Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

UE CPLP - Essencial livre circulação e pauta aduaneira comum

O presidente da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) defendeu esta sexta-feira que a livre circulação de pessoas e capitais, uma pauta aduaneira comum e um banco de desenvolvimento são essenciais para projetar a comunidade



“A livre circulação de pessoas e de capitais, uma pauta aduaneira comum, e um banco de desenvolvimento que financie os investimentos dos empresários são essenciais para tornar a CPLP numa potência mundial”, disse Mário Costa, em declarações à Lusa a propósito da entrada em funções do novo secretário-executivo, o português Francisco Ribeiro Telles, a 01 de janeiro.

“A nova visão estratégica da CPLP, que passa por dar mais importância à parte económica, é muito bem vista pelos chefes de Estado e de Governo, e isso ficou claro no Sal, quando Cabo Verde assumiu a presidência da CPLP, elegendo o pilar económico como a principal bandeira”, acrescentou o empresário e consultor.

Mário Costa considerou que “o potencial económico e geoestratégico é enorme, quer em termos de recursos naturais, quer das regiões económicas em cada um se insere”, lembrando que Angola, que assume a presidência da CPLP em 2020, “já anunciou que a parte económica seria o principal pilar”.

A evolução de uma comunidade centrada na língua e na cultura, para uma comunidade mais focada na economia e na vertente empresarial, marcou os últimos anos da CPLP, congratulou-se o empresário: “Antes, há três ou quatro anos, as relações económicas eram essencialmente bilaterais, mas depois começou um movimento de promoção dos negócios, criando-se várias entidades, como a união de exportadores, a federação de jovens empresários, e vão surgir mais porque as oportunidades são enormes”, apontou.

Questionado sobre como, em concreto, podem os Estado promover as trocas comerciais e os investimentos dos empresários lusófonos nos países da CPLP, Mário Costa respondeu: “Para a CPLP e os empresários se afirmarem como uma potência económica era importante que houvesse uma política económica comum da CPLP, porque o que vemos agora são concertações políticas e empresariais, mas o foco económico ainda não está vincado, mesmo nos embaixadores dos países junto da CPLP”.

Para o empresário, que falou à Lusa por telefone a partir de Luanda, “era importante haver uma direção comum em termos económicos e os empresários iriam atrás, como por exemplo no caso da livre circulação, que é essencial porque não se pode falar de negócios se não se circular à vontade”.

A vontade política, salientou, “já existe agora”, mas recordou que “dantes havia reservas, nomeadamente do Brasil, mas isso agora mudou drasticamente, o Brasil não tem como dar para trás, não há volta a dar na primazia do pilar económico”.

Com o Brasil empenhado, concluiu, “a CPLP vai conseguir dar o impulso que faltava em termos económicos”. “Agência Lusa”

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

UE-CPLP - V Fórum da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa










O V Fórum da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (UE-CPLP) vai decorrer nos próximos dias 16 e 17 de Dezembro de 2016 em Santa Maria da Feira, no Europarque – Centro de Congressos.
O Fórum pretende reunir 2500 participantes e será constituído por cinco grandes eixos: seminários temáticos por país; espaços para reuniões bilaterais de negócio; grande conferência CPLP; espaço mostra de produtos e serviços; grande gala CPLP.
O evento tem como público-alvo entidades oficiais, instituições, associações empresariais, empresários, gestores, líderes de opinião, media e opinião pública. As áreas prioritárias do Fórum passam pela económico-financeira, indústrias extractivas, energias e energias renováveis, transportes, construção civil e obras públicas, tecnologias da comunicação, telecomunicações, agro-alimentar e agro-indústria, saúde, saneamento, educação e formação, turismo e mobiliário, entre outras.
A entrada no Fórum é livre, mas sujeita a inscrição prévia. Pode registar-se aqui.
O Fórum da União de Exportadores pretende apresentar o País “como atractivo para o investimento e parcerias, contribuir para o desenvolvimento sustentável das economias envolventes e estabelecer parcerias empresariais”, diz a organização.
Poderá consultar mais informações e o programa no dossier de apresentação do V Fórum da União de Exportadores da CPLP, disponível aqui.

