Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Costa Rica – Praticamente autossuficiente na produção de energias renováveis

Energias renováveis representam 98% da produção energética na Costa Rica

A Costa Rica, país que possui uma das matrizes energéticas mais verdes do mundo, conseguiu operar este ano quase sem recorrer a combustíveis fósseis para a sua produção de energética - revelou a agência nacional de energia eléctrica. Até 16 de Novembro de 2015, o pequeno país centro-americano abasteceu-se de energia com 98,2% de fontes renováveis, principalmente hídrica, geotérmica e em menor medida biomassa, solar e eólica, revelou o Instituto Costa-riquenho de Electricidade (ICE).

Um comunicado da instituição refere que apenas 1,2% da energia utilizada derivou da queima de “bunker” ou diesel. “Os resultados reflectem a vontade do país de ser coerente com uma política energética sustentável e independente. O programa do ICE tem permitido enfrentar um ano excepcionalmente seco”, disse Luis Pacheco, gestor de electricidade da instituição.

Em 2014, a Costa Rica gerou 89,7% da sua energia de fontes renováveis. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

Moçambique - Escola de hotelaria e turismo no Dondo

Uma escola de hotelaria e turismo para o nível médio está a ser projectada para o distrito de Dondo, na província de Sofala. Orçada em 153 milhões de dólares norte-americanos, a referida infra-estrutura deverá estar pronta até 2017.

Um projecto nesse sentido foi aprovado, há dias, pelo Governo de Sofala no decurso da sua XV Sessão Ordinária dirigida pela Governadora Maria Helena Taipo.

Na ocasião, o Executivo daquela região do país recomendou ainda ao proponente a melhorar os detalhes técnicos da implementação do projecto desenhado em moldes de parceria Governo-sector privado.

Devendo funcionar sob gestão privada, esta será a primeira instituição do género no país com formação profissional de nível médio, depois das escolas superiores de hotelaria e turismo de Inhambane e Pemba, conforme sustentou o director de Turismo em Sofala, Aníbal Nhampossa, quando abordado pelo nosso Jornal sobre o assunto.

Esboçado para ocupar uma área total de quatro hectares, o projecto engloba as componentes da formação com nove salas de aula, habitação, um hotel, igual número de salas de conferências, entre diversas infra-estruturas, além da parte técnica.

Nhampossa fez saber ainda que, inicialmente, vai ser ocupada uma área de apenas dois hectares do espaço concebido.

Avançou que a futura escola de hotelaria e turismo de Sofala vai reflectir-se directamente na melhoria da prestação de serviços na região cujo mercado é cada vez mais exigente.

Ressalvou, porém, que o mercado formado pela cadeia de hotéis na província de Sofala será, igualmente, chamado a determinar outras áreas afins na formação de mão-de-obra na escola de hotelaria e turismo no Dondo com objectivo de leccionar cursos de média e longa duração, devendo incluir, por exemplo, a componente da contabilidade.

Sobre o mesmo assunto, o porta-voz do Governo de Sofala, Hélcio Cânda, sublinhou que o proponente depois de receber o aval do projecto foi recomendado a trazer informações mais estruturadas sobre a sua execução.

Por seu turno, o presidente do Conselho Municipal do Dondo, Castigo Chiutar, defendeu que as autoridades daquela autarquia que dista 30 quilómetros da cidade da Beira estão preparadas para acolher o projecto em alusão em termos de espaço físico e fornecimento de mão-de-obra o que também vai impulsionar o desenvolvimento daquela urbe. Horácio João – Moçambique in “Jornal de Notícias”

domingo, 22 de novembro de 2015

Portugal – Multinacional brasileira Weg instala segunda fábrica

Multinacional brasileira Weg investe 15 milhões de euros na segunda fábrica em Portugal

A multinacional brasileira de equipamentos elétricos Weg vai reforçar a sua presença em Portugal com a construção de uma segunda unidade de motores, em Santo Tirso. As obras da nova unidade arrancam para a semana, com a presença de representantes da casa-mãe brasileira. A nova unidade, que inclui um laboratório de ensaios, entrará em fase de testes na primavera de 2016.

