Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 9 de agosto de 2026

Reino Unido - Publicou poesia ou prosa? O Grande Prémio de Literatura Portuguesa na Diáspora é para si

O jornal “As Notícias”, com sede no Reino Unido, lançou o Grande Prémio de Literatura Portuguesa na Diáspora, uma iniciativa com inscrições gratuitas e de âmbito internacional destinada a “reconhecer, valorizar e promover a criação literária de autores portugueses residentes fora de Portugal”, em duas categorias: Prosa e Poesia


De acordo com os seus organizadores, “com periodicidade anual, o prémio pretende afirmar-se como uma referência cultural da diáspora portuguesa, distinguindo obras de elevada qualidade escritas em língua portuguesa e incentivando a produção literária das comunidades portuguesas espalhadas pelos cinco continentes”, tendo como objetivo ainda “valorizar a ligação à língua e à cultura portuguesas através da escrita”.

A iniciativa destina-se a cidadãos com nacionalidade portuguesa residentes atualmente no estrangeiro, com idade mínima de 18 anos.

As obras a concurso devem ter sido publicadas entre 5 de maio de 2024 e 6 de setembro de 2026, não podem estar vinculadas a outros concursos nem terem sido já premiadas noutras oportunidades. Não são elegíveis autores residentes em Portugal, ainda que tenham sido emigrantes no passado. O encerramento das candidaturas acontece dia 6 de setembro 2026.

Serão atribuídos prémios pecuniários para os vencedores em cada categoria, no valor de 500 libras. Os trabalhos serão avaliados por um júri composto por personalidades de reconhecido mérito no panorama literário e cultural português.

“Mais do que um concurso literário, o projeto pretende dar visibilidade a autores que, muitas vezes longe dos grandes circuitos editoriais, contribuem de forma significativa para a riqueza e diversidade da literatura em português”, disseram os responsáveis.

A primeira edição culminará com a cerimónia de entrega dos prémios em Thetford, na Inglaterra, dia 6 de novembro de 2026, integrada nas celebrações do 20.º aniversário do jornal As Notícias, quando “deverão estar presentes os concorrentes ou se fazerem representar”.

“Ao longo de décadas de emigração, milhões de portugueses construíram histórias de vida que fazem parte da memória coletiva do país. O Grande Prémio de Literatura Portuguesa na Diáspora nasce precisamente para preservar esse património humano, cultural e histórico, incentivando a escrita como veículo de memória, identidade e aproximação entre Portugal e as suas comunidades no estrangeiro”, afirmaram esses mesmos responsáveis pelo jornal localizado no Reino Unido, que sublinharam que, numa primeira fase, o projeto conta com a colaboração de vários órgãos de comunicação social da diáspora portuguesa, entre os quais o Bom Dia além do apoio da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP).

O regulamento pode ser consultado aqui.

As candidaturas devem ser feitas online aqui. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo




domingo, 7 de setembro de 2025

Associação Internacional dos Lusodescendentes - Concurso literário “As Minhas Férias” 2025 é dedicado a Moçambique

A Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD) – em parceria com a Editora LEYA, a Fundação Calouste Gulbenkian e a Maison du Portugal André de Gouveia da Cidade Universitária Internacional de Paris – anuncia o lançamento da quarta edição do seu Concurso Literário anual “As minhas férias em…”. Este ano, o destino é Moçambique, “um país de grande relevância para o futuro da língua portuguesa” argumenta José Governo, Diretor Executivo da AILD.


Depois de edições anteriores dedicadas a Portugal, Brasil e Angola, o concurso convida os jovens a uma jornada literária por Moçambique, trocando o rio Cuanza pelo rio Zambeze para unir duas culturas e dois países entrelaçados pela língua portuguesa. “A iniciativa visa promover a língua e a cultura portuguesas, incentivando a criação literária, a curiosidade intelectual e a pesquisa histórica e cultural entre jovens lusófonos que vivem no exterior” completa José Governo.