Para mais informações, contactar a UE-CPLP através dos seguintes contactos:
M. R. Av. Almirante Reis nº113, 9.º Andar – 901, 1150-014 Lisboa – Portugal
T:+351 211 388 006
E: mail@uecplp.org

A UE-CPLP conta já com mais de 400 organizações associadas (empresas, associações, entre outras) de vários países da CPLP, oferecendo-lhes acesso a diversas actividades como conferências, encontros de “networking” e feiras, bem como a uma plataforma electrónica inovadora que aproxima exportadores dos países lusófonos – o Portal “Connect CPLP”.
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) detém hoje um Produto Interno Bruto (PIB) agregado superior a 2,5 mil milhões de dólares e mais de um milhão de empresas. Para além do mercado interno de cada país, juntam-se os mercados das diferentes regiões económicas associadas aos países da CPLP, passando dos 260 milhões consumidores para um mercado potencial de cerca de 1,8 mil milhões de consumidores. Carlos Caldeira – Portugal in “Agricultura e Mar Actual”

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Geórgia – Pretende o reforço das relações com a CPLP

O Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), embaixador Murade Murargy, recebeu a visita do Ministro-Adjunto dos Negócios Estrangeiros da Geórgia, Gigi Gigiadze, no dia 11 de abril de 2016, no Palácio Conde de Penafiel.

Contando com a presença do embaixador de Timor-Leste junto da CPLP, Antonito de Araújo, durante o encontro foram abordados diversos assuntos relacionados com o maior estreitamento das relações entre a Geórgia e a CPLP, em domínios de cooperação para o Desenvolvimento, como a Segurança Alimentar, a Juventude e o Desporto, entre outros, e, também, nas dimensões do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia.

A difusão e a promoção da Língua Portuguesa e das culturas dos países da CPLP já está a acontecer na Geórgia, com especial relevo para o ensino do idioma na universidade estatal de Tbilisi.

A Geórgia detém o estatuto de Observador Associado da CPLP, desde a X Conferência de Chefes de Estado e de Governo, decorrida em Julho de 2014, em Díli.

A delegação do Ministro-Adjunto, Gigi Gigiadze, foi integrada, também, pelo Embaixador da Geórgia em Portugal, Revaz Beshidze. UE-CPLP

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CE-CPLP - Criação do Instituto de Formação da CPLP



O IF-CPLP - Instituto de Formação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa tem como objetivo primordial promover o ensino, a formação e a qualificação profissional dos cidadãos pertencentes à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, bem como a capacitação e desenvolvimento sustentado das empresas e economias desses países.

O IF-CPLP - Instituto de Formação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa terá como entidades fundadoras a CE-CPLP, a UE-CPLP e a Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto.

As áreas predominantes onde o IF-CPLP irá atuar são: Gestão e Estratégia Empresarial; Turismo, Hotelaria e Restauração; Agricultura; Construção Civil e Obras Públicas; Saúde e Bem Estar. CE-CPLP

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

CPLP - Timor-Leste acolhe «Fórum Económico Global da CPLP» em fevereiro

O “Fórum Económico Global da CPLP” vai decorrer entre 25 e 27 de fevereiro de 2016, em Díli, Timor-Leste. Com acolhimento e organização da República Democrática de Timor-Leste, este primeiro fórum económico global tem o apoio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP) e da União de Exportadores da CPLP (UE-CPLP).

O evento insere-se no lema “CPLP e a Globalização”, escolhido pela Presidência Timorense em exercício da Organização, pretendendo promover o tema “Timor-Leste como Plataforma para o Desenvolvimento” e alavancar a união de “esforços para, num ambiente globalizado e cada vez mais competitivo, plantarmos a bandeira da CPLP nos negócios do mundo”, refere o ministro timorense de Estado, Coordenador dos Assuntos Económicos e ministro da Agricultura e Pescas, Estanislau da Silva, ambicionando potenciar as trocas comerciais entre a CPLP e Ásia-Pacífico.

Na globalização, a CPLP tem de “projetar-se enquanto espaço económico com potencial, com crescente impacto na economia mundial”, tem afirmado o Secretário Executivo da CPLP, embaixador Murade Murargy - que vai estar na ocasião em Díli.

O “Fórum Económico Global da CPLP” insere-se na dinâmica para estimular a criação de parcerias entre as empresas do espaço da Comunidade, uma dimensão que tem vindo a ser consolidada pela CPLP e, também, pela CE-CPLP e UE-CPLP.

 Para mais informações aceda ao sítio do Fórum Económico Global. CPLP

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

UE-CPLP - Exportadores: deslocalizar produção ajuda a resolver crise cambial

O presidente da União de Exportadores da CPLP considerou hoje que a melhor solução para evitar os efeitos da crise cambial em Angola e Moçambique é produzir localmente em vez de exportar para esses países.

"Temos de deixar de encarar cada vez mais os negócios entre países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) como um negócio em que um compra matérias-primas baixas, coloca valor acrescentado e repatria todo o dinheiro, e passar a pensar em estar no local, internacionalizar-se, deslocalizar as empresas", disse Mário Frota.