O investimento inicial da Weg é de 15 milhões, criando 150 novos postos de trabalho, mas o espaço reservado no Parque Empresarial da Ermida admite uma expansão posterior e a duplicação do investimento. A Weg comprou um lote de 10 hectares, seguindo a sua política de fazer em cada localização um polo fabril. A faturação prevista da nova fábrica será de 26 milhões de euros, dirigidos à exportação.

Com 10 centros fabris no Brasil e oito unidades no exterior, a Weg entrou em Portugal em 2002 comprando a unidade da Efacec Motors, na Maia. A base de Santo Tirso vai dedicar-se à produção de modelos de motorizações mais baixas (até 3,5 toneladas), enquanto a da Maia continua a operar nas grandes motorizações, (até 20 toneladas).

EMPENHO DA SUCURSAL PORTUGUESA

Na captação deste investimento, Portugal bateu-se com outras localizações e não estava na primeira linha de preferências. Mas, o histórico em Portugal, as facilidades concedidas pela autarquia e a intervenção da construtora Garcia, Garcia, SA, especialista em soluções chave-na-mão em projetos de imobiliário industrial convenceram a Weg a optar por Santo Tirso.

Miguel Garcia aponta o “firme empenho” da direção da Weg Portugal e "o mérito do projeto industrial apresentado à casa-mãe" como fatores decisivos nesta vitória “arrancada a ferros”. A Garcia, dona do parque empresarial, assume-se nestes investimentos fabris como interlocutor privilegiado do promotor, organizando dossiês, propondo soluções e executando todas as fases do processo de engenharia e construção.

Joaquim Couto, presidente da autarquia, aponta a “proximidade ao porto de Leixões e aeroporto, a competitividade municipal com isenção de taxas e impostos da ordem dos 500 mil euros e a disponibilidade de uma rede de esgotos industriais que evita a construção de estações de tratamentos” como fatores preponderantes na opção por Santo Tirso. Couto enaltece o efeito deste investimento "na diversificação do emprego e do setor produtivo do concelho", estimulando ainda a economia da região "ao criar sinergias com outras empresas".

A Weg é um dos maiores fabricantes mundiais de motores e equipamentos elétricos, contando com 31 mil assalariados e uma faturação (2014) de 7,8 mil milhões de reais (1,9 mil milhões de euros). Abílio Ferreira – Portugal in “Expresso”

sábado, 21 de novembro de 2015

China – Arqueólogos descobrem jogo de tabuleiro com mais de 1500 anos

Jogo de tabuleiro de mais de 1500 anos descoberto numa tumba por arqueólogos na China. Dado de 14 lados feito de dente de animal, 21 peças pintadas com números e uma placa de cerâmica estavam dentro de tumba de mais de 2300 anos


Arqueólogos encontraram um jogo de tabuleiro que não é jogado há 1.500 anos dentro de uma tumba de mais de 2.300 anos na China, informou o sítio Live Science na passada segunda-feira, 16 de Novembro de 2015.

Foram encontrados um dado de 14 lados feito de dente de animal, dos quais 12 estão numerados de um a seis e os outros dois lados estão em branco, e 21 peças retangulares pintadas com números e uma placa de cerâmica - decorada com dois olhos, nuvens e trovões - que servia de tabuleiro.

Os artefatos correspondem a um jogo chamado “Bo” ou “Liu Bo”, que parou de ser jogado há 1.500 anos, segundo os arqueólogos. Acredita-se que o jogo tenha sido inventado por volta do ano 500 a.C. e foi popular durante a dinastia Han, que existiu de 206 a.C. a 220 d.C.

A tumba, que fica perto da cidade de Qingzhou, foi escavada em 2004 por arqueologistas do Museu Municipal da cidade e pelo Instituto de Relíquias Culturais e Arqueologia da Província de Shandong. A descoberta foi anunciada pelo periódico chinês Wenwu em 2014 e o mesmo artigo foi traduzido para o inglês e publicado no periódico Chinese Cultural Relics (Relíquias Culturais Chinesas).

