Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Angola – Transportadora aérea vai negociar o fornecimento de novas aeronaves

A TAAG vai negociar o fornecimento de novas aeronaves, a partir de 2020, com a Boeing e a Bombardier, no âmbito do processo de renovação da frota



O Presidente angolano aprovou o plano de reestruturação e modernização da frota da transportadora aérea estatal, autorizando o ministro dos Transportes a “celebrar contratos de compra e venda de aeronaves com as empresas Boeing e Bombardier”, de acordo com o despacho de 14 de Janeiro, consultado pela “Lusa”.

O despacho autoriza ainda o ministro dos Transportes a “desencadear os instrumentos para estruturar e montar a operação de financiamento para a aquisição das aeronaves” e a “negociar o refinanciamento de duas aeronaves Boeing 777-300 ER”, adquiridas pela TAAG nos últimos anos.

A medida é justificada pelo Presidente angolano com a “transformação e modernização” da TAAG, que “é um elemento fundamental para a consolidação da política do poder executivo para o sector da aviação civil angolana”, e face à “importância da renovação da frota” da companhia de bandeira de Angola para a “dinamização da sua política empresarial e concretização dos seus objectivos estratégicos”.

Recentemente, a administração da TAAG apontou o objectivo de aquisição, a partir deste ano, de 11 aviões de médio curso, além de aeronaves de última geração do tipo Boeing 787, para as rotas de longo curso, no âmbito do programa de modernização da companhia.

A decisão presidencial tem também como pano de fundo a conclusão das obras de construção do novo aeroporto de Luanda.

A actual frota da TAAG é composta por 13 aviões Boeing, três dos quais 777-300 ER, com mais de 290 lugares e que foram recebidos entre 2014 e 2016. A companhia conta ainda com cinco B777-200, de 235 lugares, e outros cinco B737-700, com capacidade para 120 passageiros, estes utilizados nas ligações domésticas e regionais.

Novo estatuto prevê privatização parcial

Em Novembro, a “Lusa” noticiou que a privatização parcial da TAAG prevê a venda de até 10% do capital social a outras companhias aéreas, nacionais ou estrangeiras, segundo o novo estatuto da empresa.

O documento, aprovado por decreto presidencial de 26 de Novembro, assinado pelo Presidente angolano, João Lourenço, refere que o capital social da TAAG está avaliado em 700 000 milhões de kwanzas (cerca de 2 000 milhões de euros), representado por 2 000 milhões de acções ordinárias.

“Serão obrigatoriamente da titularidade do Estado ou de outras entidades pertencentes ao sector público as acções representativas de, pelo menos, 51% do capital social em cada momento existente”, lê-se no estatuto da companhia aérea de bandeira angolana.

Não é ainda permitido ultrapassar o limite de 10% de acções subscritas exclusivamente por trabalhadores e reformados do sector dos transportes, e 10% de acções “por uma ou várias companhias aéreas estrangeiras” como “parceiras tecnológicas”.

Está ainda previsto um limite de 2% de acções a subscrever por “qualquer entidade privada nacional, e pública ou privada estrangeira”. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Portugal – Aeroporto de Beja pode complementar Lisboa e Faro

O aeroporto de Beja pode ser complementar aos de Lisboa e Faro e servir a capital, Setúbal, o Algarve e a Extremadura espanhola, desde que complementado com o transporte ferroviário, defende Manuel Tão



O aeroporto de Lisboa, sublinhou o investigador da Universidade do Algarve, está “esgotado” e o de Beja tem “uma vantagem muito grande: está pronto a usar” em relação a outras soluções apontadas, como Montijo, que “não se sabe se têm viabilidade técnica, longevidade e retorno socioeconómico aceitável”.

Por seu turno, segundo Manuel Tão, o aeroporto de Faro vai “esgotar rapidamente e não pode ser expandido e o Algarve precisará de um novo aeroporto até 2030”.

“Há sempre a possibilidade de construir um segundo aeroporto no Algarve, desde que haja 2 500/3 000 milhões de euros, o que não é muito exequível numa região que já não tem direito à maior parte dos fundos comunitários”, disse.

De acordo com o mesmo especialista em planeamento de transportes, a área de influência do aeroporto de Beja “pode estender-se” à Grande Lisboa, à Península de Setúbal e ao Algarve desde que seja servido por um “transporte terrestre rápido, capaz de colocar os clientes em 90 minutos ou menos” naquelas zonas.

Segundo o investigador, “tal só é alcançável” com a modernização dos troços ferroviários da Linha do Alentejo Casa Branca/Beja, que liga Beja e Lisboa, e Beja/Funcheira, que ligava Beja e Algarve, mas está desactivado.