Em declarações à Lusa, o presidente da associação de exportadores neste espaço geográfico sublinha que a solução "não é exportar, é as empresas internacionalizarem-se, abrir uma empresa de direito local, levar 'know-how', maquinaria, dar formação aos locais, e produzir e reinvestir em moeda local tudo o que receberem e depois tentar exportar para os outros países [das regiões económicas] que não têm tanto problema em repatriar o dinheiro".

O espaço da CPLP é "um mercado de oportunidades" porque, na sua opinião, "o problema é cambial, não é económico, e esse é o mais delicado, mas estamos a viver um período de especulação [com as moedas nacionais] e guerras petrolíferas que afeta gravemente estas economias".

Mário Forta admitiu que a crise cambial tem efeitos adversos, mas considerou que podem ser transformados em oportunidades, e exemplificou: "Moçambique restringiu muito as exportações de madeira, mas isso incentiva a que as empresas vão para lá, principalmente porque há muitas fábricas desativadas em Portugal, com as máquinas paradas, e essa desvalorização deixa de fazer sentido se o dinheiro que estas fábricas fazem voltar a ser investido no próprio mercado".

A desvalorização cambial em Angola e Moçambique, motivada pela quebra do preço do petróleo e consequente descida da entrada de divisas, "preocupa muito os empresários que estão nestes países, mas temos aconselhado a que não tenham em moeda as margens e os lucros, mas sim reinvestir no país e exportar" para outros mercados.

"Os mercados tradicionais continuam a ser importantes mas as empresas começam a ir para o desconhecido, porque Angola e Moçambique todos conhecem, mas Cabo Verde, Guiné Equatorial nunca foram vistos como oportunidades dada a dimensão do mercado, mas se pensarem em termos de abrangência das zonas de comércio que existem já estão a perceber que existem oportunidades de negócio", acrescenta o líder da união dos exportadores lusófonos.

Sobre a evolução da crise cambial, Mário Frota diz que "todos pensam que o preço do petróleo não vai ficar nestes níveis por muito mais tempo", e acrescenta que em dois ou três anos o valor subirá "não para os níveis especulativos anteriores, mas também não os atuais, e já não teremos o problema da depreciação". In “Notícias ao Minuto” - Portugal

terça-feira, 3 de novembro de 2015

UE-CPLP - Protocolo entre ACRAL e UE-CPLP foi assinado

UE-CPLP assinou no passado dia 29 de outubro de 2015, um Protocolo de Colaboração com a ACRAL - Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve, com o objetivo de criar sinergias para o desenvolvimento de oportunidades de negócios, nos países da CPLP

A ACRAL e a União de Exportadores da CPLP celebraram um Protocolo de Colaboração que tem como objetivo o reforço do apoio às empresas nas suas estratégias de internacionalização no espaço económico de língua portuguesa.

O acordo de colaboração prevê o acesso das partes e respetivos parceiros a uma plataforma “de empresa para empresa” (B2B) para a apresentação de produtos e serviços para exportação. 

No âmbito deste protocolo, a ACRAL e a UE-CPLP poderão coorganizar ações de networking one2one, feiras, salões e missões empresariais em todos os países-membros e observadores da CPLP. 

A promoção conjunta de ações de consultoria empresarial direcionadas para a exportação, assim como de formação em hard skills para exportação, são outras das iniciativas previstas no protocolo. 

O acordo prevê também a disponibilização aos parceiros de serviços de consultoria em Comunicação e Marketing, à elaboração e apresentação de projetos e para a análise de mercados e oportunidades. 

A ACRAL, recorda Victor Guerreiro, presidente da associação multissectorial, “tem como missão a defesa e promoção dos interesses dos empresários seus associados, contribuindo para o desenvolvimento sustentado da atividade empresarial do Algarve, enquanto o objetivo da UE-CPLP é divulgar e implementar sistemas de incentivo à exportação, com selo de segurança e qualidade, em todos os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: esta parceria é a simbiose dos interesses das partes”. UE-CPLP

domingo, 18 de outubro de 2015

UE-CPLP - 2º Fórum União de Exportadores da CPLP

O 2º Fórum da UE-CPLP, iniciativa conjunta da União de Exportadores da CPLP (UE-CPLP) e da Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP), realiza-se em Braga nos dias 17 e 18 de Dezembro de 2015, pretende constituir uma verdadeira plataforma de negócios e de cooperação, geradora de condições para a criação e consolidação de um espaço permanente de apoio à atividade ao empresariado lusófono, estimulando trocas comerciais e a internacionalização.

