Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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domingo, 5 de outubro de 2025

Vejam bem










Vamos aprender português, cantando

 

Vejam bem

 

Vejam bem

que não há só gaivotas em terra

quando um homem se põe a pensar

quando um homem se põe a pensar

 

Quem lá vem

dorme à noite ao relento na areia

dorme à noite ao relento do mar

dorme à noite ao relento do mar

 

E se houver

uma praça de gente madura

e uma estátua

e uma estátua de febre a arder

 

Anda alguém

pela noite de breu à procura

e não há quem lhe queira valer

e não há quem lhe queira valer

 

Vejam bem

daquele homem a fraca figura

desbravando os caminhos do pão

desbravando os caminhos do pão

 

E se houver

uma praça de gente madura

ninguém vem

ninguém vem levantá-lo do chão

 

Anda alguém

pela noite de breu à procura

e não há quem lhe queira valer

e não há quem lhe queira valer

 

Vejam bem

que não há só gaivotas em terra

quando um homem se põe a pensar

quando um homem se põe a pensar

 

Quando um homem se põe a pensar

quando um homem se põe a pensar

quando um homem se põe a pensar

quando um homem se põe a pensar

 

Gisela João – Vejam bem

Composição:

José Afonso – Portugal


 

domingo, 13 de agosto de 2017

Vejam bem
















Vamos aprender português, cantando


Vejam bem
que não há só gaivotas em terra
quando um homem se põe a pensar
quando um homem se põe a pensar

Quem lá vem
dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar

E se houver
uma praça de gente madura
e uma estátua
e uma estátua de febre a arder

Anda alguém
pela noite de breu à procura
e não há quem lhe queira valer
e não há quem lhe queira valer

Vejam bem
daquele homem a fraca figura
desbravando os caminhos do pão
desbravando os caminhos do pão

E se houver
uma praça de gente madura
ninguém vem levantá-lo do chão
ninguém vem levantá-lo do chão

Vejam bem
que não há só gaivotas em terra
quando um homem
quando um homem se põe a pensar

Quem lá vem
dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar

Vejam bem
que não há só gaivotas em terra
quando um homem se põe a pensar
quando um homem se põe a pensar

Quem lá vem
dorme à noite ao relento na areia
dorme à noite ao relento no mar
dorme à noite ao relento no mar

E se houver
uma praça de gente madura
e uma estátua
e uma estátua de febre a arder

Anda alguém
pela noite de breu à procura
e não há quem lhe queira valer
e não há quem lhe queira valer

José Afonso - Portugal