Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Portugal - Terminal XXI garante novo recorde em Sines

O Terminal XXI, operado pela PSA Sines, garantiu na passada quarta-feira um novo máximo histórico na movimentação de contentores



A cerca de duas semanas do fecho do ano, o Terminal XXI atingiu, a 12 de Dezembro, a marca de 1 669 295 TEU, que supera os 1 669 057 registados em todo o ano de 2017, anunciou o Porto de Sines.

Em termos homólogos, o resultado já alcançado representa um crescimento de 5%.

A movimentação de contentores em Sines começou o ano em baixa, penalizada sobretudo pela comparação com um arranque excepcional de 2017, mas lentamente foi recuperando e em Setembro deu um salto de 46%. Agora confirmou-se o recorde.

Para 2019 as perspectivas são bastante positivas, assinala a administração portuária.

Em consequência, a PSA Sines adquiriu e está a instalar mais equipamentos de movimentação de contentores, que entrarão em operação no início de 2019. É o caso de um pórtico de cais – o 10.º – Super Post-Panamax, com capacidade para operar os maiores navios em operação comercial e 4 RTG’s (gruas de parque).

A PSA Sines tem um plano de investimento na expansão do terminal de contentores que está a negociar no âmbito da renegociação da concessão, em curso. In “Transportes & Negócios” - Portugal

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Portugal - Terminal XXI recebe a 10.ª grua super post panamax

O Terminal XXI de Sines prepara-se para entrar o novo ano com mais um pórtico de cais e quatro pórticos de parque



O novo pórtico de cais do Terminal XXI está já em fase de montagem, como o documentam as fotos publicadas pela PSA Sines na sua página do Facebook.

Será o décimo pórtico de cais do terminal de Sines, um super post panamax, com um alcance de 75,2 metros e, logo, capaz de operar navios com até 24 fiadas de contentores.

Mais adiantada está a instalação dos quatro pórticos de cais RTG E-one, de propulsão híbrida (diesel-eléctrica), com capacidade para movimentar contentores até 41 toneladas.

Os quatro equipamentos chegaram a Sines a bordo de um navio da Cosco Shipping e estão agora a ser submetidos à final de ensaios operacionais-

Recorde-se que a PSA Sines está a negociar com a administração portuária a expansão da concessão do terminal de contentores. In “Transportes & Negócios” - Portugal

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Portugal - PSA Sines duplica capacidade ferroviária

A PSA Sines vai duplicar a capacidade da plataforma ferroviária do Terminal XXI. As obras já começaram

Numa nota na sua página do Facebook, a concessionária do terminal de contentores de Sines dá conta que a expansão da plataforma ferroviária passa pela instalação de duas novas linhas para comboios de até 750 metros de comprimento (actualmente dispõe de apenas duas) e pela criação de mais três hectares de parque para contentores.

O porto de Sines é a maior plataforma nacional de transporte ferroviário de mercadorias, sobretudo em consequência da operação da MSC (e, mais recentemente, da aliança 2M) no Terminal XXI.

Na sua nota, a PSA Sines dá conta que decorrem as negociações para uma nova fase de crescimento do Terminal XXI e afirma o seu empenho “em dotar o nosso terminal com equipamentos de última geração, de modo a prestar sempre serviços de excelência aos seus clientes”.

Na verdade, já foi nomeada a comissão que irá renegociar, em nome do Estado, a concessão do terminal de contentores de Sines. e a concessionária prepara-se para instalar ainda este ano mais quatro pórticos de cais para facilitar as operações em terra. In “Transportes & Negócios” - Portugal

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Portugal - PSA Sines quer aumentar prazo de concessão do Terminal XXI

A PSA Sines pretende alargar o tempo de concessão do Terminal XXI, que termina em 2029. O objetivo é conseguir recuperar o capital investido



A PSA Sines, concessionária do terminal de contentores de Sines (Terminal XXI), apresentou formalmente à Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S. A. (APS) uma proposta de renegociação da atual concessão que terminará em 2029. O objetivo é aumentar o prazo de concessão para o período necessário à recuperação do investimento e à remuneração adequada do capital investido.