Aguarda-se uma participação massiva de empresas e instituições dos Países Membros e Observadores da CPLP neste importante evento.

Caro Empresário, a sua presença é uma oportunidade única. Contamos consigo. UE-CPLP



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

CE-CPLP – Cooperação Institucional com o Sport Lisboa e Benfica






Na passada terça-feira, 13 de Outubro de 2015, foi assinado um Protocolo de Cooperação Institucional entre a Confederação Empresarial da CPLP, representada pelo seu presidente Salimo Abdula e o Sport Lisboa e Benfica, representado por Luís Filipe Vieira presidente do clube.

Com esta ligação, a CPLP espera receber o “know-how” que o Benfica tem em desporto, particularmente no Futebol Formação. “O Benfica vai transpor os conhecimentos técnicos para a comunidade CPLP, criando academias e escolas de Futebol que visam formar jovens”, disse Salimo Abdula, presidente da Confederação Empresarial da CPLP.

Já Agostinho Vuma, vice-presidente da confederação das associações económicas de Moçambique, regozijou-se com a assinatura do memorando que permitirá “massificar o número de academias” no país.

O vice-presidente da Associação Industrial de Angola, Eliseu Gaspar, assumiu que o país “tem muitos Benfiquistas”, acreditando que “este protocolo de cooperação será uma grande mais-valia de forma a potenciar as infraestruturas existentes no país”.

Mário Costa, presidente da União de Exportadores da CPLP, pretende que este protocolo abra “as portas do mundo da CPLP ao Benfica, potenciando a marca em termos desportivos, comerciais e de Marketing”.

Do lado do Benfica, Nuno Gomes admitiu ser “um orgulho tornar-se parceiro da Confederação Empresarial da CPLP”. “Pretendemos chegar a mais pessoas, angariar mais Sócios e ter a hipótese de implantar um projeto pensado como são as escolas de Futebol com a marca Benfica”, reconheceu o assessor do Clube para a área internacional. CE-CPLP / UE-CPLP



terça-feira, 29 de setembro de 2015

UE-CPLP - Missão Empresarial a Cabo Verde


A UE-CPLP promove missão empresarial a Cabo Verde nos dias 15,16,17 e 18 de Outubro de 2015

A “Missão Empresarial a Cabo Verde” tem como objetivo possibilitar o estabelecimento de contactos com empresas cabo-verdianas, através de reuniões previamente agendadas.

Serão também proporcionados encontros com outras entidades selecionadas de acordo com o perfil de cada participante.

O programa inclui a vista à Feira Internacional do Ambiente e Energias Renováveis no entanto esta ação é aberta a todos os setores de atividade. Através da Missão apresentada, as empresas terão a possibilidade de, in loco, perceber as potencialidades que este país proporciona nos vários setores de atividade, fazendo assim uma prospeção de mercado.

Oportunidades de negócio detetadas

Abastecimento de cadeias hoteleiras com produtos nacionais e internacionais | energias renováveis | rede de águas e esgotos | base logística de reexportação | adução de água das barragens e sistemas de rega gota-a-gota | importação de produtos (gerais) | pequenas indústrias transformadoras | produção de flores | exportação de aguardente | exportação de vinho. UE-CPLP

Mais informações: joao.pinto@uecplp.org

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

UE-CPLP – Visita ao Baixo Alentejo


A União dos Exportadores da CPLP promoveu esta quarta-feira, 23 de setembro de 2015, uma série de contactos com associações empresariais e cooperativas agrícolas no distrito de Beja.

A acção incluiu também a assinatura de diversos protocolos de cooperação, contando com a participação do presidente da União dos Exportadores da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, Mário Costa.

A visita de trabalho começou às 10h00 na Vidigueira, com uma reunião com o presidente da autarquia local e com vários empresários ligados ao sector exportador (vinho, azeite e doces).

Às 11h30 a comitiva visitou a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, onde foi assinado o primeiro protocolo de cooperação.

Seguiu-se, pelas 13h00, um almoço em Beja com empresários e depois a assinatura de mais um protocolo de cooperação, desta feita com a ACOS – Agricultores do Sul.

A iniciativa prosseguiu durante a tarde na Margem Esquerda, com a visita e assinatura de protocolo de cooperação com a Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos (16h00) e uma reunião na Caixa de Crédito Agrícola Guadiana Interior, em Moura, com empresários do sector exportador e com a direcção da instituição (17h00).

