Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 12 de julho de 2024

Singapura - Dezasseis insectos aprovados como alimento

Dezasseis espécies de insectos, incluindo grilos, gafanhotos e bichos-da-seda, foram aprovadas como alimento e comprovadas como sendo seguras para consumo humano em Singapura, informou a Agência de Alimentos


A Agência de Alimentos (SFA) de Singapura aprovou uma lista de 16 insectos considerados como sendo seguros para consumo em Singapura. “Com efeito imediato, a SFA permitirá a importação de insectos e produtos de insectos pertencentes a espécies que foram avaliadas como de baixa preocupação regulatória”, afirmou a agência, num comunicado endereçado a comerciantes de alimentos processados e de ração animal, citado pelo Times Of India. Segundo a SFA, “insectos e produtos de insectos podem ser usados ​​para consumo humano ou como ração animal para animais produtores de alimentos”.

O grilo doméstico (Acheta domesticus) é uma espécie de grilo que se encontra habitualmente em casas e outros edifícios. Os grilos domésticos são castanhos-claros com três faixas escuras na cabeça. Têm antenas longas, patas traseiras grandes para saltar e asas que ficam planas no dorso.

O gafanhoto migratório africano (Locusta migratoria migratorioides) é uma subespécie do gafanhoto migratório e é conhecido pelo seu potencial para formar enxames maciços que podem causar danos significativos na agricultura. Estes gafanhotos são tipicamente verdes ou castanhos, com um corpo robusto caraterístico e asas longas. As ninfas (saltadores) não têm asas e passam por várias mudas antes de se tornarem adultas.

Além disso, as larvas brancas são o estádio larvar de várias espécies de escaravelhos, principalmente da família dos escaravelhos (Scarabaeidae). São conhecidas por causarem danos em relvados, jardins e culturas, alimentando-se das raízes das plantas.

A traça-da-cera (Galleria mellonella) é uma espécie de traça conhecida pelas suas larvas, que são pragas notórias das colmeias de abelhas.

A larva do escaravelho rinoceronte gigante é a fase larvar de várias espécies de escaravelhos rinocerontes, que pertencem à família Scarabaeidae. Estes escaravelhos são conhecidos pelo seu grande tamanho e pelas estruturas distintivas semelhantes a cornos que se encontram nos machos.

De acordo com a SFA, todos estes insectos têm de ser produzidos num ambiente seguro e em condições higiénicas e não na natureza. Além disso, será exigida uma prova documental para demonstrar que estes insectos são cultivados em instalações regulamentadas pela autoridade competente.

Também foi comunicado que serão seguidas normas de segurança rigorosas para o manuseamento destes insectos, tanto nas cozinhas como nas indústrias de pré-embalados, incluindo a aposição de rótulos adequados sobre a origem dos insectos. In “Ponto Final” - Macau


quarta-feira, 3 de julho de 2024

Índia deverá ultrapassar a China no crescimento da procura agrícola mundial

A Índia, que se tornou o país mais populoso do mundo, deverá também substituir a China como principal motor do crescimento da procura agrícola mundial nos próximos 10 anos, segundo a OCDE e a FAO


A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) disseram ontem que o consumo mundial de produtos agrícolas deverá aumentar 1,1% na próxima década.

Os países de rendimento médio e baixo serão responsáveis por quase 94% do aumento previsto, segundo o relatório anual conjunto da OCDE e da FAO citado pela agência espanhola EFE. As razões prendem-se com o facto de ser nestes países que, com diferenças, se prevê um crescimento demográfico, mas também com uma alteração dos padrões alimentares. Estes factores justificam o facto de a Índia e o Sudeste Asiático serem os principais intervenientes e absorverem 31% do aumento da procura na próxima década.

Isoladamente, o aumento da procura na Índia até 2033 será de 20,2% na produção vegetal, para 220,1 mil milhões de dólares (186,8 mil milhões de euros, ao câmbio actual). O aumento da procura na produção animal será de 41%, para 144,7 mil milhões de dólares (137,8 mil milhões de euros), e de 16% na produção pesqueira, para 48,8 mil milhões de dólares (45,5 mil milhões de euros).

A China continuará a ser, de longe, o maior mercado agrícola, mas com aumentos muito menores em termos relativos e absolutos. Os peritos preveem que a procura de produtos vegetais na China aumente 4,1%, para 414,4 mil milhões de dólares (386,8 mil milhões de euros).

A procura de produtos animais crescerá 5,55%, para 206,5 mil milhões de dólares (192,7 mil milhões de euros), e a de produtos da pesca 13,8%, para 207,1 mil milhões de dólares (193,3 mil milhões de euros).

