Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Internacional - Projeto SPRING lança bases para implementação de plano europeu de monitorização de polinizadores

Um ano de amostragens de polinizadores em Portugal, realizadas no âmbito do projeto internacional SPRING, permitiu descobrir várias espécies de interesse e com distribuição limitada e reforçar a necessidade urgente de implementação de uma metodologia de amostragem universal para monitorizar estes insetos, essenciais, por exemplo, para a produção de alimentos.

Liderado pelo centro alemão Helmholtz Centre for Environmental Research, em Portugal o projeto é coordenado por uma equipa de investigadores do Centre for Functional Ecology da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e conta com a participação do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), da Associação BIOPOLIS – CIBIO, do Tagis - Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais da Universidade de Lisboa, do Município de Oeiras e da Universidade dos Açores.

O grande objetivo do SPRING é reforçar a capacidade de identificação taxonómica de insetos polinizadores dos Estados-membros em suporte à preparação do esquema de monitorização de polinizadores à escala Europeia (EU-PoMS).


No nosso país, a monitorização de polinizadores incide em 6 locais, 5 no continente e 1 no Arquipélago dos Açores. A implementação deste projeto piloto permite testar as metodologias básicas de monitorização de abelhas selvagens, borboletas e moscas-das-flores (ou sirfídeos), usando transectos padronizados, percorridos por cientistas e voluntários, e armadilhas coloridas (também designadas de “pan-traps”).

Segundo Sílvia Castro, investigadora da FCTUC, «a implementação de uma metodologia de amostragem universal à escala nacional e europeia vai seguramente levar a novas descobertas ao nível das espécies de insetos polinizadores e fornecer dados comparáveis de acompanhamento, até hoje inexistentes no nosso contexto».

Sónia Ferreira, investigadora na Associação BIOPOLIS – CIBIO enfatiza que «existem efetivamente ainda algumas espécies por descrever em Portugal e um número muito elevado de espécies sobre as quais sabemos muito pouco relativamente à sua biologia e ecologia».

Os insetos colhidos nas “pan traps” ainda estão a ser processados, mas as observações efetuadas nos transectos permitiram já encontrar várias espécies de interesse e com distribuição limitada. Albano Soares, entomólogo do Tagis, dá dois exemplos: «a Andrena foeniculae é um endemismo ibérico descrito pela primeira vez em 2020, ainda com poucos registos em Portugal e Espanha, e que já foi detetada durante os transectos. Também a espécie de abelha Lasioglossum buccale, contava apenas com três registos até à data em Portugal, e esta monitorização já permitiu detetá-la em novas localidades».

Por seu lado, Conceição Conde, da Divisão de Vigilância Preventiva e Fiscalização do Alentejo do ICNF, que está a testar a metodologia no Parque Natural da Serra de São Mamede, com o apoio do Tagis, afirma que «a diversidade, a importância dos insetos polinizadores e o desejo de os conhecer melhor são uma enorme motivação para continuarmos a participar no projeto SPRING».


Nos Açores, a monitorização está a cargo do Grupo de Biodiversidade dos Açores. Segundo o investigador Mário Boieiro, «a monitorização nos Açores permitiu analisar comunidades de polinizadores pouco diversas, mas com vários endemismos, sendo este o único local de todo o projeto SPRING representativo dos ecossistemas insulares».

Apesar de ainda se estar a dar os primeiros passos para o futuro plano de monitorização de polinizadores à escala europeia, «o envolvimento no projeto SPRING é extremamente importante para Portugal, pois, para além de contribuir com perspetivas diversas de implementação da metodologia, estimulará a formação de jovens entomólogos, tão necessários em Portugal», finaliza Sílvia Castro.

Concluído o primeiro ano de amostragens, os trabalhos de campo reiniciam em março de 2023, sendo que até lá irão decorrer várias ações de formação, assim como a identificação das amostras recolhidas em 2022. Além do processo de preservação e estudo das amostras, os participantes terão oportunidade de aprender a distinguir espécies de abelhas e de moscas-das-flores. Universidade de Coimbra - Portugal




quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Timor-Leste - Praga de insetos destrói milho em Fatululik


Díli – Uma praga de insetos já destruiu cerca de 115 hectares de milho no Posto Administrativo de Fatululik, no Município de Covalima.

“Encontrei alguns agricultores em Fatululik e informaram-me que uma praga de insetos, os ‘ular tentara’, já destruiu cerca de 115 hectares de milho”, disse o deputado da bancada Fretilin Alexandrino Cardoso, esta terça-feira (19/01), no plenário Parlamento Nacional.