De acordo com os pesquisadores, a tumba era utilizada para enterrar aristocratas de um Estado rival àquele em que ela estava localizada. A estrutura foi quase totalmente saqueada, estando em grave estado de deterioração. Junto com as peças também foi descoberto um esqueleto, provavelmente de uma das pessoas que saqueou a tumba, acreditam os arqueólogos. In “opera mundi” - Brasil

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Angola – Opino, logo existo

Apesar de tudo, o dia nasceu. O mundo não se acabou. Acordou dolorido, enlutado e confuso. Por detrás do seu traje negro, solene e silencioso, uma t-shirt branca gritava um slogan em forma de hastag. Havia a necessidade de expressar uma solidariedade instantânea, a necessidade vital de dizer quem somos, de que lado estamos. Opino, logo existo. Só que ao contrário dos slogans, ao contrário dos malditos trending topics, a dor não é descartável, de se usar e deitar fora.

Não sei o que é feito do temível Joseph Kony, nas matas do Uganda, nem se a vida dos povos indígenas guarani kaiowá melhorou depois de todos assinarem com o seu nome. O que aconteceu às raparigas que foram arrancadas da escola, em Chibok, na Nigéria, pelas garras do Boko Haram? Com que slogans acompanhámos essa barbárie? Quando foi a última vez que o exército israelita atacou o povo palestino? Quantas crianças mais morreram na praia depois daquela? E Beirute, foi trending topic no Twitter?

Não sou Charlie, nunca fui. Não poderei ser Paris por dezenas de motivos. Nem tampouco quer este texto ser um mero boicote à solidariedade e à empatia, dois recursos escassos no planeta. No entanto, olho com olhos desconfiados para a manipulação que se faz desses sentimentos, que podem ser tão úteis, quer para se chegar à prática de Justiça, quer para se vender jornais, armas ou outros presentes envenenados.

É dessa empatia armadilhada que me procuro defender, cada vez que abro o Facebook ou o jornal e encontro uma nova encenação do apocalipse. Lembro-me, então, que o luto é coisa séria, da ordem do silêncio e da reflexão sobre a perda. O luto dura, por vezes, a vida inteira. Não dura até ao próximo acontecimento.

Silêncio é o que falta na barulheira diária dos televisores que estão no centro das nossas salas de estar. As regras do jogo obrigam-nos a reagir, num impulso honesto e colectivo que gera uma espécie de onda avassaladora que amanhã se faz em espuma na areia, “sin pena ni gloria”. Compromissos rápidos, conversas de café, transformando lentamente eventos graves em banalidades. A repetição desses modelos de marketing, a ocupação mediática passageira das coisas importantes, o desnorte absoluto… tudo isso faz de nós mais frágeis e vulneráveis à violência.

Assusta-me, por um lado, a superficialidade desses slogans. É essa superficialidade que rapidamente se transforma em ódio e mais rapidamente ainda se transforma em nada, em esquecimento. Assusta-me a selectividade dessa empatia, os critérios que fazem com que os sapatos do outro nos sirvam ou não.

Infelizmente, as ondas de solidariedade, aquelas que são reacções apressadas, reproduzem muitas vezes os modelos de desigualdade social, económica, racial ou de género. Sentimos mais o que nos está perto, o familiar. Ou às vezes nem isso, sentimos mais o que nos servem no prato televisivo: frio, cru e amargo, engolindo sem mastigar.

Todas as manhãs, ao romper dos primeiros raios de luz, o mundo parece que vai acabar. Para isso sobram motivos. Mas não acaba, e muito por culpa das pessoas que insistem a cada dia, sem t-shirts nem slogans, sem selfies nem manchetes de jornais. Conheço algumas. Tu também. Elas andam por aí, na tua rua. Só que não saem nas notícias e algumas nem têm televisão. Aline Frazão – Angola in “Rede Angola”

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Comissão Europeia – Apresentação de projetos de infraestruturas energéticas fundamentais

A Comissão Europeia adota uma lista de 195 projetos de infraestruturas energéticas fundamentais — designados por projetos de interesse comum — que irão contribuir para a realização dos objetivos da Europa em matéria de clima e de energia e constituir elementos essenciais da União da Energia da UE.

