Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Moçambique - Passageiros do Metrobus passam a estar segurados

Os utentes do Metrobus, um sistema integrado de transportes, incluindo autocarros e automotoras do projecto, passam a estar segurados ao abrigo do memorando de entendimento celebrado, recentemente, em Maputo, entre a Sir Motors e a EMOSE-Empresa Moçambicana de Seguros.

De acordo com o presidente da Comissão Executiva da EMOSE, Francisco Langa, esta iniciativa resulta do facto de o Metrobus prestar um serviço de transporte essencial para o cidadão, uma prioridade para o Governo de Moçambique.

O acordo assinado, segundo explicou Francisco Langa, firma o compromisso da seguradora estatal de segurar os bens do Metrobus, incluindo os seus passageiros, sendo o seguro de passageiros um serviço pioneiro e inovador no País.

“Pretendemos que esta parceria entre a Sir Motors e o Governo, para providenciar transporte às populações de Maputo, Boane e Matola, possa servir de exemplo e catapultar outras iniciativas do sector privado na base da parceria público-privada, para que aos poucos possamos ir resolvendo os problemas da sociedade, como o problema do transporte”, frisou Francisco Langa.

O presidente da Comissão Executiva da EMOSE acrescentou que “através deste memorando, vamos poder providenciar o seguro de passageiros aos utentes do Metrobus, segurar também as suas automotoras e os autocarros, de maneira que, para nós, representa um grande ganho, não só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista social”.

Importa salientar que o Metrobus transporta, diariamente, cerca de seis mil passageiros, sendo a segurança destes uma prioridade, razão pela qual a transportadora aderiu ao serviço.

“O seguro é uma componente muito importante da mobilidade e negociar com uma EMOSE rejuvenescida dá-nos bastante prazer”, referiu a propósito Sheila Camal, directora geral da Sir Motors.

Este projecto entrou em funcionamento em Janeiro do presente ano, visando o transporte de passageiros, através de automotoras e autocarros e já criou, até ao momento, cerca de 130 postos de trabalho. In “O País” - Moçambique

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Brasil – Pirataria aumenta custo dos fretes

Porto Velho - A conta dos ataques de piratas a embarcações de transporte de carga na Amazônia é bem maior que o prejuízo de R$ 100 milhões estimado com o roubo de mercadorias. Para evitar e se proteger dos criminosos, empresas de transporte têm reportado um custo adicional de milhões de reais por ano com a contratação de empresas de vigilância e escolta armada. A conta, essencial para a proteção das cargas, é repassada ao frete e, mais adiante, ao consumidor.

Uma das líderes no setor de cargas na região, a Transportes Bertolini (TBL) gasta cerca de R$ 4 milhões por ano com o serviço para proteger cargas de eletrônicos da Zona Franca de Manaus no trajeto de Belém a Santarém. "É um problema muito sério na Amazônia. No Estreito de Breves (canal fluvial de acesso ao Arquipélago do Marajó), até mataram um comandante", diz Irani Bertolini, dono da TBL e presidente da Fetramaz, entidade que reúne as empresas de transporte na Região Amazônica.

Dois profissionais fardados e armados viajam a bordo nos comboios e trabalham em regime de revezamento, fazendo uma ronda nas embarcações. Nos trechos de maior incidência de ataques piratas, ambos ficam em alerta. Ao todo, 40 profissionais prestam serviço para a TBL.

Antes da contratação do serviço, em 2015, a empresa havia sido alvo de seis ataques de piratas que resultaram em prejuízo de R$ 500 mil, sobretudo com roubo de combustível. Os piratas chegam em barcos menores e velozes e atacam de surpresa. "É a linha vermelha da Amazônia. O risco é iminente", diz Ricardo Bonatelli, gerente de navegação da TBL. Após a empresa contratar os serviços de escolta armada, no entanto, os ataques cessaram.

A companhia de vigilância Prosegur teve alta de 30% na demanda por seus serviços de 2016 para cá, principalmente no Amazonas e no Pará, segundo o diretor Bruno Jouan. À medida que os "piratas amazônicos" ficam mais ousados, a companhia também renova seu "portfólio" - agora, está usando drones para monitorar cargas.

Em busca de segurança, no entanto, as empresas têm procurado o serviço de cabotagem, que representa quase 90% do transporte de mercadorias de valor agregado da Zona Franca de Manaus. Segundo Eduardo Carvalho, presidente do Sindicato dos Armadores do Pará (Sindarpa), isso tem tirado algumas empresas de transporte fluvial comum de circulação.

"Apesar de a cabotagem ser mais lenta, ela é mais segura. O contêiner sai da fábrica e chega ao destino final com mais segurança do que o caminhão em cima da balsa e depois por estrada", diz Claudomiro Carvalho Filho, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Amazonas (Sindarma).

O delegado Geraldo Pimenta Neto, superintendente regional da Polícia Civil de Marajó Ocidental, no município de Breves, afirma que os casos de roubo de carga na região têm diminuído com a vigilância privada e a intensificação do monitoramento pelo Grupamento Fluvial de Segurança Pública no Pará (GFLU), formado pelas polícias civil e militar e pelo Corpo de Bombeiros.