O parlamentar pediu ao Ministério da Agricultura e Pescas (MAP) que procurasse dar resposta ao problema da praga, salientando que os agricultores já apresentaram esta questão à delegação do MAP no Município de Covalima, mas ainda não obtiveram resposta.

Alexandrino Cardoso acrescentou, por último, que, caso a praga destrua todo o milho e outros produtos plantados pelos agricultores, poderá haver fome. Júlio Soares – Timor-Leste in “Timor-Post”


 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Cabo Verde - Lança inseto natural para combater praga da lagarta do cartucho do milho



O Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário (INIDA) cabo-verdiano anunciou hoje o lançamento de um inseto natural para combater a praga da lagarta do cartucho do milho que está a atacar em várias ilhas do país.

Em comunicado, o INIDA informou que os técnicos vão estar na sexta-feira na ilha de Santo Antão para libertar o Trichogramma em terrenos agrícolas nos concelhos do Porto Novo e da Ribeira Grande.

“A libertação do Trichogramma (inimigo natural) é considerada essencial para mitigação dos efeitos de invasão da praga, a Lagarta do Cartucho do Milho (Spodoptera frugiperda), entre outras pragas que este parasitoide (Trichogramma pretiosum) pode controlar em Cabo Verde”, sublinhou o instituto cabo-verdiano.

“Estes pequenos insetos serão introduzidos na plantação do milho, controlando a praga acima referida”, prosseguiu a mesma fonte, notando que a lagarta do cartucho é uma praga relativamente nova em Cabo Verde.

Mas garantiu que está a ser “controlada intensamente” pelos serviços do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA), tendo por base uma equipa de investigação liderada por INIDA, desde 2016.

“O controlo desta praga é de abrangência nacional e durante os meses de agosto, setembro e outubro, equipas do MAA estarão presentes no terreno controlando esta praga, no sentido de garantir um ano agrícola bem-sucedido”, referiu o INIDA.

O instituto informou que as fábricas de produção dos Trichogramma estão localizadas nas ilhas de Santiago e Santo Antão, e brevemente terá também na ilha do Fogo, com capacidade para produzirem esse inimigo natural para cobrir todas as necessidades do país.

Desde meados de julho que a chuva voltou a cair com alguma intensidade em algumas ilhas de Cabo Verde, após três anos irregulares e insuficientes e que provocou seca extrema no arquipélago.

No ano passado, choveu apenas alguns dias no mês de setembro, provocando uma praga de gafanhotos em Santiago, Brava, São Nicolau e São Vicente, que o Governo começou a combater este ano ainda em estado larval. In “Green Savers Sapo” - Sapo

domingo, 28 de junho de 2020

Estados Unidos da América – Estudo analisa a queda de gotas de água em superfícies biológicas



Um estudo publicado este mês pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, fez uma análise das gotas de chuva a alta velocidade que atingem superfícies biológicas, como penas, folhas de plantas e asas de insetos.

A investigação mostrou como os solavancos em microescala, combinados com uma camada em nanoescala de cera, desfazem e espalham essas gotas para proteger as superfícies frágeis de danos físicos e risco de hipotermia.

“Este é o primeiro estudo a entender como os pingos de chuva de alta velocidade afetam essas superfícies hidrofóbicas naturais”, disse Sunghwan “Sunny” Jung, professor de engenharia biológica e ambiental na Faculdade de Agricultura e Ciências da Vida americana e um dos responsáveis pelo estudo.

Estudos anteriores analisaram a água a atingir insetos e plantas com baixos impactos e observaram as propriedades de limpeza do líquido. Mas, na natureza, os pingos de chuva podem cair a taxas de até 10 metros por segundo; portanto, esta investigação cientifica examinou como os pingos de chuva, que caem a alta velocidade, interagem com superfícies naturais super-hidrofóbicas.

Os pingos de chuva representam riscos, disse Jung, porque o seu impacto pode danificar as frágeis asas de borboleta, por exemplo.

“[Ser atingido por] gotas de chuva é o evento mais perigoso para este tipo de animal pequeno”, afirmou, observando que o peso relativo de uma gota de chuva que bate em uma asa de borboleta seria análogo a uma bola de bowling a cair do céu num ser humano.

No estudo, os especialistas recolheram amostras de folhas, penas e insetos, e colocaram-nas numa mesa e deitaram gotas de água de alturas de cerca de dois metros, enquanto registavam o impacto em alguns milhares de fotografias por segundo com uma máquina fotográfica de alta velocidade.

Ao analisar o filme, descobriram que quando uma gota atinge a superfície, ela ondula e espalha-se. Uma camada de cera em nanoescala repele a água, enquanto grandes saliências em microescala na superfície criam buracos na gota de chuva que se espalha.