A Comissão Europeia adotou ontem uma lista de 195 projetos de infraestruturas energéticas fundamentais que irão contribuir para a realização dos objetivos da Europa em matéria de clima e de energia e constituir elementos essenciais da União da Energia da UE. Os projetos — designados por projetos de interesse comum (PIC) — permitirão a construção gradual da União da Energia integrando os mercados da energia na Europa, diversificando as fontes de energia e as rotas de transporte. Além disso, os PIC hoje adotados contribuirão para pôr termo ao isolamento energético de alguns Estados-Membros. Irão também incentivar o nível das fontes de energia renováveis na rede, reduzindo as emissões de carbono. Os PIC beneficiarão de processos de licenciamento acelerados e de melhores condições regulamentares e podem ser elegíveis para apoio financeiro no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa (MIE). Foi atribuído às infraestruturas energéticas transeuropeias um orçamento de 5 350 milhões de EUR no âmbito do MIE para 2014-20, ajudando os projetos de interesse comum a serem executados mais rapidamente e tornando-os mais atrativos para os investidores.

Miguel Arias Cañete, Comissário responsável pela Ação Climática e a Energia, afirmou: «Infraestruturas energéticas modernas e fiáveissão essenciais para permitir à energia circular livremente em toda a Europa. Estes projetos permitir-nos-ão integrar os nossos mercados da energia, diversificar as fontes e as rotas de energia, e pôr termo ao isolamento energético de alguns Estados-Membros. Irão também incentivar o nível de energias renováveis na rede, eliminando as emissões de carbono. A transformação energética da Europa exigirá investimentos no valor de milhares de milhões de euros em infraestruturas estratégicas.» A lista de projetos contribuirá para garantir que os nossos fundos servem o nosso objetivo de assegurar aos europeus energia não poluente e a preços acessíveis.»

A lista de projetos constitui uma atualização da lista de PIC adotada em outubro de 2013. A lista inclui 108 no domínio da eletricidade, 77 no domínio do gás, 7 no domínio do petróleo e 3 no domínio das redes inteligentes. Foi igualmente conseguido um bom equilíbrio entre projetos de eletricidade e projetos de gás, graças à identificação dos projetos claramente prioritários no contexto regional.

Os projetos beneficiarão de uma série de vantagens:
- reforço da transparência e aperfeiçoamento das consultas públicas;
- aceleração do processo de licenciamento (prazo máximo obrigatório de três anos e meio);
- aperfeiçoamento, aceleração e racionalização da avaliação ambiental;
- centralização do processo de licenciamento numa única autoridade nacional competente;
- melhoria do tratamento regulamentar, mediante a afetação dos custos em função dos benefícios líquidos, bem como incentivos regulamentares;
- possibilidade de receber assistência financeira do Mecanismo Interligar a Europa, sob a forma de subvenções ou de instrumentos financeiros inovadores.

Para que um projeto possa ser incluído na lista, tem de demonstrar benefícios significativos para, pelo menos, dois Estados-Membros, de contribuir para a integração do mercado e uma maior concorrência, de aumentar a segurança do aprovisionamento e de reduzir as emissões de CO2.

Em princípio, as infraestruturas energéticas devem ser financiadas pelo mercado e através das tarifas pagas pelos utilizadores. No entanto, para dar resposta ao enorme desafio do investimento, a UE criou fundos como o Mecanismo Interligar a Europa (MIE) e o Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE), que contribuirão para mobilizar os investimentos necessários. No âmbito do MIE, em 2014 e 2015, foi atribuído ao cofinanciamento de estudos e de obras de construção o montante de 797 milhões de EUR para facilitar a execução dos PIC.

Desde a adoção da primeira lista de PIC em 2013 foram já concluídos ou entrarão em funcionamento antes do final de 2015 treze projetos. Além disso, prevê-se que cerca de 62 projetos venham a ser concluídos até ao final de 2017.

A Comissão desempenhou um papel fundamental no lançamento de muitos destes projetos, quer através de ações políticas e da facilitação de um comum acordo entre dois países sobre o caminho a seguir, quer através da prestação de assistência técnica e/ou apoio financeiro aos projetos.