No caso do aeroporto de Beja, que tem linha ferroviária “bastante próxima”, “há condições para projectar o potencial” enquanto aerogare e a área de influência para regiões que “ficam até 150 quilómetros de distância”.

A Extremadura espanhola, que “carece de acessibilidade aérea”, é “um bónus” para a área de influência do aeroporto de Beja e como “consequência” da ligação ferroviária Évora/Elvas.

Beja-Entrecampos em 85 minutos

A modernização dos troços permitirá a circulação de comboios entre 200 e 220 quilómetros/hora e, assim, será possível viajar de comboio entre Beja e as estações de Entrecampos, em Lisboa, em 85 minutos, de Albufeira, no Algarve, em 80 minutos, de Évora, em 35 minutos, e de Badajoz, na Extremadura espanhola, em 70 minutos.

“Não é possível viabilizar o aeroporto de Beja sem recurso ao transporte ferroviário”, porque, pelas distâncias-tempo que oferece, “é o único susceptível de lhe conferir maior área de influência”, disse.

Em termos de comparação, Manuel Tão apontou durações de viagens entre vários aeroportos “low-cost” e grandes cidades na Europa.

De comboio, o aeroporto de Londres-Stansted fica a 47 minutos do centro de Londres e, de autocarro, os aeroportos de Paris Beauvais Tillé e de Girona ficam a 90 minutos dos centros de Paris e Barcelona, respetivamente, e o aeroporto de Frankfurt-Hahn fica a duas horas de Frankfurt.

Manuel Tão falava à “Lusa” `à margem de uma sessão sobre acessibilidades e transportes promovida em Beja pela Plataforma Alentejo Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional. Manuel Tão – Portugal in “Transportes & Negócios”

quarta-feira, 7 de março de 2018

Angola – Nova operadora aérea ganha asas

O ministro dos Transportes, Augusto Tomás, terminou no último fim-de-semana uma visita de trabalho ao Canadá, país produtor dos aviões Bombardier, aparelhos que Angola tem interesse em comprar para lançar uma nova transportadora aérea exclusiva para ligações domésticas



Depois de ter afirmado que a TAAG acumula prejuízos nos voos domésticos há três décadas, em resultado da desadequação dos aviões, mais compatíveis com viagens de médio e longo curso, o ministro dos Transportes revelou os planos do Executivo para tornar as deslocações aéreas nacionais competitivas.

Segundo o governante, está em curso a constituição de uma nova transportadora para operar as ligações internas, cuja rentabilidade passa pela aquisição de uma frota ajustada.

Augusto Tomás, citado pela Angop, acrescentou que a dinamização dos voos domésticos vai envolver todos os operadores privados do país, num consórcio liderado pela TAAG.

Os planos explicam a recente deslocação do ministro dos Transportes ao Canadá, onde manifestou o interesse de Angolana compra de aparelhos Bombardier Q – 400 para dinamizar as viagens nacionais.

“Trata-se de um tipo de aeronave que tem sido utilizado com sucesso na actividade comercial aérea em vários países do continente africano”, disse o governante no último fim-de-semana, no encerramento da visita ao Canadá. In “Novo Jornal” - Angola

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Brasil – Carga aérea mais optimista em 2016

Desde o início da crise econômica mundial em 2008, o tráfego de carga aérea mundial teve uma média de crescimento de apenas 1,7% ao ano até 2013. De forma positiva, o tráfego de carga aérea mundial voltou a crescer em 2014, registrando uma alta de 4,4%. As previsões para 2015 eram de um crescimento sustentado, e as previsões eram que se manteria em 2016.

De acordo com Natan Machado de Campos Neto, gerente de Prospecção e Fidelização da Infraero, assim como em diversos setores da economia, o ano de 2015 foi de retração na tonelagem de carga transportada pelo modal aéreo. “A desaceleração econômica afetou principalmente o movimento de cargas domésticas e de importação. Na Rede Teca, a redução total, considerando todos os segmentos, foi de 23% em comparação com os números de 2014”, explica.

A participação das principiais empresas na quantidade de carga transportada no mercado internacional no ano passado, mostrou um resultado desacelerado. “Nos importadores de maior volume, a redução de movimentação foi mais evidente. Foram constatados, em alguns momentos, picos de desaceleração nestes clientes”.

No Brasil, segundo um estudo da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), mesmo com a facilidade que o setor aéreo representa para o transporte em um país com a dimensão territorial, a logística de cargas por avião ainda é pouco aproveitada. Menos de 20% da capacidade (em peso) para transporte de cargas nas aeronaves é utilizada. E as previsões são tímidas: estima-se que o modal aéreo doméstico cresça 58% até 2020, enquanto o transporte de passageiros irá dobrar de quantidade.