O concurso está aberto a jovens e crianças de 8 a 22 anos, que residam num país cuja língua oficial não seja o português, ou noutro país de língua oficial portuguesa que não seja o país de origem de um dos seus pais.

Os participantes podem submeter textos originais e individuais, com um limite máximo de 1000 palavras, em forma de prosa, poesia, ou diário de viagem. Os trabalhos podem ser ficcionais ou autobiográficos, abordando a história, geografia, gastronomia e paisagens de Moçambique.

Os trabalhos devem ser enviados por e-mail para concurso@asminhasferias.pt até 31 de outubro de 2025. Os documentos necessários para a submissão são o texto em formato PDF e os anexos de atestado de originalidade e residência.

Um júri, composto por professores, escritores, editores e jornalistas, incluindo o escritor Nuno Gomes Garcia, Presidente do júri, avaliará os trabalhos.

Os vencedores serão anunciados a 9 de dezembro.

Os primeiros lugares de cada uma das três categorias (Infantojuvenil, Juvenil e Universitária) receberão um prémio de 150,00 euros em livros. A cerimónia de entrega dos prémios está prevista para janeiro de 2026, na Maison du Portugal André de Gouveia, em Paris.

Mais informações AQUI. In “LusoJornal” - França



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Península Ibérica - Prémio Literário Nortear 2025 está com inscrições abertas

A 11ª edição do Prémio Literário Nortear – 2025 para Jovens da Eurorregião está com inscrições abertas até 30 de junho



Este concurso literário visa incentivar a criatividade e a produção literária entre jovens da Galiza e do Norte de Portugal, fortalecendo os laços culturais entre os dois territórios.

Quem pode participar?

O prémio é destinado a jovens escritores com idades entre os 16 e 36 anos, naturais ou residentes na Região Norte de Portugal ou na Galiza.

As obras devem ser originais, inéditas e estar escritas em português (de acordo com o novo Acordo Ortográfico) ou em galego (segundo as normas da Real Academia Galega).

Os textos submetidos devem pertencer ao género conto e ter entre cinco mil e oito mil palavras.

Premiação e reconhecimento

O vencedor do Prémio Nortear 2025 receberá um prémio financeiro de 3000 euros, além da publicação da obra em edição bilíngue.

Além do incentivo monetário, o concurso representa uma oportunidade de projeção literária, ampliando a visibilidade de novos talentos da Eurorregião.

Como participar?

As candidaturas devem ser submetidas até 30 de junho por meio da Plataforma Nortear.

Um prémio com história e impacto

Criado em 2015, o Prêmio Nortear tem se consolidado como uma iniciativa de referência na promoção da literatura na Eurorregião.

Nas suas dez edições anteriores, já recebeu aproximadamente 450 trabalhos de jovens autores de ambos os territórios.

Entre os vencedores estão nomes como Lara Dopazo, Rui Cerqueira Coelho, Cecília Santomé, Sara Brandão, Sabela Varela, Célia Fraga, Pedro Rodríguez Villar, Marta Pais de Oliveira, Vicente Vázquez e Manuel Iglesias.

Cooperação transfronteiriça

O Prémio Nortear é uma iniciativa conjunta da Eurorregião Galiza – Norte de Portugal, do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT), da Conselharia da Cultura, Língua e Juventude da Xunta de Galiza e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR NORTE, IP).

Desde a sua criação, o projeto tem promovido o intercâmbio cultural entre Portugal e a Galiza, sendo um exemplo de colaboração transfronteiriça no campo literário.

O projeto é cofinanciado pela União Europeia através do Programa INTERREG 21-27 (POCTEP).

