Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Grécia - Está a avançar com planos para os primeiros parques eólicos offshore

As turbinas poderão abastecer 1,5 milhões de lares gregos até 2030, de acordo com os planos para os mares Egeu, Jónico e Mediterrâneo

A Grécia está a avançar com planos para construir os seus primeiros parques eólicos offshore, anunciaram as autoridades em Atenas.

O país mediterrânico – que foi gravemente afetado em incêndios florestais provocados pelo clima neste Verão – está a tentar afastar-se dos combustíveis fósseis.

As energias renováveis ​​forneceram mais de 50% da eletricidade da Grécia pela primeira vez no primeiro semestre de 2023. E o país ganhou as manchetes em Outubro passado, quando funcionou exclusivamente com energias renováveis, embora por apenas cinco horas.

A energia eólica onshore, a energia solar e a energia hídrica tornaram este marco possível, mas a nação de milhares de ilhas tem até agora evitado explorar o seu potencial eólico offshore.

Agora a Grécia está a identificar áreas para desenvolvimento privado, no âmbito de um projeto de plano para instalar 2 gigawatts de energia eólica offshore até 2030, o que equivale a um décimo da sua capacidade onshore. É o suficiente para abastecer cerca de 1,5 milhão de residências.

“A Grécia, devido à sua localização estratégica e às suas características climáticas, tem vantagens comparativas significativas em termos do seu potencial solar e eólico, especialmente offshore”, disse o Ministro da Energia e Ambiente, Theodore Skylakakis.

“O desenvolvimento destes projetos é uma prioridade nacional não só porque contribuirá decisivamente para a nossa independência energética , mas também porque nos permitirá exportar energia verde no futuro”, acrescentou durante um evento de lançamento do projeto de Parques Eólicos Offshore Nacionais. Programa de Desenvolvimento.

Onde está a Grécia a construir parques eólicos no mar?

O projeto de plano inclui 25 áreas de desenvolvimento elegíveis, cobrindo uma área total de 2712 km2 nos mares Egeu, Jónico e Mediterrâneo.

Estes locais estarão disponíveis em dois períodos de tempo, alguns entre 2025 e 2032, e outros mais tarde, de acordo com a Empresa Helénica de Gestão de Hidrocarbonetos e Recursos Energéticos (HEREMA), responsável pelo programa.

As zonas, que terão uma capacidade mínima estimada de 12,4 gigawatts entre si, estão localizadas em: leste de Creta, sul de Rodes, Egeu central, eixo Evia-Chios e mar Jónico.

A tecnologia flutuante será adequada para a maioria das zonas, disse HEREMA.

Grupos ambientalistas expressaram preocupações de que os parques eólicos offshore possam prejudicar a vida selvagem, especialmente durante a sua construção, e alertaram que não devem ser construídos em áreas ecologicamente sensíveis.

A HEREMA afirma ter aplicado 20 critérios de exclusão para salvaguardar estas áreas e atividades marinhas nas águas gregas. Ao encomendar uma avaliação de impacto ambiental - que está disponível ao público - a autoridade afirma que também teve em conta a segurança nacional, os aeroportos, as actividades turísticas e as áreas de aquicultura.

Como é que os parques eólicos offshore beneficiarão a Grécia?

“A energia eólica offshore é uma prioridade pan-europeia, uma vez que se prevê que até a meio do século, 35 por cento da eletricidade da UE poderá ser gerada exclusivamente a partir de fontes offshore”, afirmou a Vice-Ministra Alexandra Sdoukou.

“Ao mesmo tempo, apresenta uma série de benefícios para o nosso sector energético nacional, a nossa economia nacional e as comunidades locais que acolherão ou serão adjacentes a projetos eólicos offshore.”

Prevê-se que atingir a meta de 2 gigawatts exija investimentos superiores a 6 mil milhões de euros.

Mas, de acordo com um estudo separado sobre os benefícios económicos, a implantação da energia eólica offshore poderia aumentar o PIB até 1,9 mil milhões de euros por ano, em média, entre 2024-2050, e apoiar até 44 400 empregos por ano.

A aprovação final do plano está prevista para o final do ano, antes que as áreas designadas sejam oficialmente demarcadas no final de 2024, disse a HEREMA.

“O Programa Nacional que foi apresentado não só serve o objetivo principal, o de proteger o nosso sistema energético, mas também cria condições para a emergência da Grécia como um centro energético em toda a região”, acrescentou Sdoukou. Euronews.green


quinta-feira, 21 de março de 2019

Holanda - GBM Works testa mono-pilares para instalar turbinas offshore de forma sustentável

Está a ser testado na Holanda um novo método de instalação turbinas offshore considerado importante no contexto da transição energética



A GBM Works e parceiros estão a testar novos métodos de instalação de mono-pilares onde as turbinas eólicas são colocadas de uma forma sustentável e economicamente eficiente em Maasvlatke, no porto de Roterdão, segundo o Safety4Sea.