Na demanda de transporte aéreo de carga no mundo, os números até novembro de 2015 mostraram uma queda de 1,2%. O que para Adalberto Febeliano, vice-presidente de Marketing da Modern Logistics, não impacta em seus serviços, já que seu foco principal é no transporte doméstico de carga. “Não esperamos muito reflexo da situação internacional no mercado interno, pelo menos nos primeiros anos. Como, segundo a CNT, somente 0,4% do total de cargas no país é transportada no modal aéreo, contra 2% a 3% em países de dimensões geográficas comparáveis, como Canadá e Austrália, acreditamos que existe um vasto potencial de mercado a ser explorado no Brasil”.

Nesse sentido, o gerente de Prospecção e Fidelização da Infraero ressalta o constante trabalho da companhia na promoção da eficiência logística junto aos importadores e toda a cadeia logística. “Este trabalho, iniciado há mais de uma década, permite que as empresas do setor otimizem seus custos tanto financeiros como de tempo, sendo que a cobertura do setor também foi ampliada ao longo dos anos”.

De acordo com Neto, no âmbito do transporte de carga doméstica entre aeroportos dentro do Brasil, as tratativas ocorrem junto às companhias aéreas, que detêm a maior parte desse segmento. “No entanto, em um país predominantemente rodoviário como o Brasil, sabemos que essa é uma tarefa complexa e que inclui ações de vários setores, tanto em âmbito público quanto privado”, disse.

Infraestrutura

O setor vem debatendo as demandas de infraestrutura logística, políticas de preços, segurança e operação. Os novos equipamentos de inspeção por raios x do Teca (Terminal de Carga) do Aeroporto de Fortaleza/CE (Pinto Martins), por exemplo, representa um avanço. O setor vem trabalhando para atender regulamentações nacionais e internacionais, e isso eleva o nível de segurança para esse tipo de transporte. Para somar aos avanços em segurança, o setor espera que medidas de incentivo sejam aplicadas em breve.

Para Neto, esse é um reflexo do trabalho que já vem sendo realizado trabalho junto aos órgãos anuentes com o objetivo de obter e manter as certificações necessárias para o processamento eficiente de cargas. “Um exemplo é a Autorização de Funcionamento emitida pela Anvisa, que trata do processamento de mercadorias destinadas para o consumo humano como medicamentos e produtos médicos. Na esfera do atendimento aos clientes, a Infraero vem aprimorando ferramentas que permitem aos importadores ter maior visibilidade e previsibilidade sobre o andamento de seus processos logísticos, como o envio regular e constante de relatórios e a oferta de assessorias personalizadas, construídas de acordo com as necessidades do mercado”, explica.

Para o vice-presidente de Marketing da Modern Logistics, a política de concessões na infraestrutura aeroportuária trouxe mais modernidade e flexibilidade ao setor, com resultados bastante interessantes, porém ressalta: “Para que o transporte aéreo se faça cada vez mais presente nas cadeias produtivas, é preciso que os custos operacionais impostos às empresas aéreas sejam reduzidos, em particular o custo do combustível, no Brasil, continua a ser dos mais altos do mundo, apesar da forte queda nos preços internacionais do petróleo”.

Além disso, ele ressalta a burocracia como outro fator que embarrera o setor, não muito diferente de outros. “O país todo sofre com a burocracia; não há setor imune a ela. No caso do transporte aéreo, em particular, a necessidade de certificação prévia da empresa e de suas operações aéreas acrescenta uma pesada barreira ao processo”.

De acordo com ele, de todas as áreas envolvidas com o transporte de mercadorias, a questão fiscal é, certamente onde há mais burocracia. “É onde há mais incongruências de procedimentos e, principalmente, onde mais onera o processo produtivo das transportadoras, sejam rodoviárias, ferroviárias, aquaviárias ou aéreas. É nesse ponto onde devem ser buscados ganhos importantes de produtividade, com a simplificação radical de procedimentos”, completa.

A Abear também vem trabalhando junto a órgãos nacionais e internacionais e operadores aeroportuários em um projeto chamado Secure Freight (Carga Segura). O objetivo é garantir que todo o processo logístico seja controlado, desde o exportador-fabricante até o produto chegar à aeronave. Na prática, a carga passará por uma cadeia segura antes de chegar ao aeroporto. Isso dispensa a necessidade de inspeção no terminal e gera eficiência e redução de custos. É o conceito mais moderno do mundo no que diz respeito ao transporte de carga pelo setor aéreo.

