Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 19 de julho de 2026

Portugal - David Levy Lima e Yuran Henrique representam Cabo Verde em exposição dos 30 anos da CPLP

Lisboa – Os artistas plásticos cabo-verdianos David Levy Lima e Yuran Henrique participam na exposição “CPLP: 30 anos de arte compartilhada”, inaugurada em Lisboa, no âmbito das comemorações do 30.º aniversário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).


A mostra, organizada pela CPLP em parceria com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, I.P.), reúne 14 obras de artistas dos nove Estados-membros da comunidade, propondo um diálogo entre diferentes linguagens e sensibilidade artísticas do espaço lusófono.

David Levy Lima participa com a obra “Nôs Mar” (2025), um óleo sobre tela de 140X100 centímetros (cm), enquanto Yuran Henrique apresenta “Kabra” (2022), um acrílico sobre papel 59X42 cm.

Segundo a organização, a exposição pretende assinalar os 30 anos da CPLP sob lema “CPLP 30 Anos: Unidade na Diversidade, Uma Comunidade para os Povos”, através da criação artísticas.

A exposição estará patente na sede do Camões,I.P., em Lisboa, até 31 de Julho.

As comemorações do 30.º aniversário da CPLP, iniciadas em Janeiro e que se prolongam até 2027, incluem ainda conferências, concertos, debates e outras actividades culturais e institucionais em Lisboa, sede da CPLP, e nos Estados-membros, assinalando os 30 anos da organização.

A CPLP, fundada em 17 de Julho de 1996, é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. In “Inforpress” – Cabo Verde


terça-feira, 24 de março de 2026

Angola - Artistas exibem “100tenário de Camilo Pessanha” em exposição colectiva no Camões Centro Cultural Português

O Camões Centro Cultural Português, em parceria com o literArte, realiza hoje, a partir das 17h30, a inauguração da 14.ª Exposição colectiva “100tenário de Camilo Pessanha”, uma mostra que reúne uma selecção de 14 artistas, inspiradas em três poemas do poeta e escritor português Camilo Pessanha. Depois da abertura oficial, a mesma estará patente ao público até 15 de Abril do corrente ano


Inspirada nos poemas “Caminho”, “Vénus” e “Voz Débil que Passas”, trata-se não apenas de uma exposição de artes plásticas, mas de uma mostra que representa um encontro entre gerações, unindo uma nova geração de artistas angolanos a um dos maiores nomes da literatura portuguesa.

A exposição apresenta 28 obras, entre pintura, escultura, gravura e cerâmica, explorando diferentes correntes artísticas, como o surrealismo ou o realismo, entre outras abordagens contemporâneas.

Em declaração à imprensa, o assessor de cooperação-cultura do Camões-Centro Cultural Português, João Azeredo, disse que o grupo é composto por 14 artistas diferentes que vão colocar os seus trabalhos à disposição da comunidade, alguns com mais experiência na área e outros com menos tempo de carreira. Maria Custódia – Angola in “O País”


domingo, 20 de julho de 2025

São Tomé e Príncipe – “Gente d’aki” valoriza a alma santomense na celebração do Dia Nacional da França

A exposição Gente d´Aki está disponível na Aliança Francesa com retratos visuais da identidade nacional santomense.


A exposição “Gente d’aki”, inaugurada na noite de quinta-feira, 17 de julho na Aliança Francesa de São Tomé, transformou-se na alma visual da celebração do 14 de Julho — o Dia Nacional da França.

Composta por obras de oito artistas santomenses, a mostra revela em pinceladas, olhares e texturas, o quotidiano de um povo resiliente e cheio de alma.

“É uma forma de homenagear a nossa gente, mostrar como sentimos, como vemos o país. E a oportunidade de estar associado à festa da França valoriza ainda mais o trabalho dos artistas,” afirmou a diretora de Aliança Francesa, Marie Laroche, tendo destacado que a exposição nasceu da vontade dos artistas plásticos são-tomenses.


“A Aliança é um espaço de todos. E hoje é um dia de celebração, de diálogo entre culturas, de reforço da amizade entre França e São Tomé,” disse Marie La Roche, diretora da Aliança Francesa.

Durante a cerimónia, a cônsul da embaixada da França para Gabão e São Tomé e Príncipe, Annabelle Averty chamou a atenção do público para o facto de a cooperação entre os dois países ir muito além da diplomacia. É feita de trocas humanas, de gestos culturais, de apoio real à juventude, à educação e à cultura local.