Embora a China tenha sido responsável por 28% do consumo adicional de produtos do setor primário na última década, esta percentagem cairá para 12% até 2033, de acordo com os autores do relatório.

A Índia tem 1,42 mil milhões de habitantes e a China 1,41 mil milhões, segundo dados do Banco Mundial. A outra grande região que registará uma expansão significativa da procura é a África Subsariana, que contribuirá com 18% do aumento previsto, principalmente devido ao crescimento da população, a uma taxa de 2,40% por ano entre 2024 e 2033.

Globalmente, a produção no setor primário crescerá 1,1% por ano durante os próximos 10 anos, com aumentos de 1% para o valor das culturas, 1,3% para a pecuária e 1,1% para a pesca.

Os autores do estudo preveem que o aumento da produção resultará essencialmente de melhorias nos rendimentos, que representarão 80% no caso da agricultura, em que a extensão das terras cultivadas desempenhará um papel marginal.

Quanto ao comércio dos produtos do setor, prevê-se um aumento de 1% por ano, equivalente ao aumento da produção, o que significa que o peso relativo das exportações se manterá estável.

Em relação aos preços, a OCDE e a FAO consideram que continuarão a descer face aos picos atingidos no período 2020-2022, devido a questões como a crise da covid, a invasão russa da Ucrânia ou más colheitas por razões climáticas.

A curto prazo, prevê-se que a descida seja mais rápida e, a médio prazo, os preços reais (descontando o efeito da inflação) dos produtos do setor primário deverão também continuar a tendência histórica para a baixa. Esta situação deverá aumentar a pressão sobre a situação económica dos agricultores e beneficiar os consumidores.

Os autores do relatório disseram que se trata de uma evolução dos mercados globais e de ser necessário avaliar outros fatores que influenciam as decisões para ver se se transmitem aos mercados nacionais. Entre esses factores estão os custos específicos de transporte em cada lugar, as taxas de câmbio das diferentes moedas, as políticas comerciais e o grau de integração dos mercados locais com o comércio internacional. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”


quinta-feira, 13 de agosto de 2020

África do Sul - ONG portuguesa doa 400 toneladas de comida

O Fórum Português da África do Sul está a organizar a entrega de cerca de 400 toneladas de alimentos ao Governo sul-africano para ajudar as comunidades mais afetadas pela pandemia da covid-19 em Gauteng, disse esta quinta-feira à Lusa fonte da ONG portuguesa



A ajuda será entregue ao Banco Alimentar do governo provincial de Gauteng, em Kempton Park, leste de Joanesburgo, no âmbito de um “Food Drive” solidário em 6 de setembro e conta com a participação de cerca de 30 agricultores e comerciantes portugueses locais, adiantou à Lusa o dirigente da ONG, Manny Ferreirinha.

“Estimamos que sejam cerca de 400 toneladas para o banco alimentar do Governo, entre vegetais, farinha e produtos não perecíveis, que estamos neste momento a organizar”, afirmou.

Além dos agricultores, referiu Manny Ferreirinha, a iniciativa solidária conta ainda com o apoio de empresários e retalhistas portugueses na província de Gauteng, motor da economia nacional e atual epicentro da pandemia da covid-19.

O dirigente associativo lusodescendente, que é o fundador da organização não governamental de âmbito nacional na África do Sul, referiu que a ONG lusa facilitará também no mesmo dia uma ação solidária entre várias comunidades imigrantes no país, em conjunto com organizações internacionais como a britânica Salvation Army.

“Estamos a instalar tendas para que as comunidades americana, francesa, italiana, grega, sueca e húngara, entre outras, possam também recolher contribuições para as suas organizações de caridade”, adiantou.

“O objetivo é que as várias comunidades ajudem milhares de pessoas que não sabem de onde virá a sua próxima refeição”, declarou à Lusa Manny Ferreirinha, acrescentando que os donativos financeiros para as várias instituições poderão ser feitos diretamente aqui.

O dirigente associativo lusodescendente sublinhou que o Fórum Português na África do Sul tem facilitado a distribuição de ajuda alimentar a centenas de pessoas desde o início do confinamento de contenção da covid-19 em 27 de março. In “Bom dia Europa” - Luxemburgo com “Lusa”


terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

China – A cidade de Wuhan, onde epidemia começou e está isolada, começa a ficar sem comida



Na cidade chinesa de Wuhan, onde foi detectado inicialmente o coronavírus Covid-19 e que foi isolada do mundo, tudo começa a escassear, nomeadamente os alimentos, contaram alguns dos habitantes à AFP. “Temos a impressão de sermos refugiados”, admitiram alguns moradores de Wuhan em conversa telefónica ou por mensagem.