Este projecto funciona através de um método de perfuração com vibração (vibro-drill) no qual as turbinas para o mono-pilar são conduzidas ao fundo do mar por meio de elementos vibratórios, ao contrário das pilhas de perfuração comuns, advindo a força não de cima, mas do peso da própria pilha, usada para instalar.

Maasvlakte, como localização experimental, tem as melhores condições devido ao seu fundo arenoso, pelo que o “SIF, Van Oord, TU Delft, Deltares e as autoridades do porto de Roterdão uniram forças para facilitar o desenvolvimento do método de perfuração por vibração providenciando suporte financeiro aos projectos”, no local, explicou Govert Meijer, da GBM Works.

Note-se que no fim de 2018 a empresa já tinha realizado experiências com vibração de uma placa de 16 toneladas. E pretende, até ao fim de Junho de 2019, proceder a uma quarta experiência, a qual consistirá num pequeno mono-pilar. Isto porque o método, além de economicamente sustentável, gera igualmente menos poluição sonora, o que torna o trabalho mais rápido e ágil, e não tão dependente das condições atmosféricas. In “Jornal de Economia do Mar” - Portugal

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Portugal - A engenharia nacional fornece turbina de ar com 1,5 MW para energia das ondas

A empresa tecnológica Kymaner anunciou hoje que firmou um contrato com a sociedade Bombora Wave Power Ltd, com sede no Reino Unido, para fornecimento daquela que é até à data a maior turbina de ar desenvolvida para aproveitamento da energia das ondas, com uma potência nominal máxima de 1,5 MW. A excelência da engenharia portuguesa na energia das ondas é reconhecida internacionalmente, sendo esta realização o culminar de mais de quarenta anos de investigação aplicada.

A turbina inicia agora o projeto e tem o fornecimento agendado para o final de 2019. O trabalho será desenvolvido em estreita relação com o Grupo de Energia das Ondas do Instituto Superior Técnico (IST) e será completamente produzida em Portugal. O fornecimento incluirá as condutas de circulação do ar, a instrumentação e o comando do sistema. A turbina de ar unidirecional integrará o inovador sistema mWave de conversão de energia das ondas em energia eléctrica, a instalar ao largo da costa do Pais de Gales para testes nos dois anos seguintes e será otimizada para responder aos requisitos particulares do sistema.

O sistema mWave é fixo ao fundo a profundidades de cerca de 10m, onde uma grande parte da energia das ondas está disponivel ao abrigo das fortes ações marítimas à superfície. O sistema dispõe de uma série de membranas insufláveis montadas numa estrutura fixa ao fundo que, por ação das ondas incidentes, faz circular o ar em circuito fechado através da turbina. O gerador acoplado completa a conversão da energia das ondas em energia elétrica. O ar é então reciclado nas membranas insufláveis, pronto para a próxima onda. In “WavEC” - Portugal



Sobre a empresa

A Kymaner, Tecnologias Energéticas, Lda. é uma empresa com capital 100% português, criada em 2005 para desenvolver tecnologias de aproveitamento de energia das ondas, em particular turbinas de ar especiais, e detem os direitos de desenvolvimento e comercialização de 2 patentes nacionais: a turbina biradial e um conversor flutuante de energia das ondas. O Grupo de Energia das Ondas do IST é um dos líderes a nível mundial na área e as suas atividades cobrem a maioria das áreas tecnologicas associadas à energia das ondas, detendo várias patentes nessa área de especialidade.



sábado, 29 de setembro de 2018

Espanha - Primeiras turbinas eólicas sem pás são espanholas

Made in Espanha, é o que dirá a patente sobre as primeiras turbinas eólicas sem pás. É um novo conceito que permite aproveitar a energia do vento para gerar eletricidade, mas sem as tradicionais pás para captar vendo.

A inovação partiu da Vortex Bladeless, que é uma startup espanhola e que tem o objetivo de criar as primeiras turbinas eólicas sem pás do mundo! É um novo tipo de aerogerador sem engrenagens ou pás no lugar do rotor.

A primeira notícia sobre o primeiro aerogerador sem pás surgiu em 2015, leia tudo em Aerogerador sem hélices pode revolucionar energia eólica.

Vantagens das turbinas eólicas sem pás

Esta inovação trará desde já inúmeras vantagens:

Inofensivo para os pássaros,
Não tem qualquer parte móvel em contacto,
Permite um movimento silencioso,
Custos de manutenção relativamente baixos,
Não precisa de lubrificantes para o rotor,
Não deixa quaisquer resíduos,
Está sempre orientada de acordo com o vento, mudando rapidamente perante oscilações de intensidade e direção,
Baixos custos de produção.

