Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sábado, 31 de outubro de 2015

Moçambique – Porto de águas profundas de Macuse

A construção do porto de águas profundas de Macuse, na costa da Zambézia, Moçambique, deverão iniciar-se em 2016, afirmou o presidente do Corredor de Desenvolvimento Integrado do Zambeze (CODIZA).

O concurso para a realização dos trabalhos poderá ser lançado ainda este ano, acrescentou Abdul Carimo, citado pelo boletim do município da cidade de Quelimane.

O futuro porto de águas profundas terá capacidade para receber navios de 80 mil toneladas. No início, servirá para receber os materiais necessários à construção da linha de caminho-de-ferro que ligará Macuse a Moatize, em Tete, e depois garantirá a exportação do carvão extraído nas minas daquela província moçambicana.

Projectado para movimentar 100 milhões de toneladas por ano quando concluído, numa primeira fase o porto terá uma capacidade de 25 milhões de toneladas/ano.

Em Abril passado, Abdul Carimo disse serem necessários quatro mil milhões de dólares para arrancar com o projecto do Corredor de Desenvolvimento Integrado do Zambeze (CODIZA). Na altura, Carimo sugeriu o envolvimento do consórcio indiano ICVL (International Coal Ventures Limited), que possui interesses na área da exploração do carvão em Tete.

A futura linha de caminho-de-ferro prevista para o Corredor terá uma extensão de 525 quilómetros, ligará as províncias de Tete e Zambézia, e permitirá escoar 100 milhões de toneladas de carvão por ano. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Moçambique - Potencialidades económicas e oportunidades de investimento

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) defende a necessidade de o Governo priorizar a utilização dos serviços, equipamentos ou capacidades locais, durante a implementação dos seus planos e programas como forma de alavancar o sector privado.

Para tal, é necessário que os principais instrumentos de orientação e planificação das acções do Governo, nomeadamente o Orçamento Geral do Estado e o Plano Económico e Social, indiquem a estimativa da componente de conteúdo nacional que pretendem atingir.

De acordo com Luís Sitoe, Director Executivo da CTA, “o conteúdo dos instrumentos de planificação pode fornecer informações importantes sobre as pretensões do Governo a médio e longo prazo, o que pode facilitar o posicionamento do sector privado”.

Entretanto, Luís Sitoe entende que não é só o Governo que tem de remover as barreiras que actualmente concorrem para o baixo uso do conteúdo nacional. Há aspectos que devem mudar da parte do sector privado, sendo que um deles tem a ver com o mapeamento ou descrição das suas capacidades.


“Não basta conhecer os instrumentos de planificação. O sector privado deve fazer o mapeamento sobre as suas capacidades e apresentar ao Governo o que pode oferecer em cada objectivo estratégico. Isso facilitaria a planificação das compras do Governo e o estabelecimento das metas de conteúdo nacional na despesa pública”, referiu o Director Executivo da CTA.

Luís Sitoe comentava esta quinta-feira, 3 de Setembro de 2015, no decurso do seminário sobre a promoção das potencialidades económicas e oportunidades de investimento em Moçambique, organizado no âmbito da 51ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM).

O evento, organizado pela CTA em parceria com o Centro de Promoção de Investimento (CPI), Agência de Desenvolvimento do Vale de Zambeze e Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado, tinha como objectivo dar a conhecer ao empresariado nacional, e não só, as inúmeras potencialidades económicas que o País possui e que ainda não foram exploradas.

Durante o seminário, os participantes tiveram a oportunidade de colher informações sobre as oportunidades de investimento existentes no País, particularmente nas Zonas Económicas Especiais, Zonas Francas Industriais e no Vale do Zambeze. In “Olá Moçambique” - Moçambique