Com o Prémio Nortear, novas vozes têm a possibilidade de serem reconhecidas e as suas histórias chegarem a toda a lusofonia. In “Portal Galego da Língua” - Galiza


domingo, 6 de outubro de 2024

Lusofonia - III Edição do Concurso Literário “As Minhas Férias”

Sendo as crianças e os jovens lusófonos a viverem fora dos países onde se fala português um dos principais pilares do nosso idioma comum e os principais embaixadores da(s) nossa(s) cultura(s) no estrangeiro, a Associação Internacional dos Lusodescendentes (AILD), a Leya, a Maison du Portugal, e a Fundação Calouste Gulbenkian Paris, sempre preocupadas com a promoção da língua e da(s) cultura(s) lusófona(s), lançam a III edição do Concurso Literário “As minhas Férias…” que visa homenagear Angola, país lusófono essencial na consolidação da língua portuguesa em África e no mundo. Um evento que visa fomentar a criatividade literária e a escrita em português dos jovens a viverem fora do país de origem familiar.

Para participar nesta edição de 2024, os jovens escritores só terão de enviar um texto (de prosa ou poesia) de até 1000 palavras sobre as suas férias em Angola: um diário de viagem, as impressões soltas de um dia de sol, de um mergulho no mar, de uma visita ao Namibe, uma história de ficção… total liberdade artística para os nossos escritores.

A participação está aberta a todos os jovens lusófonos a viverem fora do seu país de origem familiar e com idades compreendidas entre os 8 e os 22 anos. Os prazos de entrega dos trabalhos decorrem até ao dia 15 de outubro. Os vencedores serão revelados no dia 09 de dezembro.

Júri do concurso

Nuno Gomes Garcia, escritor, professor, diretor cultural da AILD   e presidente do júri.

Ana Paixão, Leitora de língua e cultura portuguesa de Camões, IP, na Universidade de Paris 8

Cristina Alves, presidente do conselho de administração da Radio Arc en Ciel.

Cristina Passas, diretora executiva da AILD e coordenadora da Associação Comercial e Industrial de Mirandela

Luís Costa, jornalista e subdiretor da RTP Internacional

Sara Novais Nogueira, diretora cultural da AILD e mentora do “Literanto”, projeto de promoção da leitura

Sofia Romeiro, secretária do gabinete de vereação da Câmara Municipal de Almeida In As Minhas Férias

Regulamento

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Açores - Promovem concurso literário em língua materna para imigrantes


Um concurso literário vai distinguir nos Açores textos literários originais, escritos na língua materna de imigrantes residentes na região, iniciativa que visa promover “a interculturalidade” e “um maior conhecimento sobre as diferentes comunidades existentes no arquipélago”.

O concurso literário “Saudades da Terra”, na área da imigração, é promovido pela direção regional das Comunidades, em parceria com a transportadora aérea SATA Azores Airlines, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Língua Materna, assinalado anualmente em 21 de fevereiro.

Segundo uma nota de imprensa do Governo Regional, a iniciativa destina-se a todos os imigrantes residentes nos Açores.

As obras a concurso devem ser “textos em qualquer gênero literário, originais e inéditos”, que abordem “a perspetiva pessoal dos concorrentes, com idade mínima de 18 anos, sobre a sociedade de acolhimento”, acrescenta o Governo açoriano (PSD/CDS-PP/PPM).

O concurso visa promover “a interculturalidade e incentivar um maior conhecimento sobre as diferentes comunidades e nacionalidades existentes no arquipélago”, através da produção de textos literários, “escritos na sua língua materna, que transmitam a visão dos seus autores sobre os Açores, lê-se na nota.

O vencedor será premiado com uma passagem aérea para duas pessoas, com origem em qualquer aeroporto açoriano, para todos os destinos operados pela SATA Azores Airlines.

As candidaturas devem ser enviadas até 21 de abril de 2023, através de um formulário para o endereço de correio eletrónico:

saudadesdaterra.drc@azores.gov.pt’.