Como funciona esta tecnologia de aerogeradores sem pás?

Estas turbinas eólicas, são baseadas em geradores eólicos por vorticidade, são uma solução ideal para o mercado residencial, sendo também um excelente complemento para a energia solar fotovoltaica.



Este projeto está a ser cofinanciado pelo programa Horizon 2020 SME, sendo que a Vortex Bladeless já conseguiu dar um passo considerável para o desenvolvimento desta tecnologia junto com outras entidades de primeiro nível que complementam as capacidades técnicas da sua equipa.

Terminada a fase de otimização dos primeiros produtos, começaram a trabalhar nos pedidos de certificação. Estava prevista uma campanha de testes em fase beta durante o mês de outubro de 2018, com o intuito de obter feedback de potenciais clientes com diferentes perfis sobre os primeiros produtos a serem comercializados.

O objetivo desta fase de testes besta passa por otimizar e diminuir riscos associados antes da saída oficial para o mercado.

“A Vortex Bladeless vai lançar uma campanha de Testes Beta que permitirá que potenciais clientes acedam às primeiras turbinas eólicas sem pás do mundo. Enquanto isso a empresa encontra-se a tentar certificar e planificar a industrialização deste tipo de aerogerador para uma posterior comercialização e produção em massa”.

O próximo passo da Vortex Bladeless passa por aumentar a sua presença por toda a Europa, sendo que está previsto instalar-se na Alemanha, para já como expositor em eventos internacionais.

Espera-se que nesses eventos a empresa vá fechando acordos de colaboração e participação com outras entidades e administrações nacionais com vista o fabrico e comercialização massiva dos seus produtos! In “Portal Energia” - Portugal

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Escócia - Energia das marés testada

O projecto, activo há já um ano, avaliado em 20 milhões de euros, segue para mais uma fase, aprovada pela CE, visa demonstrar que este tipo de energia é fiável e rentável


A Comissão Europeia (CE) aprovou recentemente mais uma fase de um projecto da Nova Innovation, com sede em Edimburgo, na Escócia – Enabling Future Arrays in Tidal (EnFAIT) –, cujo objectivo é promover a geração de electricidade a partir da energia das marés. Trata-se de um projecto de 20 milhões de euros que já vem sendo testado há um ano, e cujo design e desenvolvimento têm demonstrado sucesso, pode ler-se no comunicado oficial.

O projecto, desenvolvido em colaboração com oito organizações europeias, tem também como finalidade provar que este tipo de energia é fiável e rentável e que o seu custo pode ser reduzido, pelo menos, em 40%.

Até agora, no âmbito do projecto já foram analisados o local e as marés, o desempenho das turbinas existentes, já foram obtidas as licenças necessárias para o local e já foram desenvolvidos projectos para novas turbinas com conexões submarinas, nas ilhas Bluemull Sound de Shetland, Escócia, onde estão colocadas as turbinas.

Nos próximos quatro anos esperam-se seis turbinas bem como uma evolução nas regulações da manutenção e no layout das turbinas, que será ajustado de forma a permitir o melhor desempenho. In “Jornal da Economia do Mar” - Portugal


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Malta - Energia renovável marinha armazenada com ar-comprimido



Energia armazenada como ar-comprimido

Engenheiros da Universidade de Malta lançaram ao mar o protótipo de um novo sistema projetado para armazenar a energia gerada por fontes renováveis.

Seu nome é Flasc, sigla para "acumulador líquido a pistão usando água do mar sob compressão".

O sistema armazena energia na forma de ar-comprimido usando dois recipientes. Um vaso de pressão montado em uma âncora de gravidade de concreto é colocado no fundo do mar, enquanto um segundo vaso flutuante maior é preso à âncora de gravidade por meio de correntes sob tensão - é o que os engenheiros chamam de Plataforma de Perna sob Tensão, uma novidade em termos de armazenamento de energia.

Um dos principais desafios para o armazenamento eficiente de ar-comprimido é manter uma pressão estável. Outros projetos do mesmo tipo dependem da pressão hidrostática do mar para resolver esse problema, o que significa que o desempenho de cada unidade dependerá da profundidade da água.

O sistema de câmara dupla deste novo conceito permite que a resposta de pressão seja controlada independentemente da profundidade de implantação.

Buffer para energias variáveis

O objetivo do sistema é servir como reservatório para fontes geradoras baseadas no mar, como turbinas eólicas e painéis solares flutuantes e sistemas geradores baseados no aproveitamento das ondas e marés - o protótipo usa painéis solares.