De acordo com a Infraero, com foco no aumento da demanda por serviços logísticos no país e na tendência de crescimento do comércio internacional, a empresa mantém um extenso e contínuo plano de investimentos para sua rede de terminais de logística de carga. Para o período 2014-2018, a empresa estima investir cerca de R$ 310 milhões a serem utilizados em construção, reforma, ampliação, adequação e modernização de seus complexos logísticos, bem como na aquisição de novos equipamentos operacionais para movimentação e armazenagem de cargas.

Perspectivas

Embora a taxa de crescimento anual tenha caído e as perspectivas da economia global permaneçam frágeis, partes da Ásia-Pacífico estão crescendo novamente e as encomendas de exportação estão melhorando. Nesse sentido, Febeliano diz que com o início das operações aéreas previsto para o final do primeiro trimestre, a previsão é de muito otimismo para esse ano. “Vemos 2016 como um ano em que teremos dificuldades em alguns setores mas com o início da retomada de crescimento em outros”.

As perspectivas para 2016, de acordo com ele, envolvem trabalhar na busca de mais eficiência e produtividade, “para auxiliar os setores que ainda enfrentarão dificuldades em seus ajustes, necessários ao novo cenário econômico, e na oferta de mais flexibilidade e velocidade de resposta, para aqueles setores que já retomarão sua trajetória de desenvolvimento, e que, portanto demandarão serviços que permitam a conquista de novos mercados”.

Para Neto, os planos são em ampliar suas parcerias com o setor privado para expandir a capacidade de processamento e atendimento da Rede Teca, buscando acelerar o desenvolvimento da infraestrutura já disponibilizada por seus complexos. “Vale destacar também que, nos últimos anos, foram realizados investimentos em alguns dos maiores terminais da Infraero, como a ampliação do Teca de Curitiba e a implantação de um novo transelevador em Manaus”.

Para esse ano, destaca ainda, que a expectativa é iniciar uma nova fase de ampliação da infraestrutura de logística de carga na Rede Teca por meio de parcerias com a iniciativa privada, com medidas como a concessão de áreas para implantação de centros logísticos, assim como para o aprimoramento das áreas em geral. “Estamos trabalhando também na ampliação do leque de oportunidades de negócios em nossos aeroportos, principalmente na integração multimodal e intermodal”. Kamila Donato – Brasil in “Guia Marítimo”

domingo, 5 de julho de 2015

Brasil - Modal aéreo ganha fôlego

O Governo Federal lançou a nova etapa do PIL (Programa de Investimento em Logística), dando continuidade ao processo de modernização da infraestrutura de transportes do País e também contribuindo com a estratégia de retomada do crescimento da economia. Nesta nova etapa, estão previstos R$ 198,4 bilhões em investimentos, sendo R$ 8,5 bilhões somente em aeroportos.

Faz parte dos projetos a anuência do governo para a concessão do aeroporto de Caldas Novas (GO), demandando assim investimentos da ordem de R$ 650 mil. De acordo com a nova fase do programa, o governo dará anuência, também, para a concessão ao setor privado dos aeroportos regionais, atualmente delegados ao Estado de São Paulo: Bragança Paulista, (previsão de investimentos de R$ 10,8 milhões), Ubatuba (R$ 12,7 milhões), Itanhanhém (R$ 9,2 milhões), Jundiaí (R$ 22,6 milhões) e Campinas-Amarais (R$ 14,6 milhões). O aeroporto de Araras, delegado ao município, também será concedido, com previsão de investimento de R$ 7,7 milhões.

Os aeroportos e Salvador e Fortaleza, por sua vez, serão concedidos ao setor privado, com previsão de investimentos de R$ 3 bilhões e R$ 1,8 bilhão, respectivamente. Por fim, os aeroportos de Porto Alegre e Florianópolis serão concedidos, com previsão de investimentos de R$ 2,5 bilhões e R$ 1,1 bilhão, respectivamente.

Simultaneamente, o modal também ganha fôlego independentemente do PIL. A Allink Air, por exemplo, acaba de lançar cinco serviços semanais na exportação aérea para atender melhor os Agentes de carga, Comissárias de despacho e Despachantes Aduaneiros. Por conta do crescimento nesse segmento, a companhia já conta com serviços regulares saindo de Guarulhos para Miami, Frankfurt, Lima, Santiago e Cidade do México e a expectativa é de expandir e aprimorar cada vez mais os serviços oferecidos.

