Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 6 de março de 2020

Portugal - Presidente da República no Ciclo de conversas “Camões dá que falar”

Na sua intervenção o Chefe de Estado considerou que é cada vez mais importante o ensino do português “nos confins do universo” e apontou como desafio tornar a língua universal




O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa foi o convidado da sessão especial do Ciclo de conversas “Camões dá que falar” que decorreu no Auditório do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I. P., em Lisboa, no dia 4 de março de 2020.

A sessão teve início com as palavras de boas-vindas do Presidente do Camões I.P., Luís Faro Ramos, a que se seguiu a intervenção do Presidente da República. Antes, à chegada, assinou o Livro de Honra, naquela que foi a primeira visita enquanto Chefe de Estado ao Instituto.

Estiveram presentes, entre outros, a Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, a Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, e o Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias.

Estiveram também presentes alguns dos convidados de sessões anteriores do “Camões dá que falar”: Manuel Alegre, Lídia Jorge, Pilar del Río, Catarina Furtado e José Manuel Mendes.

Na sua intervenção o Chefe de Estado considerou que é cada vez mais importante o ensino do português “nos confins do universo” e apontou como desafio tornar a língua universal.




Referiu que “continua a ser importante a presença do ensino de português nas escolas portuguesas em sociedades e em Estados-irmãos da comunidade que fala português mas é cada vez mais importante o ensino do português nos confins do universo, onde essa questão não se levantava há 10, 20 ou 30 anos”, considerou.

Marcelo Rebelo de Sousa apontou como exemplo a importância do ensino da língua portuguesa na China, na Rússia e em países da “África dita francófona” e das “Américas de língua castelhana e inglesa”.

O Presidente da República sublinhou que aquele desígnio constitui uma mudança que corresponde ao desafio de o país ser “uma plataforma de culturas, civilizações, entre continentes”. Reconheceu contudo que “Isso é um desafio muito complexo em termos de definição estratégica” face à “parcimónia de meios”.

Marcelo Rebelo de Sousa disse que observou que o facto de o Secretário-geral das Nações Unidas ser um português [António Guterres] “mudou largamente não o essencial da política externa mas a intensidade das solicitações na efetivação da política externa”. E isso acontece na Defesa, na procura de soluções humanitárias, na mediação de conflitos e no desenvolvimento económico, acrescentou. In “Camões Instituto da Cooperação e da Língua” – Portugal com “Lusa”

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Moçambique - Lançado concurso “Desafio Sustentabilidade em África”

A Incubadora do Standard Bank acolheu, recentemente, o lançamento do concurso “Desafio Sustentabilidade em África” no País, uma iniciativa da CDM-ABInbev que pretende premiar, com 50 mil dólares norte-americanos, a iniciativa africana que se mostrar mais alinhada com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ou seja, ecologicamente sustentável.

São elegíveis a este aliciante prémio, empreendedores provenientes de Moçambique, Botswana, Gana, Lesoto, Tanzânia, Namíbia, Zâmbia, África do Sul, Nigéria, Uganda e Suazilândia, que desenvolvem negócios ligados à agricultura, à água e saneamento, às mudanças climáticas, à gestão de resíduos sólidos e à criação de emprego através de iniciativas ecológicas.

As iniciativas apuradas em cada país terão a oportunidade de participar na fase final do concurso, a ter lugar na maior incubadora de África, o Silicone Savannah, no Quénia, onde vão disputar o prémio de 50 mil dólares e um programa de aceleração de 10 semanas baseado em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

Para Hugo Gomes, administrador para Assuntos Corporativos da empresa Cervejas de Moçambique, subsidiária da ABInBev, promotora da iniciativa, referiu que o que se pretende com este concurso é que “os jovens nos apresentem soluções para os problemas das suas comunidades ou dos seus Países”.

“As ideias já existem e são suficientes, mas agora estamos numa situação em que são necessárias verdadeiras soluções para os problemas que nós temos como continente”, disse Hugo Gomes.

Por seu turno, Godfrey Munedzi, representante do Standard Bank, esta iniciativa constitui uma oportunidade para os jovens africanos contribuírem para a solução dos problemas do seu continente, com destaque para as áreas abrangidas pelo concurso.

“O Standard Bank é um banco africano e, como tal, acredita que o crescimento e o desenvolvimento deste continente dependem dos jovens, que têm neste concurso a oportunidade de melhorar as condições de vida das suas comunidades e dos seus Países”, considerou Godfrey Munedzi.

Rindzela Adriano, que testemunhou a cerimónia de lançamento, afirmou que a mais-valia da iniciativa reside no facto de “motivar os jovens moçambicanos, em particular, a apostarem ainda mais em projectos virados para o desenvolvimento do País”.

“Os participantes vão aprender muito com a iniciativa, que é uma oportunidade para mostrarem que não são só os outros Países que têm jovens que apostam em projectos virados para o desenvolvimento”, asseverou Rindzela Adriano. In “Olá Moçambique” - Moçambique