No despacho publicado na passada terça-feira em Diário da República, a PSA Sines alega que pretende fazer um investimento para a expansão do Terminal XXI. Para isso foi anunciada a constituição de uma comissão para a renegociação do contrato de concessão.

O investimento da PSA terá que ser faseado, através do aumento do comprimento do cais e da área de armazenagem, de modo a duplicar a capacidade de movimentação do Terminal, que é atualmente de cerca de 2 milhões de TEUS’s (o equivalente a um contentor).

Segundo o mesmo documento, o responsável pela comissão de renegociação deverá, no prazo de uma semana, propor à Ministra do Mar um calendário indicativo da renegociação e das regras de funcionamento da comissão.

Atualmente, o Terminal tem uma área de armazenagem com 39,1 hectares e está ligado às redes nacionais rodoviária e ferroviária, integradas no corredor Atlântico da Rede Transeuropeia de Transportes. Por outro lado, para dar resposta às projeções de crescimento, encontra-se em implementação um plano de evolução e expansão das acessibilidades rodo-ferroviárias, no âmbito do Plano de Investimentos em Infraestruturas – Ferrovia 2020, que permitirá garantir a correta intermodalidade para as ligações nacionais e ao interior de Espanha, particularmente à região de Madrid. Sara Calado – Portugal in “Dinheiro Vivo”

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Portugal – Porto de Sines no top 100 mundial nos contentores

O porto de Sines e o seu Terminal XXI classificaram-se no top 100 mundial dos maiores portos de contentores no final de 2015, de acordo com o ranking elaborado pela espanhola “Transposte XXI”



Tendo movimentado 1330000 TEU em 2015, Sines classificou-se como o 100.º maior porto do mundo, o 18.º europeu e o terceiro ibérico.

Com um crescimento de 8,3% face a 2014, o porto português ganhou terreno a vários portos que o precedem imediatamente no ranking, sendo por isso possível que ultrapasse alguns deles no final do ano em curso.

Porém, há que contar também com o rápido crescimento de outros portos. Em 2015, por exemplo, Sines foi ultrapassado por Puerto Califa (Emiratos Árabes Unidos), que cresceu 31,9% e saltou para a 93.ª posição do ranking,com 1,5 milhões de TEU, e pelo porto chinês de Tangshan (92.º com 1,5 milhões de TEU, a subir 37%).

Portos chineses dominam

Sem surpresa, os portos chineses monopolizam os primeiros lugares do ranking, com sete presenças no top 10.

Xangai reforçou o primeiro lugar, com 36,4 milhões de TEU (mais 3,5% em termos homólogos), afastando-se de Singapura, que perdeu 8,7% para 30,9 milhões de TEU. O terceiro lugar do pódio é de Shenzhen, com 24,2 milhões de TEU (mais 0,7%).

Nos lugares imediatos classificaram-se Ningbo (20,6 milhões de TEU, mais 6%), Hong Kong (20,1 milhões, menos 9,6%), Busan (19,5 milhões,mais 4,2%), Guangzhou (17,6 milhões, mais 5,8%), Qingdao (17,4 milhões, mais 4,9%), Dubai (15,6 milhões, mais 2,2%) e Tianjin (14,1 milhões, mais 0,4%).

Roterdão (11.º) é o primeiro porto europeu e Los Angeles (19.º) o primeiro norte-americano no ranking mundial.

Europa com 18 portos no top

A Europa coloca 18 portos no ranking dos 100 maiores do mundo. Dez são do Norte e oito do Sul. Os do Norte movimentaram 51,6 milhões de TEU, os do Sul apenas 23,4 milhões de TEU mas cresceram mais depressa. Sines é, claro, o 18.º.

Roterdão lidera com 12,2 milhões de TEU (menos 0,5% em termos homólogos), seguido de Antuérpia com 9,6 milhões (mais 6,9%) e de Hamburgo com 8,8 milhões (menos 9,3%).

Entre os portos do Velho Continente que mais cresceram, destaca-se Sines, com um ganho homólogo de 8,3%, só superado por Southampton, que deu um salto de 41,7% até aos 2,1 milhões de TEU (14.º).