Este evento foi dinamizado pelo Núcleo do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral da UE-CPLP. UE-CPLP

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Internacional – Parceria Europa e África, longe da sustentabilidade

O Presidente da Confederação Económica da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), Salimo Abdula, considerou haver um longo percurso para se falar de parceria e sustentabilidade nas relações de negócios entre a Europa e África.

Salimo Abdula, que falava recentemente em Milão, Itália, durante a Expo, afirmou que para que a parceria seja efectiva é necessário, primeiro, “uma mudança de mentalidade”.

“Nas relações Europa/África predomina ainda a mentalidade de doador e beneficiário. Aos africanos em particular, urge a necessidade de mudar a mentalidade e abdicar da mão estendida, por um lado e, por outro, adoptarem cada vez melhores práticas de cooperação”, disse.

Salimo Abdula, que é igualmente presidente do conselho administrativo da Intelec Holdings e accionista da Vodacom Moçambique, frisou que a Europa tem conhecimento, tecnologia e capacidade, enquanto que África tem recursos naturais e gente.

“Há que procurar as complementaridades e avançar. O mundo está a mudar, temos um mercado global cada vez mais aberto e a olhar para África como terra de oportunidades, daí a necessidade de assumirmos esta relação como parceria e evitar a desconfiança”, afirmou.

No evento em que participaram empresários que representam a Itália no Mundo e que estão interessados em consolidar uma presença forte e estável nas economias emergentes, bem como uma delegação de dez empresas portuguesas pertencentes à UE-CPLP (União dos Exportadores da CPLP), personalidades do mundo empresarial e autoridades diplomáticas da CPLP em Itália, Salimo Abdula falou da importância de África no mercado mundial.

“Outros investidores começam a estar mais atentos e se aproveitam das oportunidades deixadas pelos que ainda vêm como desconfiança a relação entre a Europa e África”, disse.

Durante o evento, Simone Santi, presidente do conselho administrativo do grupo Leonardo, recebeu o título de delegado oficial da CE-CPLP na Itália, tomando em consideração que o mesmo “desde sempre investiu e acreditou no potencial das relações de negócios na Comunidade de Países de Língua Portuguesa. In “Jornal de Notícias” - Moçambique

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Brasil - CPLP: um novo mercado comum

SÃO PAULO – A realização em Lisboa, em junho, do primeiro fórum organizado pela União dos Exportadores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) marcou o nascimento de um mercado comum que, apesar de todas as dificuldades que se apresentam para viabilizá-lo, surge como o terceiro maior bloco mundial a nível econômico, levando-se em conta o Produto Interno Bruto (PIB) de cada parceiro, a população e número de consumidores. Basta ver que o bloco representa um PIB agregado superior a US$ 2,5 bilhões e mais de um milhão de empresas.

Além dos mercados internos, é de se levar em conta as diferentes regiões econômicas que estão associadas aos nove países-membros da CPLP (Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial e Timor-Leste), num total de 86 nações, o que equivale a um universo superior a 260 milhões de consumidores para um mercado potencial de 1,8 bilhão de habitantes, o que se traduz em número impensável de negócios.

Esse mercado já existia em potencial, mas faltava um organismo que pudesse viabilizar, estimular e promover esse intercâmbio. E, ao que parece, esse será o papel da União dos Exportadores e da Confederação Empresarial da CPLP, que nasceram depois da primeira reunião de chefes de Estado realizada, em 2014, em Díli, capital do Timor-Leste. Em função desses esforços, acaba de ser constituída oficialmente a União de Bancos, Seguradoras e Instituições Financeiras da CPLP (UBSIF-CPLP), que representa um passo decisivo para a cooperação financeira entre as nações do bloco.

Entre os países-membros da CPLP, Brasil e Portugal estão num estágio mais avançado de desenvolvimento, enquanto os países africanos e o Timor-Leste, se estão em fase embrionária, apresentam muitos recursos naturais e oferecem igualmente muitas oportunidades. Seja como for, o fato de se poder usar o português como o idioma nos negócios representa uma economia significativa nos custos, o que estimula a competitividade dos produtos.

É de se ressaltar que o fórum realizado em Lisboa permitiu que mais de 1.500 homens de negócios ali reunidos pudessem conhecer a situação empresarial de cada país, suas carências, seu sistema financeiro e jurídico e outras peculiaridades. Além disso, conheceram também os instrumentos que a CPLP criou para ajudá-los a fazer negócios, como, por exemplo, a marca CPLP, que conta com o portal Connect CPLP. Desde então, a marca CPLP começa a servir como um selo de qualidade reconhecido a nível mundial para produtos dos países-membros.