Wuhan, considerado o berço do coronavírus, está isolada do mundo há um mês. Os moradores estão confinados e lutam para se alimentar, já que as provisões são cada vez mais escassas e há restrições de compra, além de aumentos de preços sobretudo dos vegetais.

Guo Jing, uma jovem de 29 anos, vive actualmente enclausurada em casa. A sua liberdade de movimentos foi sendo gradualmente reduzida: primeiro, em 23 de janeiro, foi proibida de deixar Wuhan, que passou a estar isolada do mundo na esperança de conter a epidemia, que apareceu nesta cidade de 11 milhões de habitantes.

Passado algum tempo, as restrições foram apertadas: os residentes só podiam deixar os seus complexos residenciais ou bloco de apartamentos uma vez a cada três dias. Agora, até essa permissão desapareceu: Guo Jing já não pode pisar fora da sua porta de casa e depende totalmente de entregas ao domicílio. “Eu posso viver assim mais um mês”, afirma, referindo que as suas provisões de legumes em conserva e ovos só duram mais cerca de 30 dias.

Mas nem todos na cidade estão em tão “boa situação”. Para milhões de chineses presos em Wuhan, a proibição de deixar as suas casas levanta questões práticas alarmantes. “Quando os mantimentos que temos em casa terminarem, não faço ideia de onde vamos comprar mais”, disse Pan Hongsheng, que vive com a sua mulher e dois filhos.

Algumas comunidades ou grupos fazem pedidos de grandes quantidades nos supermercados, organizando-se através de fóruns de discussão improvisados em mensagens móveis do WeChat.

Algumas empresas vendem cestas de produtos frescos por peso, desde que os pedidos sejam agrupados no mesmo endereço.

No bairro de Guo Jing, é possível comprar 6,5 quilos de vegetais de cinco variedades, incluindo batatas e couve, mas a preços muito mais altos do que seria o normal. “Ninguém pode escolher o que gostaria de comer. Não estamos em época de olhar para as preferências pessoais”, suspira a jovem.

O sistema de compras em grupo deixa, no entanto, de fora algumas comunidades, já que os supermercados exigem um número mínimo de pedidos para fazer entregas ao domicílio.

É o caso de Pan Hongsheng, que se queixa de estar a ser abandonado e sublinha que o seu “menino de três anos já não tem mais leite em pó”. “Honestamente, não podemos fazer isto de outra maneira”, justifica Yang Nan, chefe do supermercado Laocunzhang, que impõe um mínimo de 30 pedidos agrupados. “Temos apenas quatro veículos” e uma força de trabalho reduzida, explica

Outro supermercado disse à AFP que atende apenas um máximo de mil pedidos por dia. “Tornou-se muito complicado recrutar” estafetas, refere Wang Xiuwen, funcionário do departamento de logística da loja, indicando que se sente relutante em aceitar novos funcionários por medo de contaminação. A intensidade das restrições varia, no entanto, de acordo com o bairro.

Uma jovem de 24 anos, que falou sob condição de anonimato, explicou à AFP que os moradores do seu prédio podem sair, uma pessoa por família de cada vez, e pagar directamente aos entregadores que lhes levam as compras.

Noutros bairros, os supermercados estão proibidos de vender directamente a particulares, o que significa obriga a formar e confiar em comités de bairro ou organizações de residentes capazes de comprar a granel.

É assim que funciona o condomínio onde vive David Dai, nos subúrbios de Wuhan, organizando-se para fazer pedidos de grupo, mas pagando sempre preços muito altos. “A realidade é horrível (…) Recebemos muitos tomates e cebolas já podres”, enfurece-se este pai, de 49 anos, referindo que um terço da comida entregue está pronta para ser deitada fora.

Por isso, adianta, a sua família decidiu secar cascas de nabo para adicionar nutrientes a futuras refeições. “O pior é a incerteza”, conclui Ma Chen, uma jovem de 30 anos que vive sozinha.

Sem saber quando será possível fazer um novo pedido em grupo nem quanto tempo durarão as restrições, Ma Chen admite que nunca sabe quanta comida comprar e se a quantidade chegará até à próxima entrega. E não é só a comida que se transformou num item restrito ou, muitas vezes, impossível de adquirir.

Pan Hongsheng também não consegue entregar medicamentos aos sogros, de oitenta anos, que moram noutro bairro. “Tenho a impressão de ser refugiado”, queixa-se com amargura.

Embora Wuhan já viva desta forma há mais de um mês, as autoridades apenas respondem com a necessidade de ter paciência. “O controlo rígido das comunidades incomoda um pouco a vida das pessoas, mas é inevitável”, alega o vice-secretário do Partido Comunista daquela província, Qian Yuankun.