Entre os perdedores avultam os casos de São Petersburgo (a cair 27,8% para 1,7 milhões de TEU; 16.º classificado), de Zeebrugge (menos 23,8%, 1,6 milhões de TEU e 17.º classificado) e de Gioia Tauro (menos 14,1%, 2,6 milhões de TEU e 12.º). In “Transportes & Negócios” - Portugal

quarta-feira, 2 de março de 2016

Portugal – Expansão dos terminais de contentores em Sines e Leixões

Primeiro, alargar os terminais actuais; depois lançar o concurso para novos. Esta, em síntese, a estratégia do Governo para o aumento da capacidade de movimentação de contentores em Sines e Leixões, defendida pela ministra do Mar.

Porto de Leixões: Colocar o "Rossio na Rua da Betesga"

“A conclusão a que se está a chegar, é uma apreciação ainda preliminar porque os elementos ainda não chegaram todos, é que para fazer face às necessidades de evolução de carga que se está a verificar numa situação e noutra [Sines e Leixões], tudo aponta para que seja necessário fazer o aumento de capacidade em duas fases”, defendeu a ministra do Mar na Assembleia da República, no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento de Estado.

No imediato, Ana Paula Vitorino admite decidir sobre o aumento da capacidade dos terminais existentes nos dois portos, concessionados à PSA Sines e à TCL, respectivamente, em Sines e Leixões. O que poderá implicar o aumento do prazo das concessões.

No caso de Sines, o alargamento do Terminal XXI – com o prolongamento da concessão – chegou a ser discutido entre o anterior Governo e a PSA Singapura, mas ambas as partes acabaram por assentar numa solução intermédia, com a concessionária a aceitar investir cerca de 40 milhões de euros sem contrapartidas.

No caso de Leixões, está em causa a expansão do terminal de  contentores Sul. APDL e TCL já terão acordado os termos do negócio, com a concessionária a suportar todo o investimento em troca de mais cinco anos de exploração. Mas o contrato ainda não foi rubricado, o que inclusivamente “desvalorizou” em 30 milhões de euros o valor da compra da Tertir pelo Grupo Yildirim.

Segundo terminal de contentores em Sines

Resolvida a pressão imediata da procura, a ministra do Mar admite, então, decidir sobre o lançamento de concursos para a construção de novos terminais de contentores em Sines e Leixões, afirmou perante os deputados.

Recorde-se que a hipótese de avançar com um segundo terminal de contentores em Sines – seria o Terminal Vasco da Gama, como foi “baptizado” então – foi muito falada precisamente quando Ana Paula Vitorino era secretária de Estado dos Transportes no Governo de José Sócrates e Lídia Sequeira liderava a APS. Mas o projecto acabou por “cair”, por entre dúvidas sobre se colidia com o exclusivo da PSA Sines e sobre a evolução do mercado, a que se juntaram as restrições ao investimento público.

Entretanto, como é sabido, o anterior Executivo apostou antes num novo terminal de contentores na margem Sul do Tejo.

Em Leixões, o novo terminal, com fundos de -14 metros, é considerado essencial para garantir a competitividade do porto, mas há os que defendem que não terá dimensão crítica suficiente para ser uma concessão autón0ma. A APDL diz ter o trabalho de casa praticamente feito. In “Transportes & Negócios” - Portugal

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Portugal – Porto de Sines cresce 10,4% nos contentores até Setembro de 2015

O movimento de mercadorias no porto de Sines atingiu os 33,3 milhões de toneladas no final do terceiro trimestre. Contentores contabilizaram-se 1 022 381 TEU.

O resultado recorde na movimentação de cargas nos três primeiros trimestres de 2015 ficou a dever-se especialmente aos granéis líquidos, que avançaram quase 25% para os 16,3 milhões de toneladas.

A ajudar, e muito, estiveram também os granéis sólidos, com 4,6 milhões de toneladas processadas (mais 36%) e a carga geral, com 12,4 milhões (uma subida de cerca de 12%).

Nos contentores, Sines superou a fasquia do milhão de TEU movimentados, quando ainda faltam três meses para o final do ano. Face ao período homólogo de 2014, o avanço acumulado foi de 10,4%. À medida que os valores absolutos sobem, reduz-se o ritmo percentual de crescimento, mas ainda assim o Terminal XXI manteve-se nos dois dígitos.