“Considere estas saliências como agulhas”, disse Jung. Se alguém atirasse um balão nestas agulhas, “esse balão partiria-se em pedaços menores. A mesma coisa acontece quando a gota de chuva bate e se espalha.”

Essa ação destruidora reduz a quantidade de tempo em que a gota está em contato com a superfície, o que limita o momento e reduz a força de impacto numa asa ou folha delicada. Também reduz a transferência de calor de uma gota fria. Isso é importante porque os músculos de uma asa de inseto, por exemplo, precisam estar quentes o suficiente para voar.

Repelir a água o mais rápido possível também é importante porque a água é muito pesada, dificultando o voo de insetos e pássaros e sobrecarregando as folhas das plantas.

Já existe um grande mercado para produtos que usam exemplos da natureza – conhecidos como biomimética – no seu design: sprays resistentes à água para roupa e sapatos e o descongelamento nas asas de aviões. As conclusões deste estudo podem levar à criação de produtos no futuro.

O estudo foi financiado pela National Science Foundation e pelo Departamento de Agricultura dos EUA. In “Green Savers Sapo” - Portugal

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Japão - Estudo conclui que vacas pintadas de tipo zebra podem evitar picadas de insetos

Um estudo científico conclui que pintar riscas brancas e pretas nos bovinos leva a reduções de 50% das picadas de moscardos, o que pode permitir que se use menores quantidades de pesticidas para controlar estes insetos



O título da investigação é autoexplicativo: "Vacas pintadas com riscas do tipo zebra podem evitar picadas de insetos." O estudo, assinado por vários cientistas japoneses e publicado na revista científica Plos One, partiu de outras investigações, que concluem que o preto e branco das zebras faz com que sejam menos picadas, para tentar perceber se a "camuflagem" também funciona com vacas.

E a resposta é sim. Os investigadores pintaram várias vacas ao estilo zebra e depois contaram o número de movimento dos animais para repelir insetos (abanar de cabeça, de orelhas, de perna, de corpo e de cauda). Resultado: as vacas disfarçadas de zebras evidenciavam metade dos comportamentos de defesa contra moscardos do que o grupo de controlo (vacas "normais"). Os cientistas pintaram também de preto um outro grupo de bovinos, mas estes mostraram o mesmo comportamento dos animais ao natural.

"Os moscardos são pragas graves de gado que causam perdas económicas na produção animal. (...) Descobrimos que pintar riscas tipo zebra em vacas pode diminuir a incidência de moscas picadas pousando em indivíduos em 50%. Também descobrimos que a redução de vezes que os moscardos poisam coincide com uma redução no comportamento defensivo das vacas", lê-se na conclusão do estudo.

Esta descoberta, se for posta em prática, pode ter efeitos positivos no ambiente, dizem os autores do relatório. "Este trabalho fornece uma alternativa ao uso de pesticidas convencionais para atenuar os ataques de moscardos no gado, melhorando o bem-estar dos animais e a saúde humana, além de ajudar a resolver o problema de resistência a pesticidas no ambiente." In “Visão” - Portugal

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Brasil - As térmitas criaram no Brasil uma cidade subterrânea do tamanho da Grã-Bretanha

As térmitas 'Syntermes dirus' medem apenas um centímetro, mas durante quase quatro milénios criaram no Brasil uma rede subterrânea de túneis, cujas escavações deixaram 200 milhões de montes de terra numa superfície do tamanho da Grã-Bretanha



"É o maior exemplo conhecido de bioengenharia e construção na superfície da terra por uma só espécie (para além do ser humano), e tudo feito por um inseto de mais ou menos um centímetro de comprimento", explica à AFP Roy Funch, biólogo americano naturalizado brasileiro.

Toda esta obra de engenharia animal estende-se numa superfície de 230 000 km2, no nordeste do Brasil. Funch e outros três investigadores (dois americanos e um britânico) publicaram a sua descoberta na semana passada na revista científica Current Biology.

Eles detalham no artigo que a área escavada por estes insetos para criar uma estrutura como essa equivale a "4000 pirâmides de Gizé", no Egito, também elas milenares.

Os habitantes do lugar conhecem desde sempre como "murundus" estes montes de 2,5 metros de altura e nove metros de diâmetro, cobertos pela vegetação da 'caatinga', o bioma semiárido do nordeste brasileiro.

Mas a desflorestação por ação humana deixou mais visíveis os termiteiros, e o uso de imagens de satélite permitiu concluir a área que cobrem. Mais de 90% pertence ao estado da Bahia. "Ficou então clara a sua extensão, e a importância científica do fenómeno", acrescenta Funch.

As imagens divulgadas no estudo mostram vastas extensões de terra pontilhada por estes montes cónicos, praticamente idênticos e com uma distribuição regular, separados por cerca de 20 metros uns dos outros.