A exposição está patente ao público até ao dia 29 de agosto e marca mais um passo da Aliança Francesa no seu compromisso com a promoção da arte local e da convivência entre os povos. Waley Quaresma – São Tomé e Príncipe in “Téla Nón”






sexta-feira, 4 de julho de 2025

São Tomé e Príncipe e Angola celebram a independência com partilha e promoção da identidade cultural comum

A semana cultural São Tomé e Príncipe – Angola reúne artistas plásticos, escritores, músicos e produtores de cinema no espaço CACAU em São Tomé. Durante 2 dias (Quarta e Quinta – Feira), santomenses e angolanos celebram através da cultura, os 50 anos da independência do arquipélago.


A música e a dança da “Tafua” vieram para São Tomé com os escravos angolanos. Aquecia as noites nas sanzalas das roças, e passou a ser uma manifestação cultural santomense. O intercâmbio histórico-cultural entre os dois países é antigo.

«A fortaleza de um povo e consequentemente de uma nação, subjaz na riqueza e diversidade da sua cultura. Foi com este espírito que decidimos organizar o encontro entre santomenses e angolanos», afirmou Fidelino de Jesus Florentino Peliganga, embaixador de Angola em São Tomé e Príncipe.

O diplomata que declarou a abertura do evento, acrescentou que a cultura tem servido como ponte entre «as nossas gentes…para partilhar a vivência da nossa raiz cultural comum evidente em manifestações como a Tafua aqui exibida e a Puíta também bem conhecida e muito popular».

Os laços histórico-culturais entre São Tomé e Príncipe e Angola começaram a ser tecidos pela colonização portuguesa. Laços que geraram consanguinidade, e muita cumplicidade. Alda do Espírito Santo matriarca do nacionalismo santomense e Agostinho Neto nacionalista angolano, em conjunto com outros estudantes das antigas colónias portuguesas, na Casa do Império em Lisboa – Portugal deram novo impulso a cumplicidade entre santomenses e angolanos, para a conquista da independência nacional dos dois países.

«Para alcançar a autodeterminação, a independência dos nossos países, e sobretudo para dar cabo e acabar com o fascismo português», frisou Lopito Feijó, poeta angolano, que participa no intercâmbio cultural em São Tomé.

O poeta angolano que se sentou ao lado da poetisa santomense Conceição Lima na abertura do evento, recordou que foi a geração de Alda do Espírito Santo e de Agostinho Neto a fonte de inspiração dos novos poetas e escritores santomenses e angolanos, que se despontaram a partir da década de 80 do século XX.

«Toda aquela geração Alda do Espírito Santo, José Craveirinha, Viriato da Cruz influenciaram toda a geração dos anos 80, que é a primeira geração de escritores que surge depois da independência», precisou.

Para Lopito Feijó, há uma força poética que obriga os escritores santomenses e angolanos a prosseguirem no aprofundamento das relações históricas.

«A relação de amizade entre dois poetas refiro-me a Agostinho Neto e Alda do Espírito Santo. É um ponto importante e de cumplicidade, que prosseguiu até os últimos dias da “Tia Alda” que acabou de falecer em Angola», pontuou.

“Tia Alda” é a forma familiar como os angolanos chamam a matriarca do nacionalismo santomense, autora do hino nacional que proclama a Independência Total de São Tomé e Príncipe.

O Ministro da Defesa e Ordem Interna, o Brigadeiro Horácio Sousa, que também preside a comissão nacional para os festejos dos 50 anos da independência nacional foi ao púlpito para declarar que a cultura santomense foi moldada ao longo dos séculos com muitas marcas de Angola. Abel Veiga – São Tomé e Príncipe in “Téla Nón”


terça-feira, 17 de janeiro de 2023

UCCLA - Inauguração da “Moçambi-Cá - Exposição de artistas plásticos de Moçambique”


Na data em que se assinala o Dia dos Heróis Moçambicanos, 3 de fevereiro, a UCCLA inaugura “Moçambi-Cá - Exposição de artistas plásticos de Moçambique”, às 18 horas. Com a parceria da Embaixada de Moçambique em Portugal e da Câmara Municipal de Lisboa, a exposição estará patente até ao dia 15 de maio.

Nesta mostra estarão expostas mais de 60 peças, de mais de 40 artistas moçambicanos. A curadoria é da responsabilidade de personalidades de reconhecido mérito cultural: Frank Ntaluma, Ricardo Vicente, Roberto Chichorro, Rui A. Pereira e Titos Pelembe.

Mais informações sobre a “Moçambi-Cá - Exposição de artistas plásticos de Moçambique” disponível na ligação:

https://www.uccla.pt/mocambi-ca-exposicao-de-artistas-plasticos-de-mocambique