Nos primeiros nove meses do ano, o porto liderado por João Franco recebeu 1 613 navios, Mais navios (8,5%) e de maiores dimensões (mais 13,7% de tonelagem bruta) que entre Janeiro e Setembro do ano passado. In “Transportes & Negócios” - Portugal

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Portugal – Porta contentores MSC New York escala Porto de Sines

O navio MSC New York, de 16 652 TEU de capacidade máxima, fez a sua primeira escala no porto de Sines, tendo como procedência o porto de Antuérpia e destino o Extremo Oriente, com paragem em “King Abdullah City” na Arábia Saudita após passagem pelo Canal do Suez.

Depois do MSC Zoe na passada semana, este foi mais um ULCS - Ultra Large Container Ships a escalar o Terminal XXI do porto de Sines. O navio porta-contentores tem um comprimento de 399 metros (LOA) e 54 metros de largura (Boca). Tem um porte de 186.766 Toneladas (DWT) e um calado máximo de 16,02 metros.

A sua operação consistiu no embarque de 2.258 contentores (3.284 TEU), contemplando carga com destino ao Medio Oriente e Extremo Oriente, nomeadamente Singapura e Xangai, numa operação que durou menos de 24h.

A primeira escala do MSC New York foi assinalada com a entrega de uma Cresta do Porto de Sines ao Comandante do navio. Carlos Moura – Portugal in “Transporte em Revista”

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Portugal – Porto de Sines melhora acesso ao Terminal XXI

O porto de Sines iniciou a primeira fase de obras para reforçar a capacidade de movimentação de navios porta-contentores, previsto no acordo de expansão assinado entre o Estado português e a concessionária PSA.

Segundo a APS - Administração do Porto de Sines, os trabalhos decorrerão até ao final do próximo mês de Setembro e representam um investimento da ordem dos 9,5 milhões de euros, objecto de concurso público internacional.

"A APS iniciou obras de regularização dos fundos da bacia do Terminal de Contentores de Sines (TXXI), com o objectivo de melhorar a segurança e as condições de operacionalidade do terminal face ao crescente número de navios que o demandam e ao aumento da dimensão destes, tendo em vista o desenvolvimento futuro", esclarece um comunicado da administração portuária de Sines.

A draga utilizada é a "Artemis", com 131,5 metros de comprimento, pertencente ao armador "Van Oord Ship Management B.V.", com sede na Holanda. A "Artemis" é irmã gémea da "Athena", utilizada na regularização de fundos do porto de Sines efectuada em 2011.

Esta draga tem capacidade para trabalhar até 32,4 metros de profundidade e expelir o material através de uma conduta de 1.000 mm de diâmetro com auxílio de três bombas de 5.000 KW, uma das quais submersas, apresentando uma potência máxima de corte instalada de 7.000 KW.

O canal de acesso ao terminal XXI (terminal de contentores) foi alvo de trabalhos de regularização de fundos em 2011 para cotas de -17,0 / 17,5 m, sendo agora necessário garantir fundos similares numa área mais alargada da bacia, permitindo mais fluidez operacional, nomeadamente a rotação de navios e a segurança do tráfego marítimo.

Em causa está a perspectiva de entrada em operação a curto prazo dos ‘Super-ULCS (Super Ultra Large Container Ships)', prevista para 2018, equivalendo a navios com capacidade para 22 mil TEU (medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento).

Nos trabalhos em curso, que estão abrangidos pelas avaliações de impacte ambiental (AIA) de construção do Terminal XXI, passam pela regularização de fundos rochosos característicos de Sines não sujeitos a assoreamento, optou-se pela adopção de técnica por corte dos afloramentos de rocha, em vez do tradicional desmonte com recurso a explosivos.

"Esta tecnologia permite reduzir ao mínimo os impactes da actividade que ficam assim limitados à zona a intervencionar, não existindo ondas de choque e suspensão de sedimentos com dispersão destes por uma vasta área", garante o referido comunicado da APS, em particular em relação a impactes significativos nas praias de São Torpes. Nuno Silva – Portugal in "Semanário Económico"

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Portugal – Terminal XXI em Sines inaugura scanner de contentores marítimos

O Terminal XXI do Porto de Sines, em colaboração com a Alfândega, estreou na semana de 20 de Outubro de 2014 um novo equipamento que permite detectar a presença de mercadoria contrafeita ou perigosa no interior de contentores movimentados para importação e exportação.