O desenho da cidade

Para determinar a antiguidade da obra, os cientistas recolheram amostras do solo de onze montes e verificaram qual foi a última vez que estiveram expostas ao sol. A amostra mais antiga tinha 3820 anos. Estas idades são comparáveis às das térmitas mais antigas do mundo, na África, diz a publicação.

Agora que foi determinado que estes termiteiros são parte de uma grande "cidade" subterrânea, a ideia dos cientistas é continuar a investigar a sua distribuição e funcionamento. Sabe-se, por exemplo, que os termiteiros têm um túnel vertical que conecta os canais subterrâneos com a superfície.

Os montes de terra que ficam na superfície são simplesmente a terra removida pelas térmitas para realizar a sua obra. "Os montes aparentemente não têm a função de abrigar os ninhos das térmitas. Servem somente como lugares de 'despejo' do material retirado dos túneis que estes animais cavam, continuamente, debaixo do chão", explica Funch.

Sabe-se também que estas estruturas subterrâneas servem para esses insetos se protegerem do "meio inóspito (e perigoso) da superfície". Segundo o estudo publicado, os túneis nunca ficam abertos ao meio ambiente exterior, de modo que não se trata de um sistema de ventilação, mas de uma via de comunicação.

À noite, quando há comida disponível, grupos de 10 a 50 'trabalhadores' e 'soldados' emergem dos montes através de tubos temporários de oito milímetros de diâmetro, escavados a partir de baixo. Depois de usados, os túneis temporários fecham-se hermeticamente.

"Não temos ideia da arquitetura das 'cidades' dos insetos. Devem ter um salão da rainha, 'berçários', espaços para guardar comida, etc., e muitos túneis a conectar tudo, mas é tudo ainda desconhecido para a ciência", acrescenta o biólogo. In “Sapo 24” - Portugal

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Moçambique – Museu da História Natural de Maputo mais enriquecido

Insetos da Gorongosa “invadem” museu de Maputo

Quatro coleções de insetos recolhidos em áreas remotas do Parque Nacional da Gorongosa foram entregues em setembro ao Museu de História Natural de Maputo.

O acervo integra “alguns dos mais belos tesouros naturais de Moçambique”, segundo um comunicado do Parque Nacional da Gorongosa (PNG), distribuído em Moçambique.

“Enormes besouros couraçados, extraordinários exemplares de gafanhotos, grilos e esperanças e bonitos louva-a-deus, os mais refinados predadores do mundo dos insetos”, descreve o documento, sobre as coleções entregues ao prestigiado museu da capital moçambicana.

O Museu de História Natural de Maputo “é detentor da maior coleção de insetos da região da Cahora Bassa”, lembrou a sua diretora, Lucília Chuquela, acrescentando: “o depósito destes espécimes no Museu vai ajudar aos investigadores nacionais e estrangeiros no estudo da fauna do Parque Nacional da Gorongosa”.

O diretor do PNG, Mateus Mutemba, referiu que “todos os espécimes foram identificados por especialistas e representam as três primeiras ordens de insetos (Coleoptera, Orthoptera e Mantodea)”, comentou Mateus Mutemba, citado no comunicado.

O Laboratório de Biodiversidade do Parque Nacional da Gorongosa foi inaugurado em março, com vista à documentação da biodiversidade da área protegida e sua zona tampão.

“Alguns dos espécimes são novos para a ciência, pelo que o processo de identificação e classificação leva mais tempo. Essas amostras serão enviadas para o Museu de História Natural, em devido tempo”, assinala o texto.

O Museu de História Natural de Maputo “tem sido historicamente o principal repositório de coleções de espécimes”, tendo já na sua posse “uma diversidade impressionante de animais grandes e pequenos”.

A colaboração entre o Museu e o Parque prevê ainda a formação de uma nova geração de cientistas moçambicanos, “os futuros administradores do extraordinário património natural do país”, através de parcerias com as universidades Eduardo Mondlane e Lúrio, estando já vários jovens a trabalhar no Laboratório da Gorongosa. O Parque Nacional da Gorongosa, situado no centro de Moçambique e no extremo sul do Grande Vale do Rift Africano, abrange “alguns dos ecossistemas biologicamente mais ricos e geologicamente diversos do continente africano” e que foram bastante danificados pela guerra civil de 16 anos terminada em 1992, a que se somaram investidas de caçadores furtivos, levando a perdas até 90% em várias populações de animais.

A recuperação do parque começou em 2005, no âmbito de um acordo celebrado em 2005 entre o Governo moçambicano e a Fundação Carr, fundada pelo filantropo e conservacionista norte-americano Gregory C. Carr. In “Plataforma Macau” - Macau