Existe também o Observatório da CPLP, que exibe os projetos de cada Estado-membro e as licitações que serão abertas. Dessa maneira, o sonho de José Aparecido de Oliveira (1929-2007), idealizador e fundador da CPLP à época em que comandava a Embaixada do Brasil em Lisboa entre 1992 e 1994, começa a se tornar realidade. Milton Lourenço - Brasil

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Milton Lourenço é presidente da Fiorde Logística Internacional e diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC). E-mail: fiorde@fiorde.com.br. Site: www.fiorde.com.br.



terça-feira, 30 de junho de 2015

UE-CPLP – Apoia certificação da castanha de caju da Guiné-Bissau

O presidente da União de Exportadores da CPLP, Mário Costa, afirmou que esta organização está a ajudar a construir projetos estratégicos nestes países, dando como exemplo a Guiné-Bissau onde vai ser promovida a certificação da castanha de caju.

Mário Costa explicou, no último dia do Fórum da União de Exportadores da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), que apesar de este produto ser muito exportado contribui “com pouco emprego e pouca riqueza para o país porque não tem certificado de qualidade”.

Segundo o mesmo responsável, “poucas empresas consomem o produto diretamente da Guiné-Bissau”, já que sem certificação de qualidade “é muito difícil ser aceite nos mercados internacionais”.

A castanha de caju produzida pela Guiné-Bissau é importada sobretudo por empresas indianas, que compram o produto a baixo preço, certificam-no e distribuem-no posteriormente, acrescentando-lhe valor.

A União de Exportadores ofereceu ao Governo da Guiné-Bissau um laboratório de certificação, que “vai ajudar a organizar um setor de atividade bastante importante” para este país africano, salientou Mário Costa, adiantando que contactou com importadores e distribuidores de castanha de caju que asseguraram a compra da totalidade do produto produzido na Guiné- Bissau.

Mário Costa revelou que também São Tomé e Príncipe vai poder contar com um laboratório de certificação de produtos, bem como uma incubadora de empresas para formar jovens agricultores são-tomenses.

A agricultura, adiantou, foi identificada como um dos setores estratégicos para este país, a par do turismo e das pescas.

“O governo [de São Tomé e Príncipe] já tomou consciência de que tem de diversificar a economia para não acontecer aquilo que está a acontecer em Angola”, sublinhou Mário Costa, alertando para a dependência do petróleo e do gás. In “Oje” - Portugal

quinta-feira, 25 de junho de 2015

UE-CPLP – Presidente da Organização entrevistado pelo Diário de Notícias





A União de Exportadores da CPLP organiza esta sexta e sábado um fórum em Lisboa com seminários e salas para negócios. Mário Costa, Presidente da União de Exportadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (UE-CPLP) foi entrevistado pelo jornal “Diário de Notícias”.



Durante dois dias, empresários, gestores e entidades oficiais dos nove países da CPLP vão juntar-se no Centro de Congressos de Lisboa para comparar experiências e discutir negócios. No primeiro Fórum organizado pela União de Exportadores da CPLP cerca de 1500 empresários dos países de língua oficial portuguesa vão reunir-se num mesmo espaço, sexta e sábado, para assistir aos seminários mas também para fazer negócios. “Com este fórum queremos criar um novo paradigma, acabando com aquele modelo de assinatura de protocolos, de muita conversa e pouca prática” explicou Mário Costa. “A mostra empresarial serve para as delegações apresentarem os seus produtos e serviços. E há reuniões B2B para que os empresários possam conversar entre si e concretizar negócios. Neste momento, temos já mais de 120 encontros B2B agendados” contou. A ideia de dar um cunho empresarial ao encontro, está também nas salas temáticas onde as delegações apresentam a situação concreta de cada país. “Há várias sessões por dia, na sexta-feira, sobre cada país, para que os participantes possam circular. É nessas salas que será apresentada também a missão da UE-CPLP”. No sábado, o debate sobre os grandes objetivos da União de Exportadores incluirá os contributos do comendador Jorge Rocha de Matos, de Marcelo Rebelo de Sousa, de João Vieira Lopes (presidente da CCP), Luís Amado (ex-ministro dos Negócios Estrangeiros) ou Mari Alkatiri, entre muitos outros. “Esta missão não acaba quando terminar o fórum. Vamos continuar a percorrer os países e a potenciar esta rede.”

Qual o principal papel da União de Exportadores CPLP?