O novo equipamento (uma unidade móvel com scanner de RX), que será utilizado em parceria pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e Administração do Porto de Sines, destina-se a melhorar as atividades de controlo aduaneiro, reforçando o combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras.
 
Metade do investimento realizado no equipamento (1,5 milhão e meio de euros) foi suportado por um programa europeu e a outra metade foi custeada pela administração do Porto de Sines. In “Portos de Portugal” - Portugal


segunda-feira, 31 de março de 2014

Comboios de carga em Sines

CP Carga perto dos 100 comboios semanais em Sines.

Foto: Porto de Sines
A parceria com a MSC Portugal de carga contentorizada, mais os comboios comprados pela CMA CGM, deverão terminar a última semana do mês de Março com uma média que aponta 96 circulações do operador ferroviário CP Carga em Sines. Os números justificam-se no movimento semanal de comboios de contentores com origem e destino no Terminal XXI do Porto de Sines.

De acordo com dados a que a webrails.tv teve acesso, o movimento ferroviário da CP Carga no Terminal XXI, operado pela PSA Sines, deverá apresentar, entre 24 e 30 de Março, 43 entradas e o mesmo número de saídas com destino a Lisboa – Bobadela, e Riachos. A que que se acrescenta o tráfego com origem e destino em Leixões, com 5 circulações em cada sentido. Números que se encaixam dentro do intervalo de capacidade definido pela PSA Sines junto do terminal ferroviário, ” actualmente a PSA Sines tem duas linhas que operam diariamente entre 6 a 8 comboios diários.”

No entanto a CP Carga e o terminal ferroviário já apresentaram números semanais superiores a uma centena de comboios. Como aconteceu no passado mês de Fevereiro, nas circulações especiais onde a operadora foi chamada a traccionar cerca de 140 composições. Na altura, os conflitos laborais do porto de Lisboa determinaram o desvio urgente de um navio do armador Maersk para Sines. Uma situação superada com sucesso, revelou fonte da CP Carga, também devido à entrada de uma nova grua no terminal ferroviário.” A operação ao nível da eficiência duplicou “, referiu, indicando a possibilidade actual da operação de carga e descarga nas duas vias em simultâneo, contra a situação anterior que só permitia a manobra numa via.

Entretanto, para optimizar mais o tráfego de contentores no porto de Sines por via férrea, outros factores estão a ser preparados. Um deles decorre do aumento do terminal ferroviário que acompanha a expansão do Terminal XXI.  “A movimentação de contentores dos nossos clientes no nosso terminal cresceu, consequentemente o nosso objectivo passa por expandir o número de vias para 4 [existem no presente duas vias]. Actualmente temos um acordo com a CP Carga que prevê aumentar o número de comboios diários para 18“, indicou fonte do gestor do Terminal XXI.

A recente introdução de um guindaste de pórtico sobre pneus (RTG) veio permitiram agilizar a operação, indicou fonte próxima do processo. Um ganho na optimização que “permite operar duas linhas, e carregar e descarregar dois comboios” em simultâneo, referiu. Evolução que comporta, no terminal ferroviário, receber e expedir comboios em intervalos que poderão vir a ser inferiores a três horas com manobras incluídas. Como suporte no processo de carga e descarga dos contentores fazem ainda parte dois Reach Stackers, alocados à operação ferroviária.

Apesar dos números diários ainda terem margem de progressão no terminal, o constrangimento da operação ferroviária surge logo na Linha de Sines. A diminuição dos canais disponíveis é uma dos questões apontadas, juntamente com as pendentes de infraestrutura, como é o caso da rampa de Ermidas. Onde a operação pode representar cerca de menos 300 toneladas por comboio. Valor que na MSC se pode expressar no número final de contentores (normal 44 TEU/comboio) com implicação nos ganhos de eficiência, ou na limitação de tracção máxima de um comboio por parte da CP Carga. Rui Ribeiro – Portugal in “Webrails.tv”