Os Aeroportos de Paracatu e Varginha, por sua vez, receberam da SEp a autorização para serem administrados pelas prefeituras e, os termos prevêem que a gestão será municipal se dará pelos próximos 35 anos. Nesses casos, não haverá repasse de recursos da União para auxiliar no custeio das operações. Apesar disso, os dois terminais estão entre os 270 que serão beneficiados por meio do Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional. A iniciativa prevê R$ 7,4 bilhões em investimentos.

Segundo a SAC, no caso do aeroporto de Paracatu, a atual fase é de elaboração do projeto, que antecede a realização da licitação. Para o aeroporto de Varginha, o atual estágio é de elaboração dos estudos preliminares, que definem o tamanho da pista, do pátio, do terminal e quais são os investimentos necessários.

Já a Modern Logistics, a mais nova empresa de logística integrada do Brasil, contará com transporte aéreo próprio, armazenagem também própria com 15 centros de distribuição e transporte terrestre com parceiros estratégicos. O objetivo é oferecer serviços logísticos que englobam toda a cadeia para os clientes, do embarque à entrega. O primeiro Boeing 737-400F da companhia deve começar a voar ainda em julho e, até o fim do ano, serão três modelos deste em operação, capazes de transportar 20 toneladas de carga cada um. Somando a isso, no próximo ano, chegarão os dois primeiros ATR-72F e mais seis Boeing 737-400F. E até 2020 serão 36 aeronaves na frota da Modern. Andrezza Queiroga – Brasil in “Guia Marítimo”

sábado, 1 de março de 2014

Acordo transporte aéreo

Acordo sobre transporte aéreo entre a República Portuguesa e a República da Guiné Equatorial

Realizaram-se, por correspondência, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2014, discussões entre representantes das autoridades aeronáuticas da República Portuguesa e da República da Guiné Equatorial, com vista à conclusão de um acordo de transporte aéreo entre os dois países.

O “Acordo sobre Transporte Aéreo entre a República Portuguesa e a República da Guiné Equatorial”, rubricado em Malabo, em 27 de fevereiro de 2014, plenamente conforme com o direito da União Europeia, constitui o enquadramento legal necessário ao início de serviços aéreos internacionais pelas transportadoras aéreas designadas dos dois países.

O Acordo permite que cada uma das Partes designe uma ou mais empresas, estabelecidas nos respetivos territórios e detentoras de uma licença de exploração válida, no caso da República Portuguesa, em conformidade com o direito da União Europeia e, no caso da República da Guiné Equatorial, em conformidade com a legislação aplicável naquele país. Ficou acordada uma cláusula relativa a arranjos de cooperação comercial permitindo o estabelecimento de acordos de partilha de código entre as transportadoras aéreas designadas dos dois países com transportadoras aéreas portuguesas e/ou equato-guineenses bem como com transportadoras aéreas de países terceiros.

O presente Acordo de Transporte Aéreo permitirá às empresas designadas estabelecer serviços aéreos regulares entre os dois países e entre o território destes e pontos intermédios e além, nas condições fixadas no Quadro de Rotas acordado, constituindo um fator de impulso ao desenvolvimento das relações económicas entre Portugal e a Guiné Equatorial. INAC – Portugal

Assinatura de acordos sobre a exploração do espaço aéreo Guiné Equatorial e Portugal

O Ministro delegado da Aviação Civil Fausto Abeso Fuma presidiu no passado dia 27 de fevereiro de 2014 à cerimónia de assinatura de um memorando de acordo entre o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil de Portugal e a autoridade da aviação da Guiné Equatorial na exploração mútua do espaço aéreo de Portugal e da Guiné Equatorial.

As assinaturas foram concretizadas na passada quinta-feira num documento que nos próximos meses será ratificado pelos governos de Malabo e Lisboa. "Queremos que hajam laços mais estreitos entre os nossos dois países e, mais importante, que entre as nossas autoridades velemos pela segurança de voo, para que se cumpram todos os regulamentos que são exigidos pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI)", disse Fausto Abeso.

Cabe agora à Guiné Equatorial e companhias aéreas portuguesas iniciar as negociações com vista à abertura de novas linhas entre Lisboa e Malabo o mais rápido possível.

Após a assinatura dos acordos, o presidente da autoridade da aviação Portuguesa reuniu-se com o Diretor-geral da Ceiba Intercontinental, Bienvenido Esono, já que a companhia de bandeira nacional perfila-se como uma das primeiras a abrir uma nova rota aérea entre Lisboa e Guiné Equatorial. À reunião assistiram os chefes dos serviços comerciais e recursos humanos da Ceiba Intercontinental. Oficina de Información y Prensa – Guiné Equatorial