A União de Exportadores foi constituída após a cimeira de chefes de Estado e de governo do ano passado, em Dili, quando a CPLP fez um desafio à sua confederação empresarial: deixar de ser uma estrutura de Estados e passar a ter ligação ao mundo empresarial. Por não ter essa vocação, a confederação desafiou os associados a criar um organismo para promover negócios, sobretudo entre PME. Na prática, tem a missão de relação institucional entre as empresas e os Estados, faz a ligação entre empresários e políticos.

Que benefícios pode esta União trazer às empresas desses países?

O que fazemos é preparar as empresas para a internacionalização, acompanhá-las no processo tendo sempre dos dois lados um elemento da União de Exportadores que conhece muito bem o terreno no país de origem e no destino. No fundo, prestamos um serviço que até agora só existia para as grandes multinacionais, para fazer negócios com qualidade e segurança. Estamos nos nove países da CPLP e, em cada país por onde passamos nas missões empresariais temos angariado associados, concretizado parcerias e protocolos de cooperação. Temos uma rede de suporte às empresas com aconselhamento jurídico, logístico, fiscal, etc. muito favorável.

Estamos a falar de que volume de negócios?

Se olharmos para o universo da CPLP em termos de PIB, população, consumidores, é o terceiro maior bloco mundial a nível económico. Tem um PIB agregado superior a 2,5 mil milhões de dólares e mais de um milhão de empresas. Além dos mercados internos, há os das diferentes regiões económicas associadas aos países da CPLP num total de 86 países, passando de 260 milhões de consumidores para um mercado potencial de 1,8 mil milhões, o que se traduz em milhares de milhões de euros de negócios potenciais.

Essa dimensão não é aproveitada

A CPLP tem a dimensão política e institucional a ligar os países mas não aproveita verdadeiramente a económica, que é fundamental. Se conseguirmos dar o cunho empresarial a este bloco, ele pode tomar-se um caso sério de sucesso.

Num mercado potencial de 1,8 mil milhões de consumidores, que áreas de desenvolvimento prioritário beneficiariam as empresas destes países e da União Europeia?

Neste universo temos duas realidades de desenvolvimento económico: Portugal e Brasil em estádio muito avançado e depois os países africanos e Timor-Leste numa fase quase virgem do desenvolvimento económico. Há países com muitos recursos naturais mas onde falta quase tudo: formação, desenvolver a agricultura, a indústria, o comércio. Por isso, a relação entre estes países é fundamental. No caso de Portugal, representa uma porta aberta para a União Europeia. E o Brasil, com dimensão de um continente, é uma porta aberta para o Mercosul.

E o potencial da língua poderia ser mais explorado? Deveriam os representantes dos países da CPLP, por exemplo, impor o português nos seus negócios?

É um facto. Neste momento, a comunicação em diferentes línguas representa um custo de 17% no total do custo do produto. Sendo o português falado em todos os continentes, se conseguíssemos impor que o negócio fosse feito na nossa língua, isso representaria uma poupança muito significativa, com reflexo na competitividade.

De que forma é que o Fórum de sexta e sábado complementa a missão da UE-CPLP?

Temos realizado missões empresariais em todos os países e divulgámos a União de Exportadores e a sua missão. Neste fim de semana vamos conseguir reunir todos num espaço. Os participantes vão ter oportunidade de conhecer a situação empresarial concreta de cada país, o que oferece, que carências tem, como está o seu sistema financeiro, jurídico, etc. Com essa informação, e com a possibilidade de contactar de imediato com outros empresários destes países, o empresário pode decidir se faz sentido deslocalizar-se para ali, encontrar parceiros, etc. Joana Petiz – Portugal in “Diário de Notícias”

segunda-feira, 8 de junho de 2015

CE-CPLP - 1º Fórum União de Exportadores da CPLP



O 1º Fórum União de Exportadores da CPLP visa constituir uma verdadeira plataforma de negócios e cooperação, que fomente a criação de condições que permitam a criação e consolidação de um espaço permanente de apoio à atividade dos associados da União de Exportadores da CPLP estimulando as exportações e a sua internacionalização, através de uma programação de dois dias centrada em 5 eixos principais:
  • Seminários Temáticos por País;
  • Seminários Temáticos sobre os 7 grandes objetivos da UE e CE CPLP;
  • Reuniões B2B;
  • Grande Conferência CPLP: Comunidade de povos abrangentes;
  • Espaço Mostra que integrará, em simultâneo, programação cultural.


A CE-CPLP é parceiro institucional deste Fórum, sendo a UE-CPLP associada e parceira da CE-CPLP.

O evento é gratuito e os Associados da CE-CPLP beneficiam de condições especiais para participação na Mostra.

Para mais informações, entre em contacto connosco através do número (+351) 213 140 416.