A vantagem é que o sistema pode ser integrado ao dispositivo principal de geração de energia - seja ele dos ventos, solar, marés ou ondas - e serve como um "equalizador", liberando sempre uma quantidade constante de energia, minimizando as oscilações típicas das fontes renováveis.

A equipe prevê que o sistema de ar-comprimido armazenará tanta energia quanto um volume equivalente de baterias de íons de lítio, mas a uma fração do custo. A operação do protótipo servirá para confirmar esses cálculos e validar o desempenho termodinâmico previsto nos modelos. In “Inovação Tecnológica” - Brasil

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Brasil - Equipamento integrante de turbinas eólicas passa a ser produzido integralmente no país

As usinas nacionais de energia eólica já poderão contar com Geradores de Indução Duplamente Alimentados, que integram turbinas de 3 MW de potência: gerador DFIG 3.15 MW, com índice de 100% de nacionalização. A GE se tornou a única fornecedora deste tipo de equipamento enquadrado no Finame, linha de crédito especial para a compra de componentes eólicos produzidos localmente. A peça está sendo fabricada na fábrica da GE em Campinas, no interior de São Paulo, onde são produzidos componentes eólicos e motores e geradores elétricos.

O gerador é utilizado na machine head da turbina eólica, elemento responsável pela conversão da energia cinética (vento) em energia elétrica. O projeto de nacionalização demandou a união de cem fornecedores locais e estrangeiros, em um trabalho de cerca de um ano entre primeiros contatos e negociações com empresas interessadas no setor eólico.

A GE vem investindo no setor eólico nacional e expandido suas frentes de atuação para melhor atender o mercado. “A energia eólica desempenha papel estratégico na configuração da matriz energética do País. Neste sentido, o movimento de atração de novos fornecedores para atuarem no mercado local será cada vez mais importante ao ponto em que sustentará a expansão da indústria em uma visão de longo prazo”, afirmou o diretor comercial para a América Latina de Power Conversion, da GE Energy Management, Sergio Zuqui.

O próximo passo para a empresa é a nacionalização de inversores para energia eólica e para energia solar, aproveitando a expansão das fontes renováveis na matriz elétrica brasileira. In “Petronotícias” - Brasil

quinta-feira, 12 de março de 2015

Reino Unido - Hidroeléctricas marinhas para explorar energia das marés

A exploração da energia das marés vem sendo estudada com o uso de turbinas flutuantes ou de conjuntos de turbinas submersas, todas girando em baixa velocidade conforme as marés fluem num e noutro sentido.

Mas a empresa britânica Tidal Lagoon Power pretende fazer algo bem diferente, construindo uma verdadeira "hidroeléctrica marinha".

A empresa apresentou seis projetos, que consistem na construção de lagoas em baías, quatro delas no País de Gales e duas na Inglaterra.

O projeto da lagoa de Swansea, no País de Gales, que já recebeu apoio do governo mas ainda terá que vencer a resistência dos ambientalistas, tem custo previsto de 1 bilhão de libras (cerca de R$ 4,37 bilhões) e poderá gerar energia para 155 mil residências.

Barragem marinha

Cada uma das lagoas do projeto deve exigir um grande projeto de engenharia. Em Swansea, por exemplo, a muralha de proteção para a barragem marinha deve se estender por mais de 8 quilômetros.

Esses muros gigantes servem para captar a água da maré e criar um reservatório.

Quando a maré começa a subir, as comportas são fechadas, criando um desnível porque a água da lagoa permanece em um nível mais baixo.

Quando a maré está cheia do lado de fora, as comportas são abertas e a água flui pelas turbinas, gerando energia e enchendo a barragem.

Quando a maré começa a virar, as comportas são fechadas para manter o nível alto da água dentro da barragem.

Assim que a maré fica baixa do lado de fora, as comportas são novamente abertas para gerar energia novamente enquanto a água flui da barragem de volta para o mar.

Energia verde

Este esquema de "energia verde" é interessante para as empresas geradoras porque, ao contrário da energia solar e da energia eólica, é possível prever a mudança das marés.

E o Reino Unido conta com uma das marés mais altas do mundo. As turbinas capturam energia de duas marés que entram e duas marés que saem da lagoa por dia e devem permanecer ativas por uma média de 14 horas diárias.

"Temos uma oportunidade maravilhosa de criar energia a partir da dança entre a Lua e a Terra. Admitimos que, no começo, é caro, mas, com o passar do tempo os custos serão cobertos e vai se transformar em algo incrivelmente barato", afirmou Mark Shorrock, presidente da companhia. In “Inovação Tecnológica “ – Brasil


Poderá aceder a outros projectos para aproveitamento das energias das ondas e das marés aqui.

Para conhecer este projecto apresentado pela Tidal Lagoon Swansea Bay aceda ao filme aqui.