O Dia Internacional da Língua Materna foi proclamado pela UNESCO em 1999 e, posteriormente, reconhecido pela ONU em 2002, com o objetivo de “proteger e salvaguardar todas as línguas faladas no mundo, honrando tradições culturais e respeitando a diversidade linguística”, sublinha a Direção Regional das Comunidades. In “Mundo Lusíada” com “Lusa”


 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Macau – Instituto Português do Oriente, Universidade de Macau e Camões Instituto da Cooperação planeiam concurso de tradução literária

O Instituto Português do Oriente, a Universidade de Macau e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa estão em negociações sobre um concurso de tradução para jovens que vai arrancar este ano. A informação foi avançada no seguimento da assinatura de um protocolo com o intuito de reforçar a cooperação entre as diferentes entidades



Foi assinado um protocolo entre o Instituto Português do Oriente (IPOR), a Universidade de Macau (UM) e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua Portuguesa, I.P., que procura renovar a cooperação. “Temos uma colaboração de longa data com o IPOR, há mais de 30 anos. São instituições que estão em Macau há muito tempo, mas achou-se por bem reforçar esta colaboração para o futuro, e daí se ter renovado este protocolo, quer com o Instituto Camões quer com o IPOR”, disse Rui Martins, vice-reitor para os Assuntos Globais da UM. Neste âmbito, avançou que será organizado este ano um concurso para jovens tradutores.

“A ideia é tentar encontrar gente vocacionada para fazer tradução, sobretudo tradução literária, e numa primeira fase nas áreas da poesia e dos textos (…) como a crónica, que de facto permitem uma entrada neste mundo, nestas metodologias da tradução”, explicou Joaquim Ramos. O director do IPOR acrescentou que o concurso será tutelado por académicos reconhecidos e que anualmente, “à medida que for sendo lançado o respectivo concurso, será dado o tema para que trabalhem os candidatos”.

De momento a fase negocial encontra-se a ser concluída, tendo sido já decidido que haverá tópicos rotativos. “Um ano será para a poesia, um ano para a crónica, outro para o conto. E, portanto, a muito breve prazo formalizaremos as negociações e avançamos para a abertura do concurso”, comentou. A competição será feita para traduções Português-Chinês e vice-versa.

Esta é uma das actividades complementares culturais que se prevê no acordo, para além de pontos como o desenvolvimento da Língua Portuguesa para fins específicos. “São áreas que temos vindo a explorar com a Universidade de Macau, a língua portuguesa jurídica, médica, para jornalistas”, enunciou Joaquim Ramos.

Relativamente ao protocolo assinado no centro de formação bilingue da Universidade de Macau, Joaquim Ramos disse que “não podemos senão aproveitar a oportunidade e explorar todas as potencialidades que este protocolo possa vir a trazer”.

Por sua vez, o vogal do Conselho Directivo do Camões, I.P., João Laurentino Neves, indicou que, com a entrada do organismo no acordo, se pretende colocar à disposição das duas outras instituições “ferramentas, saberes, experiências, que num nível mais global e multifacetado nós temos de desenvolvimento de apoio a programas de desenvolvimento ao ensino da língua portuguesa no mundo”.

Nesse sentido, destacou as competências do Camões I.P. na gestão da rede de Ensino de Português no Estrangeiro, que abrange actualmente cerca de 80 países, bem como o caminho para procurar chegar a 40 países onde a o português seja língua curricular no ensino não superior. Para João Neves, as ferramentas desenvolvidas para esse tipo de apoio e programas são também “úteis” localmente para a estratégia conjunta de cooperação em causa. Salomé Fernandes – Macau in “Jornal Tribuna de Macau”

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Moçambique - Universidade Politécnica e Escola Portuguesa firmam parceria para edição e publicação de livros literários infanto-juvenis



A Universidade Politécnica e a Escola Portuguesa de Moçambique (EPM) assinaram na passada sexta-feira, 21 de Junho, em Maputo, um memorando de entendimento, que visa a edição e publicação dos livros literários infanto-juvenis, resultantes do concurso Literário Maria Odete de Jesus (CLMOJ), promovido pela Direcção das Bibliotecas da maior universidade privada do País.

