Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Angola - Portos de Cabinda e Soyo passam para a Sogester

O Ministério dos Transporte procedeu, segunda-feira, em Luanda, a passagem da gestão dos terminais marítimos e fluviais dos portos de Cabinda e Soyo à Sociedade Gestora de Terminais (SOGESTER S.A)


O processo decorre no quadro da modernização do sector portuário nacional e o impulso do serviço de cabotagem enquanto alternativa logística.

Os terminais agora concessionados desempenham também um papel central na integração socioeconómico das províncias de Cabinda e Zaire.

O Porto de Cabinda inaugurado em 2021 dispõe de uma estrutura moderna e capacidade para movimentar mais de 100 mil passageiros. A concessão com o prazo de 20 anos vai permitir uma maior eficiência operacional, reduzir os custos logísticos e dinamizar a cabotagem dos portos de Cabinda e Soyo.

De acordo com o secretário de Estado para os sectores de Aviação Marítima e Portuária, Adilson Catala, a construção e operacionalização destes terminais enquadra-se na orientação clara do Executivo, a fim de criar condições para a dinamização do transporte marítimo de passageiros e bens, reduzir os constrangimentos logísticos e responder de forma concreta às necessidades das populações e dos agentes económicos.

Adilson Catala disse que no caso de Cabinda, esta visão assume uma relevância ainda maior, tendo em conta a descontinuidade territorial, o que impõe ao Estado a responsabilidade de assegurar soluções regulares, eficientes e sustentáveis de mobilidade e abastecimento.

Segundo o secretário de Estado, estas infra-estruturas não são apenas activos físicos, mas instrumentos concretos de mobilidade, integração económica, dinamização do comércio e melhoria da qualidade de vida das populações. Winnie António – Angola in “Jornal de Angola”


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Angola - Porto de Cabinda movimentou 16,7 mil contentores

O porto de Cabinda, em Angola, movimentou cerca de 16,7 mil contentores em 2016, informou o presidente da Empresa Portuária de Cabinda, a sociedade gestora do porto. A carga contentorizada recuou 46% face a 2015.

Manuel Nazareth Neto disse que o porto movimentou 301,6 mil toneladas de carga diversa e registou um tráfego de 486 navios de longo curso, de cabotagem e petroleiros.

Em 2017, prevê-se que o porto de Cabinda processe 315,8 mil toneladas de carga geral, em resultado de um tráfego de 536 navios.

A sociedade gestora pretende continuar em 2017 as obras de construção do novo porto de águas profundas, na região do Caio Litoral, bem como a edificação do quebra-mar e do terminal de passageiros.

A lista de projectos para 2017 inclui ainda o reforço dos efectivos de segurança, a formação dos recursos humanos e aquisição de novos equipamentos de movimentação vertical/horizontal de cargas. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Angola – Porto de Cabinda uma alternativa

Nova ponte-cais do porto de Cabinda pode receber navios em segurança

A nova ponte-cais do porto de Cabinda proporciona segurança e tem qualidade para receber navios de grande e médio calado transportando carga em contentores, afirmou o presidente da sociedade gestora Porto de Cabinda.

Ao fazer esta afirmação, Manuel Nazareth Neto convidou os agentes importadores da província de Cabinda a utilizarem o porto local para a recepção de suas mercadorias, ao invés de recorrerem ao porto de Ponta Negra (no Congo Brazaville) onde os custos são mais elevados.



“O porto de Cabinda possui actualmente de uma ponte-cais capaz de receber navios de longo curso, o que não acontecia há mais de 20 anos”, disse ainda Nazareth Neto.

O presidente da Porto de Cabinda adiantou que a segunda fase do projecto de expansão e modernização das infra-estruturas portuárias envolve a construção do porto de águas profundas do Caio e anunciou ter sido já possível resgatar 35% do tráfego que anteriormente passava pelo porto de Ponta Negra. In “macauhub” - Angola

terça-feira, 4 de março de 2014

Acções de formação no Porto de Cabinda

A Fernave, uma empresa do grupo CP e a Empresa Portuária de Cabinda assinaram na passada sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014, um Contrato de Formação, no âmbito do qual a Fernave irá desenvolver e realizar para esta entidade, diversas acções de formação da área marítimo-portuária durante o ano de 2014.



