrativa, Diogo Teixeira e Isabel Nery de Oliveira, em literatura para a infância e juventude, e Ricardo Marques, João Concha e Nuno Machado de Moura, em poesia.

Os 12 autores contemplados com bolsas de meio ano foram André Murraças, Miguel Branco e Sarah Mirella Adamopoulos, na área da dramaturgia, Frederico de Melo d'Ornellas Pedreira, Maria Antónia Oliveira e Matilde Campilho, em ficção narrativa, Mina Mariova Anguelova e Rui Coelho, em literatura para a infância e juventude, e Andreia Carina Faria de Sousa, André Osório, Maria Brás Ferreira e Alice Neto de Sousa, em poesia.

O valor de 270 mil euros será distribuído pelas 12 bolsas anuais, com 15 mil euros cada (num total de 180 mil euros), e pelas 12 bolsas semestrais, com 7500 euros cada (num total de 90 mil euros).

O júri foi presidido pela professora universitária Paula Morão e constituído pela também professora Teresa Sousa Almeida, pelo especialista em banda desenhada Marcos Farrajota, pelo escritor Fernando Pinto do Amaral, pelo dramaturgo José Maria Vieira Mendes e pela escritora Maria Teresa Maia González.

Os critérios de avaliação foram guiados pela seguinte ponderação: domínio da língua (20%), qualidade literária e estética do projeto (45%), trabalhos de natureza literária já realizados (25%) e adequação ao tempo da bolsa (10%).

Segundo o júri, “os restantes candidatos não foram selecionados para proposta de Bolsa de Criação Literária porque, na ponderação dos diversos elementos e dado o número limitado de bolsas a atribuir, mereceram uma avaliação menos elevada por parte do júri”.

As bolsas de criação literária são atribuídas a pessoas singulares, de nacionalidade portuguesa, e que escrevam em português.

De acordo com o regulamento vigente, o valor da atribuição de bolsas de criação literária é fixado anualmente por despacho do membro do Governo responsável pela área da Cultura, sob proposta da DGLAB, que também propõe a composição do júri. In “MadreMedia / Lusa – Sapo 24” - Portugal