Desde que foi detectado no final do ano passado, na China, o Covid-19 provocou mais de 2600 mortos e infectou quase 80 mil pessoas a nível mundial. A maioria dos casos ocorreu na China, em particular na província de Hubei, no centro do país, a mais afectada pela epidemia.

Além dos mortos na China continental, já houve também mortos no Irão, Japão, Hong Kong, Coreia do Sul, Itália, Filipinas, França e Taiwan.

As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas. In “Ponto Final” – Macau com “Lusa”

sábado, 11 de março de 2017

Brasil - Um basta à estagnação

SÃO PAULO – Reduzir o Estado, tornando-o menos dispendioso e menos pesado para a sociedade que o sustenta, tem sido o objetivo do atual governo-tampão. Se vai consegui-lo até o final de 2018, ainda não é possível prever, até porque nem mesmo se sabe se as principais figuras que o compõem conseguirão escapar às delações que surgem em função das investigações da operação Lava-Jato e colocam a nu uma teia de corrupção que se acha instalada no País há mais de 30 anos.

Independente disso, o Brasil não pode parar e precisa continuar a construir o seu destino de país do futuro, na definição do escritor austríaco Stefan Zweig (1881-1942). E esse futuro, como se vê pelos últimos resultados da balança comercial, passa por seu manifesto destino de fornecedor de alimentos. Isso não constitui nenhum demérito porque é intrínseco à natureza de todo país continental, ou seja, vender commodities do agronegócio e dos demais segmentos ao mercado externo.

Hoje, se o País não entrou em parafuso, é porque os produtos do campo e não transformados, como soja, milho, carne e minério de ferro, têm sido fundamentais para a manutenção do equilíbrio da balança comercial. E se a economia está conseguindo sair da recessão depois de anos difíceis, é porque os alimentos e outros produtos originários do campo têm mantido e até mesmo ampliado os mercados que abriram no mundo.

Ao contrário da indústria, que não conseguiu produzir inovação nem acumular ganhos de competitividade, o que se tem refletido no fechamento de postos de trabalho, o agronegócio só não obteve melhores resultados porque o governo federal não investiu tanto quanto deveria na infraestrutura logística, deixando de recuperar e ampliar as estradas que permitem o escoamento da produção do Centro-Oeste.

Obviamente, não se pode imaginar que só o agronegócio será capaz de recuperar a economia, mas constitui a base em que se pode sustentar qualquer plano de recuperação. Por isso, é fundamental que a atividade industrial continue a ser subsidiada; caso contrário, corre-se o risco de mais nenhuma grande indústria vir a se instalar em solo brasileiro. Ou seja, não se pode impedir que os Estados continuem a lutar entre si para atrair indústrias inovadoras em troca de incentivos fiscais.
           
É claro que, nas atuais circunstâncias, alguns Estados mais endividados, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, precisam conter a sangria da renúncia fiscal, aumentando suas receitas, mas aqueles que tiveram governos menos perdulários têm todo o direito de procurar atrair empresas – especialmente, indústrias – que venham a ampliar a oferta de empregos.

Seja como for, tanto os Estados como a União precisam investir em obras de infraestrutura que são decisivas para a retomada do crescimento, além de estimular as privatizações e destravar o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), lançado em setembro de 2016, ampliando o número de concessões para ferrovias, portos, rodovias, galpões de armazenagem e energia elétrica. Só assim o País conseguirá reverter o processo de estagnação em que se encontra. Milton Lourenço - Brasil

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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Alimentos

Um relatório da Human Rights Watch vem denunciar as dificuldades que aproximadamente 1400 famílias moçambicanas enfrentam para terem acesso a alimentos, água e trabalho, depois de terem sido realojadas em terras áridas, longe de linhas de água e de mercados.


Estas famílias foram obrigadas a abandonar as suas terras onde faziam cultivo de auto-suficiência, após o governo ter concedido a empresas multinacionais a exploração de carvão na região.


Moçambique, um dos países mais pobres do mundo necessita deste tipo de investimentos para ajudar o país a um maior desenvolvimento e as concessões estabelecidas com as empresas internacionais cobrem 34% da província de Tete, mais precisamente 3,4 milhões de hectares. As previsões apontam para reservas de carvão num total de 23 mil milhões de toneladas que estão praticamente inexploradas.


O relatório vem chamar a atenção para a necessidade do governo moçambicano e as empresas que negociaram o acordo de assegurarem que estas famílias tenham acesso a terras férteis para poderem continuar a sua agricultura de subsistência e de meios compensatórios pelos prejuízos que entretanto os afectaram. Baía da Lusofonia