Os cursos previstos abrangem áreas que vão da condução de equipamentos portuários, gestão de terminais, formação inicial de marinheiro, à fiscalização em inspecção portuária.



Desde 2011, que a actividade da Fernave em Angola foi retomada e tem vindo a ser fortemente consolidada, sobretudo no que concerne às empresas operadoras do transporte ferroviário, designadamente, CFL (Luanda), CFB (Benguela) e CFM (Moçâmedes) através da assinatura de protocolos de cooperação comercial e institucional. Com o contrato de Formação com o Porto de Cabinda, a Fernave vê a sua presença neste País alargada ao sector portuário, no qual também detém uma vasta experiência e know-how. Fernave – Portugal

Fernave - O elenco dos serviços de Formação prestados pela Fernave a empresas e outras organizações desenvolvem-se no âmbito da formação técnica especializada, definição de estratégias de formação, concepção de estruturas pedagógicas, desenvolvimento de conteúdos e execução de planos ou acções de formação, no contexto definido pelas estratégias globais que as organizações pretendem prosseguir. Na área do Recrutamento e Psicologia, procede ao recrutamento e selecção, realiza acções de reconversão e reclassificação profissional, de orientação vocacional e assessoria educativa, consultas psicológicas de aconselhamento e acompanhamento, exames de avaliação perceptivo-cognitivo e de despiste sensorio-motor e acompanha psicologicamente trabalhadores em ambiente laboral. Já a área de Consultoria da empresa desenvolve estudos e planos nas áreas do ordenamento do território, logística e transportes, estratégia, qualidade, gestão e investimentos, tecnologias de informação e comunicação e economia social e desenvolvimento de pessoas e equipas. A sua actividade também está estendida ao exterior, nomeadamente nos PALOP, em Angola e Moçambique.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Porto de Cabinda cresce

Nos últimos quatro meses, o porto de Cabinda movimentou mais de 26 mil contentores de 20 e de 40 pés, segundo o administrador para a área técnica e operacional da empresa portuária, Artur Fernandes de Carvalho, em declarações aquando da III Feira Internacional de Transportes e Logística de Angola (Expotrans). O responsável assegurou ainda que houve um crescimento face a período homólogo do ano passado.

Dos produtos importados nos últimos meses, aquele responsável destacou materiais de construção, bebidas, alimentos, viaturas, maquinaria e materiais de limpeza e quanto à origem mencionou o continente europeu como a origem principal, a que se seguiram a Ásia, Américas e África do Sul.

Artur Fernandes de Carvalho disse que a empresa prevê executar 90% dos planos elaborados para 2013, apontando a renovação da ponte cais (com uma área de 45 mil metros quadrados e uma capacidade de atracagem de cinco navios em simultâneo) como o “grande exemplo” deste processo.

“Além de facilitar as manobras e movimentação dos meios e cargas, o porto irá permitir a movimentação de quase 500 mil contentores, ou seja, um milhão de toneladas de carga por ano”, salientou.

Entretanto, Augusto Tomás, ministro dos Transportes de Angola, reafirmou que a cidade de Cabinda vai ter um porto de águas profundas, devendo a sua construção iniciar-se nos próximos três anos.

O ministro angolano adiantou que as obras de construção do porto irão decorrer em três fases, sendo que no final da primeira haverá um cais comercial com uma extensão de 775 metros, que será aumentada para 1550 metros no final da última fase.

As atuais operações de descarga e carga de mercadorias a granel e em contentor são feitas através da nova ponte-cais, inaugurada em 2012 e que tem permitido fluidez no manuseamento das mercadorias importadas pelos agentes económicos.

O porto actual dispõe de capacidade para receber mensalmente 37 navios de grande calado tendo movimentado até ao final de Setembro passado 26 mil contentores, número que deverá atingir 35 mil até ao final do ano. In “Cargo Edições” - Portugal