Pretende-se com esta parceria, promover e facilitar o intercâmbio entre as duas instituições de ensino no âmbito da produção e edição de livros infanto-juvenis, promover o gosto pela literatura infanto-juvenil, fomentar a realização de eventos que visem a disseminação de livros infanto-juvenis.

Falando após a assinatura do memorando, Rosânia da Silva, Pró-Reitora para a área de Pós-graduação e Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica, disse tratar-se do cumprimento de mais um dos acordos existentes entre a Universidade Politécnica e a EPM e, que o presente, preconiza basicamente a promoção da leitura e publicação de livros entre as duas instituições.

“Regularmente realizamos concursos literários intitulados Maria Odete de Jesus e os vencedores têm o direito da publicação das suas obras. Nós entendemos que através da parceria com a EPM podemos melhorar o circuito de colocação deste livro no mercado”, afirmou Rosânia da Silva.

Por sua vez, a Directora da EPM, Dina Maria Trigo, afirmou que o objectivo principal da assinatura do memorando é fazer cumprir uma das suas missões, que é a divulgação da língua portuguesa através da leitura e escrita.

“Já editámos vários livros e, muitos são de escritores moçambicanos. Ao alargarmos a edição para outros escritores, dá-nos a possibilidade de termos mais livros. Tudo isto para nós, demonstra que a leitura é muito importante. Ler é mais importante, abre os horizontes, faz-nos viajar”, concluiu Dina Maria Trigo.

Importa realçar que o memorando será operacionalizado através da Direcção das Bibliotecas da Universidade Politécnica, entidade que promove o desenvolvimento sistémico das bibliotecas, capacitando-as para oferecer, aos docentes, pesquisadores, estudantes e pessoal técnico-administrativo serviços e produtos necessários para o desenvolvimento das actividades académicas de ensino, pesquisa e extensão, e do Centro de Ensino e Língua Portuguesa da EPM, um estabelecimento público de educação e ensino do Sistema Educativo Português no estrangeiro, que se inscreve numa política de cooperação entre os governos de Portugal e Moçambique, desenvolvendo actividades de promoção, divulgação, edição e distribuição de livros e literatura de escritores moçambicanos. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Lusofonia - Concurso literário para jovens poetas lusófonos

Após o sucesso do primeiro volume da antologia “Emergente – Novos Poetas Lusófonos”, destinada a autores dos 18 aos 30 anos, o escritor Samuel F. Pimenta lança a convocatória para a participação no segundo volume, em parceria com a editora Livros de Ontem. O prazo para o envio de trabalhos termina a 31 de Outubro de 2016.














“Quando instituímos o concurso, em 2014, já prevíamos o segundo volume da Emergente, é natural que surja esta convocatória. Para nós, é importante garantir a continuidade do projecto, com tantos volumes quanto nos for possível publicar. É vital manter tudo o que seja incentivo à escrita e publicação de poesia”, explica Samuel F. Pimenta, criador do projecto.

Na primeira edição do concurso, participaram mais de 100 autores, oriundos de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde e Galiza. O primeiro volume da antologia, publicado em Maio, integrou 12 jovens poetas, seleccionados por Samuel F. Pimenta, João Batista, CEO e editor da Livros de Ontem, e a escritora angolana Ana Paula Tavares.

“Independentemente do local onde residam os poetas, a única condição é expressarem-se em Português, qualquer que seja a sua variante. Estão incluídos, também, todos os poetas que vivem na diáspora, assim como os que não têm o Português como língua materna, mas que optam por escrever em Português”, acrescenta Samuel F. Pimenta.

Recém-galardoado com o Prémio Literário Glória de Sant’Anna 2016, para o melhor livro de poesia de países e regiões lusófonas, Samuel F. Pimenta considera que a Emergente é uma forma de “promoção da escrita de poesia em português e procura esbater as dificuldades que muitos autores estreantes encontram no processo de publicação dos primeiros textos”.

Para saber mais sobre a antologia e o regulamento, consulte aqui.