A lista de PIC é atualizada de dois em dois anos, a fim de integrar novos projetos que se tornem necessários e de suprimir os obsoletos.

Contexto

A enorme necessidade de investimentos em infraestruturas energéticas foi uma das razões para propor em 2011 o regulamento relativo às orientações para as infraestruturas energéticas transeuropeias (Orientações RTE-E). As Orientações RTE-E fornecem um quadro estratégico para a visão a longo prazo das infraestruturas energéticas da UE e introduzem o conceito de projetos de interesse comum. Identificam nove corredores prioritários de infraestruturas estratégicas nos domínios da eletricidade, do gás e do petróleo e três domínios prioritários de infraestruturas à escala da UE: autoestradas da eletricidade, redes inteligentes e redes de transporte de dióxido de carbono.

A aprovação, por parte da Comissão, da lista final de projetos de interesse comum é o resultado de um processo rigoroso de identificação e avaliação efetuado pelos Grupos Regionais criados ao abrigo do Regulamento RTE-E. Os Grupos Regionais são compostos pelos representantes dos Estados-Membros, da Rede Europeia de Operadores de Redes de Transporte para a eletricidade e para o gás (REORT-E e REORT-G), dos operadores das redes de transporte nacionais e promotores de projetos, das autoridades reguladoras nacionais e da Agência de Cooperação dos Reguladores da Energia (ACRE). As respostas à consulta pública foram igualmente tidas em conta. Por último, as listas regionais têm de ser aprovadas pelo denominado «órgão de decisão de alto nível», composto por altos funcionários dos Estados-Membros e da Comissão, após o que a Comissão pode adotar formalmente a lista da UE de projetos de interesse comum, através de um procedimento de ato delegado. Comissão Europeia

Mais informações

Lista completa de projetos de interesse comum por corredor prioritário:

https://ec.europa.eu/energy/en/news/commission-unveils-list-195-key-energy-infrastructure-projects

Ficha de informação sobre projetos de interesse comum: MEMO/15/6108

Brasil - Exposições destacam a influência afro na cultura brasileira

Medo, Fascínio e Repressão na Missão de Pesquisas Folclóricas 1938-2015 – Até 13/12


O Centro Cultural São Paulo (CCSP) possui uma das coleções de objetos etnográficos mais representativas da cultura afro-brasileira religiosa do País. É no Acervo da Missão de Pesquisas Folclóricas – exposições cujo mentor foi Mário de Andrade, em colaboração com Oneyda Alvarenga e Dina Lévi Strauss – que estão reunidas referências significativas da arte sacra de matriz africana originalmente pertencentes às casas de cultos afro-brasileiros. Esta exposição, bem como a programação que a acompanha, permite pensar a intolerância religiosa histórica no País e contribui para a construção de uma sociedade que respeite sua própria pluralidade.

O que é? Medo, Fascínio e Repressão na Missão de Pesquisas Folclóricas
Quando é? até o dia 13 de dezembro de 2015
Quanto custa? Vá de Graça
Onde é? Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Como chegar? Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo
Horários: Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Kalunga – Até 13/12


A partir de ritos de morte do candomblé do Recôncavo baiano, a performer Ana Beatriz Almeida desenvolve rituais de passagem para duas personalidades vítimas de tortura durante a ditadura militar do Brasil: João Breno, líder operário da maior ação não-violenta do período – a greve na Fábrica de Perus, e Helenira Nazareth, estudante negra que abandonou o curso de Letras da USP para aderir à luta armada no Araguaia. Entre sensorialidades, fotografia e videoarte, o público é introduzido no universo simbólico da morte na cultura afro-brasileira.

Criação e concepção: Ana Beatriz Almeida – direção de expografia: Wolfgang Pannek – supervisão de performance: Maura Baiocchi – vídeo: Luara Del Chiavon – máscaras: Thiago Consp – concepção musical: Antonio Carlos Soares

O que é? Kalunga
Quando é? até o dia 13 de dezembro de 2015 
Quanto custa? Vá de Graça
Onde é? Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Como chegar? Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo
Horários: Terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. In “Vá de Cultura” - Brasil