Programa (provisório)

1º DIA – 26 DE JUNHO (SEXTA-FEIRA)

Inauguração do Espaço Mostra e iniciativas socioculturais

Espaço composto por área de ativação comum e Stands individuais com espaço de exposição com dimensões padrão diferenciadas e por áreas temáticas para instituições, empresas e organizações internacionais com relevante papel nas relações entre os nove países. Será também composta por iniciativas de relações públicas, arte e cultura com o objetivo de dar a conhecer a riqueza do património cultural e artístico das nossas comunidades. O espaço Mostra funcionará durante os dois dias.

Seminários temáticos por país: 9 salas

9 Salas para seminários temáticos por país.

O 1º dia do Fórum está reservado para os seminários/workshops temáticos por país onde os empresários terão oportunidade de ter um conhecimento aprofundado sobre como exportar/internacionalizar para o país em questão. Seminários/workshops temáticos repetidos em vários horários durante o dia e dividida em dois painéis. No primeiro painel, pretende-se dotar os empresários de ferramentas úteis para a prática do seu negócio e será constituído com o seguinte formato: um especialista da zona geográfica de atuação, um representante de um banco com atuação no país em questão, um especialista jurídico no âmbito comercial e um empresário português com experiencia em negociação com o país. O segundo painel será uma exposição teórico-prática, através de uma conversa/debate aberto para exposição das dúvidas dos empresários assistentes.

2 º DIA – 27 DE JUNHO (SÁBADO)

Manhã

Reuniões B2B e seminários sobre os objetivos da CE-CPLP

O 2º dia do Fórum tem a manhã reservada para as reuniões bilaterais business to business (B2B) entre os empresários dos 9 países e para os seminários sobre os 7 grandes objetivos da CE-CPLP, prioritários e indispensáveis para a transformação e desenvolvimento do setor privado da CPLP.

  • A estratégia a médio prazo da CE-CPLP especifica e determina os eixos, assim como os instrumentos complementares e prioritários:
  • Observatório das Atividades Económicas e Empresariais da CPLP;
  • Portal Económico “Connect CPLP”;
  • União dos Bancos, Seguradoras e Instituições Financeiras da CPLP;
  • Fundo de Coesão Económica e Social da CPLP;
  • Marca CPLP;
  • Centro de Arbitragem e de Mediação de Conflitos da CPLP;
  • União Económica e Empresarial da CPLP;
  • Agência para a Proteção da Propriedade Intelectual na CPLP. 
Tarde

Grande conferência subordinada ao tema "CPLP: Comunidade de Povos Abrangentes"

Enquadra institucionalmente a iniciativa e promove um melhor conhecimento de todas as áreas, sectores e mecanismos económico e financeiros oferecidos por entidades dos nove países. A Conferência será constituída por painéis temáticos, onde os principais temas da CPLP serão abordados e contará com um variado leque de oradores institucionais, especialistas e empresários pertencentes à CPLP. CE-CPLP


sexta-feira, 22 de maio de 2015

CE-CPLP e UE-CPLP organizam Missão Empresarial a quatro países










A Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP) e a União de Exportadores da CPLP (UE-CPLP) estão a organizar um périplo a Cabo Verde, Guiné Equatorial, Angola e Moçambique. Da delegação farão parte o Secretário Executivo da CPLP, Embaixador Murade Murargy, o Presidente da CE-CPLP, Salimo Abdula, o Presidente da UE-CPLP, Mário Costa, o Secretário-Geral da CE-CPLP, José Medina Lobato, e o Diretor do Observatório das Atividades Económicas e Empresariais da CPLP, Fernando Lobato, bem como os associados da CE-CPLP e da UE-CPLP que se inscrevam.


As viagens incluem visita a Cabo Verde (dia 11 de junho de 2015), Guiné Equatorial (13 de junho), Angola (15 de junho) e Moçambique (17 de junho). Os programas contemplam reuniões entre as delegações e as associações empresariais associadas à CE-CPLP (CCISS, COCAF Bioko, AIA e CCIA e CTA, respetivamente), audiências com Chefes de Estado e de Governo dos quatro países, assim como com alguns ministros.

Estão também programados encontros B2B entre a delegação e empresários locais e conferências sob o lema "A CPLP e o Futuro" nos quatro países.

A participação na missão empresarial será realizada com as seguintes condições: cada participante suportará os custos dos bilhetes de avião, alojamento, transporte local e emissão de vistos.

Brevemente haverá mais informações com programas completos, formulário de inscrição no périplo e várias outras informações logísticas. CE-CPLP