À frente das operações da polícia civil em dez municípios na região das Ilhas de Marajó desde dezembro, o delegado disse que com o aumento do policiamento, os piratas migraram para roubos a residências e estabelecimentos nas margens dos rios, sobretudo em busca de óleo diesel.

Seguro

Outro problema é a dificuldade de se fazer o seguro de cargas. "Ninguém consegue fazer seguro de roubo de carga na Amazônia. Quando a seguradora aceita, o preço é impagável", afirma Carvalho. Procurada, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) informou não ter dados sobre essa situação de seguros na Amazônia.

Outra consequência é o fracionamento da carga em várias embarcações - o que também pesa no frete. "São custos que atentam contra o desenvolvimento da Amazônia", afirma Getulio Bezerra Santos, coordenador do Programa de Segurança das Operações de Transporte de Cargas e Prevenção ao Delito (Proteger), da Confederação Nacional do Transporte. A meta é construir uma base de dados sobre pirataria pelos boletins de ocorrência, criando um sistema interligado de dados.

Adalberto Tokarski, diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, afirma que os ataques piratas preocupam o órgão regulador. "É algo bastante complexo e já estive conversando com algumas instituições, incluindo a Polícia Federal e a Marinha, para ver qual é a solução para desmantelar e inibir essas ações." Um dos principais entraves para coibir esse crime é a jurisdição dos órgãos de segurança, pois algumas áreas são de competência de órgãos estaduais e outras, de entidades federais. "É necessário criar ações coordenadas de inteligência", defende Tokarski. As informações são do jornal. Karla Mendes – Brasil in “Estado S. Paulo”

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Macau - Negócios na Lusofonia com apoio reforçado

Lionel Leong
O Secretário Lionel Leong avançou ontem que o Governo pretende estabelecer rapidamente um regime de seguro de crédito à exportação. Numa segunda fase, será ponderado o lançamento de um plano de apoio financeiro para empresas chinesas ou locais que mantenham negócios com países lusófonos

Mês e meio após a visita do Primeiro-Ministro Li Keqiang e do lançamento de medidas de incentivo à economia, o Secretário para Economia e Finanças afirmou ontem que o Governo Central apoia o estabelecimento de um regime de seguro de crédito à exportação. Este tipo de mecanismo tem sido reivindicado por empresários locais com negócios ligados aos países de Língua Portuguesa.

À saída de uma reunião da Comissão Permanente da Assembleia Legislativa, que está a discutir o orçamento para 2017, Lionel Leong afiançou que a criação desse regime será concretizada “o mais brevemente possível”.

Após a implementação desses seguros à exportação, o Governo irá ainda “ponderar um plano de apoio financeiro, através do qual, se possa permitir, às empresas de Macau ou empresas da China Interior que participam em trocas comerciais com países de língua portuguesa, maximizar vantagens, à medida que integram as suas actividades em Macau”, disse o Secretário, citado numa nota oficial.

Salientando que considera importante a existência de uma seguradora no quadro deste regime de seguro de crédito à exportação, garantiu que já foram iniciados contactos com empresas e entidades. A expectativa do Governo é que o “feedback seja positivo” para que os trabalhos cheguem a bom porto em 2017.

Além deste projecto, Lionel Leong garantiu estar em curso uma revisão ao regime jurídico das sociedades de locação financeira. O governante espera que o quadro desta proposta da lei fique concluído no próximo ano.

Deste modo, têm sido encetados contactos a nível internacional com “grandes empresas, experientes em locação financeira, como forma de analisar o interesse em trazer investimento e de constituir em Macau uma indústria nesta área”. Por outro lado, foi criado um grupo de trabalho interdepartamental para debater com o sector o aperfeiçoamento do regime jurídico e promover a indústria.

Por outro lado, o sector já teve acesso a um guia de orientação para locação financeira para um melhor entendimento do processo de licenciamento, facilitando também posteriores ajustamentos com a revisão da lei. In “Jornal Tribuna de Macau” - Macau

sábado, 26 de novembro de 2016

Macau - Planeia um sistema de seguro de crédito à exportação

O Governo de Macau planeia estabelecer um sistema de seguro de crédito à exportação, a fim de reforçar o papel do território na promoção da cooperação entre empresas de Macau e do Interior da China, e companhias dos Países de Língua Portuguesa, de acordo com um comunicado oficial.


Citado no comunicado, o Secretário para a Economia e Finanças, Leong Vai Tac, sublinhou que a estratégia é apoiada pelo Governo Central chinês.

Leong Vai Tac acrescentou que o Governo de Macau está neste momento a contactar empresas e instituições a fim de encontrar potenciais parceiros para o estabelecimento do referido sistema de seguro de crédito à exportação. O governante afirmou esperar mais progressos em 2017, tendo em conta que os contactos já realizados terão merecido reacções positivas por parte das organizações contactadas. In “Fórum Macau” - Macau